Em fatos, fotos e horários, a verdade deturpada com fidelidade canina, goela caprina e moral humana

Enquanto o palco (no detalhe) já estava apinhado de gente, a praça São Salvador só estava cheia até a metade (foto de Eduardo Prudêncio)
Enquanto o palco (no detalhe) já estava apinhado de gente, a praça São Salvador só estava cheia até a metade (foto de Eduardo Prudêncio)

Se é verdade que uma imagem vale mais do que mil palavras, a que foi capturada no fim de tarde da última sexta, pelo repórter fotográfico Eduardo Prudêncio, no Ato de Defesa dos Royalties transformado em ato de ataques políticos, revela na simples ampliação feita acima que, no momento em que o palco já estava completamente cheio, a praça São Salvador só tinha gente até sua metade, com um claro vazio humano entre a estátua do pracinha e a Catedral. Se não foi até agora mostrada nenhuma foto com este trecho preenchido de público, é pelo motivo mais óbvio do mundo: ela não existe, porque tal fato simplesmente não aconteceu, nem antes, nem depois. Em relação aos horários, basta pegar a capa da Folha, em sua edição impressa do último sábado, poder enxergar e saber ler, para constatar que a foto do clarão de gente na praça foi feita às 17h53, assim como outra, feita de cima do palco, evidencia que nele já estavam a prefeita Rosinha (PR), o deputado federal Anthony Matheus, o Garotinho (PR), e toda sua entourage, desde às 17h46, sete minutos antes.

Capa da Folha de sábado, com os fatos, as fotos e os horários do ato de sexta
Capa da Folha de sábado, com os fatos, as fotos e os horários do ato de sexta

Até pela clareza dos fatos, fotos e horários, divulgados na capa da Folha desde o final da madrugada de sábado (acima), este blogueiro não pretendia retornar ao assunto. Mas como o Edu Prudêncio ontem o fez, usando as redes sociais, e como tenho por princípio pessoal e profissional jamais deixar sozinho um companheiro de trabalho, sobretudo quando este está inequivocamente certo, reproduzo abaixo o que ele postou no facebook, apenas suprimindo os dois nomes citados, para se evitar a projeção de luz sobre quem não a possui, por subsistentes à sombra do poder. Certo como a população campista majoritariamente ausente do evento, de que a verdadeira batalha final sobre os royalties ora se desenvolve no Supremo Tribunal Federal (STF), no Planalto Central, ao largo da politicagem canhestra que infelizmente ainda dá o ar da graça nesta Planície Goitacá, ecoada por essas personagens medíocres, de fidelidade canina, goela caprina e moral humana, segue o que escreveu ontem o repórter-fotográfico da Folha…

Eduardo Prudêncio
Eduardo Prudêncio

Não consigo acreditar que esses asseclas que seguem a prefeita não admitam certas coisas. Acho que seria melhor admitir que a população não aderiu em massa ao ato que eles organizaram e que foi partidário, pois a todo momento citaram partidos e políticos que estariam comprometidos e quem seria mais capacitado para debater com a presidenta o assunto petróleo.

Hoje ao chegar no trabalho fui tomar conhecimento de que esses asseclas estavam falando que a foto feita ontem durante o ato na praça não é real.

Ao renomado e respeitado jornalista (fulano de tal) e ao “excelente” fotógrafo e blogueiro (beltrano de tal), que em suas páginas pessoais publicaram notas dizendo que fiz a foto antes de o ato começar. Não sei se o segundo citado se lembra, mas estava em cima do trio com o mesmo até a frente da igreja Boa Morte. Ou seja, não tinha como eu estar no trio e na Catedral ao mesmo tempo. O poder da onipresença só um tem. Saí do trio, credenciei no palco, fiz a foto do palco e me impressionei com a quantidade de gente. Atravessei a praça, mas quando cheguei antes da metade à mesma já estava vazia. Fui e fiz a outra foto. A prefeita já estava no palco, seu marido (que acumula as funções de deputado e “prefeito” de fato), sua família… Ou seja o ato já tinha começado e quem tinha que chegar já tinha chegado. Daí em diante a praça não encheu mais e sim esvaziou cada vez mais.

