Opiniões

Filho único de Carla, Pedro Machado morre em colisão à beira do rio Paraíba do Sul

 

Pedro Machado diante do Atlântico (Foto: Facebook)

Como várias pessoas com a vida dividida entre São João da Barra e Campos, acordei hoje com a trágica notícia da morte do jovem empresário e estudante de Direito Pedro Machado. Com apenas 21 anos, era o filho único da prefeita sanjoanense Carla Machado (PP). O Toyota Corolla que ele guiava derrapou alguns metros e colidiu de maneira violenta contra uma árvore na Av. XV de Novembro. Eram 5h30 da manhã, chovia e a pista estava molhada. Ele provavelmente perdeu a direção no desnível da pista na subida da ponte Barcelos Martins. O impacto foi todo do seu lado, ferindo Pedro no torso e provocando a morte por hemorragia interna. Seu corpo está sendo velado desde às 11h na Igreja de São Pedro, em São João da Barra. Uma missa de corpo presente será realizada às 15h, com o enterro em seguida, no cemitério São João Batista.

Pedro havia passsado a noite e madrugada no show do cantor de pagode Ferrugem, na boate Multi Place, na av. Alberto Lamego. Nos storys do Instagram, ele estava anunciando um show para a noite de hoje, em Atafona, do grupo Imagina Samba, no Cais do Porto, de propriedade de Carla, ao lado da igreja Nossa Senhora da Penha. Amigos que estiveram com ele na Multi Place, souberam do acidente e foram até o local, estavam inconformados com a tragédia. A violência da colisão, que deixou o carro destruído, parece indicar que guiava em alta velocidade, como especulado nas redes sociais. E só quem não já foi um jovem de 21 anos, com alguma condição sócio-econômica e a vida pela frente, pode especular sobre quem teve a sua interrompida por uma fatalidade.

Há alguns anos trabalhando com jornalismo político, além de sempre manter casa e vida em Atafona, conheci Pedro ainda criança, em conversas com sua mãe. Como sempre gostei muito de crianças e ele gostava muito de lutas, contei-lhe sobre a carreira e a vida de Muhammad Ali, ex-campeão olímpico e profissional de boxe, considerado o maior pugilista de todos os tempos. Dado o seu interesse, emprestei-lhe uns DVDs sobre Ali. Quando sua mãe os devolveu a mim, disse que o filho ficara tão impactado que disse a ela: “Ele foi o maior de todos, mamãe”. Ao que a Carla, ciumenta, indagou: “Maior que sua mãe?”. E ele, com a política já no sangue, respondeu: “Não, depois de você”.

Como pai de único filho, quase com a mesma idade de Pedro, me solidarizo com Carla, seu irmão Fred e toda a sua família. “Do coração do meu coração”, como reforçou Shakespeare em sua maior tragédia. A perda de um filho, sobretudo se único, deveria ser dor proibida a qualquer mãe ou pai. Mas essa é a vida real, como a de Pedro, que se foi à beira do rio Paraíba do Sul. Em suas águas castanhas, que cortam Campos para desaguar e tingir de barro o oceano Atlântico, em Atafona.

 

Flamengo 4 a 4 Vasco — “Clássico dos Milhões”, como exemplo, rendeu

 

 

Em um jogo de oito gols, só na narração destes, muitas coisas podem ser ditas. Mas o empate Flamengo 4 x 4 Vasco mostrou outras coisas. E a primeira delas é, se tradição conta, cuidado com o River Plate. Atual campeão da Libertadores, o copeiro argentino foi quatro vezes senhor da América do Sul. E tem em Gallardo o melhor treinador da América Latina. O que pode contar tanto ou mais que rivalidade regional.
 
A segunda é que o time do treinador português Jorge Jesus não demonstrou, mesmo quando duas vezes à frente no placar, a intensidade que o caracterizou — semelhante ao pugilista Mike Tyson em início de carreira. O que indica o cansaço natural dos atletas rubro-negros. E a necessidade de um time misto no domingo (17) contra o Grêmio, seis dias antes da final da Libertadores (23), diante do River.
 
