Marcos Bacellar denuncia PCS do servidor e ressalva: “Comigo, poste não mija em cachorro”

 

Por Aluysio Abreu Barbosa, Alexandre Bastos e Suzy Monteiro

 

Quem viu o ex-campeão peso pesado de boxe Myke Tyson no início de carreira, não se esquece da sua postura agressiva, caminhando sempre à frente, sem dar espaço ao adversário. Na política de Campos, poucos encarnaram o mesmo espírito como o ex-vereador Marcos Bacellar (SD). Dos confrontos com seus adversários passados e presentes, não apenas políticos, mas também promotores de Justiça, diz não guardar arrependimento, assim como da sua decisão de não ter concorrido em 2012. Sobre 2016, embora ressalve seu respeito à máquina, acha que podem chegar ao fim os quase 30 anos de garotismo em Campos. Entre as piores heranças do movimento, aponta o Plano de Cargos e Salários (PCS) aprovado por Rosinha ao servidor, sem conceder a reposição das perdas salariais à categoria. Concorra ou não na próxima eleição, Bacellar só garante que, com ele na Câmara, o presidente Edson Batista (PTB) não cassaria sua palavra, nem o secretário de Governo Anthony Garotinho (PR) iria à plenária “falar abobrinha”.

 

Ex-vereador Marcos Bacellar
Ex-vereador Marcos Bacellar

 

Folha da Manhã – Em 2011, mais de três anos antes do vereador Marcão (PT) tornar público (aqui, aquiaqui e aqui) o resultado da auditoria que apontou as “tenebrosas transações” do primeiro governo Rosinha, que geraram prejuízo de mais de R$ 110 milhões aos cofres públicos de Campos, você denunciou o rombo (aqui) em seu blog. Como teve acesso antes ao fato?

Marcos Bacellar – Na ocasião , falei na plenária, denunciei as “tenebrosas transações” financeiras feita pelo poder municipal, hoje confirmadas e denunciadas pelo vereador Marcão. Tenho minhas fontes dentro da máquina da Prefeitura. Mas, infelizmente, tenho que preservar os colegas. Como denunciei também que os mesmos iam investir sobre as reservas da Previcampos, na “grande” ação com o Mercado Municipal, e tantas outras denúncias que infelizmente não foram apuradas e cairam no esquecimento do povo e da mídia.

 

Folha – De posse dos documentos que provam o rombo, Marcão denunciou o caso (aqui) à Polícia Federal, aos Ministérios Públicos Estadual e Federal, aos Tribunais de Contas do Estado e da União, além da Controladoria Geral da União. Em seu entender, por que ninguém até agora fez nada?

Bacellar – A morosidade é grande, mas tenho plena convicção que novos ares estão respirando no Judiciário brasileiro. Tenho a esperança que cedo ou tarde o MP, TCE e o Judiciário vão apurar as denúncias.

 

Folha – Você disse que antes da operação Telhado de Vidro, da Polícia Federal, em 2008, o hoje vereador Edson Batista foi procurá-lo, a mando de Anthony Garotinho, para tentar uma composição após o golpe que mataria em vida o fraco governo Alexandre Mocaiber. No que deram suas denúncias? Afinal, como Garotinho pôde saber? E se soube no passado, pode continuar “sabendo” até hoje?

Bacellar – Disse, repito, provei e denunciei a todas as autoridades em diversas instâncias e até hoje não tivemos nada apurado. Inclusive, à época, coloquei meu sigilo telefônico à disposição. Mas o Chucky é liso, é difícil agarrá-lo. Continuo à disposição para contar tudo novamente, tão bem já relatado no passado revista Somos Assim e a própria Folha da Manhã. Para mim, hoje ele perdeu bastante o cheiro do poder e viu também desmontada a sua rede de influência, mas ainda tem “bola de cristal” espalhada por aí. Logo: todo cuidado!

 

Folha – Especificamente em relação aos Ministérios Públicos Estadual e Federal locais, você foi condenado pelos crimes de calúnia e difamação contra o promotor Leandro Manhães, além de já ter sido processado pela procurador da República Eduardo de Oliveira. Qual o motivo dessas brigas? E o saldo delas? Arrepende-se de algo? Que juízo faz das duas instituições em Campos?

