Opiniões

Dom Rifan na manhã de quarta, Rafael à tarde e Ibiapina nesta quinta

 

Dom Fernando Rifan foi o convidado da manhã desta quarta no Folha no Ar, da Folha Fm 98,3 (Foto: Isaias Fernandes – Folha da Manhã)

 

Um dos dois bispos católicos de Campos, representante da ala tradicionalista, Dom Fernando Rifan foi o convidado de hoje do Folha no Ar. O programa da Folha FM 98,3 é apresentado de 7h às 8h30, sempre de segunda a sexta. Em sua edição vespertina, o Folha no Ar trará ainda hoje uma entrevista com prefeito Rafael Diniz (PPS), a partir das 18h30. No início da manhã desta quinta (18), o entrevistado será o tenente-coronel Rodrigo Ibiapina, comandante do 8º BPM de Campos.

 

Prefeito Rafael Diniz será o entrevistado das 18h30 de hoje no Folha no Ar, que volta às 7h desta quinta, com o comandante da PM Rodrigo Ibiapina (Foto: Supcom)

 

Às vésperas de Páscoa, Dom Rifan esclareceu que o período é o mais importante do calendário católico, mais até do que o Natal. Ele falou sobre a origem judaica do Pessach (“Passagem”, ou “Páscoa” em hebraico), que marca a libertação dos antigos hebreus, liderados por Moisés, do Egito à Terra Prometida. Entre os cristãos, a importância é reforçada por ter sido o período em que Jesus foi recebido como rei em Jerusalém, onde seria capturado, torturado e morto na cruz, antes da sua ressureição: “É a passagem do Cordeiro de Deus, que tirou os pecados do mundo”.

Dom Rifan explicou ainda a origem comum entre cristianismo, judaísmo e islamismo, que crêem no mesmo Deus de Abraão, patricarca das três grandes religiões do Ocidente. E analisou o avanço do protestantismo pentecostal no Brasil, particularmente no Estado do Rio, calçado em promessas de prosperidade terrena.

Do que é dos homens, o bispo também falou do avanço do conservadorismo no país, com base na valorização da família tradicional, que ele defende. Mas alertou para os seus perigos e excessos cometidos ao longo da história, com exemplos mais recentes, como no nazismo. Na seara local, ele projetou a possibilidade de uma polarização na eleição a prefeito de Campos em 2020 entre Rafael e o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD):

— Disse ao prefeito que ele precisa se mostrar mais, se comunicar mais. O povo precisa saber o que está sendo feito na cidade, e a comunicação dele precisa ser mais ativa. Acredito que as eleições tendem a ir para o segundo turno, caso haja a disputa de Wladimir com Rafael, mas não será algo tão grande como foi a disputa do PT com Bolsonaro. Wladimir não é Garotinho. Ele é um político muito mais calmo, e o Rafael também.

Enquanto Rafael não é entrevistado às 18h30 de hoje na edição vespertina do Folha no Ar, que retorna às 7h desta quinta, com o comandante da PM Rodrigo Ibiapinha, confira abaixo a íntegra do programa desta manhã, com a entrevista de Dom Rifan, dividida em cinco blocos:

 

 

 

 

 

 

 

 

Este post tem 2 comentários

  1. Dar entrevista é mole Rafael, eu quero ver é ficar nas macas nos corredores dos hospitais vários dias, sem previsão de quando vai surgir uma vaga na enfermaria, os acompanhantes tem que levar cadeiras de casa porque o hospital não oferece acomodação .Você Rafael terminou o que já estava com 90% das obras concluídas.

  2. Dom Rifam nosso bispo esse sim está preocupado com a situação do povo de Campos, já o prefeito está preocupado em se promover continua mentindo, o povo ficou sem a passagem social, cheque cidadão, restaurante popular,

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