Opiniões

“É possível falar de corrupção a partir da esquerda?”

 

“A esquerda se distanciou ainda mais do sentimento geral da população, entrando numa hipertrofia discursiva isolacionista e vitimista, na qual fala de maneira compulsiva e desesperada para cada vez menos pessoas, atribuindo seu fracasso apenas à ação de agentes externos”.

(Pablo Ortellado, professor da USP)

 

Protestos de ontem (04) em todo o Brasil
Protestos de ontem (04) em todo o Brasil

 

Do Planalto Central à Planície Goitacá, impressiona como pessoas inteligentes — e, noves fora os boçais de plantão, elas existem — ainda insistem em negar o caos econômico e social no qual os 13 anos de lulopetismo no poder afundaram o Brasil. De fato, fazem lembrar os alemães de boa formação intelectual que, mesmo após o suicídio de Hitler (1889/1945), seguiam voluntariamente seu líder ao túmulo, quando nada mais restava no mundo real para sua ideologia se apegar — como retrata em detalhes o necessário filme “A queda” (2005), de Oliver Hirschbiegel.

Diante da fartura de evidências evisceradas pela operação Lava Jato, mesmo antes de se conhecer o teor da temida delação coletiva da Odebrecht, não só a imcompetência administrativa do lulopetismo, como sua institucionalização da velha corrupção tupiniquim numa escala inédita, não parecem ter defesa sustentável à luz da razão. A não ser, logicamente, por sua interpetração psiquiátrica através da teoria da negação de Freud (1856/1939), como tão bem externou aqui, em artigo, o cineasta José Padilha, que prepara uma série sobre a Lava Jato para a Netflix.

Nas palavras do pai da psicanálise: “Se um paciente inteligente rejeita uma sugestão de forma irracional, então a sua lógica imperfeita é evidência da existência de um forte motivo para a sua rejeição”.

Antes mesmo das manifestações de ontem, que levaram (aqui) milhares de pessoas em 82 cidades do país em defesa da Lava Jato e contra o que tem sido interpretado como retaliação parlamentar ao Judiciário e Ministério Público do país, tinha lido um texto que julgo importante para se entender como boa parte da esquerda brasileira tem sido arrastada ao fundo do brejo — onde jaz a vaca — pela corda atada entre seu próprio tornozelo e a âncora do lulopetismo. E posto que o autor do referido texto é um respeitado catedrático da Universidade de São Paulo (USP), berço intelectual do PT, talvez seja constrangedor se prestar a menosprezá-lo para tentar negar freudianamente sua dialética.

Ademais, como nem Henrique Meirelles (PSB), atual ministro da Fazenda e exitoso ex-presidente do Banco Central dos dois governos Lula (PT), está conseguindo resgatar a vaca do fundo do brejo em que todos nos encontramos, num governo Michel Temer (PMDB) que começa a fazer água pela tibieza e comprometimento político do presidente, a leitura do texto parece fundamental para quem ainda não percebeu a diferença entre esquerda e “exquerda” — oportuna definição do Ricardo Rangel, diretor de produção da Conspiração Filmes e um dos tantos que “trabalham de maneira hábil e inovadora nas redes sociais”.

Confira abaixo para tentar responder a pergunta do título:

 

 

Pablo Ortellado
Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da EACH-USP

É possível falar de corrupção a partir da esquerda?

Por Pablo Ortellado

 

Não foi exatamente surpresa quando duas pesquisas de opinião, uma do Datafolha e outra da Confederação Nacional das Indústrias, mostraram, no final de 2015 e início de 2016, que a corrupção tinha se tornado a principal preocupação dos brasileiros, a frente dos problemas na saúde e na segurança.1 As pesquisas mostravam que se consolidava uma tendência que vinha se desenvolvendo desde 2013 quando a agenda anticorrupção explodiu nas ruas e foi depois alavancada pelas ações espetaculares da operação Lava Jato.

Desde o começo deste processo, o alvo da indignação com a corrupção foi o PT que ocupou por todos esses anos a administração federal. Por isso, novos grupos da sociedade civil, de orientação liberal e conservadora, perceberam a extraordinária janela de oportunidade que se abria para explorar a insatisfação popular e dar-lhe direcionamento político, conseguindo em muito pouco tempo construir uma máquina de mobilização e propaganda que tem consolidado uma nova direita no país.