Lamento muito a praça não ficar cheia. Pois defendo o movimento, mas maneira como eles conduzem e mentem desvairadamente muito me entristece e envergonha de termos pessoas incapazes de ver que o desgoverno reina em nossa cidade.

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Este post tem 25 comentários

  1. Laila

    Pois é…fazer o que na praça? Ouvir e ver essas caras de pau, que roubam o dinheiro dos royalties dizer mentiras e mais o quê? A decisão já está nas mãos do ministros do STF…bem feito que não foi ninguém, mas o ditadorzinho, claro, diz que bombou e outras bobagens mais…sei lá, mas acho que os ventos começam a mudar na planície, felizmente!

  2. waithe

    Confesso que não entendi muito bem qual a intenção do titular do blog em dizer que não teve um número expressivo de pessoas no ato público! Gente, se teve 15, 30, 20 mil, não importa. O que vale é a intenção e conscientização dos que lá estavam, lutando por um direito de nosso município e estado. infelizmente me parece que o fato do movimento estar sendo liderado pelo casal Garotinho, alguns órgãos de comunicação, inclusive este, torcem contra, mesmo que tambem venham ser prejudicados com a perda dos royalties.
    Senhores; ponham a cabeça no lugar e esqueçam as diferenças políticas. Claro que essa é uma luta política, mas não política partidária. vamos deixar de olhar um pouco pro próprio umbigo, e, pensarmos no bem de todo o município.

  3. waithe

    Observando bem as fotos expostas, percebo que a foto que está muito mais populosa, as luzes dos postes já estão acesas. Já a foto que mostra a praça ainda com muito espaço; o céu mais claro, e as luzes ainda apagadas. Possivelmente foi tirada quando aquele “mar” de gente ao longo da AV. Alberto Torres, ainda se encaminhava para a praça, ou seja, nitidamente a intenção é de dizer que o povo não foi pra rua, que a praça não encheu, que o povo não atendeu ao chamamento do casal Garotinho. Pura mentira! Eu estava lá, e posso afirmar que onde eu estava próximo do monumento do “Soldado Desconhecido”, havia lá pra trás centenas de pessoas participando do ato, sem falar nas pessoas que naquele horário já transitavam por ali saindo dos seus serviços.
    Só estou dando este testemunho pessoal, porque fico triste, até revoltado quando vejo tanta gente dizer que o Garotinho não gosta de seu município(o que não é verdade),Voces, principalmente da Folha agindo da forma que estão, dão alguma demonstração de amor à campos? Perguntem e respondam à voces mesmos…

  4. edMIL

    ALOISIO , VOÇES PERDERAM A VERGONHA E O CENSO DO RIDÍCULO!!!

  5. Danielle

    Interessante ressaltar não são os números e sim a estatística. Farei uma simples conta. Temos uma população de aproximadamente 500 mil habitantes. Se adotarmos o que diz o deputado- prefeito foram à praça “30mil” pessoas em porcentagem reais 6% da população campista e levando em consideração que desses “30mil” 99,9% foram OBRIGADOS. Se adotarmos o que diz a policia militar foram à praça aproximadamente 15mil pessoas, teremos em porcentagem 3% da população (99,9% OBRIGADOS), ou seja, a população Campista sabe muito bem o que significa os Royalties e onde esse dinheiro está sendo empregado. Parabéns população Campista, demorou mais acordou.

  6. Ruy

    Goebbels não dizia que se contando uma mentira mil vezes ela se torna verdade? Pois é, o pequeno menino segue essa máxima.É muito bom vê-lo desmascarado de novo.E estranho que muitos se comportam como fosse completamente inevitável a perda dos royalties. Tenho que lembrar que contratos podem ser modificados e rompidos. Em especial por quem os criou, no caso o poder legislativo criou uma lei que o institui e agora a emendou. Será que não é possível cortar os royalties?

  7. Savio

    Particularmente, gosto de analisar as reações, especialmente a dos desesperados seguidores ou defensores da Dinastia dos Inhos e seus auxiliares (leia-se, vereadores eleitos com a força da Dinastia, seus secretários e outros nomeados).

    De certa forma, estes bajuladores representam a grande massa popular que mantém esta gente no Poder. Também é evidente, que havendo a derrota dos royalties, isto forçará a uma inevitável mudança política.

