Opiniões

“Projeto criminoso de poder” do PT é tão comunista quanto quem nunca leu Marx

Marx charge

 

 

Historiador Marco Antonio Villa
Historiador Marco Antonio Villa

O PT e seu projeto de poder

Por Marco Antônio Villa

 

Na política é indispensável, ao enfrentar um adversário, conhecê-lo. O petismo, nos últimos tempos, foi transformado em algo que nunca foi. Ora é bolivariano, ora comunista, ora populista, ora — para os mais exaltados e néscios — bolivariano-comunista-populista. Puras e cristalinas bobagens.

O “bolivarianismo” nunca passou de um amontoado mal articulado de chavões esquerdistas associados à velha retórica caudilhesca latino-americana. Não é possível sequer imaginar Simón Bolívar como um marxista avant la lettre. Basta ler as páginas devastadoras que Karl Marx dedicou ao “libertador da América”: o venezuelano nada mais foi do que um representante das oligarquias que desejavam se libertar do jugo espanhol. E só. Quando Hugo Chávez transformou Bolívar em símbolo anti-imperialista e ideólogo da sua revolução, o fez no momento que a crise do socialismo real tinha chegado ao seu ponto máximo e não havia mais nenhuma condição de ter como referência o velho marxismo-leninismo. Outros movimentos na América Latina já tinham realizado esta imersão na história nacional, mais como fachada, como os montoneros, na Argentina, e os sandinistas, na Nicarágua. A extensão do conceito, vá lá, “bolivarianismo” à Bolívia — um país com maioria de população indígena e com uma história recente fundada, para o bem ou para o mal, na Revolução de 1952 — serve somente ao discurso panfletário. A simples comparação das duas constituições (venezuelana e boliviana) demonstra claramente as distinções.

O PT nunca foi bolivariano. O percurso dos seus líderes (Lula e Chávez) é muito diferente e as histórias de cada país são processos absolutamente distintos. Basta recordar que Chávez chegou ao poder precedido por uma tentativa fracassada de golpe de Estado e com a desmoralização das instituições democráticas, especialmente durante a segunda presidência Carlos Andrés Pérez. Lula venceu as eleições de outubro de 2002 em um país que tinha obtido a estabilização econômica com o Plano Real (1994) e em plena vigência do Estado Democrático de Direito. E nos 12 anos do poder petista não houve um ataque frontal às liberdades de expressão e de imprensa como foi realizado por Chávez — sem que isso signifique que o petismo morra de amores pelos artigos 5º, 7º e 220º da nossa Constituição. Também o choque com frações da elite venezuelana por aqui não ocorreu. No Brasil houve cooptação: os milionários empréstimos do BNDES serviram para soldar a aliança do petismo com o grande capital, e não para combatê-lo.

O petismo impôs seu “projeto criminoso de poder” — gosto sempre de citar esta expressão do ministro Celso de Mello — sem que tivesse necessidade de tomar pela força o Estado. O processo clássico das revoluções socialistas do século XX não ocorreu. O “assalto ao céu” preconizado por Marx —tendo como referência a Comuna de Paris (1871) — foi transmutado numa operação paulatina de controle da máquina estatal no sentido mais amplo, o atrelamento da máquina sindical, dos movimentos sociais, dos artistas, intelectuais, jornalistas, funcionando como uma correia de transmissão do petismo. O domínio dos setores fundamentais do Estado deu ao partido recursos e poder nunca vistos na história brasileira. E a estrutura leninista — só a estrutura, não a ação — possibilitou um grau de eficácia que resistiu aos escândalos do mensalão, às inúmeras acusações de corrupção das gestões Lula-Dilma e, ao menos até o momento, ao petrolão.

Se, no seu início, o PT flertou com o socialismo, logo o partido — e suas lideranças — se adaptaram à dolce vita do capitalismo tupiniquim. Já nos anos 1980, prefeituras petistas estiveram envolvidas em mazelas. Quando Lula chegou ao Palácio do Planalto, o partido só tinha de socialista o vermelho da bandeira e a estrela. A prática governamental foi de defesa e incentivo do capitalismo. Em momento algum se falou em socialização dos meios de produção, em partido único, em transformar o marxismo-leninismo em ideologia de Estado, nada disso. Como falar em marxismo se Lula sequer leu uma página de Marx? Transformar Lula em Lênin é uma piada. Brasília não é Petrogrado. Aqui, o Cruzador Aurora são as burras do Estado.