Desde o final de 2014, o resultado de uma eleição muito polarizada, casado com a indignação com os desdobramentos da operação Lava Jato, permitiu a esses novos grupos convocar e construir um tipo de mobilização a que o Brasil não estava acostumado, das classes médias lideradas por grupos de direita — coisa que só conhecíamos do noticiário sobre a Venezuela ou a Argentina.

A esquerda que orbita em volta do PT — inclusive aquela que orbita contra a própria vontade — reagiu a essa mobilização com um pouco de assentimento formal, um tanto de desdém por essas questões “menores” e “não estruturais” e um bocado de desqualificação.

Um pouco por que convinha a propaganda, um pouco por confusão conceitual, ela tomou a posição política dos convocantes dos protestos pela posição das pessoas mobilizadas e desprezou o elo de opinião que ligava as pessoas nas ruas com o resto da população brasileira. Com base nisso, difundiu o discurso desqualificador e essencialmente falso de que a indignação com a corrupção estava limitada a uma elite descontente com os avanços sociais dos governos petistas que travestia de combate a corrupção seu esforço por manter seus antigos privilégios de classe.

No entanto, como as pesquisas de opinião mostraram, havia muito desacordo entre a orientação política dos convocantes dos protestos e a opinião política das pessoas mobilizadas. Enquanto a posição das organizações convocantes era ultraliberal na economia e uma parte delas era muito conservadora nos costumes, as pessoas mobilizadas nas ruas defendiam fortemente o caráter público, gratuito e universal dos serviços públicos e eram razoavelmente tolerantes com os direitos dos homossexuais e das mulheres.2

Além disso, embora o processo de mobilização fosse praticamente circunscrito a classe média, pesquisas mostravam que havia um sentimento difuso de insatisfação com o governo Dilma e com a corrupção, que atravessava todas as classes. É muito difícil, numa sociedade socialmente cindida como a nossa, construir mobilizações transversais, porque as barreiras de classe bloqueiam os laços de sociabilidade necessários a convocação e a mobilização. O fato de apenas uma classe estar mobilizada não significava que ela não estava expressando um sentimento mais difuso e profundo, compartilhado pelos outros segmentos sociais.

Se essas circunstâncias permitiam que a esquerda desqualificasse as mobilizações anticorrupção para fins de propaganda, ela não devia ter se autoenganado para fins de estratégia.

As mobilizações anticorrupção eram a expressão de um mal-estar profundo da sociedade brasileira que assistia perplexa às crescentes cifras de bilhões de reais desviados de sua principal empresa pública. Enquanto a esquerda respondia com desqualificação dos adversários e um infantil discurso de “a corrupção é estrutural ao sistema e os outros partidos que estiveram no poder também se envolveram com ela”, os novos grupos de direita canalizavam sozinhos a indignação popular, convertendo o sentimento anticorrupção em antipetismo e o antipetismo em antiesquerdismo até transformar em corrupto qualquer um que se dissesse de esquerda.

Por dois anos, o sentimento que mais crescia na sociedade brasileira só encontrou respaldo nos grupos de direita. Ao contrário da esquerda, eles entenderam que era preciso respeitar o sentimento das pessoas e transformar essa indignação bruta e selvagem, dando-lhe direção política. Foram assim, aos poucos, consolidando um populismo de direita, moralista e antipetista que acredita que os governos progressistas multiplicaram as falcatruas por todo o Estado brasileiro, travestindo de direito social a corrupção e o privilégio dos grupos apadrinhados. Afinal, essa foi a explicação política que foi oferecida pelos únicos grupos que realmente tentaram organizar a insatisfação da população. E embora essa tarefa tenha recebido o valioso apoio de alguns meios de comunicação, o mérito desta conquista se deve mais a ação militante das novas organizações da sociedade civil que trabalharam de maneira hábil e inovadora nas redes sociais.

