Opiniões

Visita de secretária de Witzel ao Restaurante Popular de Campos será reagendada

 

O Restaurante Popular entre Rafael, Rodrigo, Wladimir e a secretária estadual de Desenvolvimento Social Fernanda Titonelli, cuja visita a Campos será reagendada (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

Anunciada (aqui) na última terça (15) pelo prefeito Rafael Diniz (Cidadania) e o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD), além do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), a visita a Campos da secretária estadual de Desenvolvimento Social Fernanda Titonelli, para uma vistoria técnica ao prédio do antigo Restaurante Popular Romilton Bárbara, não ocorrerá mais nesta segunda (21). Uma nova data deve ser marcada na semana que vem.

Segundo Rodrigo, a demora se dará pela reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que deixará os parlamentares  da região no Rio, segunda e terça. Por determinação (aqui) do Supremo Tribunal Federal (STF), a Alerj definirá se os deputados Luiz Martins (PDT), André Correa (DEM) e Marcus Vinicius Neskau (PTB) serão soltos, ou não. Eles foram presos na operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato.

A secretária do governo Wilson Witzel (PSC) viria a Campos na segunda, com o objetivo de estabelecer uma parceria entre estado e município, costurada por Rodrigo e outros deputados estaduais da região, para reabrir o Restaurante Popular em Campos. Mas ela teve que cancelar também por conta de uma reunião de todo o secretariado estadual, convocada hoje, para a segunda. Segundo Wladimir, Fernanda Titonelli teria sugerido enviar dois técnicos da sua pasta. Mas, após uma conversa, concluíram que a presença dela seria necessária.

Instalado em prédio estadual na rua Lacerda Sobrinho, o Restaurante Popular fazia parte de um programa estadual. Fechado, foi reaberto em junho de 2016 (aqui) com administração compartilhada pelo município, na gestão Rosinha Garotinho (hoje, Patri). E voltou a ser fechado (aqui) em junho de 2017 no governo Rafael, que alegou falta de recursos. Desde então, a reabertura do Restaurante é cobrada. E chegou a ser prometida (aqui) este ano, quando Marcão Gomes (PL) deixou a Câmara de Vereadores para assumir a secretaria municipal de Desenvolvimento Social.

Marcão chegou a se reunir com representantes do governo Witzel no Rio, propondo a parceria entre estado e município para reabertura do Restaurante Popular em Campos. A conversa não prosperou. E estado e município chegaram a pensar em abrir cada qual seu próprio Restaurante, o que também não foi à frente pelas dificuldades financeiras nas duas esferas. Daí, Rafael pediu a intermediação de Rodrigo, que marcou a reunião da última terça com a secretária estadual Fernando Titonelli.

Nos bastidores, a iniciativa tem sua paternidade disputada por Rafael, agora com apoio de Rodrigo, e por Wladimir, cujo principal aliado político, o deputado estadual Bruno Dauaire, é líder do PSC de Witzel na Alerj. É uma prévia da disputa que deve se dar na eleição de 2020 a prefeito de Campos. Em 2019, a pauta deveria ser só o Restaurante Popular.

 

Atualizado às 2h30 para incluir a versão do deputado Rodrigo Bacellar

 

Este post tem um comentário

  1. Depois de quase três anos o restaurante fechado agora sobra dinheiro pra tudo, acorda meu povo.

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