Considerar o PT um partido comunista revela absoluto desconhecimento político e histórico. É servir comida requentada como se fosse um prato novo, recém-preparado. Não passa de conceder sentido histórico ao rançoso discurso da Guerra Fria. O Muro de Berlim caiu em 1989 mas tem gente em Pindorama que ainda não recebeu a notícia. Ao retirar do baú da História o anticomunismo primário, passam a exigir soluções fora do contexto legal como a intervenção militar travestida com um manto constitucional — outra sandice, basta ler o artigo 142 da Constituição.

O projeto criminoso de poder foi aperfeiçoado no exercício da Presidência da República. Não tem parentesco com o populismo varguista, muito menos com o peronismo ou cardenismo. É um mix original que associa pitadas de caudilhismo, com resquícios da ideologia socialista no discurso — não na prática —, um partido centralizado e a velha desfaçatez tupiniquim no trato da coisa pública, tão brasileira como a caipirinha — que seu líder tanto aprecia.

O desafio dos democratas é combater o petismo utilizando todos os instrumentos legais. Para isso, é necessário conhecer o adversário e abandonar conceituações primárias que não dão conta do objeto. E tendo como prioridade a mobilização da sociedade civil. Sem ela, o país não muda. Pior: teremos a permanência deste governo antidemocrático, antipopular e antinacional por muitos anos.

 

Publicado aqui em oglobo.com

 

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Este post tem 9 comentários

  1. Marco Antônio Villa é PSDB um partido de esquerda fabiana. Agora começam a aparecer pessoas que se identificam com os ideais direitistas, e na cultura se destaca o Prof Olavo e na política o Senador Ronaldo Caiado, que está mostrando ao Aécio como se faz oposição. Então FHC está preocupado com a possibilidade do partido dele perder esta faixa de eleitores, e pode ter escalado o Vila para desinformar ou é ignorância mesmo.

    As pessoas estão percebendo que de direita o PSDB não tem nada! O discurso de Caiado sobre as teses do congresso do PT em que o senador mencionou os conhecimentos do professor Olavo de Carvalho sobre o comunismo bolivariano, as técnicas de ocupação de espaços de Antonio Gramsci, tudo isso passou a incomodar os caciques do PSDB que não querem perder a outra lâmina da tesoura. Ao mesmo tempo que Vila sentiu inveja de Olavo nas manifestações antipetistas as pessoas carregarem livros, vestirem camisetas, portarem cartazes “Olavo tem Razão” e ele Villa sequer ser citado.

    PSDB e PT: Estratégia das Tesouras
    O tio Olavo de Carvalho explica:
    “A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer. A oposição tradicional de direita e esquerda é então substituída pela divisão interna da esquerda, de modo que a completa homogeneização socialista da opinião pública é obtida sem nenhuma ruptura aparente da normalidade. A discussão da esquerda com a própria esquerda, sendo a única que resta, torna-se um simulacro verossímil da competição democrática e é exibida como prova de que tudo está na mais perfeita ordem.”

  2. A Veja deve um direito de resposta ao Prof. Olavo

    O Sr. Marco Antonio Villa, crendo ser o comunismo tão somente um regime que busca estatizar os meios de produção, critica o Prof. Olavo De Carvalho e diz que o PT não é comunista, além de menosprezar sua influência nas manifestações de rua. Eis o pedido do Prof. Olavo de Carvalho:

    Acabo de enviar:
    Ilmo. Sr.
    Diretor de Redação
    VEJA
    [email protected]

    Na edição da Veja TV de 24 de abril de 2015, sem ser citado nominalmente, mas individualizado de maneira clara e inconfundível por indicações de local de residência e história profissional, fui chamado de “fascista” pelo sr. Marco Antonio Villa, com certeza o insulto mais grave e infamante que já sofri na mídia brasileira.
    Sem prejuízo da ação de ressarcimento de danos morais que é cabível no caso, exijo o DIREITO DE RESPOSTA que me é assegurado pela Constituição Federal, Art. 5o. alinea V : “E assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.”
    A resposta deve ser divulgada sob a forma de-entrevista em vídeo, realizada por internet ou diretamente na minha residência, com a duração do programa no qual o insulto foi proferido.

