Opiniões

Frederico Paes aceita ser vice na pré-candidatura a prefeito de Wladimir

 

Frederico Paes disse “sim” a Wladmir (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Que o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD) retomou sua pré-candidatura a prefeito de Campos, não é novidade Este “Opiniões” havia adiantado isso aqui, em primeira mão, desde 6 de agosto. A novidade é que o empresário Frederico Paes (MDB), da Coagro e do Hospital Plantadores de Cana (HPC) aceitou ser o vice em sua chapa, que depende de homologação nas convenções partidárias entre dia 31 deste mês e 16 de setembro. Anunciado pela assessoria de Wladimir, o fato foi confirmado ao blog pelo próprio Frederico:

— Eu e Wladimir temos conversado há cerca de um ano sobre essa possibilidade. E, na última sexta-feira (14), após quatro horas de conversa, eu resolvi aceitar. Até por conta dessa série de matérias que você tem feito no blog e na Folha, ouvindo vários atores da sociedade sobre a grave crise financeira de Campos (confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), a gente sabe da gravidade do problema. A receita para resolver é simples. Agora, é fácil de fazer? Não! Para isso nós precisamos de união, de um pacto. Wladimir tentou fazer isso antes do pleito. Mas, como ele mesmo disse, as vaidades políticas não deixaram. Mas se isso não se viabilizar após a eleição, não tem saída para Campos.

Perguntado se o atraso no pagamento da complementação dos hospitais contratualizados tinha influído para aceitar ser vice da pré-candidatura a prefeito de Wladimir, Frederico disse que não. Mas disse que entra para tentar contribuir com sua experiência à frente do HPC:

— Acho que tenho cara de vice. Como estava conversando com Wladimir e também fui chamado por Caio Vianna (pré-candidato a prefeito do PDT) e Rodrigo Bacellar (SD, deputado estadual, que lançou a pré-candidatura a prefeito do médico Bruno Calil) para conversar sobre a possibilidade de composição de chapa, eu me afastei há cerca de um mês da direção do Plantadores, para não haver conflito. A dívida que ele e os hospitais contratualizados têm não interferiu na minha decisão final. Mas claro que minha experiência como gestor hospitalar pode ser aproveitada quando chegar o momento de apresentarmos nossas propostas para a Saúde da cidade. Os hospitais contratualizados são um patrimônio de Campos, que têm que ser usados de maneira inteligente, não da maneira que têm sido. Evidente que sem perder de vista que a única solução para o município será apertar o cinto.

 

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