Opiniões

Arthur Soffiati — Canal Engenheiro Antonio Rezende

 

Historiador ambiental Arthur Soffiati

Canal Engenheiro Antonio Rezende

Por Arthur Soffiati

 

Ocorreu significativa mortandade de animais aquáticos no canal Engenheiro Antonio Resende neste abril de 2019. Levantei as principais causas, mas somente uma análise detalhada das águas do canal poderá fornecer o motivo ou motivos da mortandade. A maioria dos leitores deve ter passado batida pela notícia publicada (aqui) na “Folha da Manhã” em página inteira no domingo de Páscoa.

Para compreender melhor a geografia criada pelo Departamento Nacional de Obras e Saneamento a partir de 1940, retornemos à formação geológica da planície do norte fluminense. Nos últimos 2.500 anos, o rio Paraíba do Sul, em grande parte, formou a vasta planície com ajuda do mar. O grande rio e outros menores, como o Guaxindiba e o Imbé, transportaram sedimentos argilosos da zona serrana e dos tabuleiros, depositando-os dentro de uma extensa semilaguna derivada do avanço (transgressão) do mar entre 11.700 e 5.100 antes do presente. A partir de então, dois movimentos se complementaram: o mar recuou (regressão) e o continente avançou (progradação). No fim do processo, o mar e o rio Paraíba do Sul formaram a maior restinga do estado do Rio de Janeiro. Quem a examina num mapa tem a impressão de que um navio de areia ancorou na planície argilosa, mas não se colou totalmente a ela.

Na margem esquerda do grande rio, um canal irregular e descontinuo separava a zona de tabuleiro da restinga. É o antigo canal do Mundeuzinho. Colada aos tabuleiros, formou-se também a lagoa do Campelo, a maior lagoa de restinga da região. Ela se liga naturalmente ao rio Paraíba do Sul por uma série de canais, sendo o da Cataia o mais conhecido. Em direção à linha de costa, formou-se naturalmente o brejo de Cacimbas, aproveitado no século XIX para a abertura do canal de navegação com o mesmo nome. Ele ligava o rio Paraíba do Sul à lagoa de Macabu, na zona de tabuleiros. O trabalho pioneiro de Leidiana Alonso Alves mostrou a ligação das lagoas de tabuleiro, em grande parte barradas pela restinga na margem esquerda do rio Paraíba do Sul, e a lagoa do Campelo (Análise geossistêmica da variação temporo-espacial dos espelhos d’água das lagoas do sistema Campelo entre os anos de 2006 e 2015. Campos dos Goytacazes: IFF/Centro, 2016).

 

Domínio dos tabuleiros e dos córregos barrados pela restinga; B- ponta norte da restinga; 1- rio Paraíba do Sul; 2- lagoa do Campelo; 3- brejo de Cacimbas; 4- brejo de Mundeuzinho; 5- córrego da Cataia

 

Na margem direita do Paraíba do Sul, a restinga também parece um navio que aportou na planície aluvial. Contudo, examinando mais de perto, encontraremos, nessa conexão, também um curso d’água que parece separar a restinga da planície argilosa. Ele foi batizado de rio Água Preta ou Doce, saindo do Paraíba do Sul na forma de defluente e desembocando no banhado da Boa Vista, junto à linha de costa. Um defluente funciona distintamente de um afluente. Este despeja suas águas em outro rio, enquanto o aquele nasce no rio principal. Algo só possível numa planície em que, pelo menos, uma margem é mais baixa que o leito do rio principal. Assim, quando as águas de cheia transbordam, elas correm para o ponto mais baixo, seja na superfície, seja em canais naturais formados pelas águas de transbordamento.

Mas a complexidade era ainda maior. Do rio Água Preta, que saía do Paraíba do Sul, entroncavam-se dois defluentes que se dirigiam ao mar e funcionavam como extravasores em tempos de cheia. Eles receberam respectivamente os nomes de Gruçaí e Iquipari. Atualmente, são duas lagoas alongadas. Da grande lagoa Feia, partiam vários defluentes na forma de cursos d’água que formavam o rio Iguaçu, que também recebia defluentes do Paraíba do Sul, que engordava no banhado da Boa Vista, que finalmente desembocava no mar. Em 1632, quando começou uma colonização europeia contínua na região, havia três rios que cortavam a planície e desembocavam no mar: Guaxindiba, na extremidade norte; Paraíba do Sul, no centro e Iguaçu, no sul. Poderíamos incluir o rio Macaé, na extremidade sul da planície, entre ela e a zona serrana. Mas ele corre em terreno mais antigo.