A terceira é o que Vanderlei Luxemburgo, revelado jogador na Gávea, falou como treinador cruzmaltino na coletiva: “Não é proibido empatar ou ganhar do Flamengo”. Não, não é. O Santos de Pelé, o Botafogo de Garrincha, o São Paulo de Telê, o Palmeiras do mesmo Luxemburgo, o Barcelona de Messi e Guardiola, o Real Madrid de Puskás e Di Stéfano, e o Flamengo de Zico também empatavam. E também perdiam. É o que se chama futebol.
 
O “Clássico dos Milhões” foi um jogaço. Como exemplo, rendeu.

 

 

Prefeitura pede Orçamento de 2020 de volta à Câmara para calcular perdas

 

 

A Prefeitura de Campos encaminha, nesta quarta-feira (13), à Câmara Municipal, ofício em que pede o retorno do projeto para o Orçamento 2020. A previsão orçamentária do próximo ano será refeita, em função das constantes quedas nas receitas oriundas do petróleo, o que tem levado à não concretização das expectativas de projeções este ano. O quadro deve se repetir também em 2020.

— A tendência de arrecadação de royalties é a mesma da que está acontecendo neste segundo semestre. Uma das piores arrecadações já registradas na história. Por responsabilidade, estamos pedindo à Câmara para devolver a peça orçamentária que já foi encaminhada para que o planejamento seja refeito e algumas questões, reavaliadas. Vamos encaminhar depois um orçamento prevendo uma arrecadação menor do que havíamos projetado inicialmente — explicou o procurador-geral do Município, José Paes Neto.

O objetivo, esclarece o procurador, é colocar o Orçamento dentro da realidade que se espera para 2020. Para se ter uma ideia, na última sexta-feira, Campos recebeu R$ 16.980.877,79 em Participação Especial (PE). O valor é 51,5% menor que agosto (R$ 34.987.853). Em novembro do ano passado, o repasse da PE foi de R$ 54.958.506 — uma queda de 69,1%. Entre royalties e PEs, as perdas do município este ano já chegam a quase R$ 180 milhões.

Sobre o pedido da Prefeitura à Câmara, narrado no release acima enviado pela Superintendência de Comunicação (Supcom), alguns vereadores da situação e oposição comentaram, mesmo durante a sessão da tarde de hoje ne Câmara:

— Acho prudente a atitude do Executivo, além da brusca diminuição nos repasses dos royalties e Participações Especiais, ainda teremos a possível votação da redistribuição que poderá acontecer no próximo ano — analisou o edil  Jorginho Virgílio (Patri).

— Houve a necessidade de trabalhar dessa forma, porque as coisas nem sempre saem como a gente quer. O governo entendeu que deveria reavaliar neste momento, sobretudo depois da última PE, de novembro, que redesenhou a nossa realidade, sempre dependente das receitas do petróleo. Não foi uma situação que nós criamos, mas temos que ter responsabilidade para lidar com ela. O governo foi sensato, trabalhando com transparência. O prazo para as emendas dos vereadores iria até dia 16 deste mês. Agora, assim que os cálculos forem feitos e a proposta orçamentária para 2020 devolvida à Câmara, teremos que prorrogar o prazo para as emendas — ressaltou Genásio (PSC), líder da bancada governista.

— Durante dois anos seguidos, eu venho sistematicamente votando contra a proposta orçamentária do governo. Porque ela vem sendo mal planejada e mal apresentada. E, por conseguinte, foi mal executada nesses dois anos. Por exemplo, o programa “Viva seu Bairro”, que no ano passado teve algo em torno de R$ 40 milhões para investir em obras, foi gasto somente R$ 200 mil. É um orçamento fictício. As secretarias estão ficando a ver navios. Agora o governo pede de volta a peça orçamentária para mexer. Quando teve audiência pública, eu alertei para esse fato, já que as previsões eram de queda grande nos royalties. Era algo previsível. E eles não trabalharam com a previsão de queda. Tinha que haver nova audiência pública — cobrou o vereador de oposição Álvaro Oliveira (SD)

 

Confira a reportagem completa na edição desta quinta (14) na Folha da Manhã

 

Gabigol se iguala a Zico na artilharia do Brasileiro, que é do Flamengo. A Libertadores, veremos…

