Opiniões

Eleição de 2020 em Campos começa desde 2019 e racha base governista na Câmara

 

A eleição de 2020 em Campos começou nesta sexta-feira 13 de dezembro de 2019. E, tudo indica, será na base do tiro, porrada e bomba. A base governista no Legislativo parece ter rachado de vez. Até o início do recesso parlamentar, após a sessão da próxima quarta (18), o governo Rafael Diniz (Cidadania) e ex-governistas liderados pelo vereador Igor Pereira (PSB) travarão uma batalha nos bastidores — cada vez mais assumida fora deles. Quando retomar suas atividades na segunda semana de fevereiro, a composição da Câmara Municipal dificilmente será a mesma. E, quando fevereiro chegar, nada indica que o clima será amenizado nos oito meses que separarão o eleitor campista das urnas de outubro.

As tensões vieram à tona com as reações desta semana (relembre aqui) aos sete projetos do plano de contingenciamento do governo municipal, enviados à Câmara na terça (10), sobretudo aos quatro na área da Saúde, que afetam hospitais e servidores. Mas na verdade a coisa começou em outubro. Foi quando, na primeira proposta orçamentária para 2020 mandada pelo Executivo, 11 vereadores assinaram uma proposta de emenda que tenta engessar a capacidade de remanejamento do governo em 10% do valor total do Orçamento — ou R$ 1,88 milhão, de acordo com sua nova proposta, enviada também na terça pela Prefeitura de Campos. Nos três primeiros anos da gestão Rafael, este percentual foi de 30%. E era de 50% nas administrações Rosinha Garotinho (hoje, Patri).

 

Leia a cobertura completa do racha na base governista, com todos os seus motivos, na edição deste sábado (14) da Folha da Manhã

 

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