 

Tracejado em vermelho, domínio da planície aluvial; área em branco: ponta sul da restinga; 1- rio Paraíba do Sul; 2-rio Água Preta; 3- extravasor de Gruçaí; 4- extravasor de Iquipari; 5- banhado da Boa Vista; 6- lagoa Feia; 7- rio Iguaçu

 

Foi nesse estupendo caos que os europeus e seus descendentes resolveram ganhar dinheiro com a criação de gado, seguida pela cana. Logo sentiu-se um grande obstáculo: como a água corria lentamente para o mar, ela se acumulava em várias depressões da planície e formava brejos, banhados e lagoas. No empenho de ganhar terras, o capitão José de Barcelos Machado, um grande proprietário rural, abriu uma vala ligando o rio Iguaçu ao mar, em 1688. Formou-se, assim, a vala e a barra do Furado, intervenção que se tornou célebre. Mas, de certa forma, o problema continuava. Depois de escoadas as águas de cheia para o mar, ondas e correntes vedavam a foz da vala.

Durante os séculos XVIII e XIX, o meio mais utilizado para drenagem da planície era escoar as águas de cheia para o mar pela vala do Furado. A indústria sucroalcooleira se modernizou no final do século XIX e princípio do século XX, com a substituição dos antigos pequenos engenhos pelos grandes engenhos centrais e pelas usinas. A capacidade produtiva aumentou, mas a oferta de cana de açúcar não a acompanhou. Era preciso terra para plantar, mas essas terras férteis estavam sob as águas das lagoas.

No final do século XIX, o engenheiro Marcelino Ramos da Silva concebeu e abriu o canal de Jagoroaba, ligando a lagoa Feia ao mar no ponto em que ela mais se aproximava da costa. O canal foi escavado em linha reta inteiramente em terreno de restinga. O empreendimento foi um fracasso reconhecido pelo próprio idealizador e pelo engenheiro Francisco Saturnino Rodrigues de Brito (Saneamento de Campos. Campos: Typographia de Silva, Carneiro e Cia., 1903). Voltou-se à vala do Furado.

Entre 1940 e 1950, o Departamento Nacional de Obras e Saneamento, valendo-se de um plano elaborado por Saturnino de Brito na década de 1920 (Defesa contra inundações: melhoramentos do rio Paraíba e da lagoa Feia. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1944). Ele consistia em ligar a lagoa Feia ao mar por um canal, como pretendeu Marcelino Ramos da Silva, mas cortando agora terrenos aluviais e apenas atravessando uma pequena extensão da restinga. Esse canal recebeu o nome de Flecha. Pretendia-se que ele fosse um largo rio que auxiliaria o Paraíba do Sul e esgotar água doce para o mar. Entre ele e o Paraíba do Sul, o DNOS se empenhou em construir uma rede de canais, valendo-se dos defluentes naturais do grande rio. Em 1950, a estrutura já estava quase montada. Daí em diante, o órgão se concentraria na finalização e na manutenção das obras.

 

Estado das obras do DNOS em 1948. Notar que elas se concentram entre a margem direita do Paraíba do Sul e o canal da Flecha. A área entre a linha amarela ao norte (assinalando o canal Engenheiro Antonio Rezende) e a espessa linha azul ao sul (assinalando o canal da Flecha) é palco do maior conjunto de obras realizadas no Estado do Rio de Janeiro e um dos maiores do mundo

 

Nos anos de 1960 e 1970, o DNOS cuidou mais da margem esquerda do rio Paraíba do Sul. O córrego da Cataia foi substituído pelo canal do Vigário para adução de água do rio na lagoa do Campelo. O valão do Mundeuzinho foi substituído pelo canal Engenheiro Antonio Rezende, que sai da ponta norte da lagoa do Campelo e chega ao mar, aproveitando a foz do rio Guaxindiba, que passou a ser seu afluente. De ponta a ponta, o canal atravessa terreno de restinga, à semelhança do malfadado canal de Jagoroaba. O antigo canal de navegação de Cacimbas foi cortado pelo canal Engenheiro Antonio Rezende e foi transformado num canal de drenagem.

 

Abertura do canal Engenheiro Antonio Resende nas proximidades da foz do rio Guaxindiba e do mar. Notar o substrato arenoso, típico de restinga

 

Antes do DNOS, a água doce da planície mantinha com a água salgada do mar um equilíbrio dinâmico. Pela superfície, a água salgada avançava nas desembocaduras dos rios até o ponto maior da amplitude das marés e a resistência da água doce dos rios, formando estuários, ou seja, uma zona de água salobra propícia ao desenvolvimento de manguezais. Pelo lençol freático, a água salgada também avançava até encontrar a resistência da água doce, que se acumulava em lagoas. Cumpre lembra também que, antes dos europeus e ainda por bastante tempo depois da sua chegada, as florestas atlânticas perenes da zona serrana e periódicas dos tabuleiros eram pujantes e garantiam grande oferta de água, parte dela fluindo para o mar e outra parte se acumulando nas lagoas continentais. Não havia ainda a transposição de águas do Paraíba do Sul para o sistema Guandu. O grande rio chegava a seu delta com grande pujança, lançava sedimentos na restinga e mantinha o estuário equilibrado.

