Opiniões

Para frente!

Com meu afastamento da lida blogueira, sem maior satisfação a você, leitor, este “Opiniões” vem sendo há algum tempo mantido exclusivamente pelo traço do chargista Zé Renato. Na verdade, desde meados de agosto, quando se completou um ano da morte do meu pai, não atravesso a melhor das fases pessoais, com reflexo também em minhas atividades profissionais. Como escrever é uma das poucas coisas que penso saber fazer, e como fazê-lo, neste blog e na Folha, é a melhor maneira de manter vivo o legado do velho Aluysio, tento a partir de hoje retomar o antigo ritmo de produção, ciente dos danos que a interrupção, sobretudo em mídia interativa, causam ao hábito de quem lê.

Ao fim e ao cabo, é mais ou menos o que o poeta irlandês William Butler Yeats (1865/1939) deixou como certeza de vida inscrita em epitáfio na pedra da sua lápide: “Passe os olhos friamente/ Pela vida, pela morte/ Cavalheiro para frente”.

Este post tem 7 comentários

  1. Siga lutando para transformar dor em saudade. Seja firme e acredite que, de onde estiver seu pai estará iluminado o seu caminho e te confortando nas horas de aflição.

    Cláudio Andrade

  2. Alvíssaras!!!! Bom saber da disposição em voltares à lida, para a frente, cavalheiro!

  3. Que tenhas a força e o ânimo necessários para voltar no ritmo em que sentir melhor. A blogosfera agradece.

  4. Que noticia maravilhosa, chegando hoje de Salvador que lugar adorável e melhor ainda saber que você vai e deve continuar a escrever uauuuuuu

  5. Prezado Aluysio, é com satisfação que esperamos as suas sempre inteligentes intervenções no espaço, já que um pouco de bússola nas idéias e linha editorial. Mas fez escola interna e manteve-se o nível jornalistico.

    A combatividade e a coragem do velho e saudoso Aloísio, baluarte na luta pelos interesses de nosso povo através desse jornal que criou com tanto carinho e empenho, perpassa o tempo pela sua pena.

  6. Que saudade amigo!Bom retorno,i.é,ótimo retorno.

  7. Pelo que eu conheci do Aluysio pai, é o que ele esperaria que fizesse!
    __ De volta à lida! Aí a homenagem é permanente.

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