    Primeiro, porque uma vez morta a “galinha dos ovos de ouro negro”, muitos destes políticos não se sentirão estimulados a um novo pleito, segundo, porque o povo vai ter que aprender “na marra” que precisa de gente mais comprometida com a causa pública.

    Por necessidade, o povo pressentirá que para sobreviver, terá que por no Poder pessoas que realmente sejam responsáveis com cada setor importante, como Saúde, Educação e Infraestrutura. Vai demorar um pouco pra “cair a ficha”, mas, pela dor, todos nós aprendemos! Basta ver o nível de insatisfação dito pelo próprio povo!

    O curioso, é que com o terrorismo, que estão fazendo, há um ‘despertar’ da população, mesmo a mais humilde! Eu tenho ouvido coisas como, “vão tirar e piorar mais o que, se está tudo uma m#rda?”; ou, “se não tivessem roubado tanto, ainda tinha pra gastar com a Saúde”, e por aí vai.

    Numa simples observação, os “arautos do apocalipse”, estão dando um belo de um tiro no próprio pé! Muitas pessoas humildes pensam que “royalties” é algum “produto”, um “objeto” ou coisa assim, e os que possuem alguma noção, já depreendem que sendo tanta grana, algo de muito errado esteve acontecendo.

    Fico até com pena dos bajuladores e ferrenhos defensores da Dinastia dos Inhos. Eles já sabem que estão perdidos, tanto quanto aqueles que defendem. A diferença é que eles vão continuar pobres e os membros e auxiliares da Dinastia vão continuar comendo caviar e andando de carro do ano e de luxo!

  8. JOSE GERALDO

    EU ESTAVA LÁ COM A BANDEIRA DO MEU PARTIDO PRP, APOIANDO O ATO POLÍTICO, MAS CONDICIONADO À TRANSPARÊNCIA NA APLICAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO. POSSO AFIRMAR QUE NÃO TINHAMOS MAIS DE 6.000 PESSOAS LÁ. TEM RAZÃO O REPORTE E O FOTÓGRAFO: A PRAÇA FICOU CHEIA APENAS DO PALANQUE ATÉ O MONUMENTO. E SÓ A PRAÇA. AS RUAS LATERAIS NORMAIS, E, COMO EU JÁ HAVIA DITO, COM PESSOAS CURIOSAS QUE DEIXAVAM O TRABALH NAQUELA HORA, E SÓ.
    JOSEGERALDO.

  9. maria

    Contra fatos não. há. argumentos…

  10. LUCIANO

    Bela discussão, acredito no repórter, lá não estive como não vi razão alguma para lá estar, o grande lance é que ao chegar as eleições o Povo vota neles, nosso objetivo é a transparência do erário municipal, vamos fechar a Prefeitura, Câmara de Vereadores até que nos dêem respostas, vamos fazer com os Políticos o que Eles fazem para manter o Royalties.

  11. ivando

    Estava no evento e posso afirmar que não tinha mais do que 3 mil pessoas. E o que é pior: a maioria era de pessoas uniformizadas com vestes de funcionários da prefeitura, que certamente foram ao evento por medo de não receber seus salários. Tinha também faixa de terceirizados da prefeitura e claro, o pessoal que de uma forma ou de outra se beneficia do dinheiro dos royalties. O pessoal da sociedade civil, que não tem interesse direto nos royalties era uma minoria. No palanque foi dito que tinha 30 mil pessoas. Multiplicaram por 10 o número real. A pergunta é: com todo esse dinheiro dos royalties a cidade continua esburacada e mal iluminada. A iluminação da Av. 28 DE MARÇO é uma vergonha.

  12. Pois é, Waithe, mas você tem um problema. O que significa gostar para você? Porque para mim, o Garotinho gosta é do leite e mel que corria na cidade, não das pessoas, não da envergadura e da pujança histórica da cidade.Quando gostamos e amamos, é claro que a gente cuida e não de qualquer jeito-leia-se maltratando.Quanto ao número de pessoas no evanto, é claro que importa. Se você organiza algo e não obtêm o esperado, é sucesso?Não é, não.