A superposição de obras do DNOS sobre a natureza na planície, margem esquerda do rio Paraíba do Sul: 1- rio Paraíba do Sul; 2- rio Guaxindiba; 3- lagoa do Campelo, 4- córrego da Cataia; 5- canal de Cacimbas, 6- canal do Vigário, 7- canal Engenheiro Antonio Resende

 

As obras realizadas pelo DNOS não levaram em conta esse equilíbrio dinâmico de águas doce e salgada. Cursos d’água foram retilinizados, lagoas foram total ou parcialmente drenadas, canais adutores foram substituídos pela abertura de outros. Na margem direita do rio, o canal da Flecha cortou ao meio o rio Iguaçu. Na margem esquerda, o córrego da Cataia foi parcialmente desativado depois da abertura do canal do Vigário. O brejo do Mundeuzinho foi substituído pelo canal Engenheiro Antônio Rezende. O canal da Flecha não funciona como um verdadeiro rio. Seu estuário é muito oscilante, dependendo das comportas instaladas no trecho final do canal e que têm a finalidade de regular o nível da lagoa Feia. Quando fechadas, a água salgada avança. Quando abertas, a água doce avança. E a energia marinha tende a fechar sua foz, que já foi prolongada mar adentro por dois espigões de pedra, gerando um novo problema: acúmulo de areia no espigão construído no município de Quissamã e erosão costeira depois do espigão construído no lado de Campos.

Para esse desequilíbrio contribuíram também o desmatamento na zona serrana e nos tabuleiros. A transposição de águas do Paraíba do Sul para atender a cidade do Rio de Janeiro pelo rio Guandu foi o golpe mortal dado ao rio. Hoje, estamos passando de um regime superúmido para um regime semiárido. Não existem mais lagoas para reter água doce. As florestas foram devastadas. Em conjunto, esses fatores substituíram o equilíbrio dinâmico por uma grande instabilidade. A salinização de terras é resultado desta instabilidade.

É interessante o paralelismo entre o canal da Flecha e o Engenheiro Antonio Rezende: ambos foram construídos nos limites do grande sistema de drenagem da planície. Além do canal Engenheiro Antonio Rezende, só as obras efetuadas na bacia do Itabapoana ganham relevância. Aquém do canal da Flecha, apenas as obras na bacia do Macaé assumem magnitude. Entre os dois canais, o DNOS empreendeu uma das maiores obras de engenharia hidráulica do mundo. Numa comunicação do DNOS em 1949 (Exaguamento e drenagem para recuperação de terras e defesa contra inundações em regiões e cidades brasileiras. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional), o órgão enfatiza a importância do canal da Flecha como o único do conjunto a desembocar no mar. O canal Engenheiro Antonio Rezende não havia sido iniciado. Ele também desembocará no mar subtraindo a foz do rio Guaxindiba.

 

MAPA

Depois dessa longa, mas necessária retrospectiva, examinemos o caso do canal Engenheiro Antonio Rezende, onde recente mortandade de peixe ocorreu. Este canal não é alimentado o ano todo pelas águas da lagoa do Campelo, que também não é alimentada permanentemente pelas águas do Paraíba do Sul. No começo do canal do Vigário, foram instaladas comportas mecanicamente manejadas. Elas podem ser fechadas em tempo de cheia e abertas em tempo de estiagem. Nos dois casos, a água do rio não entra nela, seja por barramento das comportas, seja por falta de nível do Paraíba do Sul. Como a escassez de água é grande, costuma-se abrir as comportas quando há nível, a fim de que as águas fluam em direção à lagoa.

 

Início do canal do Vigário junto ao rio Paraíba do Sul

 

No começo do canal Engenheiro Antonio Rezende, o DNOS instalou um vertedouro de concreto com 4, 69 metros na cota antiga, algo em torno de 2,90 metros atualmente. Assim, as águas da lagoa só fluem para o canal quando ultrapassam esta altitude.

 

Vertedouro da lagoa do Campelo: em baixo, a lagoa seca; em cima, o canal Engenheiro Antonio Resende

 

Como se não bastasse, a prefeitura de São Francisco de Itabapoana, tempos atrás, construiu uma barragem no canal para atender às reivindicações do assentamento Zumbi dos Palmares. Com ela, as águas que fluem esporadicamente da lagoa ficam represadas, só correndo a jusante quando há nível para ultrapassá-la.