Bacellar – Não me arrependo de nada. O juízo das instituições em Campos e em todo Brasil é a melhor possível. Porém, ocorre que, como em qualquer instituição, corporação, e esfera de poder, existem os maus profissionais que usurpam de suas funções extrapolando por muito sua autoridade e competência. No tocante ao procurador Eduardo, agi na defesa daquilo que considerava certo. Já quanto ao promotor Leandro, mantive em Juízo tudo que sempre falei e afirmei dele na Câmara, pois assim como a função pública dele, a minha à época, uma vez eleito pelo povo, era também de fiscalizar e assim o fiz. Fui condenado sim em primeira instância, mas tenho a certeza de que o Tribunal de Justiça reformará a decisão, uma vez que, estava amparado pela imunidade parlamentar e apenas no exercício de minha função fiscalizatória.

 

Folha – Coincidentemente, Leandro e Eduardo tiveram suas ações mais recentes centradas na Saúde Pública. O promotor estadual, à frente da intervenção na Santa Casa de Misericórdia de Campos. E Eduardo na fiscalização do MPF sobre os principais hospitais públicos e conveniados da região. Tem acompanhado essas intervenções? Qual sua opinião sobre ambas?

Bacellar – Parabéns ao MPF na ação da saúde apurando o serviço que é prestado à população da região pelo poder executivo. Espero muito que assim continue, mas já podiam ter feito antes. Quanto ao Ministério Público Estadual, em relação a Santa Casa, não posso avaliar muito bem, pois quando Benedito Marques assumiu a Santa Casa, a mesma estava quebrada e ele conseguiu erguê-la com ajuda de diversas pessoas da nossa sociedade. O que houve e cadê o Definitório do Hospital? Muita coisa tem que ser esclarecida ainda. Na minha existência, já vi passar três provedores na Santa Casa e todos eles no finalmente saíram como ladrões. E os seus pares, são anjos?

 

Folha – Recentemente, em artigo publicado (aqui) na Folha, você criticou outro promotor estadual, Marcelo Lessa, pela pretensão deste em dar ponto final à discussão do Mercado Municipal, após ter se posicionado a favor do “encaixotamento” do prédio histórico. Ao criticar a postura dele também na greve dos rodoviários, em abril do ano passado, você indagou se ele era promotor de Justiça ou procurador de Rosinha. Por que a dúvida?

Bacellar – Estou acabando de reler o trabalho do professor Carlos Roberto Bastos Freitas, “O Mercado Municipal de Campos dos Goitacazes — A sedução persistente de uma instituição pública”, de quando foi criado o local, praça ou largo, e toda a evolução até praticamente a presente data. Um trabalho lindo, ouvindo feirantes, clientes e cidadãos. Tem dados demográficos do município de Campos, regulamento do Mercado de 1921. Li, gostei, posso elogiar ou criticar, mais nunca fechar a porta de uma discussão que poderá surgir, uma nova idéia que beneficiará muito mais a nossa população. Critiquei, sim, o promotor Marcelo Lessa por querer encerrar esta discussão e falei claramente de outras posturas dele tomadas a frente do direito difuso do MPE, sempre coadunando com a postura e o pensamento do poder Executivo. Friso o Camelódromo, o Mercado Municipal e a greve dos Rodoviários. Mesmo se houver ordem judicial, considero um absurdo invadir uma empresa particular, mandar um motorista pegar um ônibus e colocar na rua para atender a população. Em todos os sentidos, seja para o proprietário da empresa, assim como o risco para a população. São medidas que achei um absurdas e posso criticá-lo, sim, na qualidade de cidadão, por entender que tais situações demonstram que o mesmo está agindo como procurador de Rosinha arbitrariamente.

 

Folha – Leu o artigo de Marcelo publicado pela Folha na quinta, na qual ele parece ter respondido a você, dizendo que estão tentando politizar a questão do Mercado? Em sua defesa, o promotor disse ter tomado uma “decisão em favor das pessoas, não das coisas”. E você, como define a sua posição?