    Olavo de Carvalho

  3. O PT é bolivariano? Ou: Villa confunde vontade com possibilidade
    Rodrigo Constantino – Veja – 05/05/2015 às 11:14

    O PT é bolivariano? Segundo o historiador Marco Antonio Villa, não. Em sua coluna de hoje no GLOBO, Villa chama de “néscios” aqueles que julgam o PT como um misto de comunista, bolivariano e populista. Discordo, e pretendo justificar abaixo minha discordância. Entendo o principal ponto de Villa, mas acho que ele erra no diagnóstico do inimigo.
    Villa resgata o Bolívar histórico para mostrar que não há nada de comunista nele, e usa inclusive a biografia que Marx escreveu do homem para reforçar seu ponto. Ora, eu mesmo já usei tal biografia em um artigo no GLOBO para esfregar a impossibilidade de ser marxista e bolivariano ao mesmo tempo na cara dos bolivarianos, mas isso não muda o seguinte fato: os marxistas bolivarianos são marxistas, e usam Bolívar de forma incorreta para sua causa.
    É, pois, uma mistura estranha entre o nacionalismo bolivariano e o marxismo, assim como a Teologia da Libertação forçou um casamento nefasto entre Jesus e Marx, com predomínio do último. Logo, Villa parece se ater muito ao detalhe histórico e ignora o simbolismo por trás da coisa. Ao afirmar categoricamente que o PT nunca foi bolivariano, Villa se fecha ao que o próprio Lula já cansou de repetir por aí: que possui os mesmos objetivos de Chávez, mas que chegaria mais devagar ao mesmo destino, pois dirigia um Fusca enquanto Chávez dirigia uma Ferrari.
    Quando Villa se pega na questão de como cada um chegou ao poder, lembrando que Chávez teve uma tentativa fracassada de golpe militar antes de ser eleito, acho que ele novamente se pega no detalhe e ignora o mais importante: ambos tinham o mesmo projeto totalitário de poder, ainda que os métodos fossem diferentes, adaptados para a realidade de cada país. Diz Villa:
    O petismo impôs seu “projeto criminoso de poder” — gosto sempre de citar esta expressão do ministro Celso de Mello — sem que tivesse necessidade de tomar pela força o Estado. O processo clássico das revoluções socialistas do século XX não ocorreu. O “assalto ao céu” preconizado por Marx —tendo como referência a Comuna de Paris (1871) — foi transmutado numa operação paulatina de controle da máquina estatal no sentido mais amplo, o atrelamento da máquina sindical, dos movimentos sociais, dos artistas, intelectuais, jornalistas, funcionando como uma correia de transmissão do petismo. O domínio dos setores fundamentais do Estado deu ao partido recursos e poder nunca vistos na história brasileira. E a estrutura leninista — só a estrutura, não a ação — possibilitou um grau de eficácia que resistiu aos escândalos do mensalão, às inúmeras acusações de corrupção das gestões Lula-Dilma e, ao menos até o momento, ao petrolão.
    Aqui Villa peca como historiador, em minha opinião, pois foca muito em Lenin e esquece a “evolução” do próprio marxismo com as estratégias de Antonio Gramsci. Ora, o PT – ou boa parte dele – sempre soube que as vias revolucionárias armadas seriam difíceis ou impossíveis no Brasil. O MST e o MTST, braços armados do PT, servem para fazer pressão, para criar um clima de caos e desordem, o que ajuda em seu objetivo. Mas a tomada do poder seria – como tem sido – pelas vias democráticas. É a democracia sendo destruída de dentro, como ocorreu, aliás, na Venezuela e também na Argentina.

