Opiniões

Ilsan roga a Deus para iluminar os caminhos de Rosinha

Mais nova vereadora de Campos, desde que foi empossada duas vezes ao cargo para o qual foi eleita desde 2008, Ilsan Vianna (PDT) está rogando a Deus para iluminar os caminhos da administração Rosinha. Foi o que a ex-primeira-dama garantiu estar fazendo, após elogiar um único acerto da prefeita, em relação à defesa dos royalties, e tecer um rosário de críticas ao seu governo. Ilsan, no entanto, ressalvou estar enganado quem espera dela, na Câmara, uma oposição sistemática à Prefeitura, garantindo que votará a favor de qualquer projeto da situação que entender favorável à população. Muito embora, ressalve também que o mandato de Rosinha se encontre sob investigação da Polícia Federal, por denúncia de compra de votos nos distritos de Vila Nova e Morro do Coco.

Nesta entrevista ao blog, Ilsan só se esquivou em duas perguntas. Primeiro,sobre  o motivo de ter aceitado tomar posse pelas mãos do presidente da Câmara Nelson Nahim (PR), no último dia 12, após já ter sido empossada vereadora pelo vice Rogério Matoso (PPS), no dia 9. Além disso, foi evasiva quando indagada sobre aqueles que dizem ter sido ela uma das causas da derrota de Arnaldo, na corrida pela Prefeitura vencida por Rosinha, em 2008. Sobre aquela que será disputada em 2012, o fato de, pela primeira vez, não ser assertiva sobre a candidatura de Arnaldo, pode ser um indicativo de que o deputado federal pelo PDT poderá se contentar com a vida parlamentar em Brasília, caso se reeleja ao cargo em outubro deste ano. Se for este o caso, o endosso de Ilsan às atuações dos colegas vereadores Marcos Bacellar (PT do B) e Odisséia Carvalho (PT), bem como às pretensões por ambos assumidas de concorrer à sucessão de Rosinha, sinaliza que um deles pode ser alvo da transferência de votos do grupo político que, dentro da oposição, ainda detém o maior capital eleitoral do município. Muito embora, após seguir o conselho de Brizola ao se recolher para “lamber as feridas”, a vereadora deixe aberta a possibilidade de volta “com força total” de Arnaldo, numa nova disputa a prefeito, decisão que “caberá a ele, ao partido e ao povo”.           

 

Entre as muitas críticas ao governo Rosinha, a vereadora Ilsan dá destaque ao abandono da Apic (foto de Antonio Cruz)
Entre as muitas críticas ao governo Rosinha, a vereadora Ilsan dá destaque ao abandono da Apic (foto de Antonio Cruz)

 

Blog – Após um ano e quatro meses de espera, como foi conquistar o direito de assumir seu mandato, a partir de liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite do último dia 8, sendo empossada pelo vice-presidente da Câmara, vereador Rogério Matoso, na noite do dia 9, tudo em menos de 24 horas?

Ilsan Vianna – Assumir em menos de 24 horas não é a questão. A sensação é a mesma: a Justiça finalmente foi feita e minha responsabilidade redobrada, porque durante esse período venho recebendo manifestações de apoio de muitas pessoas que não votaram em mim e que se mostraram indignadas, que passaram a defender a minha presença na Câmara. É uma responsabilidade muito grande, ter sido a vereadora mais votada de meu partido, com 7.166 votos e mais ainda quando você caminha pelas ruas e ouve as declarações de incentivo, a torcida mesmo, daqueles que não votaram. Não medirei esforços para não decepcionar os que confiam em mim e mostrarei com o meu trabalho quem sou.

 

Blog – Como se baseava no artigo 16 do regimento interno, que permite ao vice assumir as funções do presidente na ausência deste, qual a necessidade de você ter sido novamente empossada na segunda, dia 12, por Nelson Nahim? Afinal, a posse dada por Matoso valeu, ou foi só um instrumento de pressão para que Nahim cumprisse a determinação do TSE, após alegar estar no Rio no dia 9?

Ilsan – Foi apenas cumprir uma determinação do TSE.

 

Blog – Na terça, dia 13, em seu discurso de estréia na tribuna, você classificou Arnaldo Vianna (PDT) como “eterno prefeito de Campos”. O fato, porém, é que ele perdeu a eleição para Rosinha em 2008. Quais foram, na sua visão, as causas daquela derrota? Como reage às opiniões de que você teria sido uma dessas causas?

Ilsan – Em primeiro lugar, ainda está sendo discutida na Justiça a questão de compra de votos, com inquérito federal. Além disso, como todos passaram a saber, Arnaldo passou por uma cirurgia, tendo sido operado após a eleição, de cálculos biliares. Sempre atuei nas campanhas de Arnaldo, desde vereador, deputado federal até as últimas eleições. Por que questionar isso agora?