  13. Aluysio

    Caro Whaite,

    Dizer a verdade só pode ser considerado torcer contra, quando se vive sob um regime ditatorial. Penso que este, pelo menos ainda, não é o caso. Ademais, com todo o respeito, vc mente quando diz que atrás da estátua do pracinha havia centenas de pessoas. Tanto que não existe NENHUMA foto, feita por NINGUÉM, que retrate isso, mesmo com dezenas de fotógrafos presentes.

    Grato pela colaboração!

    Aluysio

  14. Aluysio

    Caro Edmil,

    Mantido meu Senso de ridículo, espero nunca perder o Censo dele. De qualquer maneira, como se trata de apenas um, o recenseamento seria tão fácil quanto o seu, no qual a inexistência torna a conta simples.

    Grato pela colaboração!

    Aluysio

  15. edMIL

    Censo ou senso do ridículo, o que importa é que voçe entendeu que está ficando RIDÍCULO ADULTERAR MATÉRIAS E ATÉ DOCUMENTO PÚBLICO PARA TENTAR FICAR BEM COM OS SEUS LEITORES.

  16. Aluysio

    Caro Edmil,

    Entre censo ou senso importa, e muito, naquilo que se pretende dizer. De qualquer maneira, cumpre ressaltar que o caráter democrático do blog tem seus limites na divulgação de acusações levianas e sem provas, necessárias a quem acusa em qualquer estado democrático de direito. Não por outro motivo, sempre que assim proceder, como comadre maledicente de esquina, prisioneira histérica da impossibilidade de provar o que não houve, seus comentários passarão a ficar retidos na moderação. Se quiser novamente a atenção deste mesmo blog que acusa com as mentiras mais deslavadas, melhore seus argumentos e também seu português. Você, sem cê-cedilha, por favor, Edmil, faz lembrar o verso de um grande poeta da nossa música, que conhecia muito bem a língua de Luís de Camões: “Fala demais por não ter nada a dizer!”

    Grato pela chance de expor sua cantilena ao ridículo!

    Aluysio

  17. edMIL

    “TORNEI-ME SEU INIMIGO POR LHE FALAR A VERDADE”? É MELHOR FALTAR COM O CE-CÊDILHA DO QUE COM A VERDADE. FAÇA MELHOR USO DO SEU BLOG.

  18. Aluysio

    Edmil,

    Não, vc não fala a verdade. Vc mente, acusa levianamente e, até pela incapacidade lógica de provar o que não houve, não se sustenta com uma mísera evidência além da sua simples afirmação, que por si só, tem o mesmo valor de quem afirma ser a parede branca cor de abóbora. Não, vc não se tornou meu inimigo, é apenas alguém que foi avisado de que não mais terá publicidade neste blog, ao qual acusa, mas pelo qual parece alimentar certa obsessão, para fazer nenhuma outra acusação sem provas. Por fim, sim, é melhor errar com o cê-cedilha do que com a verdade. O pior mesmo é quando, como no seu caso, se erra com ambos.

    Grato pela colaboração!

    Aluysio

  19. edMIL

    VOÇE PODE ATÉ SER EXPERT EM PORTUGUÊS ,MAS DEMONSTRA SER UM NEÓFITO QUANTO À VERDADE. NO MAIS NÃO ESTOU ATRÁS DE PUBLICIDADE EM BLOG QUE FALTA COM A VERDADE.

  20. waithe

    Aluysio,
    agora digo eu que voce mente quando diz não ter centenas de pessoas depois do monumento. Não sou louco nem cego(muito menos mentiroso). E, quando digo que tinha centenas de pessoas lá pra trás, é porque estava próximo ao monumento, e era por volta de seis e meia(horas).
    Outra coisa: Não diga que as fotos foram tiradas no mesmo instante, porque nitidamente numa foto as luzes dos postes estão acesas, na outra as luzes completamente apagadas(falei isso no comentário acima).
    Tem algo que me intriga: Qual a real intenção deste jornal? Será que voces estão realmente preocupados com o povo campista?
    Sinceramente a impressão que me dá, é que não estão nem aí para o povo. Se perder os Royalties; dane-se Campos, desde que atendamos outros interesses, e, Prejudiquemos o Garotinho. O resto(o povo)? Ah… Isso é apenas um detalhe…
    Pra finalizar, Se depender deste jornal para defender esta cidade e o estado em geral, da covardia feita no congresso, nem precisa dos algozes deputados…

  21. Aluysio

    Edmil, Edmil,

    Se não está atrás de publicidade neste blog, porque impõe sua presença com tanta obsessão por aqui? Em todo caso, parece que pelo menos acolheu o conselho de melhorar o português. “Neófito”, hein?!?!?! Quem diria… rs

    Abç e grato pela chance de diversão!