 

Barragem de concreto no canal Engenheiro Antonio Resende

 

Acrescentemos a escassez progressiva de água. A região enfrentou uma longa estiagem nos anos de 2014-15 e agora atravessou o verão de 2018-2019 sem chuvas e elevação de nível do Paraíba do Sul de forma significativa. A natureza clama por água no norte/noroeste fluminense.

 

Pessoas se banhando nas águas represadas do canal Engenheiro Antonio Resende

 

A redução da vazão do canal Engenheiro Antônio Rezende declina primeiro pela falta de chuvas. Depois, pela falta de nível do rio Paraíba do Sul e, consequentemente, da lagoa do Campelo. Para agravar, a barragem no meio do canal reduz drasticamente a vazão a jusante. Sem água doce que enfrente a água salgada das marés, a língua salina penetra a canal cada vez mais longe. Anos atrás, a saudosa bióloga Norma Crud e eu buscamos vestígios indiretos da penetração da língua salina no canal. Acompanhamos plantas de manguezal. Quando elas não mais germinavam e cresciam, continuamos procurando tocas de guaiamum, caranguejo que sinaliza a presença de salinidade. Alcançamos seis quilômetros canal acima.

 

Canal Engenheiro Antonio Resende depois da barragem de concreto. Notar a redução drástica do volume hídrico

 

Quando a água doce do continente escasseia, muitos problemas podem aparecer. O pouco volume permite o aquecimento das águas rasas, propiciando o que se conhece como demanda térmica de oxigênio (DTO). O pouco volume facilita também a demanda bioquímica de oxigênio (DBO). Ou seja, qualquer carreamento de matéria orgânica para o curso d’água, quer por lançamento ou por carreamento de chuvas, causa problemas mais agudos que causaria com mais volume de água. O avanço da língua salina também provoca choques que afetam tanto a fauna de água doce quanto a fauna marinha. Produtos tóxicos igualmente são mais letais com pouco volume de água.

Estirão final do canal Engenheiro Antonio Resende

 

Enfim, as obras realizadas pelo DNOS em nome da redenção regional foram concebidas numa época em que ainda não havia exigência de estudos de impacto ambiental. Elas fragilizaram principalmente a planície não só para a atividade pesqueira, mas também para a agropecuária.

 

Com decisão do STJ, sombra de Lula volta a agitar a cena política do país

 

(Foto: Diomarcelo Pessanha – Folha da Manhã)

No feriado fluminense de Jorge da Capadócia, a novidade veio de Brasília. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, no caso do sítio do triplex do Guarujá. Mas reduziu sua pena para 8 anos e 10 meses de prisão. Como está preso há mais de um ano na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, após ter sido condenado a 12 anos e 1 mês pelo Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4), Lula passaria a cumprir a pena em regime semiaberto, podendo deixar a cadeia de dia para trabalhar. Após cumprir 1/6 da pena com a redução de ontem do STJ, isso seria já a partir de setembro deste ano.

Na prática, duas coisas poderiam impedir a progressão da pena do ex-presidente. A primeira é que ele já foi também condenado pela 1ª instância da Justiça Federal de Curitiba a 12 anos e 11 meses de prisão, no caso do sítio de Atibaia, também pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ainda sem data marcada, seu recurso será julgado pelo TRF-4. Se for antes de ter passado ao semiaberto, ele permaneceria em regime fechado se confirmada sua condenação.

A outra coisa que deve definir o futuro de Lula é o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do cumprimento de pena após condenação em 2ª instância. Marcado para 10 de abril e tirado de pauta pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, o julgamento ainda não tem nova data. Mas é provável que ocorra antes de setembro. Parece haver uma maioria mínima entre os ministros para revisar o entendimento constitucional que gerou a prisão do líder petista em 7 de abril de 2018. A tendência atual do STF é de um acordo para o cumprimento da pena só após condenação no STJ.

Há ainda a possibilidade de Lula passar à prisão domiciliar, caso o STF entendesse que, por ter mais de 70 anos, ele teria esse direito. Quando era seu advogado, o ex-ministro do STF Sepúlveda Pertence queria apostar nessa alternativa. Mas a coisa não foi adiante porque o ex-presidente se recusa a usar tornozeleira eletrônica.

Em meio a muitas dúvidas, o fato é que a perspectiva de ter Lula de volta à vida pública, mesmo com limitações, movimenta desde ontem o meio político do país. Se Jair Bolsonaro (PSL) já enfrenta tantas dificuldades, muitas vezes criadas por seu próprio governo, com a ajuda dos seus filhos e “guru”, como seria se pudesse estar sendo publicamente questionado por quem o elegeu presidente da República, na condição de seu oposto?