Bacellar – Ele se diz tão preocupado com os camelôs, os feirantes, sempre  favorável às pessoas. Contudo, não vi a atuação dele em favor dos munícipes em outras situações, como greve dos professores, as várias obras denunciadas com grande atraso, a falta de pagamento a terceirizados e tantos outros problemas que acontecem na Saúde, Educação, Transporte e Habitação. Infelizmente, pode até ser ignorância minha ou desconhecimento ou falta de divulgação por parte do MPE ou da própria Folha, mas entendo assim. Mas posso mudar de opinião se me informarem a real situação. O Mercado não era onde hoje está. Se mudou no passado, não pode mudar de outra vez? Acho que a questão é política sim, política pública ou será que Dr. Fachin, mesmo sendo um excepcional jurista, chegou a STF por beleza ou simpatia? Gosto de ler os artigos do professor Lessa na Folha. Porém, só consigo entender com o “pai dos burros” ao lado, pois o mesmo em sua grande capacidade literária, ele usa cada palavra que infelizmente o simples mortal aqui, assim como o povo com o qual ele tanto se preocupa, não conhece e tem a curiosidade de procurar no dicionário para ver o significado, como “vozes obnubiladas”. Fui ver no Google e lá estava “escurecer, que se torna obscuro, como se observado entre nuvens”. Minha posição é clara e acho que logicamente tenho algum respaldo. Disputei três pleitos e o povo me elegeu em dois, sendo um, respeitosamente, como vereador mais votado até hoje no município, e outro que perdi, para deputado estadual, mas no qual tive quase 23 mil votos. Considero que quem votou em mim, me respaldou e conhece muito bem minha posição e colocações. Sabe que foram na Feirinha da Roça da Praça da República, em dia 26 de maio, quando a Postura municipal recolheu dos feirantes ovos, queijos, galinhas, tudo em nome da saúde do consumidor, sem ter um médico sanitário para a prévia vigilância. Como autorizaram a feirinha? Quem vai responder?

 

Folha – Enquanto foi vereador, você teve o mandato cassado por duas vezes, uma deles em função de suposto desvio de verbas na Campos Luz, em 2010, e outra por abuso de poder político e econômico, em 2012, relativo à eleição de 2008. Para quem questiona tanto, não são dois fortes motivos para ser também questionado?

Bacellar – Justamente… Num processo de cinco mil folhas, sob o Ministério do sempre promotor Leandro, que foi distribuído às 11h20 da manhã de uma sexta-feira e que, pasmem, mesmo com tamanho volume de papel, foi devidamente autuado pelo cartório e analisado pelo juiz à época antes das 14h, eu já estava intimado da decisão liminar que me afastava. Seria leitura dinâmica? Prova desse absurdo é que fui absolvido e reconduzido ao cargo dias depois, sendo comprovado que nada tive com a Campos Luz. Já a segunda cassação que eu sofri, friso que fui o único vereador em todo o Brasil que teve duas vezes o mandato cassado numa mesma legislatura. Ganhei em todas as instâncias superiores e retornei de imediato ao cargo, com o caso encerrado no TSE, que me deu ganho de causa. A cassação partiu de um vereador que me tratava de “Guru”. Maior Presidente que o Legislativo de Campos já teve, para não dizer o contrário. Ele ficou envergonhado, pois me perdoem a falta de humildade, em um único pleito, eu tive mais votos do que as três eleições somadas que ele ganhou. Foi através de muito trabalho, dor, dedicação e coragem que me orgulho de ter sido campeão de votos em Campos: 9,5 mil votos que a população em mim confiou, naquela legislatura tumultuada em que tivemos que enfrentar e peitar tudo, inclusive o governo Mocaiber, ao qual fui oposição até a operação Telhado de Vidro.

 

Folha – Você foi um dos críticos na época da construção do Cepop, por mais de R$ 100 milhões, e um dos primeiros a chamá-lo de “elefante branco”. Além disso, criticava a falta de valorização do carnaval e a fortuna destinada aos shows do Farol. Como recebeu o cancelamento do carnaval fora de época deste ano?

