Opiniões

Artur Gomes joga pedra na cruz em defesa da arte na cultura pública de Campos

“Jesus Cristo não salva ninguém. O que nos salva é a arte”. Sem medo da polêmica, nestes dias de reafirmação de fé nacional com a visita do Papa Francisco, foi isso que o poeta, ator e professor do Instituto Federal Fluminense (IFF) Artur Gomes disse sobre a orientação evangélica, e de favorecimento pessoal, que enxerga em promiscuidade com as políticas públicas da cultura no município de Campos. O respeito artístico que diz ter pelos superintendentes da Cultura e do Trianon, respectivamente Orávio de Campos Soares e João Vicente Alvarenga, desaparece por completo, como uma das aparições que diz estarem baixando do céu para protestar, quando se trata de quem, de fato, hoje manda na cultura de “Campos ex-dos Goytacazes”: “Patricia Cordeiro, além de mulher de Lucas ‘Cebola’, da banda A Massa, quem é?”

Folha Dois – Nas redes sociais, você tem sido bastante incisivo nas críticas à política cultural do município. Em sua visão, o que está errado, o que deveria ser mudado e como mudar?

Artur Gomes – Na minha visão, o erro é desprezar totalmente a boa produção cultural da cidade e gastar milhões com arte de qualidade duvidosa, além de só prestigiar segmentos artísticos que tenham afinidade com o gosto pessoal da presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. Como ficou esclarecido recentemente, é ela que coordena todas as ações dos órgãos culturais do Município.

Folha – Você criticou (aqui) o fundamentalismo religioso que teria sido alegado como motivo ao cancelamento da peça “Bonitinha, mas Ordinária”, no Trianon. O ativista católico Leniéverson Azeredo ressalvou (aqui) que a defesa de Nelson Rodrigues não poderia se tornar um debate anticristão. Onde fica o limite entre uma coisa e outra?

Artur – Eu sou completamente anticensura, mas sou  também extremamente crítico a shows de música religiosa, seja ela de que segmento for, pago com dinheiro público, porque na minha visão isso não é arte. Segundo, censurar Nelson Rodrigues é um crime contra a dramaturgia nacional. Nelson é o maior dramaturgo que este país já teve. Depois, o esclarecimento prestado por João Vicente, na Band FM, não convence nem a Deus, nem ao Diabo. E olha que gosto do João, o respeito profundamente pelo grande ator que é. Terceiro, estamos no século 21. Qualquer tipo de censura, seja por qual motivo for, não cabe mais nem aqui, nem no Além. E é por isso que todas as semanas têm baixado no terreirão da Mocidade Independente de Padre Olivácio, vindos lá de cima, Lalá Peixoto, Osório Peixoto e o patrono Oswaldo Lima, me dizendo que essa situação em Campos ex-dos Goytacazes não pode continuar. Porque não é só a censura a “Bonitinha, mas ordinária”, que é estranha, mas também a censura o ano inteiro às bandas de rock da cidade. Por que durante este período só se contrata A Massa, shows de música evangélica, pagode, sertanejo e axé? O que se tem contra o rock, então? Censura!

Folha – Em outro texto, você evocou (aqui) o fantasma do poeta campista Osório Peixoto, dizendo que ele teria vergonha do uso do seu nome no Cepop, bem como da política cultural do município. Psicografias à parte, em que se baseia de fato para afirmar isso?

Artur – Primeiro, Osório foi um homem extremamente popular, mas nunca gostou de carnaval, nem nun-ca teve participação nele. Segundo, o Cepop é um elefante branco, que leva praticamente o ano inteiro servindo de espaço para feira de automóveis. Será que ele foi construído com essa finalidade? Conheci Osório Peixoto muito bem. Não foi à toa que o escolhi para prefaciar o meu livro “O boi pintadinho”, que lancei em 1980. Tenho certeza que se vivo fosse, não se sentiria confor-tável com a homenagem. E por fim, os órgãos municipais de cultura não têm projetos de políticas culturais públicas, visto à desorganização que foi a Conferência Municipal de Cultura. Já que tocastes em psicografia, a Mocidade Independente de Padre Olivácio, criada por mim e meu espião Federico Baudelaire, em 1990, em Ouro Preto, é uma escola de samba oculta no inconsciente coletivo. Aprendi o dom da psicografia lendo Alan Kardec, Chico Xavier, e um pouco mais e muito mais com Fernando Pessoa