    Aluysio

  22. Aluysio

    Caro Waithe,

    Vc pode dizer o que quiser, mas o que nunca poderá dizer é como, se existiam mesmo “centenas” de pessoas entre o monumento do pracinha e a Catedral, em algum momento do evento de sexta, como nenhum dos dezenas de fotógrafos presentes não foi capaz de fazer um mísero registro daquilo que só vc diz que existiu? Ademais, as únicas fotos do ato, feitas pelo Edu Prudêncio, publicadas neste neste blog ou na capa da Folha, são diurnas, assim como foi a esmagadora maioria das fotos de outros autores, publicadas, por exemplo, no blog do deputado Anthony Matheus, o Garotinho (PR). Não por outro motivo, em relação à aludida foto com luzes acesas que vc insiste ter sido publicada neste blog, creio se tratar de caso análogo às centenas de pessoas que vc diz ter visto atrás da estátua do soldado: só existiram em sua fértil imaginação.

    Quanto aos seus questionamentos em relação à real intenção da Folha, poupe-se ao ridículo de, por um fanatismo irracional qualquer, pretender colocar em dúvida os 35 anos de serviços prestados por esse jornal à sua comunidade. Sobretudo em relação à luta pelos royalties do petróleo, na qual meu pai, Aluysio Cardoso Barbosa, como jornalista, correspondente do Jornal do Brasil (onde foi o primeiro a noticiar a descoberta de petróleo na Bacia de Campos, em “furo” nacional e internacional de reportagem) e diretor da Folha, foi figura de proa do movimento, ao lado de outras, como Ricardo Maranhão, ex-executivo da Petrobras, ex-deputado federal e ex-vereador carioca; Evaldo Inojosa, industrial e então presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool; e o ex-senador Nelson Carneiro.

    Saiba, pois, sobre o que está falando antes de, talvez até por ignorância, regurgitar estultices. O que se cobra, e se exige, é a transparência na aplicação dos recursos do petróleo, caso se confirme no plenário do Supremo a decisão liminar de ontem, da ministra Carmem Lúcia. Para este blog, para a Folha e, penso, para o povo de Campos, que majoritariamente optou por ignorar um inócuo ato em defesa dos royalties ser transformado em ato de ataques políticos, vc pode apostar o DAS de um ano inteiro que a fiscalização devida da aplicação dos royalties nunca mais será encarada como “apenas um detalhe”.

    Abç e grato pela chance do esclarecimento!

    Aluysio

  23. edMIL

    FALE A VERDADE ,TRABALHE COM A VERDADE A SEU LADO RAPAZ! E MELHOR DO QUE TENTAR SE EXPLICAR O TEMPO TODO.

  24. Aluysio

    Edmil, Edmil,

    Em primeiro lugar, obrigado pelo “rapaz”. Afinal, perto dos 41 anos, não é todo dia que alguém me chama assim… rs
    Mas, falando sério, não se superestime. Minhas explicações, quando as acho devidas, são menos para evidenciar a verdade a vc, que me parece impermeável a ela, do que aos demais leitores.

    Abç e grato pela chance de criterizar para quem escrevo!

    Aluysio

  25. Aluysio

    Caro(a?) “ombudsmancampista”, comentarista das 9h18 de 18/03/13, IP: 177.216.178.81,

    Por motivos de ordem ética e legal, nenhum dos blogs hospedados na Folha Online pode publicar comentários anônimos. Se quiser repetir o seu, bem como fazer qualquer outro, sobre este ou qualquer outro post, tendo pretensão de publicação, necessário usar seu nome verdadeiro. Liberdade, pelo menos nos blogs da Folha, tem que rimar com responsabilidade.

    Abç e grato pela colaboração!

    Aluysio

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