“Coragem” seletiva

Como não está mais no PT, Makhoul Moussallem foi o único que voltou a ser atacado pessoal e anonimamente pelo grupelho petista que ainda sonha em conquistar dentro do partido e fora dele aquilo que nunca consegue no voto (foto de Silésio Corrêa)
Como não está mais no PT, Makhoul Moussallem foi o único que voltou a ser atacado pessoal e anonimamente pelo grupelho petista que ainda sonha em conquistar dentro do partido e fora dele aquilo que nunca consegue no voto (foto de Silésio Corrêa)

 

Ao que tudo indica, a reação contundente dos petistas Odisséia Carvalho, Hugo Diniz e Hélio Anomal, aos ataques pessoais e anônimos que sofreram sistematicamente por parte de um grupelho do seu próprio partido, deixou morrendo de medo esses outrora corajosos pseudo-algozes. Primeiro na Folha e depois neste blog, a partir do eco das respostas assertivas dos três petistas, mais o ex Makhoul Moussallem, apenas este voltou a sofrer tentativa pública de ridicularização.

Escudada na habitual covardia do anonimato, o ex-candidato petista à Prefeitura de Campos — alvo dos recalques da eterna pré-candidatura de um certo professor — foi chamado, dessa vez, de “dr jekhyl makhoul & mr hide moussalem”.

Como não está mais no PT, Makhoul foi feito novamente de alvo. Os outros três, que continuam lá — mas sobretudo Odisséia, por ser esposa do presidente eleito do partido em Campos, Eduardo Peixoto —, devem ser poupados da tática de guerrilha psicológica e virtual, pelo menos enquanto durarem as pretensões ilusórias dessa turma de conseguir, no processo de acomodação pós-eleitoral do PT, aquilo que são incapazes de conquistar no voto.

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