 

Com o gol marcado hoje, terceiro dos 3 a 1 na virada do Flamengo sobre o Bahia, Gabigol se igualou aos 21 marcados por um tal de Zico, nos Brasileiros de 1980 e 1982 (Arte: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

No dia 23 deste mês, daqui a apenas dois sábados, é o River Plate, em Lima, no Peru. E contra o tradicional copeiro argentino, atual campeão da Libertadores, quatro vezes senhor da América do Sul, não há favoritimo ao Flamengo. Na sua primeira final de Libertadores após 38 anos, qualquer juízo racional dirá que as chances rubro-negras são, no máximo, iguais.

Mas hoje, após a vitória de 3 a 1 no Maracanã, de virada, vendida cara pelo perigoso e leal time do Bahia, não dá para ignorar que o destino vem sorrindo ao clube de futebol reconhecido pela Fifa como o mais popular da Terra. Nome da partida com movimentação incessante e duas assistências a gol, para o menino Reinier e o decisivo Bruno Henrique, Gabigol também marcou o seu, terceiro do Fla. E com ele chegou aos 21 neste Brasileirão, se igualando à marca anotada por um tal de Zico. Que também balançou as redes adversárias 21 vezes, nos Brasileiros de 1980 e 1982.

O gol de Gabigol foi no rebote de uma cobrança de falta de Arão, à la Zico, que explodiu no travessão. E ver o aguerrido Arão batendo falta como o maior gênio da história do Flamengo só evidencia como as coisas andam boas para o time da Gávea.

Salvo as possibilidades matemáticas ainda contrárias e mais remotas a cada rodada, o time do treinador português Jorge Jesus — que hoje viu o jogo das tribunas, supenso pelo terceiro cartão amarelo — é o campeão brasileiro de 2019. Da Libertadores, com os pés devidamente plantados no chão, veremos.

 

Quem mais perdeu com Lula Livre hoje, após a decisão do STF de ontem?

 

(Foto: Ricardo Stuckert)

 

Quem mais perdeu com Lula livre hoje, após a decisão do STF de ontem e os 580 dias de cadeia na Superintendência da PF em Curitiba? Eles mesmos: Carluxo, Dudu e Flávio Bolsonaro. Agora os respectivos filhos 02, 03 e 01 do presidente deixam de ser a principal força de oposição ao governo do pai.

 

(Foto: Antonio Milena – Veja)

 

Rodrigo projeta 2º turno a prefeito de Campos entre Wladimir e Caio, que apoiaria

 

Deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Campos, Rodrigo Bacellar fechou a semana do Folha no Ar 1ª edição, na Folha FM 98,3 (Foto: Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

 

“Por pesquisa (a prefeito de Campos em 2020), hoje, quem se sobressai é o Caio Vianna (PDT) e o Wladimir Garotinho (PSD), na cabeça. Se a gente olhar uma qualitativa, o meu nome aparece muito bem, em função até de, entre os nomes colocados (como pré-candidatos a prefeito), eu ser um debutante em política e o mais desconhecido. Então, claro, se você tem um conhecimento menor, tem um potencial de crescimento absurdo. Por isso até há grande pressão de bastidores para que eu saia candidato. Se a eleição fosse agora, o segundo turno seria Caio e Wladimir Garotinho”. Foi o que disse no início da manhã hoje (08) o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Campos Rodrigo Bacellar (SD), durante entrevista que fechou o Folha no Ar 1ª edição da semana, na Folha FM 98,3. Perguntado sobre quem apoiaria, caso sua previsão se cumprisse ao segundo turno da eleição a prefeito em 2020, o parlamentar não teve dúvida: “Apoiaria Caio, sem sombra de dúvida”.

Sobre a pré-candidatura à reeleição do prefeito de Campos, Rafael Diniz (Cidadania), Rodrigo disse logo na sequência:

— Falei com ele: se realmente você pensa em reeleição, você tem que trabalhar muito rápido. Porque seu poder de recuperação só tem aí até o início do ano de verdade, que é março, quando voltam as aulas, volta a vida ao normal. Porque se não recuperar até ali, é natural, todo mundo sabe, a debandada é enorme. A gente sabe como é o poder público, seja com Rafael ou em qualquer lugar. Quando você não está indo muito bem, a coisa não se recupera, na reta final, quando vai começar o processo eleitoral, todo mundo pula.