Folha – E a proposta (aqui) de encenar a peça “O pagador de promessas”, de Dias Gomes, nos jardins do Trianon, como protesto? Vai ficar só no oba-oba do virtual ou se tornará realidade? A escolha tem alguma relação ao fato de que o superintendente (ex-secretário) de Cultura Orávio de Campos montou a peça na cidade?

Artur – Pois é, a proposta está lançada, não apenas para o plano virtual; é para sair do facebook, ir pra rua mesmo, o que aliás está faltando também na turma que produz teatro, música e poesia em Campo ex-dos Goytaczes. Enquanto ficarmos esperando pelo poder público para produzirmos arte, não vamos produzir nada, pois  é isso que o poder quer, que fiquemos reféns da sua verba, que ele distribui como quer e a quem interessa. Arte pelo que sabemos a eles não interessa. Tenho um respeito por Orávio muito grande, ele sabe disso.  Foi um dos primeiros diretores de teatro em Campos a me levar para o palco. Em 1976, me dirigiu em “Fando e Lis”, de Fernando Arrabal; e em 1977 me dirigiu em “Avatar”, de Paulo Afonso Grisoli, ambas montagens realizadas pelo Sesc. E pouca gente hoje sabe: Orávio dirigiu “O pagador de promessas”, no final da década de 70, no Sesc também. Às vezes penso que isso é tudo ironia do destino.

Folha – Qual avaliação que faz do trabalho de Orávio no governo Rosinha, antes e depois da reforma administrativa que deu plenos poderes administrativos na cultura de Campos à presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patricia Cordeiro? Vê correlação entre uma coisa e outra?

Artur – Claro que sim, Orávio é um homem de cultura, o homem de teatro, tem uma história nesse sentido pra contar, e bela. Volto a “ O pagador de promessas” dirigido por ele, uma das montagens teatrais mais alucinantes que vi ser produzida aqui. Quanto a Patricia Cordeiro, presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, quem é? A única coisa que sei é que ela é mulher de Lucas “Cebola”, da banda A Massa. Qual o comprometimento dela com a cultura em Campos? O que ela fez até aqui para chegar à presidência da Fundação com esse pleno poder? Se alguém souber me responder, ficaria satisfeito.

Folha – Na montagem anunciada de “O pagador de promessas”, você a projetou em meio a elementos das religiões afro-brasileiras. Há quem identifique o cerco a esse tipo de manifestação, capitaneado por Patricia, desde quando ela ainda atuava na Fundação Zumbi, depois transformada em superintendência. Busca esse contraste?

Artur – Eu sou afro na carne e no sangue, jamais neguei as minhas raízes e jamais negarei. Sou também índio, português e brasileiro. Não há nenhum contraste nisso. O Estado é laico e qualquer pode público deveria respeitar isso no Brasil. Recentemente, assisti a uma declaração do deputado Jean Wyllys (Psol) criticando os seus colegas evangélicos que vão a Brasília para promover na Câmara o culto de suas igrejas, o que é uma afronta à Constituição. A minha proposta para a encenação de “O pagador de promessas” não tem vínculos com o poder público, por isso Patricia Cordeiro pode ficar descansada, que ela não vai ter como censurar, porque eu quero na encenação muitos tambores africanos, muita dança pra Ogum e Iansã, Pedro Fagundes carregando a cruz, Adriana Medeiros carregando o burro, Alexandre Ferram cantando a Rosa, mulher do Zé do Burro, uma banda de rock ao fundo conduzindo a energia, alguns poetas bradando muita poesia erótica, tudo sob direção de Deneval Azevedo, para relembrarmos sua magnífica atuação em “Judas, o resto da cruz”, em 1975.

