Campos dos Goytacazes,  18/07/2018

 

por Aluysio Abreu Barbosa

Carol Poesia — Quarta-feira de cinzas

 

(Reprodução)

 

 

Quarta-feira de cinzas

 

Luzes ainda coloridas.

Muita sujeira na rua.

A cidade dorme pesado.

O mar, de ressaca,

abre bocas de sono.

Não se vê nada.

Nem formiga.

Nem saúva.

Nem namorado.

Nem marido.

 

Só saudade

colorindo o fim de sexo ordinário.

 

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • StumbleUpon
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Yahoo! Buzz
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • PDF
  • Technorati

Leave a Reply

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>