    “Se, no seu início, o PT flertou com o socialismo, logo o partido — e suas lideranças — se adaptaram à dolce vita do capitalismo tupiniquim”, escreve Villa. Ora, e a oligarquia venezuelana não fez o mesmo? E a própria nomenklatura soviética não fez o mesmo? O socialismo real, o único existente (pois o comunismo é uma desgraçada utopia que sempre leva a ele), é análogo ao que chamamos de “capitalismo de estado”.
    O que há de tão brasileiro nisso, para Villa comparar com a nossa exclusiva caipirinha? É um resultado comum e esperado das práticas socialistas ou socializantes, implantadas pelo PT e pela Venezuela, apenas em graus ou ritmos diferentes. “Como falar em marxismo se Lula sequer leu uma página de Marx?”, pergunta Villa, ignorando que Dirceu e companhia leram Marx, e principalmente Gramsci. Lula é o líder carismático e sem caráter, que usa e é usado pela base leninista ou marxista. O projeto de poder não é somente de Lula, mas do PT. Por isso falamos em lulopetismo.
    “Considerar o PT um partido comunista revela absoluto desconhecimento político e histórico. É servir comida requentada como se fosse um prato novo, recém-preparado. Não passa de conceder sentido histórico ao rançoso discurso da Guerra Fria. O Muro de Berlim caiu em 1989 mas tem gente em Pindorama que ainda não recebeu a notícia”, ataca Villa. Mas quem não sabe que o Muro caiu ainda são justamente os petistas e seus defensores “intelectuais”, que insistem na retórica de luta de classes.
    O que Villa não enxerga é que o discurso comunista continua vivo, e basta ver como o lucro ainda é tratado como fruto da exploração do trabalho para se dar conta disso. Villa tenta enquadrar o PT e Lula numa fórmula muito original e única, mas esquece que essa tem sido a tendência latino-americana: justamente uma mistura de caudilhismo com populismo e marxismo. Um governo centralizado que concentra muito poder, que usa os recursos públicos para comprar apoio, especialmente dos mais pobres e dos mais ricos, e uma narrativa de luta de classes, em que o estado aparece como o único protetor possível dos “oprimidos”. Não é a cara de Chávez e Maduro? E não é exatamente o que tem feito o PT de Lula?
    Creio que o maior erro de Villa é ignorar o que o PT pretende, e focar apenas no que ele foi capaz de alcançar. Citar a liberdade de expressão, por exemplo, é absurdo, pois ignora que ela ainda existe no Brasil não por desejo do PT, mas porque nossas instituições resistiram mais aos anseios do PT. Não foi por falta de vontade dos bolivarianos petistas, que sempre tentaram controlar ou censurar a imprensa. Pergunte ao Franklin Martins e companhia. O bolivarianismo está lá como projeto; apenas não foi emplacado.
    Ou seja, se o Brasil (ainda) não é a Venezuela, isso não se dá porque o PT não é bolivariano ou marxista, e sim porque o Brasil é diferente, nossas instituições são mais sólidas, e a reação da sociedade civil tem sido mais firme. Concordo quando Villa descarta como “sandice” a demanda por intervenção militar, e entendo a preocupação do historiador com certa ala da direita que parece saudosista do regime militar. Mas para combater esses excessos não é preciso negar o diagnóstico correto que fazem do PT: é, sim, um partido com um projeto totalitário de poder, que usa um misto de marxismo e populismo para tanto.

    Chamem do nome que for, mas se abana o rabo como um cachorro, se late como um cachorro e se anda como um cachorro, então é um cachorro! No caso, um cachorro bolivariano marxista populista!

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/o-pt-e-bolivariano-ou-villa-confunde-vontade-com-possibilidade/

  4. Jornal da Globo também mostra panelaço
    Felipe Moura Brasil – Veja

    O Jornal da Globo também mostrou o panelaço dos brasileiros durante o programa do PT na TV.

    O Brasil que se preza, acrescento, fez-se ouvir no Distrito Federal e em pelo menos 21 estados:

    Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Bahia, Sergipe, Minas Gerais e Espírito Santo.

    Enquanto isso, o máximo que os robôs do PT conseguiram fazer foi subir uma hashtag no Twitter.

    Perderam, petistas.

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/05/06/jornal-da-globo-tambem-mostra-panelaco/
    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2015/05/05/panelaco-aco-aco-sacudiu-o-brasil-contra-o-pt/

  5. QUE PODER!!!! NINGUÉM, NEM OS RETARDADOS IRAM VOTAR MAIS NESTE FAMIGERADO E MALDITO PARTIDO DE LULA E DILMA!!! O PT VAI ACABAR TOTALMENTE!!!!! MALDITOSSSSSSSSSSSSSSSS!!!!! LADRÕES!!!!!!!!!! DA JUSTIÇA DIVINA VOCÊS NÃO ESCAPARAM E ARDERAM NO FOGO DO INFERNO POR TODA ETERNIDADE!!!!!!!