Folha – A estilista Lívia Amorim denunciou (aqui) uma série de arbitrariedades que teriam sido cometidas para manipular a eleição dos delegados, na Conferência Municipal de Cultura, no último dia 20. Consultados através das suas assessorias, pela reportagem da Folha, Orávio e Patricia se abstiveram de responder. Ficará o dito pelo não dito?

Artur – Eu já sugeri que fosse enviado ao Minc (ministério da Cultura)  e à secretaria estadual de Cultura o resultado da Conferência. Acompanho de perto o que está acontecendo em Santo André (SP), porque lá morei entre 1993 e 1997, e mantenho uma relação estreita com a cidade, com alguns dos seus produtores culturais. Lá o Minc incentivou o movimento de cultura viva da cidade a realizar uma conferência independente da oficial, que foi realizada no dia 9 de junho último, na Uni-versidade Federal do ABC. O que acontece é que lá existe um movimento vivo, independente, apesar da cidade ser cinco vezes menor que Campos, não só em número de habitantes, mas principalmente em recursos financeiros.

Folha – Por sua vez, você questionou as contratações municipais da banda A Massa, que tem como percursionista o Lucas “Cebola”, marido da Patricia. Pretende fazer algo em relação a isso?

Artur – É preciso, não sabemos ainda que caminhos buscar, mas estamos consultando pessoas cientes do assunto, para ver que medidas tomar. Porque essa é mais uma das relações muitos estranhas na Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. Por que na reunião que Patrícia Cordeiro teve com os artistas (no Trianon, dia 17) se fechou um acordo para não se tocar no nome de A Massa?

Folha – Também poeta e professor, Adriano Moura escreveu (aqui): “O que há em Campos é mais que perseguição a Nelson Rodrigues (…) É estupidez mesmo; é gente burra, despreparada, insensível, cafona, ignorante que, por ser ‘amiguinho’ de A ou B, é indicada para administrar setores aos quais desconhece”. Concorda? Por quê?

Artur – Eu não diria burra, não. Eu diria até que eles são muito inteligentes, agem sabendo que o povo é ingênuo, ignorante, analfabeto politicamente, o que é pior que ser analfabeto escolar. Campos ex-dos Goytacazes virou palco de batalhas espirituais. Que horror é esse para uma cidade que tem o slogan oficial de “Minha cidade, meu amor”? Se fossem burros fomentavam cultura, fomentavam arte, fomentação melhoria na educação. E aí, o que aconteceria? Uma população inteligente que se voltaria contra eles. Jesus não salva ninguém, nem salvará. O que nos salva é a arte.

Folha – Em que estão certos ou errados aqueles que criticam os artistas reunidos no grupo de discussão “Nelson Censurado”, nas redes sociais, afirmando que eles só protestam por estarem fora das benesses e apoios públicos do município?

Artur – Na verdade, acho que o pessoal está muito acomodado, anestesiado. Tenho 40 anos de produção cultural nesta cidade, produção de livros, CDs, performances, eventos, peças teatrais, sem um único centavo do poder público, tudo produzido com recursos próprios e apoio dos amigos que admiram o meu trabalho. Tenho orgulho disso, de ter uma trajetória de resistência cultural dentro de uma cidade na qual a maioria, e principalmente para o poder público, arte e cultura são lixo. Quando estive por três vezes atuando dentro de órgãos públicos municipais, doei meu tempo e minha mente a criar e conduzir projetos que contribuíssem para a fomentação da arte para a população. E aí pergunto: Como anda a Casa de Cultura José Cândido de Carvalho, em Goytacazes, criada em 1987, pelo departamento municipal de Cultura, quando teve à frente Diva Abreu, tendo como seus assessores Arthur Soffiati, Marluce Guimarães e este que voz fala? Onde foi parar Encontro Nacional de Poesia em Voz Alta, criado por João Vicente Alvarenga, na Fundação Cultural Oswaldo Lima, em 1989, na gestão Cristina Lima, e que acabou ficando sob a minha coordenação, até 1990 por conta da saída de João para a direção da Casa de Cultura Vila Maria? O que virou a Casa de Cultura do Farol, criada em 1989? Virou creche logo depois. A quantas anda o FestCampos de Poesia Falada, que criei em 1999, na Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, e coordenei até 2004?

