Opiniões

Guiomar Valdez e Alexandre Bastos estreiam nestas sexta e sábado no Opiniões

 

Nos últimos meses, alguns colaboradores foram deixando o blog, cada qual por sua demanda. E já passou da hora deste “Opiniões” recompor seu time. Não por outro motivo, quem pessa a escrever amanhã (22), quinzenalmente, é a historiadora e professora do Instituto Federal Fluminense (IFF) Guiomar Valdez. No sábado seguinte (23), quem estreará neste espaço, também em colaboração quinzenal, é o Alexandre Bastos, chefe de gabinete do governo Rafael Diniz (PPS), mas que ficou mais conhecido na cidade como jornalista e blogueiro.

As novidades não param por aí. A próxima semana trará mais novidades, assim como o mês seguinte de outubro. Mas elas serão anunciadas no tempo devido. Por ora, vamos saber, em palavras próprias, um pouco mais do que são e do que pretendem trazer a você, leitor do blog, a Guiomar e o Bastos:

 

Guiomar Valdez e Alexandre Bastos (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Guiomar Valdez — Em primeiro lugar agradeço o convite feito e aceito. Pretendo contribuir neste espaço jornalístico, virtual e em rede, com opiniões, proposições e debates, em temas livres ou consensuais que tenham relevância para desnudar os males que assolam o nosso mundo/país/região. Meu objetivo é ajudar mediar pensamentos e ações que busquem consolidar uma outra maneira de ‘ver o mundo’, em escalas e tempos diferenciados, portanto, menos desigual, mais democrático, alimentador da liberdade, da solidariedade e do bem-comum. Graduada em Hisótria na Faculdade de Filosofia de Campos (Uniflu), é mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em História Moderna e Contemporânea (PUC/MG) e História do Brasil (Uniflu/Faculdade de Filosofia de Campos). Docente do IFF na pós-graduação lato sensu, nas licenciaturas e na educação básica. Docente coordenadora de disciplina em EaD na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) na graduação em pedagogia. . Tem experiência no ensino, pesquisa e extensão nas áreas de história contemporânea, educação brasileira, educação profissional e tecnológica, educação de jovens e edultos, gênero, cultura brasileira e regional, sindicalismo docente, agroecologia e direitos humanos. Possui artigos/capítulos publicados em livros, revistas e jornais. Possui experiências de gestora acadêmica e institucional:  pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional, Coordenações de Área e Níveis de Ensino (superior e Mmdio), em formulação, gestão e execução de Cursos, de Projetos, de Programas Institucionais e Plano de MetasAcumula experiência em movimentos sociais e sindicais.

 

Alexandre Bastos — Já são quase 15 anos no jornalismo. As primeiras matérias publicadas foram na revista Caraca, depois passei a ser articulista da Folha durante a tumultuada eleição de 2004. No início de 2005 comecei a trabalhar como repórter da Folha Dois. Sete meses depois já estava na editoria de política, como repórter. Em agosto de 2006 deixei o jornal para atuar como assessor de imprensa. Em 2007 voltei ao jornal como editor da Folha Dois. Fiquei até o fim daquele ano e voltei a atuar como assessor de imprensa. Em novembro de 2008 retornei à Folha. Entre 2008 e 2016 fui repórter de política, editor, blogueiro, colaborador do Ponto Final e colunista. Durante as três passagens pela Folha fui articulista, blogueiro, repórter e editor da Folha Dois, repórter de política, crítico de cinema, colaborador do Ponto Final, editor de política, colunista e participei de coberturas no Esporte. No final de 2016 deixei o jornal para participar da transição entre a gestão Rosinha e o atual governo municipal. Já atuei como assessor de Comunicação da Câmara de Campos, da Fundação Estadual do Norte Fluminense e, atualmente, exerço a função de chefe de gabinete do prefeito Rafael Diniz. Neste espaço, assim como tenho feito no Blog do Bastos, irei comentar sobre temas que envolvem o cenário político de Campos e da região. Além disso, neste ambiente virtual cada vez mais democrático, muitas vezes um texto gera comentários que servem como bússola para auxiliar na condução de importantes ações. A ideia é estimular debates sobre o cenário local, sobretudo neste momento em que a participação de todos os segmentos é fundamental no processo de reconstrução da cidade.

 

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