Sem juízo de valor sobre os dois políticos mais populares do país nos últimos 17 anos, de hoje até setembro, as cenas dos próximos capítulos prometem…

 

Pluralidade e trabalho coletivo levam sucesso do jornal às ondas do rádio

 

 

História de liderança

Nascida em 8 de janeiro de 1978, a Folha da Manhã demorou dois meses para se tornar o jornal mais vendido de Campos e do Norte Fluminense. E manteve a posição nos 41 anos seguintes. Não faltaram tentativas de ameaçar essa liderança, algumas usando artifícios pouco republicanos. No último dia 5 de abril, o ex-governador Sérgio Cabral (MDB) denunciou (aqui) que seu ex-aliado Anthony Garotinho (hoje, sem partido), quando era governador, usou dinheiro de propina da caixinha da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor) para montar em Campos o jornal O Diário.

 

Do jornal às rádios

A liderança do jornal que resistiu, batiza o grupo de comunicação. E foi ecoada recentemente nas ondas do rádio. Em setembro do ano passado, em Macaé, a rádio AM do Grupo Folha mudou em setembro de 2018 para FM, adotando o nome Rádio Hits 99,7. E rapidamente se tornou líder do mercado na Princesinha do Atlântico. Fruto da mesma migração de AM a FM, no último dia 28 de março, aniversário de Campos, nasceu a Folha FM 98,3. E, segundo o ranking da Radio.com, que mede a frequência das rádios no Estado e no país, ela já lidera (aqui) a audiência de abril no município. Não só entre as FM, mas também as AM.

 

Folha no Ar

O carro chefe da programação da Folha FM é a 1ª edição do Folha no Ar. Sempre de 7h às 8h30, de segunda a sexta, é ancorado pelo locutor Marco Antônio Rodrigues, com a bancada fixa formada ainda pelos jornalistas Arnaldo Neto e Aluysio Abreu Barbosa. Sua segunda edição ocorre nos mesmos dias da semana, entre 18h10 e 19h, capitaneado pelo radialista Cláudio Nogueira, gerente da emissora. Os dois programas trazem comentários das notícias do dia e entrevistados. O da manhã de ontem foi o deputado João Peixoto (DC), que contou (aqui) um pouco da sua história política de seis mandatos na Alerj, após ter sido vereador em Campos.

 

João Peixoto

O entrevistado falou da sua luta pela Ponte da Integração, entre São João da Barra e São Francisco de Itabapoana. De entrega prometida e adiada várias vezes no governo Luiz Fernando Pezão (MDB), hoje preso, a obra teve a conclusão herdada pelo governador Wilson Witzel (PSC). O experiente parlamentar também projetou as eleições à Prefeitura de Campos em 2020. Embora mantenha contatos com pré-candidatos anunciados como o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), os estaduais Gil Vianna (PSL) e Rodrigo Bacellar (SD), além de Caio Vianna (PDT), João costura sua aliança com o prefeito Rafael Diniz (PPS).

 

Repercussão

Importante elo no apoio de João à reeleição de Rafael é o vereador governista Jorginho Virgílio (PRP), liberado pelo prefeito para trabalhar em 2018 na reeleição do deputado. Este projetou a migração de Jorginho ao seu DC, mas não aposta que os também vereadores José Carlos e Cláudio Andrade fiquem na legenda. Postado ao vivo na página da Folha FM no Facebook, o vídeo da entrevista de Peixoto tinha alcançado mais de 12,8 mil pessoas até a noite de ontem, com mais de 1,4 mil visualizações. O convidado do Folha no Ar da manhã de hoje é (aqui) o juiz Heitor Campinho, titular da 1ª Vara de Família e coordenador do Fórum de Campos.

 

Campos a SJB

As eleições à Prefeitura de São João da Barra também estiveram na pauta da entrevista com João Peixoto. Ele não teve dúvida a cravar seu apoio à reeleição de Carla Machado (PP). E foi lembrado que, antes das urnas de 2020, deve estar o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da Machadada, que já condenou a prefeita em primeira e segunda instâncias. Segundo fontes, o fato da ressalva ser posta aos políticos entrevistados no Folha no Ar tem incomodado Carla. Assim como parece incomodar a seus opositores o fato do microfone da Folha FM sempre ressaltar o óbvio: no voto, a prefeita sanjoanense é pule de 10.

 

Trabalho coletivo

Não se pode negar que Carla é favorita à reeleição. Nem ignorar que no meio do caminho pode haver o TSE. Ser atento às duas perspectivas é colocar o interesse público acima dos interesses do público. A melhor resposta deveria ser dada pela própria prefeita sanjoanense, convidada mais de uma vez ao Folha no Ar. Essa pluralidade parece ser a causa do sucesso, da Folha da Manhã à Folha FM de 41 anos depois. E dele são responsáveis cada profissional da rádio e da redação do jornal. Como lecionou em vida seu fundador, Aluysio Cardoso Barbosa, cuja imagem e exemplo referenciam esta coluna: “jornalismo é trabalho coletivo, ou nada”.