Folha – Num dos seus textos, você lembrou (aqui) de como, com outros artistas, promoveu cultura no Farol, com todos se alimentando apenas com batatas e sardinha da merenda escolar, no verão de 1989, primeiro de Anthony Matheus no comando do município. O que mudou de lá para cá?

Artur – O que mudou é que, até 1989, tínhamos uma turma de malucos que na marra, na garra, fazíamos o que fizemos, no grito e na coragem. E o projeto “Muda Campos”, que elegeu Garotinho, em 1988, era formado por um grupo de pessoas do bem, que tinham essa mesma garra. Não posso deixar de citar dr. Adilson Sarmet, que foi quem conduziu o “Muda Campos” para romper com o a oligarquia comandada por Zezé Barbosa. Nos dois primeiros anos do governo, Garotinho foi totalmente coerente com a proposta do “Muda Campos”. Mas, a partir daí, os rumos passaram a ser pautados  por outros objetivos. E aí começaram as rupturas. Lembro muito bem que saí da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, em 1991, por entender que o que estava sendo proposto para ser executado pela Fundação no projeto do “Verão do Farol” daquele ano, para mim era um despropósito. E é o que se repete até hoje, um desperdício imenso de dinheiro, e durante o ano inteiro a Fundação não realiza um projeto de cultura decente na cidade. Muito pelo contrário, joga na lata do lixo tudo aquilo que não serve à cooptação.

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Este post tem 17 comentários

  1. Jesus Cristo salva sim. Basta crer! A arte também salva. São formas diferentes de salvação. “Cada um, com seu cada um”. Esse é o meu. Não acho justo colocar toda responsabilidade do caos da cultura em Campos, nos ombros da Patrícia Cordeiro, todos que trabalham na cultura pública ou não, tem responsabilidade. Na matéria acima, Artur diz que no governo tem pessoas que sabe muito mais que Patrícia, essas pessoas são mais responsáveis que ela. É muita superveniência a uma Presidenta que segundo Artur não sabe nada de cultura.

  2. Caro Ricardo,

    Repórter não opina em entrevista, nem tem a chance de emendar pergunta nova em resposta do entrevistado, quando ambas são feitas, como foi o caso, por e-mail. Neste comentário, em resposta ao seu, espero não estar sendo antiético com o Artur ao afirmar que concordo contigo: a arte e a religião, não apenas o cristianismo, por estarem ambas ligadas ao Mistério, podem oferecer ao ser humano um caminho de redenção. Também concordo que Patricia não é a única responsável pelo atual estado de coisas na cultura pública do município, que já andava mal das pernas muito antes da recente reforma administrativa de Rosinha, que colocou a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima no controle administrativo absoluto do setor em Campos.

    Abç e grato pela chance do debate!

    Aluysio

  3. Eu poderia usar algumas palavras para descrever a opinião desse cara, mas o blog iria censurar.Nunca ouvi tanta (trecho excluído pela moderação) em uma entrevista, tenho pena desse ser, que Deus abra os seua olhos, e que ele aprenda respeitar a arte cristã, de um segmento de milhões de pessoas, o Brasil acordou, ninguém é obrigado a chamar de arte um monte de (trecho excluído pela moderação), que foi traga por escravos e implantada, vivemos em um país livre.Acorda!!!!

  4. Só Jesus Cristo salva.

  5. Exemplo vivo de verborragia canibal, aquele que a come nada e regurgita tudo, que foi mesmo que o arthur quis dizer?

    *Campos Ex-Goytacazes ,., nunca fomos Campos dos Goytacazes, desagorinha é que jogaram isso em nossos documentos….isso é só um exemplo da misturaida cefaléia dele.
    Sonha até hoje ser Oswald de Andrad…….
    * Quando ele colocou em cenário verdadeiramente nacional a cultura campista?
    *Emboramente cheio como um pastel do mercado, o Arthur tem razáo toda….. aí mora o perigo da nossa taba desmistificada e perdida. O pior de tudo é isso, ele razão toda [email protected]!