  6. Bom dia!
    Francisco Razzo escreveu:

    “Quem diria que o temido golpe de estado por meio da revolução cultural gramsciana petista terminaria num panelaço anti-PT.”

    Eu respondi:

    Essa analise está errada, obviamente. Não se destrói os efeitos deletérios de décadas de marxismo cultural com um panelaço. O que existe hoje é uma rejeição ao petismo e ao governo do PT por conta de sua incapacidade de entregar o que prometeu.

    O marxismo cultural vai acabar no dia em que as pessoas em primeiro lugar reconhecer que ele existe. A partir daí começarem a rejeitar e questionar suas máximas que em geral são aceitas quase como que axiomas:

    – O mundo é injusto porque existe desigualdade

    – Existe uma dívida histórica dos brancos em relação aos negros

    – Mulheres são oprimidas por causa do machismo

    – Todo empresário ou empreendedor é por definição uma pessoa ruim

    – A pobreza existe por culpa dos ricos

    – O papel da escola é fazer inclusão social

    – Cabe ao estado promover políticas de inclusão social

    – Cabe ao Estado fazer um monte de coisas, para o bem comum

    – Não existe cultura superior a outra, elas são apenas diferentes (portanto, tudo bem uma tribo indígena sacrificar suas crianças, é da cultura deles e isso deve ser respeitado)

    – A direita por definição é ruim, contraria ao povo e só defende as elites

    – A esquerda por definição é boa, quer o bem do povo. Apenas comete alguns desvios as vezes em sua nobre missão redentora.

    – Etc. A lista é longa.

    Ninguém bateu panela nesta terça por estas coisas. As pessoas no momento estão apenas expressando sua insatisfação com o PT e suas mentiras. É um ótimo começo isso. Mas isso não significa que o marxismo cultural acabou.

    Aí ele teve um faniquito dizendo que eu sou um bicho chato.

    Não sem antes me acusar de meu principal “defeito” segundo ele: ser olavette. O Reinaldo Azevedo disse uma vez uma coisa corretíssima: a inveja e o ciúme são mais fieis do que o amor. Quem ama pode trair. Quem sente inveja e ciúme o sente verdadeiramente e nunca perde a oportunidade de expressa-los.
    Paulo Eneas

    Comentário de Valéria Rodrigues:
    É isso mesmo, Paulo. O Razzo foi infantil, o que, convenhamos, não combina com um “filósofo diplomado” como ele, não é? O Olavo às vezes tira um sarro dele, só isso, pois sabe que a diferença é infinita. Ele fez o mesmo que o Villa que, doído de ciuminho pueril e calcado na própria insegurança, soltou aquele monte de absurdos contra “o astrólogo”. O que eu não entendo é o seguinte: se o cara é apenas um insignificante astrólogo, burro e ultrapassado, por que se incomodam tanto? E pior: por que se expõem tanto ao ridículo para criticá-lo? Mas uma coisa esses caras garantem: a nossa diversão.

  7. Ao apoiar indicado por Dilma ao STF, PSDB mostra que não é oposição, diz jornalista Reinaldo Azevedo.

    Brasil não tem oposição?! O povo está sozinho?!

    É o que sempre questionamos aqui, cadê os ‘oposicionistas’ com o povo nas ruas, como foi na Venezuela e na Ucrânia? Cadê os políticos que se dizem sérios para brigar pelo povo diante de tantos descalabros? Cadê os deputados, senadores, governadores, prefeitos, vereadores e ex-presidente que se apelidam de inteligentes e íntegros para questionar os abusos, as roubalheiras e pedir a saída dos ladrões da república? Não tem nenhum a falar a real a não ser pelos seus discursinhos baratos e medíocres nas tribunas das casas de negociatas que apelidam de ‘casa do povo’, pelo país.

    PSDB, PMDB, e todos os outros que vivem mamando graciosamente no tal Fundo Partidário, além das mutretas, são oposição? Querem o bem do Brasil ou deles próprios?

    E tem gente que ainda se mata por partido! O povo não precisa de partidos! O povo precisa de homens e mulheres de pulso firme, de ação e que honrem as calças e as saias que vestem!