Bacellar – Uma grande obra poderia ser feito em Campos, um sambódromo ou um estádio municipal? Um novo Mercado? Hospital São José? Orla do Farol? VLT? Duplicação da BR 101, no trecho entre Ururaí e Travessão, entre várias outras obras muito mais importantes. Tem que discutir, o povo tem que ser chamado à responsabilidade e escolher as suas prioridades. Local, onde, por quê? E o Jockey Club, uma linda área, hoje vai acabar? O monumento ao coco (Beira Valão), eles não respeitam Plano Diretor, Lei de Diretrizes, não respeitam nada. Existe lei municipal, se não me engano foi do vereador Dante, que qualquer obra acima de 3% do orçamento tem que ter audiência e aprovação legislativa. Eles respeitam? E o Centro Histórico de Campos, está pronto ou quase? Aguardem, pois assim que retirarem os postes, vai quebrar tudo de novo. Sou contra o carnaval fora de época, acho que temos que respeitar o calendário pagão, mas não vejo motivo para suspender o carnaval deste ano por motivo de economia, cujo valor não alteraria em nada a Saúde e a Educação péssimas de Campos, apenas se Chucky inventar termo aditivo em verba carnavalesca. E ele espeita quem gosta e já gastou por conta do carnaval?

 

Folha – Na época da inauguração do Portal da Transparência pela Prefeitura, em 2009, você afirmou que o “portal era tão transparente que ninguém enxergava nada”. Agora, seis anos depois, Campos apareceu na 71ª posição entre os 95 municípios do Rio, no ranking da transparência do MPF. Afinal, o que o governo Rosinha parece querer esconder?  

Bacellar – Tudo que falamos, e lutávamos contra, o tempo mostra que tínhamos razão, veja agora o ranking da transparência, com Campos na vergonhosa 71ª posição no Estado. Rosinha esconde a sua incompetência e o seu despreparo para administrar o município. Ela só quer cantar, cantar, pintar, pintar, ah ah, e o Chucky firula e joga para a galera na dança do passinho. Escutem bem e aguardem: o Plano de Cargos e Salários Municipal vai ser o maior blefe ao servidor. Esse PCS dos professores, da Guarda, dos médicos, dos fiscais, é uma piada. Usurparam a reposição salarial anual. Nunca mais os servidores terão esse índice inflacionário nos salários. Vão amargar perdas até a morte.

 

Folha – Após a notícia de que a deputada federal Clarissa Garotinho estaria indo para o PSDB, você cutucou na democracia irrefreável das redes sociais: “A herdeira política da prefeita quer mudar de partido com a intenção de se ver livre da rejeição que tem sua família. Tenho uma sugestão: Mude também o sobrenome que usa na urna”. Acha que a deputada vive um dilema?

Bacellar – O dilema da deputada é o presidente Eduardo Cunha (PMDB), que conhece toda nos mínimos detalhes a maneira de agir da família. Por isso eles não enfrentam ele de forma alguma. E Ronaldo Caiado (DEM), que falou a verdade em plenária, na cara de Chucky, diante de todo o Brasil, e não houve resposta até hoje? Querem se esconder no PSDB e manchar mais um partido, como eles sempre fazem.

 

Folha – Em 2013, você se filiou ao Solidariedade, muito por conta da boa relação com o deputado estadual Pedro Fernandes. Agora, com a possibilidade de Pedro migrar para o PL, que está perto de ser fundado, você deve acompanhá-lo?

Bacellar – Não sabemos ainda. Estão discutindo no Rio e com vários companheiros em Campos. Graças a Deus, estamos com a porta aberta em vários partidos. Pedro Fernandes é um grande amigo e parceiro. Vamos aguardar.

 

Folha – Arrepende-se das escolhas de 2012, principalmente por abrir mão da candidatura e apoiar Diego Dias, que acabou não se elegendo? O que 2016 reserva para Marcos Bacellar? Rodrigo, seu filho, conhecedor dos bastidores da política de Campos e do Estado do Rio, pode ser uma opção?