 

Publicado hoje (23) na Folha da Manhã

 

Folha FM lidera, traz João Peixoto na segunda e Heitor Campinho na terça

 

 

No ranking da Radios.com.br do mês de abril, a Folha FM liderou a audiência entre rádios FM e AM de Campos (Reprodução)

 

Como o Cristiano Abreu Barbosa divulgou aqui, em seu Ponto de Vista, a Folha FM 98,3 assumiu a liderança no ranking de audiência da Radios.com.br, não só entre as emissorras FM de Campos, mas também entre as AM. E fez isso com menos de um mês de vida, após ser inaugurada em 28 de março, aniversário da cidade.

 

João Peixoto no Folha no Ar da manhã desta segunda (Foto: Isaias Fernandes – Folha da Manhã)

 

Carro chefe da programação da nova emissora, o Folha no Ar 1ª edição, sempre das 7h às 8h30, de segunda a sexta, bateu outro recorde. Na página da Folha FM 98,3 no Facebook, o programa da manhã de hoje, que entrevistou do deputado estadual João Peixoto (DC), alcançou (aqui) mais de 12,5 mil usuários da rede social, com o vídeo visulizado por mais de 1,3 mil pessoas.

 

Estatíticas do vídeo da entrevista de João no Facebook: mais de 12 mil pessoas alcançadas (Reprodução do Facebook)

 

Na entrevista, João falou sobre suas cobranças pela Ponte da Integração, que unirá os municípios de São João da Barra e São Fracisco de Itabapona sobre o rio Paraíba do Sul. Apesar das promessas de entrega feitas e refeitas durante o governo Luiz Fernando Pezão (MDB), hoje preso por corrupção, a obra teve sua conclusão herdada pelo governador Wilson Witzel (PSC).

Além da sua carreira política, o expediente deputado estadual também fez projeções para as eleições municipais de 2020. Na disputa à Prefeitura de Campos, João já manteve contatos com quase todos os pré-candidatos anunciados: o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), os estaduais Gil Vianna (PSL) e Rodrigo Bacellar (SD), e o ex-candidato Caio Vianna (PDT). Mas disse que seu apoio está sendo acertado com Rafael Diniz (PPS).

Em 2018, o prefeito liberou o vereador governista Jorginho Virgílio (PRP), que apoiou Peixoto na última reeleição à Alerj e estaria de mudança ao seu DC, na disputa de 2018. Ele só bateu literalmente na madeira quando falou dos atuais vereadores do partido, seu ex-aliado Zé Carlos e Cláudio Andrade. O deputado deu a entender que ambos não permanecerão no DC, que estaria costurando para atrair outra vereadora de Campos, cujo nome não revelou.

 

Juiz Heitor Campinho

 

No início da manhã desta terça (23), o convidado do Folha no Ar será o juiz Heitor Campinho. Titular da 1ª Vara de Família da comarca e designado para tentar resolver os atrasos da 5ª Vara Cível, ele é o coordenador do Fórum de Campos. Até às 7h de amanhã, fique com a íntegra do programa de hoje e a entrevista com João Peixoto:

 

Folha no ar 1ª Edição – 22/04/2019 – Entrevista com o Deputado João Peixoto.

Folha no ar 1ª Edição – 22/04/2019 – Entrevista com o Deputado João Peixoto

Publicado por Folha FM 98,3 em Segunda-feira, 22 de abril de 2019

 

Folha FM: Rafael e Ibiapina antes de João, Heitor, Makhoul, Bastos e Adriano

 

Rafael Diniz no Folha no Ar na tarde de quarta (Foto: Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Nesta sexta-feira santa (19), por conta do feriado, o programa Folha no Ar não será exibido na Folha FM 98,3. Nem na sua edição matutina, nem na vespertina. Esta trouxe ontem (17) uma entrevista com o prefeito Rafael Diniz (PPS), que deu a manchete de capa da Folha da Manhã desta quinta (18). Ela pode ser conferida aqui e nos três vídeos abaixo:

 

 

 

 

Rodrigo Ibiapina, comandante do 8º BPM, na manhã desta quinta no Folha no Ar (Foto: Isaias Fernandes – Folha da Manhã)

 

Na manhã desta quinta, o entrevistado do Folha no Ar foi o tenente coronel Rodrigo Ibiapina, comandante do 8º BPM de Campos. Do que foi falado sobre a Segurança Pública do município e da região, pode ser conferido aqui e nos cinco vídeos abaixo:

 

 

 

 

 

 

Passado o feriado da Páscoa, o Folha no Ar volta na próxima segunda (22), sempre a partir das 7 da manhã na Folha FM98,3, que trará como convidado o deputado estadual João Peixoto (DC). O programa terá sequência na terça (23), com o juiz e coordenador do Fórum de Campos, Heitor Campinho; na quarta (24), com o médico e ex-candidato a prefeito Makhoul Moussalem; na quinta (25), com o jornalista e secretário municipal de Governo Alexandre Bastos; e na sexta (26), com o professor, poeta e dramaturgo Adriano Moura.