    Beto Richa e Álvaro Dias, além de Serra e outros apoiam indicado por Dilma à pedido de Lula e amigo do MST, ao STF

    O PT todos já sabe está perdido em corrupção e cego pelo poder e pelo dinheiro. Agora, a frouxidão do PSDB e dos outros partidos demonstra que o povo está perdido se for depender desses chupins do dinheiro público.

    A questão da indicação do petista enrustido, Fachin, para o STF com o apoio do PSDB, além do que aconteceu no Paraná, mostra que o PSDB, assim como 99% dos partidos não passam de ‘prostitutas do poder’, ou melhor, de quem está no poder e o povo que se lasque. É isso que parece. Só não vê quem não quer ou é conivente com a situação.

    OUÇAM O ÁUDIO COM A CRÍTICA DE REINALDO AZEVEDO NA RÁDIO JOVEM PAN E TIREM AS SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES.

    https://www.youtube.com/watch?t=56&v=2sHv9W2w7dw

  8. OLAVO DE CARVALHO NA TVEJA: A CORRUPÇÃO É CRIADA PARA SUSTENTAR OS COMUNISTAS NO PODER. COMO OCORRE AGORA MESMO NO BRASIL.
    Sábado, 16 de maio de 2015 – Aluízio Amorim

    Aqui está finalmente uma entrevista ansiosamente esperada por uma legião de leitores e telespectadores do site da revista Veja. A jornalista Joice Hasselmann entrevistou nesta sexta-feira ao vivo o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho. A entrevista foi feita via Skype, já que Olavo de Carvalho mora nos Estados Unidos, para onde se mudou há mais de uma década. Antes disso trabalhou em praticamente todos os grandes veículos da grande mídia brasileira.

    Na juventude Olavo foi esquerdista tendo militado no velho PCB do qual se desligou renegando para sempre a ideologia comunista, transformando-se num dos maiores especialistas no movimento comunista internacional. Suas advertências e previsões têm se confirmando uma a uma e, por isso mesmo, Olavo de Carvalho é alvo de um ódio terrível por parte dos esquerdistas em geral e, em especial, pela bandalha do PT. Sem falar na patrulha do jornalismo esquerdista que cumpre missão Foro de São Paulo dentro das redações e que praticamente conseguiu afastar Olavo de Carvalho de todos os grandes veículos de comunicação, como O Globo, Folha de S. Paulo entre outros, nos quais trabalhou ao longo de sua carreira.

    Os patrulheiros do PT e seus sequazes não contavam, entretanto, com a internet e as redes sociais. Depois que foi para os Estados Unidos Olavo passou a utilizar de forma intensiva os recursos da web e seus programas True Outspeak, que estão no Youtube, se tornaram famosos ao longo da última década.

    Olavo de Carvalho dedica-se hoje a ministrar seus Seminários de Filosofia e já formou uma enorme legião de estudantes e continua a fazê-lo. E a internet e as redes sociais turbinaram o trabalho de Olavo e abriram a oportunidade para que centenas de jovens e também adultos de qualquer idade pudessem romper a viseira ideológica imposta pelo movimento comunista internacional e que é operado no Brasil pelo PT e seus sequazes, com destaque para o jornalismo idiota, cretino e mentiroso que domina a maior parte dos veículos de mídia brasileiros. Eis aí a razão pela qual Olavo de Carvalho é odiado pelos comunistas.

    Nesta entrevista Olavo de Carvalho explica, entre outras coisas, que a função do PT não é estatizar a economia no Brasil, mas manter o capitalismo para sustentar o comunismo. “A corrupção é criada para sustentar partidos comunistas no poder” – dispara Olavo – oferecendo o suporte teórico e conceitual para as pessoas entenderem o que é o comunismo e como funciona.

    Aliás, Olavo neste momento trabalha em cima de dados concretos da realidade brasileira. Quem ver e ouvir esta entrevista passará a entender melhor o que realmente está acontecendo no Brasil. Olavo de Carvalho rasga a cortina desse palco de horror onde se movimentam os atores do petrolão, do mensalão e demais integrantes dos esquemas do PT que, se não forem estancados imediatamente, transformarão o Brasil numa nova Venezuela.

    A entrevista é imperdível!, e muito bem conduzida pela jornalista Joice Hasselmann, como sempre. Joice faz jus ao sucesso profissional que desfruta e honra o jornalismo brasileiro.

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2015/05/olavo-de-carvalho-na-tveja-corrupcao-e.html

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