Essa situação, no entanto, não era inevitável. O discurso anticorrupção nunca foi privilégio da direita, como lembra a memória recente da agenda petista dos anos 1990 (a “bancada ética”) ou como mostra o exemplo internacional do Podemos, na Espanha. A prisão de grandes empresários era uma oportunidade para ligar a corrupção do Estado com a corrupção das empresas, chamando a atenção para o papel dos corruptores. Os esquemas de financiamento de campanha desmascarados poderiam ser utilizados para promover a reforma do sistema de financiamento eleitoral que amarram os candidatos aos interesses das empresas. E a divulgação espetacular de documentos e provas pelos promotores da Lava Jato poderia impulsionar e radicalizar as políticas de transparência e controle social que tinham sido recentemente inauguradas.

Mas tudo isso só seria eficaz para a opinião pública se o emissor do discurso se descolasse dos alvos das investigações. Era preciso que o PT cortasse na carne, se separando e condenando com firmeza os antigos companheiros que tivessem fortes evidências contra si. Ou ainda, era preciso que setores da sociedade se descolassem do partido para fazer as denúncias com distanciamento crítico, mostrando que a sociedade civil de esquerda não era condescendente e apadrinhada pelos esquemas de corrupção, como fazia crer o discurso que se convertia em senso comum. Sem essa separação crítica, qualquer tentativa de discurso sobre reforma política, transparência, independência dos órgãos de investigação e controle social parecia para a opinião pública apenas cinismo dos investigados e dos seus protegidos.

A situação se tornou ainda mais grave com a polarização política em torno do golpe/impeachment. Com o antagonismo que esvaziou o campo político de posições independentes, era impossível que grupos de esquerda promovessem um discurso anticorrupção sem serem imediatamente acusados de passar para o outro lado e fazer o jogo do inimigo. Com isso, a esquerda se distanciou ainda mais do sentimento geral da população, entrando numa hipertrofia discursiva isolacionista e vitimista, na qual fala de maneira compulsiva e desesperada para cada vez menos pessoas, atribuindo seu fracasso apenas à ação de agentes externos.

Mas ainda há saída. A oposição às manobras dos congressistas para se salvarem da Lava Jato está sendo conduzida por parlamentares da esquerda não petista e por dissidentes do PT, o que fornece um oportuno ponto de partida para uma esquerda corajosa que queira se desvencilhar do abraço do afogado. Para isso, ela precisa, por um lado, se separar e se distanciar criticamente do PT e, por outro, respeitar e acolher o sentimento de indignação da população com a corrupção, dando a ele respostas políticas consistentes com os valores de justiça social e defesa do patrimônio público.

 

1 Ricardo Mendonça. “Pela 1ª vez, corrupção é vista como maior problema do país, diz Datafolha” Folha de S. Paulo, 29 nov. 2015. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/11/1712475-pela-1-vez-corrupcao-e-vista-como-maior-problema-do-pais.shtml ; Agência CNI de notícias. “Para brasileiro, corrupção é o principal problema do país”, 26 jan. 2016. Disponível em: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2016/01/1,80475/para-brasileiro-corrupcao-e-o-principal-problema-do-pais.html

 

2 Pablo Ortellado, Esther Solano e Lucia Nader. “Um desacordo entre manifestantes e os convocantes dos protestos?”, El País Brasil, 18 ago. 2015. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/08/18/opinion/1439933844_328207.html

 

Este post tem 16 comentários

  1. Existe gente inteligente sim na esquerda. A Sana Gimenes que vai chegar na Prefeitura com Rafael Diniz é um caso.

    1. Cara Luiza,

      Sim, na transição da pasta de Assistência Social do prefeito eleito, Sana é um desses casos. Como são tb os de Brand Arenari (Educação) e André Oliveira (Gestão de Pessoas e Contratos). E mesmo que este seja, inclusive, presidente municipal do PT, creio que os três estão lá mais por suas virtudes técnicas, do que pelo ideário político ou filiação partidária de cada um.

      A impressão se reforça pelo fato de Sana, Brand e André integrarem a mesma equipe que traz ainda Victor Aquino (Desenvolvimento Econômico), um dos mais assíduos críticos do lulopetismo nas redes sociais locais, evidenciando assim o ecletismo político/partidário do novo governo municipal. Oxalá a mesma união, em torno de um obejtivo coletivo comum, acima das diferenças ideológicas individuais, pudesse ser reproduzido em todo o Brasil. Mas, por óbvio, esperemos os resultados em Campos.