 

João Peixoto, Heitor Campinho, Makhoul Moussalem, Alexandre Bastos e Adriano Moura (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Até que o Folha no Ar recomece sua sequência na próxima semana, o blog e o blogueiro farão uma necessária pausa. Abç, ótima Páscoa e inté!

 

 

Dom Rifan na manhã de quarta, Rafael à tarde e Ibiapina nesta quinta

 

Dom Fernando Rifan foi o convidado da manhã desta quarta no Folha no Ar, da Folha Fm 98,3 (Foto: Isaias Fernandes – Folha da Manhã)

 

Um dos dois bispos católicos de Campos, representante da ala tradicionalista, Dom Fernando Rifan foi o convidado de hoje do Folha no Ar. O programa da Folha FM 98,3 é apresentado de 7h às 8h30, sempre de segunda a sexta. Em sua edição vespertina, o Folha no Ar trará ainda hoje uma entrevista com prefeito Rafael Diniz (PPS), a partir das 18h30. No início da manhã desta quinta (18), o entrevistado será o tenente-coronel Rodrigo Ibiapina, comandante do 8º BPM de Campos.

 

Prefeito Rafael Diniz será o entrevistado das 18h30 de hoje no Folha no Ar, que volta às 7h desta quinta, com o comandante da PM Rodrigo Ibiapina (Foto: Supcom)

 

Às vésperas de Páscoa, Dom Rifan esclareceu que o período é o mais importante do calendário católico, mais até do que o Natal. Ele falou sobre a origem judaica do Pessach (“Passagem”, ou “Páscoa” em hebraico), que marca a libertação dos antigos hebreus, liderados por Moisés, do Egito à Terra Prometida. Entre os cristãos, a importância é reforçada por ter sido o período em que Jesus foi recebido como rei em Jerusalém, onde seria capturado, torturado e morto na cruz, antes da sua ressureição: “É a passagem do Cordeiro de Deus, que tirou os pecados do mundo”.

Dom Rifan explicou ainda a origem comum entre cristianismo, judaísmo e islamismo, que crêem no mesmo Deus de Abraão, patricarca das três grandes religiões do Ocidente. E analisou o avanço do protestantismo pentecostal no Brasil, particularmente no Estado do Rio, calçado em promessas de prosperidade terrena.

Do que é dos homens, o bispo também falou do avanço do conservadorismo no país, com base na valorização da família tradicional, que ele defende. Mas alertou para os seus perigos e excessos cometidos ao longo da história, com exemplos mais recentes, como no nazismo. Na seara local, ele projetou a possibilidade de uma polarização na eleição a prefeito de Campos em 2020 entre Rafael e o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD):

— Disse ao prefeito que ele precisa se mostrar mais, se comunicar mais. O povo precisa saber o que está sendo feito na cidade, e a comunicação dele precisa ser mais ativa. Acredito que as eleições tendem a ir para o segundo turno, caso haja a disputa de Wladimir com Rafael, mas não será algo tão grande como foi a disputa do PT com Bolsonaro. Wladimir não é Garotinho. Ele é um político muito mais calmo, e o Rafael também.

Enquanto Rafael não é entrevistado às 18h30 de hoje na edição vespertina do Folha no Ar, que retorna às 7h desta quinta, com o comandante da PM Rodrigo Ibiapinha, confira abaixo a íntegra do programa desta manhã, com a entrevista de Dom Rifan, dividida em cinco blocos:

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrada do Festival de Gastronomia de Natividade, entre 3 e 5 de maio

 

Um dos 1o pratos principais exibidos no dia 15, como entrada para o Festival de Gastronomia em Natividade, entre 3 e 5 de maio (Foto: Divulgação)

 

 

Culinária árabe, italiana, brasileira, comida de boteco, sanduíche artesanal, doces refinados, drink elegante, entre outras iguarias de dar água na boca foram apresentados na noite de segunda-feira (15/04), no Espaço Casa&Festa Ana Paula Ribeiro, em Natividade, em um petit comité, organizado pelo Núcleo Gastronômico Sabore’Art Natividade. Foi uma demonstração dos dez pratos que farão parte da 5ª edição do Festival Gastronômico Sabores de Natividade que vai acontecer entre os dias 3 e 5 de maio, na Avenida Amaral Peixoto, centro de Natividade.