 

Blog – Caso se reeleja deputado federal, acredita que Arnaldo será candidato a prefeito novamente em 2012? Enquanto vereadora, você trabalha com essa perspectiva?

Ilsan – Acredito que Arnaldo será reeleito (a deputado federal), quanto ao fato de ser candidato ou não em 2012, caberá a ele, ao partido e ao povo essa decisão. Se for a decisão pelo deputado federal Arnaldo, pelo partido e pelo clamor popular, trabalharei com essa perspectiva.

 

Blog – Muitos consideram que Arnaldo deixou vaga a liderança da oposição, com uma atuação política muito tímida após a derrota para Rosinha. Inegável que os vereadores Marcos Bacellar (PT do B) e Odisséia Carvalho (PT) têm sabido ocupar espaços. Na Câmara, pretende ter uma atuação tão aguerrida quanto às deles? Ambos já falaram, inclusive, em se candidatar a prefeito em 2012. Algum dos dois poderia contar com seu apoio e de Arnaldo? E você, pensa em  ser prefeita de Campos um dia?

Ilsan – Dizia o sábio político Leonel Brizola que há momentos em que devemos nos recolher “para lamber as feridas”; fazer uma profunda reflexão, armazenar energias para em seguida retomar com força total. Parabenizo aos vereadores Marcos Bacellar e Odisséia Carvalho pelos espaços ocupados. Eu sempre tive o conceito de uma pessoa aguerrida e continuarei a ser no Legislativo, como isso inclusive foi colocado pelo vereador Jorge Rangel, na primeira sessão em que participei. Quanto à eleição de prefeito em 2012, é um processo a ser construído com forças políticas que queiram o desenvolvimento de Campos e o bem do povo. Tanto o Marcos, a Odisséia e o Arnaldo podem desenvolver este papel. Quanto à questão do apoio dos candidatos, das alianças e coligações, logicamente é de conhecimento público que temos ligações afetivas e políticas com Marcos e Odisséia, e se for consenso não teríamos objeção a nenhum dos dois nomes. Quanto à pergunta se eu penso em ser prefeita de Campos um dia; o tempo é o Senhor da razão, no momento estou focada no trabalho legislativo, no trabalho partidário, e no trabalho em prol do povo de Campos.

 

Blog – No blog de um advogado e consultor da Câmara, foi divulgado, na última quarta, uma nova movimentação do recurso do PR, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), contra a expedição do seu diploma de vereadora. Só que, após noticiar a “novidade”, o advogado concluiu que esse mesmo recurso só pode produzir algum efeito real após parecer posterior do TSE. Dito isso, ele engatou com a ressalva de que a já conhecida ação na 100ª ZE de Campos, sem nenhuma nova movimentação e cuja liminar gerou a suspensão do seu diploma, em 11 de novembro último, tombada agora pelo TSE, é que poderá ter efeito imediato, mas só quando for julgada. Ou seja, um consultor da Câmara, papa mosca no caso do IPTU, anuncia uma novidade jurídica que admite não ter efeito prático para plantar uma dúvida com algo que não é novidade há cinco meses. Por que, dentro da própria Câmara, tanta resistência ao seu mandato? Acredita em má fé? 

Ilsan – Em primeiro lugar, quero reafirmar minha confiança inabalável na Justiça brasileira, e por tal acredito que nenhum artifício ou artimanha jurídica irá modificar o status quo, ou seja, o meu mandato. Aliás, gostaria que esses temas deixassem de ocupar tanto o Judiciário nos últimos tempos e fosse acatada sempre a decisão popular. Quem tem resistência ao meu mandato, seja na Câmara ou fora dela, está preocupado com a minha atuação, que será atuação de uma mulher guerreira, comprometida com as causas populares, não admitindo qualquer tipo de falcatrua, como vimos acontecendo na Câmara Distrital em Brasília, ou aqueles que se preocupam com uma pessoa que já mostrou a sua capacidade de realizar em todos os cargos ocupados. Se alguém está agindo por má fé, isso virá à tona e o julgamento popular poderá ser implacável com aqueles que agem dessa forma.

 

Blog – Com sua entrada no lugar de Ederval Venâncio (PDT), a oposição ganha mais um voto, ficando com sete contra os nove governistas, visto que o presidente Nahim só opina em caso de empate. Acredita que essa matemática cada vez mais perigosa à situação seja o principal motivo das resistências ao seu mandato?

Ilsan – Lamento se alguém pensa dessa forma, faço parte da bancada de oposição, mas jamais uma oposição sistemática. Votarei a favor das mensagens do Governo desde que estas favoreçam ao povo. Estarei sempre discutindo todas as questões com a bancada de oposição, respeitando as diversas opiniões e colocando as minhas.