Sobre o Restaurante Popular de Campos, na qual tem trabalhado junto com Rafael na união do governo municipal com a gestão estadual de Wilson Witzel (PSC), Rodrigo apostou na reabertura e deu prazo:

— O estado está quebrado, o município está quebrado. Nada melhor que juntar os cacos de um com o outro para poder beneficiar o povo. Houve uma mudança na secretaria (estadual) de Assistência Social, que o governador (Witzel) nos ouviu, a gente tem andado muito junto. A gente que eu digo, é sempre o presidente (da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Alerj) André Ceciliano (PT), que é o meu líder político, é uma pessoa a quem eu tenho estado muito próximo. Até porque está havendo um movimento da Alerj de abrir mão de parte da sua arrecadação, do seu duodécimo, retornando ao governo, para que desenvolva e mantenha algumas ações. Nessas reuniões conjuntas, eu pedi ao governador que deliberasse de maneira especial o Restaurante Popular de Campos, que começasse por aqui. E falei bem claro para o governador e assim será: todos os deputados da região estarão aqui presentes (na reabertura do Restaurante Popular). Não tem que ter: “Ah, eu sou o ‘pai da criança’”. Não tem essa palhaçada! Eu não sei se, por conta do fechamento do ano, já estamos quase na metade de novembro, mas se não sair até este ano, no mais tardar, até o primeiro trimestre do próximo ano.

O entrevistado também falou sobre uma versão de bastidor que dá conta de um acordo entre ele, André Ceciliano e Caio, em torno do apoio a este, para tentar se eleger prefeito de Campos em 2020. E, em troca, Rodrigo seria indicado como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele negou a acordo, mas admitiu a pretensão:

— Nunca existiu esse tipo de conversa. Conversa minha, de Caio e de Gil (Vianna, PSL, deputado estadual e também pré-candidato a prefeito de Campos) existia, falando sobre eleições (de 2020). Agora de Caio, envolvendo André (Ceciliano), nunca. Até porque Caio, ou qualquer prefeito que ganhe aqui as eleições do ano que vem, não tem ingerência alguma na escolha de novos conselheiros (do TCE). Não vou dizer que fujo disso, trabalhei lá por muitos anos, tenho um carinho especial pelo Tribunal (de Contas do Estado), sou amigo e convivi com muitos dos conselheiros que hoje se encontram afastados (que chegaram a ser presos na operação Quinto do Ouro, da Polícia Federal), como tenho muito boa relação com os conselheiros atuais. Todo mundo sabe da minha paixão pelo Tribunal. Eu falo muito que eu estou deputado, mas sou advogado. E, de fato, isso já foi até falado na Casa (Alerj).

Confira nos três vídeos abaixo o último Folha no Ar 1ª edição da semana, com a entrevista do deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Campos Rodrigo Bacellar:

 

 

 

 

IFF tem três candidatos a reitor na eleição de 11/12: Jefferson, Jonivan e Maurício

 

IFF terá como candidatos a reitor os professores Jefferson Manhães de Azevedo, Jonivan Coutinho Lisbôa e Maurício Gonçalves Ferrarez (Arte: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Com a publicação hoje do edital de homologação das candidaturas a reitor do Instituto Federal Fluminense (IFF), começou hoje oficialmente a campanha eleitoral ao comando da instituição federal de ensino de Campos e região. Serão três candidatos: o atual reitor, professor Jefferson Manhães de Azevedo (1005323), e os professores Jonivan Coutinho Lisbôa (1000552), diretor de Extensão e Pós-Graduação do campus Campos-Centro; e Maurício Gonçalves Ferrarez (1185146), coordenador adjunto do curso de bacharelado em Engenharia de Controle e Automação. A campanha se estenderá até 10 de dezembro, com o pleito ocorrendo das 9h às 21h do dia 11.