  6. Quem é arthur mesmo?

  7. Alguém que possui mais moral e ética que os (GAP)RROTINHOS!!!#Jesus Salva também pela ARTE!

  8. GENTE!!!!!!

    PATRICIA CEBOLA CORDEIRO NAO FAZ A MASSA!

    AGORA É BANDA BALADA .R$ 7.000,00
    AGORA É BANDA LOS GRINGOS . R$ 7.000,00
    AGORAÉ MISTURA BRASILEIRA R$ 7.000,00

    BANDA A MASSA NAO TOCA NA PREFEITURA,ESTA PROIBIDO,AGORA ESSAS 3 FAZEM 1 SHOW POR SEMANA CADA BANDA.É ANTIGA A MASSA!!

  9. Caro Arthur,
    aqui é pão e circo, não há espaço para programas culturais que exijam reflexões e consequentes mudanças. Aqui quem manda na cultura popular é o mau-gosto. A exemplo temos um ditador que se diz professor, de quê? O grande lema cultural daqui é: “aos amigos tudo; aos inimigos as graças da Lei”. E toma Cepop no povão, custeado com nosso dinheiro.

  10. Os puxa SACOS SE MANIFESTANDO.
    (Trecho excluído pela moderação)

  11. Conheço bem ele desde a ETFC, mas pra quem não o conhece, basta olhar para essa figura, (trecho excluído pela moderação). É mais ou menos por aí.

  12. Gente o MP tem q entrar em ação Patrícia faz Oq qr nessa Oswaldo Lima e ninguém denuncia? Lucas Cebola estava “respirando c a ajuda d aparelho” e n tinha dinheiro (trecho excluído pela moderação) agora sua banda toca por um cache d 7000 reais isso é um absurdo. ..E a banda só toca pela Prefeitura casa d show nenhuma contrata!

  13. Cuidado!!!!
    A toda poderosa avisa que vc vai se dar mal. Ela agora só anda com a mulher do presidente da OAB e Lindamara.
    Ela vai acabar com vc.

  14. Ela disse que vc quem deve ter medo (trecho excluído pela moderação) e sua neura é a sede de poder, ganância de dinheiro mas pode tirar o cavalo da chuva que o dinheiro da prefeitura o grupo Folha não verá nunca mais.
    Está super calma e nada que vc posta mexe com ela pois ela tem a proteção dos INHOS.
    Vc tem que engoli-la afinal ela é poder e vc é o quê?
    A Folha acabou há um ano atrás!!!Falou e riu muito!!!!
    Não entendi o motivo do riso mas repetiu várias vezes….. que seu jornal acabou há um ano…….
    Um ano!!!!

  15. o amor é cruel

    me pinte um retrato
    vou lhe mostrar uma fotografia
    o vento vai sussurrar no seu ouvido
    o amor é cruel
    o amor é cruel
    quase sempre assim
    o amor é cruel
    quando chega ao fim

    caco de vidro pés descalços
    agora um aviso uma visão
    com tudo o que sei mas eu divudo
    o amor é o céu
    amor é o céu
    quando chega ao fim

    o amor é cruel

    Luizz Ribeiro

    http://www.youtube.com/watch?v=NE2Xdu_fHmw&feature=youtu.be

  16. Artur fala que a produção cultural no 1º governo de Garotinho era boa. Também no governo de Sergio Mendes não deixou a desejar. É importante ressaltar que nesses períodos, grandes nomes da nossa cultura tiveram participações efetiva na administração da FCJOL. Sob a presidência de Cristina Lima, Kapi, Cisneiro, Felinho e tantos outros tinham prazer em produzir cultura pública. A cidade respirava cultura, haviam os festivais de teatro, música, poesia. Existia também um grande nº de grupos de teatro, nas escolas, faculdades, no SESC, além dos grupos independentes. Todos com um só objetivo. Produzir cultura… Isso acabou. A classe artística está desunida, a ARTA está acéfalo ou cooptada pela gestão pública. É preciso um choque de ordem na cultura local.

  17. O amor é cruel e o poeta é créu!

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