 

Blog – Nesse um ano e quatro meses em que lutou juridicamente para assumir seu mandato, como enxerga ter se desenvolvido a administração Rosinha? Até aqui, quais foram, em sua visão, os principais erros e acertos da prefeita?

Ilsan – Não é uma pergunta fácil de responder, tanto na questão política, como administrativa, uma vez que o atual governo tem trocado os membros do seu estafe periodicamente, sem dar oportunidade para que se desenvolva um trabalho eficiente e eficaz em prol do povo de Campos. O início da minha resposta neste tema é o que disse anteriormente, precisamos analisar com cuidado, pois já houve tempo suficiente para o atual governo mostrar para o que veio. De acerto poderia dizer da participação na luta pelos royalties, mas lamentamos o aumento da taxa de iluminação, a questão do IPTU, as demissões e terceirizações, o desabastecimento de medicamento na saúde como um todo, a desativação de programas essenciais para o povo, como o desenvolvimento do interior, da área rural, inclusive hoje com ameaça de se cobrar IPTU das áreas rurais, o abandono das estradas, a segurança pública, a interação tímida com os governos estadual e federal, a política educacional conturbada por troca de gestores, falta de políticas públicas voltadas para a educação, por exemplo, escolas sucateadas, falta de material escolar, alimentação escolar, quebra de convênios que colocavam Campos em posição destacada do ensino fundamental até a pós-graduação. Quantas pessoas foram preparadas num passado recente para poder fazer a transformação do Município? Como já disse o saudoso Darci Ribeiro e o senador Cristovam Buarque: “O País não precisa de uma revolução armada, mas sim de uma revolução educacional”. Para finalizar rogo a Deus para que ilumine o caminho da atual administração, para que o município e o povo não percam mais. Espero que esta entrevista sirva de alerta e motivação ao governo. De minha parte, estarei na Câmara junto com todos os colegas vereadores que me receberam com toda consideração e respeito, lutando por uma Campos melhor, mais comprometida com a justiça e o desenvolvimento social.

 

Blog – Com sua entrada na Câmara muda alguma coisa na Apic, que tem passado por um período de franco declínio desde que Rosinha assumiu a Prefeitura?

Ilsan – Independente da minha entrada na Câmara, sempre respeitei a Infância seja a de Campos ou de qualquer outro lugar. A Apic sempre prestou um excelente trabalho na proteção à infância de Campos, tendo inclusive ampliado na época da minha gestão os seus serviços, atendendo também às gestantes de uma forma mais ampla, implantamos o programa conhecido como Cracf, teste do pezinho, teste da orelhinha, clinica do bebê na odontologia, assim como atendimentos nunca tidos lá, como neuro-pediatria, fisioterapia, ortopedia, bucomaxilo, sendo assim sempre referência na região, mesmo com as dificuldades impostas por regimes políticos que não consideravam este trabalho importante para o povo de Campos. Agradeço aos profissionais que enfrentaram e superaram os problemas financeiros ocasionados por falta de repasse e trabalharam voluntariamente para não deixar o povo sem assistência. Espero, sim, que mude muita coisa em relação a Apic, desde que aqueles que devem ter responsabilidade com as políticas públicas implementadas pela Associação, tenham uma posição de respeitos às crianças e aos portadores de deficiências atendidos por ela. Por fim, quero dizer que o meu mandato primará pelo desenvolvimento e justiça social no município de Campos. 

Pé limpo feliz igual a pinto no lixo

 

Não costumo fazer análises empresariais, seja por falta de conhecimento, seja porque prefiro me manter atualizado sobre o assunto a partir da leitura do blog Ponto de Vista (aqui), do Christiano Abreu Barbosa, que tem se consolidado como a mais informativa e consistente mídia sobre a atividade econômica no município de Campos. Todavia, em relação ao segmento do setor dedicado à vida noturna da cidade, creio que mais de duas décadas de boemia trazem algum conhecimento de causa a qualquer cristão, ou mesmo um pagão que não perder de vista o primeiro milagre de Cristo: a transformação de água em vinho.

Para quem, entre uma dose e outra no correr dos anos, já viu passarem Ururau da Lapa, Vermelho, Metrô, Country, Cabana, Cantinho do Poeta, Fruta Pão, Rabisco, Lord Green Pub, Biri’night e até o Barxinho — cuja placa de entrada, honrosa herança paterna, está instalada na minha casa, em Atafona —, só o Piccadilly de Peri, Gugu, Miguel e Cláudio se manteve como certeza, impassível aos modismos desde que iniciou suas atividades, num hoje já distante novembro de 1990. O que não quer dizer que não haja espaço para novidades, sobretudo quando elas se fazem mais na proposta do que no nome.