Além do reitor, também serão eleitos os diretores dos 11 campi do IFF: Campos-Centro, Guarus, São João da Barra, Quissamã, Macaé, Itaperuna, Cambuci, Bom Jesus do Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Cabo Frio e Maricá. As três categorias da instituição — professores, técnicos e estudantes — têm o mesmo peso na votação: 1/3.  Mas como a instituição tem cerca de 20 mil alunos, 1.100 professores e 700 técnicos, o voto destes acaba tendo o maior peso unitário na divisão. O professor José Boynard, do Conselho Superior (Consup) do IFF, informou que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) dará apoio à eleição com as urnas eletrônicas nos locais de votação, além de inseminar as urnas e treinar os mesários.

O blog pediu na tarde de hoje uma declaração em resumo a cada um dos três candidatos a reitor do IFF. Jonivan e depois Jefferson enviaram suas respostas. Devido a um problema de contato, Maurício só pode se manifestar na tarde de sexta (08), sendo acrescido na postagem:

Jonivan Lisbôa

— Sou Jonivan Lisbôa, professor do campus Campos-Centro, e estou me candidatando ao cargo de reitor do IFF, após 26 anos de experiência como docente e coordenador, e oito anos como diretor, atuando nesse período na gestão da Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação. Acompanhei todas as transformações institucionais desde a época de Escola Técnica Federal de Campos (ETFC), passando por Cefet e atualmente Instituto Federal Fluminense (IFF). Minha candidatura tem o lema “Dialogar, Inovar e Evoluir”, representando uma gestão que ouvirá todas as instâncias da comunidade acadêmica e atores externos. E melhorará práticas e processos, para que os índices de governança atinjam níveis compatíveis com nossa tradição, permitindo assim a evolução da nossa instituição e a satisfação da nossa comunidade.

Jefferson de Azevedo

— São 30 anos de trabalho e aprendizado no IFF, como estudante, servidor técnico-administrativo e docente. Sou professor titular e doutor em engenharia de sistemas e computação. Como gestor público, ao longo de 19 anos, exerci as funções de Coordenação, Direção de Pesquisa e Pós-graduação e vice-direção geral do Cefet-Campos e a pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação do IFF. Eleito e reeleito diretor-geral do IFF Campos-Centro e, em 2016, eleito reitor do IFF. Como reitor, assumi a presidência do Fidesc, a coordenação do Centro Unesco/Unecov e da Câmara de Internacionalização do Conselho dos Reitores dos Institutos Federais. O que me credencia a pleitear mais um mandato para dirigir nossa casa não são as respostas que julgo ter e o que tenho a compartilhar profissionalmente, mas minha disposição para continuar a questionar, perceber o que pode ser um sonho comum ao nosso IFF e a nossa rede federal, no sentido de intervir na realidade social em qualquer ponto onde esteja um de nossos campi, referenciados pelas melhores experiências desenvolvidas no país ou pelos parceiros internacionais — disse Jefferson.

Maurício Ferrarez

— Iniciei carreira na instuição em janeiro de 1996 e, atualmente, exerço pela terceira vez o cargo de coordenador do Curso de Engenharia em Controle e Automação no campus Campos-Centro. Ao longo destes 23 anos, participei de forma ativa em todos os momentos da instituição, contribuindo para a melhoria dos processos. Entendo que a nova reitoria do IFF terá a missão de elevar a instituição a um novo patamar de gestão, por meio da utilização de ferramentas e práticas gerenciais mais modernas e eficientes. Além disso, é necessário ampliar a atuação do IFF na solução das demandas da região onde atua, seja por meio de parcerias com empresas ou atuando diretamente na sua região de atuação. Neste sentido, me coloco à disposição da comunidade, lançando algumas propostas de programas/projetos mas, acima de tudo, disposto a ouvir os anseios dos servidores e dos alunos, sendo estes o mais valioso bem e a quem devemos nossa maior dedicação — pregou Maurício.

