Opiniões

Na defesa da Uenf, obrigado a todos os que lutaram

 

Tenho que agradecer a várias pessoas pela edição especial deste domingo, em defesa da Universidade Estadual no Norte Fluminense (Uenf) Darcy Ribeiro. Aos jornalistas Matheus Berriel, Arnaldo Neto, Marcus Pinheiro e Daniela Abreu, que também trabalharam nas duas matérias (aqui e aqui) que assino. Aos editores Rodrigo Gonçalves e Joseli Mathias, que fizeram minha ausência do dia a dia da redação, dedicado integralmente à edição dominical, passar despercebida. Ao diagramador Eliabe de Souza, o Cássio Jr., e ao chargista José Renato, pela inestimável contribuição gráfica. A Laura Ferraz, que costurou nos bastidores a entrevista com o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), assim como a todo o pessoal das asessorias, que abreviaram o caminho às várias fontes ouvidas.

Obrigado, portanto, aos coleguinhas Tânia Lazzoli, Alexandre Bastos, Jeronnimo Rangel, Luiz Maria Costa, Paulo David, Michelle Mayrink, Leandro Nunes, Marilena Beraldi, Júlia Maria Assis e Kamilla Uhl. Bem como também tenho que agradecer a Soninha Guimarães Alves, ex-colega de trabalho, estudante da Uenf e informante de primeira hora da crise na universidade, que fez a ponte com a simpática professora Simonne Teixeira, diretora da Casa de Cultura Villa Maria, cuja entrevista (aqui) na capa da Folha Dois de ontem, foi batedora de vanguarda da edição de hoje.

Mas se tivesse que sintetizar os agradecimentos a uma pessoa por essa edição especial de domingo, o faria ao jornalista da Uenf Marco Antônio Moreira. Incansável parceiro nos contatos com a universidade, sobretudo junto ao reitor Luis Passoni, ele trabalhou para esclarecer minhas muitas dúvidas, mesmo durante a greve geral da última sexta (28) que apoiou. Na trabalhosa feitura desta edição, Marco personificou para mim a Uenf que se supera, não apenas por orgulho profissional, mas por amor à instituição, a despeito do abandono acintoso ao qual se encontra relegada.

Quarto de século atrás, a Uenf foi sonhada e construída com o mesmo espírito. Enquanto seus atuais 950 funcionários e 6,2 mil alunos forem compostos e representados por gente assim, lutar por ela é ter a certeza do “bom combate”, ao qual se referiu Saulo de Tarso.

Não se pode esquecer que a luta não terminou e ainda pode ser perdida, levando Campos e toda a região a beijar a lona. Mas, pelo que hoje foi feito em sentido contrário, obrigado!

 

 

Capa de hoje (30) da Folha, editada por Rodrigo Gonçalves, Aluysio Abreu Barbosa e Eliabe de Souza, o Cássio Jr.

 

Este post tem 2 comentários

  1. E so devolver todo dinheiro que foi subitraido dos cofres publico, que resolve a situacao da UENF Governador.

  2. Independente deste desastroso governo

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