Desde que abriu suas portas, em 20 de maio do ano passado, o Seu Evaldo vem sendo um sucesso. Mas qual o motivo? A presença sempre constante e atenciosa dos seus proprietários, Carla e Cesinha Tinoco e Stella e Léo Wigand — dois casais de irmãos com intersecção no matrimônio de Carla e Léo —, na liderança direta de uma equipe de trabalho eficiente, poderia ser uma resposta. A ela, logicamente, deveria se somar a bebida honesta e o cardápio saboroso e variado. Todavia, as duas respostas não bastam, posto que outros estabelecimentos gozam dos mesmos predicados e ainda assim não sobreviveram na noite campista, baixada a poeira da inauguração.

Completa por essas caracteríticas, está antes de tudo a novidade da proposta do Seu Evaldo em Campos: um botequim pé limpo. Só quem, por falta de condição ou gosto, não frequenta a vida nortuna do Rio, desconhece que essa é a febre, há muito tempo, dos happy hours e noites cariocas (quando não também das tardes). Se a “novidade” dos botequins pé limpo remonta o século 19 — o tradicionalíssimo Bar Luiz, por exemplo, ainda firme e forte na ativa, foi inaugurado em 1887, sob a regência de Dom Pedro II —, foi só a partir da década passada, primeira deste séc. 21, que a febre carioca ganhou expansão em rede, com os pioneiros (e atualmente decadentes) Sindicato do Chope e Academia da Cachaça, até as franquias mais atuais do Informal, Belmonte, Conversa Fiada e Devassa.

Em Campos, o Seu Evaldo foi o primeiro a apostar nessa proposta, que por toda sua ambientação característica, expressa também no cardápio, não pode ou deve ser confundido com os bares e restaurantes antes existentes por aqui. Ademais, a localização estratégica do único pé limpo campista, na esquina da Salvador Corrêa com Voluntários da Pátria, permite a fuga do esgotamento físico da Pelinca e seu entorno, sem contudo abrir mão do seu público — segredo do sucesso de outros empreendimentos, como, por exemplo, o Shopping Av. 28 e o Habib’s. 

E, aspectos comerciais à parte, se após algumas doses de Germana no Seu Evaldo, o desejo por um pé sujo genuíno se tornar irresistível, ainda dá para ir andando, um pé após o outro, até o melhor da cidade: o Bar do Afrânio, na esquina da Barão de Miracema com Gil de Góes.

Por toda essa conjunção astral (e terrena) positiva, o Seu Evaldo foi não só o primeiro estabelecimento de Campos a receber o certificado da Ambev, no programa “Real Academia de Cerveja” — concedido por especialistas que avaliam durante meses atendimento, temperatura da cerveja, venda e limpeza, entre outros quesitos — como também conquistou o prêmio Rótulo de Bronze, atrás da Casa do Alemão (Ouro) e Boteco da Garrafa (Prata). Significa dizer que o primeiro pé limpo de Campos é hoje o terceiro do estado do Rio.

Com o endosso do blog — da minha parte, pois meu parceiro, o chargista Zé Renato, é pastor evangélico — e os parabéns devidos a Carla, Léo, Cesinha, Stella e toda a equipe do Seu Evaldo, aproveitemos o ensejo da quinta-feira numa certeza: Vamos tomar um chope para comemorar!!!…

Flagrante da câmera na Câmara: riso ou susto?

Será de espanto ou riso a expressão no rosto de Ilsan ao se virar da conversa com Odisséia e dar de cara com Magal? (foto de Rodrigo Silveira)
Será de espanto ou riso a expressão no rosto de Ilsan ao se virar da conversa com Odisséia e dar de cara com Magal? (foto de Rodrigo Silveira)

 

Se o cumprimento recebido ontem, do líder governista Jorge Magal (PMDB), após seu discurso de estréia como vereadora, evidenciou que a situação já se acostuma com a presença de Ilsan (PDT) na Câmara (aqui), a expressão de susto (ou riso???) em sua face, durante a sessão de hoje, ao se virar da conversa com Odisséia Carvalho (PT) e dar de cara com o mesmo Magal, talvez seja um indicativo de que a ex-primeira-dama precise de algum tempo para se acostumar com alguns dos novos colegas…

Ilsan — Flagrante da câmera na Câmara

Líder da bancada governista, Magal cumprimentou Ilsan, logo após seu discurso de estréia, com críticas à administração Rosinha (foto de Antonio Cruz)
Líder da bancada governista, Magal cumprimentou Ilsan, logo após seu discurso de estréia, com críticas à administração Rosinha (foto de Antonio Cruz)

 

Após sua primeira posse no mandato para o qual foi eleita (aqui), na última sexta, dia 9, pelo vice-presidente Rogério Matoso (PPS), e uma segunda, ontem, pelo presidente Nelson Nahim (PR), o flagrante do repórter-fotográfico Antonio Cruz, na sessão de hoje de manhã, evidencia que até a situação liderada por Jorge Magal (PMDB) já está tratando de se acostumar com a presença de Ilsan na Câmara…

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