O 5º Festival Gastronômico Sabores de Natividade é organizado pelo Núcleo Gastronômico Sabore’Art Natividade, composto por empresários do setor gastronômico do município, com o apoio da Prefeitura Municipal de Natividade, através da Secretaria Municipal de Turismo, do Sebrae-RJ, Fecomércio (Sincomércio) e comércio local.

O prefeito de Natividade, Severiano Rezende, esteve participando do evento, juntamente com o secretário municipal de Turismo,Júlio César Ramos Barbosa (Piscina), a presidente da Câmara Municipal de Natividade, Ivete Martins Bohrer Kabouk, entre outras autoridades do município.

“Estamos mantendo a tradição da Gastronomia de Natividade que vem se despontando nesse setor e a Prefeitura não vai medir esforços nessa parceria tão salutar para o nosso município”, pontuou o prefeito.

Os dez pratos principais do Festival serão comercializados no valor de R$ 20 cada, sendo que terão outras iguarias com diversos valores.

A presidente do Núcleo Gastronômico Sabore’Art Natividade, Ana Lúcia Rezende, afirmou que o Festival segue o mesmo padrão de sucesso dos anos anteriores.

“Todo Festival nos surpreende, pois sempre supera nossas expectativas. A gente trabalha duro o ano inteiro e se encontra de 15 em 15 dias, com suporte da consultora do Sebrae. Nos últimos meses, a reunião é semanal para acertar os últimos detalhes. Atribuo o sucesso do Festival à fórmula que a gente criou que vai se superando e dá um movimento bacana durante todo o final de semana de evento na cidade. O nosso grupo faz acontecer e o apoio da Prefeitura e Sebrae nos fortalece”, destacou a presidente do Núcleo.

Além da gastronomia, o Festival também contará com estande de artesanato do município e espaço kids.

O analista do Sebrae, Jorge Luiz Gomes dos Santos, ressaltou que o Sebrae vem apoiando o Festival através do Projeto “Sebrae na Mesa”, lembrando que o evento é uma das ações do projeto e que ainda trabalha a capacitação dos empresários do setor.

“Apoiamos os empresários também no Fórum Estadual de Gastronomia e também no Fórum Regional e estamos com novo parceiro que é a Fecomércio. Natividade tem um grande festival e é um dos destaques da nossa região, graças ao empenho de todos empresários que fazem parte desse polo”, lembrou.

Durante os três dias de Festival, acontecerão apresentações musicais. Na abertura do festival (03/05), a partir das 20 horas, quem se apresenta é a cantora Mayara Moreira. No segundo dia (04/05), a partir das 20 horas, é a vez do show de Bruna Morena. E no domingo (05/05), às 16 horas, show com Luana Souza e às 20 horas, show com Felipe Lessa.

O Festival Gastronômico Sabores de Natividade tem sido um atrativo turístico para o município, fato destacado pelo secretário municipal de Turismo de Natividade,Júlio César Ramos Barbosa (Piscina).

“O Festival Gastronômico Sabores de Natividade vem se consolidando cada vez mais e tornou-se um atrativo para turistas na nossa cidade. A gastronomia de Natividade vem se destacando a cada dia mais e isso faz com que o governo municipal incentive cada vez mais o evento, considerando que traz geração de renda e empregos para o município. Espero que o evento seja um sucesso, ainda maior que do ano passado”, concluiu o secretário Piscina.

 

Empresários da gastronomia brindaram ao sucesso do evento de maio (Foto: Divulgação)

 

Da assessoria

PEC dos guardas civis é abraçada no Congresso pelo PSD de Wladimir

 

Wladimir hoje na Câmara Federal, com colegas de bancada do PSD e representantes das Guardas Civis Municipais (Foto: Divulgação)

 

 

Incluir os guardas civis municipais de todo o Brasil como agentes de segurança não só na aposentadoria especial, como na própria Constituição. Esse será o objetivo de um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) da bancada do PSD na Câmara Federal. Deputado do partido, Wladimir Garotinho (PSD) hoje colhia assinaturas com seus colegas de partido no Confgresso, para sua PEC individual pelo regime especial de aposentadoria aos guardas municipais, para incluí-la nas negociações da proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro (PSL). A Folha já havia anunciado aqui, em 30 de março, a inciativa do político de Campos.

Mas a boa acolhida dos seus colegas de bancada federal, levou a iniciativa de Wladimir a um nível mais alto. A PEC será não só mais dele, mas do partido, no sentido de acabar com uma discussão antiga sobre a classificação constitucional da função de guarda municipal. Em todo o país, a categoria tem 130 mil agentes na ativa, 430 deles só em Campos. Em 22 de março, o deputado federal de Campos falou ao jornal carioca Extra sobre o seu projeto: “A atuação desses profissionais está prevista na Constituição. Eles foram reconhecidos pelo Susp (Sistema Único de Segurança Pública) como agentes de segurança”.

 

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