Confira abaixo o edital de homologação das candidaturas a reitor do IFF, da sua Comissão Central Eleitoral, para o pleito de 11 de dezembro:

 

 

Atualizado às 21h13, para incluir a declaração de Jefferson Manhães de Azevedo

 

Atualizado às 16h18 de 08/11, para incluir a declaração de Maurício Gonçalves Ferrarez

 

Bianca e Maria Laura analisam o Flamengo de Jesus no Brasileiro e na Libertadores

 

Craques na bola e na análise de futebol hoje no Folha no Ar: Maria Laura Gomes e Bianca Inojosa (Foto: Isaias Fernandes – Folha da Manhã)

 

 

No país de Marta — seis vezes escolhida pela Fifa como melhor jogadora do mundo recentemente conquistado pelos EUA da também craque Megan Rapinoe — futebol é papo de mulher, sim, senhor. E ninguém no futebol brasileiro tem sido mais tema de papo que o Flamengo, líder isolado do Brasileiro e finalista, após 38 anos, da Libertadores da América. No dia seguinte ao time do treinador português Jorge Jesus massacrar o Corinthians no Maracanã por 4 a 1, duas flamenguistas entraram em campo no Folha no Ar 1ª edição, no início da manhã de hoje (04), para falar do que conhecem — e jogam — melhor que muito marmanjo: a empresária e atleta de futevôlei Bianca Inojosa e a jornalista e atleta de futebol amador Maria Laura Gomes.

— Eu agradeço ao Jorge Jesus por ele conseguir tirar tudo de cada jogador. Antigamente, o Flamengo dependia muito de um só jogador. Hoje não. Você tem vários. Ontem, por exemplo, mesmo sem Gabigol (suspenso), Bruno Henrique conseguiu fazer três gols. Depois, o Vitinho (reserva que entrou no segundo tempo) conseguiu fazer mais um. Então o Flamengo, hoje em dia, não depende de um só jogador. Qualquer jogador que você colocar vai surtir efeito — ressaltou Maria Laura.

— É muito importante o trabalho de resgate que ele (Jorge Jesus) fez com jogadores como Arão. E agora a gente vê aquele golaço que Vitinho fez (o quarto). Nossa mãe! Antes o cara pegava a bola e sempre isolava. Agora, em um pequeno espaço, não precisou de distância, limpou o lance e fez um golaço. Acho até que o principal reforço que o Flamengo tem que manter, primeiro, é o técnico. Ele está conseguindo resgatar muita gente. E o que o Corinthians sempre pregou, de ter a melhor defesa, tem Gil (zagueiro campista), que joga muita bola. Mas o Flamengo realmente deu um passeio — completou a tabela Bianca.

As duas consideram que, com apenas mais oito rodadas para o final e com oito pontos de vantagem sobre o Palmeiras, segundo colocado, a conquista do Brasileiro está praticamente definida para o Flamengo. Mas e a final da Libertadores contra o tradicional copeiro argentino River Plate, marcada para 23 de novembro, no Chile incendiado por protestos?

— O River é preocupante. Mas outro dia eu vi em um programa da SportTV, que eles queriam ganhar do Boca (Juniors, adversário que bateram na semifinal) pela rivalidade. Tudo bem que não pode dizer que vai baixar a guarda. Mas acho que não vai jogar com essa disposição toda. Eu penso que (a tradição) pode pesar, já foi campeão ano passado, já tirou o Boca. Eles vão chegar lá querendo ganhar, são raçudos. Mas eu acho que o Flamengo tem uma grande chance de se sagrar campeão, sim — apostou Bianca.

— Eu acho que a gente tem que ter respeito total, porque o River é o River. Mas eu vi o último jogo deles (pela Libertadores) contra o Boca e não foi nada demais. Eles têm quatro Libertadores, são os atuais campeões, têm que ser respeitados. Só acho que, pelo que o Flamengo está jogando, o time está muito embalado. A gente tem possibilidade, sim, de ganhar. Mas tem que ter o pé no chão — pregou Maria Laura.

 

Heloísa Landim será a entrevistada do Folha no Ar 1ª edição na manhã desta terça (05)

 

Na manhã desta terça (05), sempre a partir das 7h, a convidada do Folha no Ar será outra mulher ligada aos esportes e flamenguista: a professora de educação física e secretária do Envelhecimento Saudável e Ativo de Campos, Heloísa Landim. Até lá, confira nos vídeos abaixo, os áudios da entrevista com Bianca e Maria Laura:

 

 

 

 

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