      Abç e grato pela chance do debate!

      Aluysio

  2. Os povos só são tão enganados porque procuram sempre um enganador, isto é um vinho excitante para seus ouvidos.Contanto que possam obter esse vinho, contentam-se com o pão de má qualidade. A embriaguez lhes interessa mais que alimentação – esta é a isca com que sempre se deixam pescar! (NIETZSCHE).

    1. “Zaratustra respondeu: ‘E te assustas por isso? Mas passa-se com o homem o mesmo que com a árvore. Quanto mais quer crescer para o alto e para a claridade, tanto mais suas raízes tendem para a terra, para baixo, para a treva, para a profundeza — para o mal’”.

      (“Assim falou Zaratustra”, de W. F. Nietzsche)

    1. Caro Paulo Henrique,

      Deprimente é ver toda a esquerda brasileira, cuja história é muito anterior (e mais digna) que a do PT, ser arrastada ao fundo do brejo por essa corda que gente como vc ainda finge freudianamente ignorar, amarrada por nó dogmático entre o próprio tornozelo e a âncora oxidada do lulopetismo. Qt ao vídeo postado do blog Viomundo, um dos tantos chapas-branca bancados por dinheiro público até o impeachment de Dilma Rousseff, se vc e o insuspeito jornalista Luiz Carlos Azenha têm ressalvas qt às medidas contra a corrupção sugeridas pelo Ministério Público Federal (MPF) e corrompidas pelo Congresso Nacional, na calada da noite, enquanto o país ainda chorava a tragédia aérea com o time da Chapecoense, basta saber quem foi à rua no último domingo, em 82 cidades, para se colocar do outro lado: o povo brasileiro. Não por coincidência, no dia seguinte, Renan Calheiros foi afastado da presidência do Senado em decisão do Supremo. Felizmente, a parte pensante da esquerda, até pela própria sobrevivência política, começa a despertar à realidade, como indica o artigo do Pablo Ortellado.

      Abç e grato pela chance do debate!

      Aluysio

  3. O “lulopetismo” sabia que não governaria sozinho, daí nos dois primeiros mandatos do Lula ele buscou aliança do chamado baixo clero do congresso que somente tinha como interesse dinheiro. Deu no que deu, mensalão e petrolão.
    No período da Dilma saiu o baixo clero e entrou o PMDB ávido por dinheiro.
    Corrupção na política brasileira não tem ideologia. Temos preso José Dirceu de ideologia de esquerda e também temos presos Eduardo Cunha e Sergio Cabral, que não são de esquerda. Ontem mesmo o Supremo afastou Renan da presidência do senado, por corrupção em 2007. Vários figurões do PMDB e do PSDB estão na mira da lava jato. Se a justiça agir de modo igual para todos políticos corruptos fará um grande serviço a nação independentemente dos juízes e procuradores que estejam a frente.
    Agora não se pode considerar métodos dos membros do judiciário para incriminar uma meia dúzia de petista e mostrar para a grande mídia que estão limpando a política brasileira. Vamos acabar com essa hipocrisia e jogar para a plateia e vamos incriminar também a elite do PSDB, que está cheia de escândalos de corrupção.

    1. Caro Evaldo,

      O combate à corrupção não pode ser seletivo. E é certo que ela ocorreu e ocorre sob a maioria das legendas partidárias, se não todas, muito mais numerosas no Brasil do que comportaria a responsabilidade de um sistema democrático de representação. Agora, como dito no preâmbulo ao artigo do Pablo Ortellado, não enxergar que coube ao lulopetismo “a institucionalização da velha corrupção tupiniquim numa escala inédita”, é tropeçar para cair na negação freudiana.

      Abç e grato pela chance do debate!

      Aluysio

  4. “a institucionalização da velha corrupção tupiniquim numa escala inédita”, é tropeçar para cair numa viajem sem precedente na maionese.O desvio em volumes de grana desviada no Caso Banestado, ainda é imbatível no Brasil.

