Entre noticiário e opinião: Muito obrigado!

Redação da Folha (foto de Valmir Oliveira)
Redação da Folha (foto de Valmir Oliveira)

 

Um bom jornal só pode chegar a sê-lo no equilíbrio entre noticiário e opinião. O primeiro fica por conta de uma redação e seus jornalistas, cujo ofício ancestral é contar as histórias da tribo. Quanto a opinar sobre os fatos noticiados, num exercício de cidadania que excede os limites do jornalismo, suas origens remontam a invenção da própria democracia, na ágora de Atenas, antes de Cristo andar pela Terra. Perto de celebrar seu nascimento, no final deste ano tão conturbado de Copa do Mundo no Brasil e das eleições presidenciais mais disputadas da história da República, é muito bom olhar para trás e poder constatar que só foi possível chegar até aqui em caminhada coletiva. Aos jornalistas da redação, presentes e no passado, e aos blogueiros hospedados pela Folha, ontem reunidos em confraternização no Seu Evaldo, em meu nome e no do meu pai: muito obrigado! Feliz 2015 para todos nós!

 

Blogueiros da Folha (foto de Valmir Oliveira)
Blogueiros da Folha (foto de Valmir Oliveira)

 

 

“Venda dos royalties” — Recurso de Rosinha é negado no TJ por falta de documentação

O governo municipal de Rosinha Garotinho (PR) poderá ou não efetuar o que a oposição chamou de “venda dos royalties” de Campos? Bem, a julgar pela decisão de hoje do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), da desembargadora Lucia Heleno do Passo, não poderá não. Por falta de documentação no agravo de instrumento impetrado pela Procuradoria municipal, necessária pela lei e para o entendimento do caso, o recurso de Rosinha foi negado antes mesmo de ter seu mérito apreciado.

Confira aqui, no site do TJ-RJ, e na reprodução abaixo:

 

TJ 1

 

 

TJ 2

 

 

TJ 3

 

 

TJ 4

 

TJ 5

 

TJ 6

 

 

 

Atualização às 20h35: A Secom, através do contato feito pelo diligente jornalista Frânio Abreu, enviou ao blog a posição da Prefeitura sobre a decisão desfavorável ao seu recurso no TJ, que segue abaixo:

O Procurador Geral Matheus José esclarece que a decisão proferida na data de hoje não adentrou no mérito do agravo interposto pelo Município de Campos e que o não seguimento do recurso na referida hipótese diverge do entendimento pacificado pelo Superior Tribunal de Justiça  (STJ) “de que a ausência de cópia de certidão de decisão agravada não é óbice ao conhecimento de Agravo de Instrumento quando por outros meios inequívocos for possível aferir a tempestividade do recurso, em atendimento ao princípio da instrumentalidade das formas” (AgRg no Ag 1323396/GO), destacando ainda que a decisão foi proferida no dia 02/12/2014 e que o recurso de agravo de instrumento foi interposto no dia seguinte (03/12/2014), não havendo dúvidas acerca da sua tempestividade. 

 

 

Avaliação do governo Rosinha cai 14 pontos no “ótimo” e outros 14, na confiança

Eu penso que

 

ROSINHA PERDE, EM UM ANO, 14% DOS QUE ACHAVAM O GOVERNO “ÓTIMO”

Por Ricardo André Vasconcelos, em 09-12-2014 – 16h54

 

Um quadro comparativo feito pelo Instituto PRO4 entre a última pesquisa e as duas anteriores, mostra que 19% entrevistados em outubro de 2013 achavam o governo Rosinha “ótimo”, passaram para 9%, em agosto deste ano, e despencaram para 5%, em novembro.

Na outra ponta, eram 8% que tinham o governo como “ruim” e hoje são 17%; enquanto o “regular” praticamente se manteve no mesmo patamar (30 e 29%), assim como o “péssimo” (12 e 10%).

Outro comparativo também revela o desgaste do governo Rosinha, que está prestes a entrar em seu sétimo ano: Em agosto deste ano, 48% confiavam na prefeita e agora são apenas 34% e aumentou o percentual de quem não respondeu (de 10 para 24%) enquanto a faixa dos que confiam permaneceu a mesma (42 e 43%).

Confira o quadro abaixo:

 

PRO4