Opiniões

Brasil com Daniel Alves e Ramires no lugar de Elano e Felipe Melo

Confirmado: Ramires e Daniel Alves serão os substitutos, respectivamente, de Felipe Melo e Elano, daqui a pouco, quando o Brasil enfrenta o Chile nas oitavas-de-final da Copa da África do Sul. Felipe Melo sentiu a pancada no tornozelo esquerdo, na troca de entrada duras com o brasileiro naturalizado português Pepe, no último jogo da fase de grupos, no empate sem gols contra Portugal, enquanto Elano ainda não se recuperou da entrada de Tiotê, na partida anterior, quando o Brasil derrotou a Costa do Marfim por 3 a 1.

Em tese, o time de Dunga perde em entrosamento, mas ganha na qualidade do passe, sobretudo na saída de bola. Na prática, veremos daqui a pouco…

Uruguai confirma vitória e boa fase

O México bem que tentou, chegando a colocar quatro atacantes e se expondo a riscos, num momento em que a África do Sul ainda vencia a França por 2 a 0 no outro jogo do Grupo A, apenas dois gols atrás na briga pela segunda vaga da chave, mas não deu. Classificados atrás do Uruguai, que segurou o 1 a 0 anotado no primeiro tempo, os mexicanos garantiram o acesso às oitavas-de-final, mas ficaram em segundo e devem pegar a Argentina, que defende sua liberança no Grupo B daqui a pouco, às 15h30 (de Brasília), diante da Grécia. A definição da chave de onde sairão os adversários de Uruguai e México, será fechada pelo outro jogo do grupo, no mesmo horário, entre Coréia do Sul e Nigéria.

O México teve sua melhor chance de empatar na cabeça do zagueiro Rodriguez, aos 18 da etapa final, escorando o cruzamento da direita de Barrera, um dos tantos atacantes colocados em campo para buscar a vitória sobre os uruguaios e fugir da Argentina na próxima fase. Todavia, a bola saiu rente à trave esquerda do goleiro Muslera. Bem conhecido dos brasileiros, sobretudo da torcida do São Paulo, o zagueiro Lugano teve a chance de ampliar o placar para o Uruguai, também em cabeçada, após cobrança de falta de Diego Forlán, mas o goleiro mexicano Perez fez boa defesa. 

Na véspera do início da Copa, no dia 10, disse aqui que o Grupo A era o mais equilibrado entre suas quatro seleções, arriscando o palpite pela classificação de França e México, muito embora tenha ressalvado: “mas pode muito bem dar Uruguai e África do Sul, ou qualquer outra variante”. Como ninguém poderia prever a crise, talvez sem precendentes na história das Copas, que se abateu sobre a seleção francesa, fico feliz de ter errado, sobretudo pela inclusão do Uruguai, bi-campeão mundial em 1930 e 1950, agora com boas chances de passar às quartas-de-final na África do Sul (caso a Argentina confirme seu primeiro lugar no Grupo B),  que busca resgatar o protagonismo internacional conquistado na primeira metade do séc. 20.

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