    1. Caro Santos,

      Deve ser por isso que a Lava Jato foi considerada pela Ong Transparência Internacional como a maior iniciativa contra a corrupção não só do Brasil, mas do planeta Terra (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lava-jato-ganha-principal-premio-anti-corrupcao,10000092336). Na negação freudiana da realidade, passam pelas malhas largas dessa peneira tanto a luz do sol real, quanto o lodo do fundo do brejo e a maionese da viagem.

      Abç e grato pela chance do debate!

      Aluysio

  5. quiça a nossa viajem, pois é sensato discordar sem se apropriar da verdade, que na maioria das vezes é apenas um ponto de vista sem muitas verdades.

    1. Caro Santos,

      Noves fora os dogmas ideológicos, tudo indica que a maionese é o meio de transporte na viagem de quem ainda pretende freudianamente negar a realidade exposta no artigo do Ortellado. Mas é como Nietzcshe véio de guerra, sempre ele, ressalvou a Auguste Comte, pai do Positivismo e da Sociologia: “Fatos não existem, versões é o que há”.

      Abç e grato pela chance do debate!

      Aluysio

  6. As vezes não são fatos o que temos, mas fotos: Aécio e Moro de “namoro” ou “rolo” na Isto É ontem a noite.Por isso concordo com Evaldo.

  7. Caro Santos,

    Que parte vc não entendeu do que já explicou o Ortellado?

    “Desde o final de 2014, o resultado de uma eleição muito polarizada, casado com a indignação com os desdobramentos da operação Lava Jato, permitiu a esses novos grupos convocar e construir um tipo de mobilização a que o Brasil não estava acostumado, das classes médias lideradas por grupos de direita — coisa que só conhecíamos do noticiário sobre a Venezuela ou a Argentina.

    A esquerda que orbita em volta do PT — inclusive aquela que orbita contra a própria vontade — reagiu a essa mobilização com um pouco de assentimento formal, um tanto de desdém por essas questões ‘menores’ e ‘não estruturais’ e um bocado de desqualificação.

    Um pouco por que convinha a propaganda, um pouco por confusão conceitual, ela tomou a posição política dos convocantes dos protestos pela posição das pessoas mobilizadas e desprezou o elo de opinião que ligava as pessoas nas ruas com o resto da população brasileira. Com base nisso, difundiu o discurso desqualificador e essencialmente falso de que a indignação com a corrupção estava limitada a uma elite descontente com os avanços sociais dos governos petistas que travestia de combate a corrupção seu esforço por manter seus antigos privilégios de classe”.

    De qualquer maneira, se formos tomar fotos por fatos, o que vc me diria dessa aqui?

    http://www.fmanha.com.br/blogs/opinioes/2016/08/30/contra-ou-a-favor-e-por-esse-tipo-de-gente-que-voce-briga/

    Abç e grato pela chance da exposição!

    Aluysio

  8. Aluysio, o senhor pensa que compensa colocar todas as mazelas existente no Brasil como na conta do PT? Disse também que eu finjo ignorar os acontecimentos, eu poderia o acusar do mesmo por fingir que o escândalo das privatizações, da compra do projeto da reeleição entre outros também tenha sido culpa de Lula e Dilma (PT). O Viomundo era mantido pelo governo? Por que não mencionar que os grandes meios de comunicação são financiados pelo governo, o que não deveria? As manifestações foram potencializada pela globo, com flashes contínuo. Então quer dizer que empresa de comunicação é contra a corrupção? Somente se desconsiderar sonegação, envolvimento com a CBF, entre outros atos não republicanos. Mas talvez possa ser mais fácil simplificar assim: é tudo culpa do PT; se o ex ministro da Cultura entregou o outro ex ministro do temer também foi culpa do PT.

    1. Caro Paulo Henrique,

      O PT não deve acumular todas as mazelas do Brasil. As suas próprias já estão de bom tamanho. Assim, enquanto a “delação do fim do mundo” da Odebrecht chega ao governo Michel Temer (PMDB), além de políticos de quase todos os partidos, de Garotinho (PR) a Geraldo Alckmin (PSDB), Lula vai caminhando silenciosamente para ser réu em seu quatro processo. Desta vez por tráfico de influência na Zelotes, não na Lava Jato. O ex-presidente e seu filho teriam embolsado uma grana preta na compra de 36 caças suecos do modelo Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB).

      Abç e grato pela chance da lembrança!

      Aluysio

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