Campos dos Goytacazes,  20/11/2017

 

por Aluysio Abreu Barbosa

Pausa entre poesia e poesia

Após algumas semanas de muito trabalho, o blogueiro vai se permitir uma folga de hoje à próxima segunda, com hiato no domingo, para a já tradicional postagem de poema. Tanto pior que, como estamos no meio das merecidas férias do chargista José Renato, parceiro deste “Opiniões”, o blog fica sem opção de novas atualizações. De qualquer maneira, como a poesia nos espera na próxima, daqui a três dias, que a poesia também por ora se despeça, nos traços da charge do mestre Amarildo sobre os versos do vate, no sentido de quem vaticina, vê antes, para nos salvar previamente da boçalidade humana:

 

Drummond rio Doce

 

 

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3 comments to Pausa entre poesia e poesia

  • Lenilson

    Quando for voltar ao blog, que acha de reeditar a série “recordar é viver”? Até pra satisfazer à mulher de malandro aprisionada num corpo disforme, que tanto prazer sente em apanhar, anatomicamente masculino por um detalhe tão curto quanto a régua (a)moral particular com a qual pretende medir a todos em sua esquizofrenia delirante, tenho uma modesta sugestão:

    http://www.fmanha.com.br/blogs/opinioes/2013/07/14/da-serie-recordar-e-viver-i/

  • Closeau

    E esse canalha, esse Pedro Paulo à mão armada, ainda tem a cara de pau de posar como defensor da mulher negra, ou de qualquer cor que seja? Com todo o respeito ao Lenilson, mas tenho uma sugestão ainda mais reveladora do caráter desse verme. Quem ainda não leu, poderia conferir na série recordar é viver o nível, numa homenagem aos peixes mortos do rio Doce:

    http://www.fmanha.com.br/blogs/opinioes/2010/10/07/pescaria-facil-peixes-em-breve/

  • Joss

    Por favor, Aluysio, não faça isso com Drôgas na Moita. Depois dos comentários que ele(?) leu aqui, já rolou até recaída, daquelas suicidas brabas, tipo pirambeira abaixo da Campos/São Fidélis. Ou seja, o tratamento da dependência química e da esquizofrenia, à base de lítio, foi mais uma vez pro vinagre. Por favor, não ande com as botas que nunca teve por cima do verme. Tenha compaixão, como se deveria ter de um caracol despido da casca em seu rastro de visgo.

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