Bacellar – Não há arrependimento. Cada eleição tem sua particularidade, tínhamos saído de uma eleição para deputado estadual, em que ficou muita coisa pendente. Tínhamos que botar a casa em ordem. Diego Dias é um grande parceiro, que infelizmente foi traído por inveja, dentro do seu próprio partido, onde puxaram o tapete dele. Pelo que escuto na rua pelo povo, graças a Deus, acredito que o futuro me reserva um horizonte largo. Conseguimos marcar a nossa passagem na vida sindical e política, pela nossa característica de luta, mas o futuro a Deus e ao povo pertencem. Rodrigo Bacellar, de fato é uma boa opção, assim como outros jovens que habitam em nossa Campos, como Abinho, Silvinho, Alemão, Igor Pereira, Thiago Ampla, Neném, Calabouço, Bruninho Farol, Leal dos Prazeres, Pedro de Santa Maria, Serginho de Baixa Grande e vários outros. Infelizmente tenho mania de citar nomes e logicamente vou esquecer alguém.

 

Folha – A percepção geral, referendada (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) pelas pesquisas Pro4 e Pappel de abril, é que o governo Rosinha nunca esteve tão mal. Na consulta mais detalhada do Pro4, 65,5% dos campistas disseram que não votarão em nenhum candidato apoiado pela prefeita. A oposição está pronta para colher o que parece ser seu melhor momento em anos? Nela, quem é, em sua opinião, o melhor nome para disputar a sucessão de Rosinha?

Bacellar – Ainda respeito o poder da máquina. Mesmo com a perda dos royalites, o orçamento do município vai chegar à casa dos R$ 2 bilhões e Chucky vai fazer de tudo para não perder o pleito, custe o preço que custar. Como seus fiéis escudeiros estão mortos, ele vai ter que inventar um nome, mas não confia em ninguém. Acho que são 30 anos de poder e eles estão acabando. Temos diversos na oposição, mas temos que fazer um grande chamamento contra esse modelo de governar e assim deixarmos a vaidade e individualidade de lado, escolhendo quem vai assumir esse papel.

 

Folha – Comparando a bancada de oposição da qual você fez parte, no primeiro governo Rosinha, com a atual, onde ela melhorou ou regrediu? Individual e coletivamente, como analisa Nildo Cardoso (PMDB), Marcão, Rafael Diniz (PPS), Fred Machado (SD) e José Carlos (PSDC)? Vê em algum deles seu estilo combativo, sem nunca se dobrar ou temer as consequências?

Bacellar – Cada um tem a sua particularidade, sua maneira de ser e isso eu sempre respeito, porque é o jeito de cada um. Respeito a todos, e tenho simpatia e amizade por Nildo, Fred, Rafael, Marcão. Mas de fato sou porra louca mesmo. Se estou lá o “Guru” (Edson Batista), não me tira a palavra hora nenhuma e nem Chucky vai para plenária falar abobrinha e fazer espetáculo. Até porque eles sabem bem que comigo o poste não mija em cachorro.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã

 

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Este post tem 10 comentários

  1. Oscarito mendonça

    Outro cara que não faz falta alguma á câmara da cidade … dor de cabeça ter isso novamente nos representando … mora (trecho excluído pela moderação)

  2. Eduardo

    Um absurdo esse plano de cargos e salarios, eles não falaram que os servidores com menos de três anos trabalhados não teriam direito à nada, nem o reajuste anual!!!

  3. Oscarito mendonça

    Será que teremos outra via as próximas eleições ??? esses políticos profissionais de Campos já deram o que tinham … e não foi nada de bom …. precisamos de sangue novo .

  4. Francine

    Realmente um desrespeito ao funcionário público. Mesmo os que ainda não completaram os três anos de serviço merecem algum reajuste, são trabalhadores e estão sofrendo com essa política.

  5. Ana

    É verdade, os funcionários públicos que entraram em 2012 só tiveram prejuízo!!! Além de não ter reajuste este ano, os próximos reajustes já virão defasados!!!! Eles esquecem que existem funcionários que não são tapados como eles pensam!!! E que este plano de cargos já estava previsto na lei orgânica assinada no ano passado!!! Foi um acordo sem sentido!!! Prejudicando muita gente!!!

  6. diego

    Espero que o povo realmente acorde dessa vez. E vote diferente. OPOSIÇÃO!!!
    Espero que não fechem os olhos no dia das eleições e deixa para os outros votarem contra.

  7. Marcos

    OS SERVIDORES PRECISAM É DEIXAREM DE SEREM BOBOS E ENTRAREM EM MASSA NA JUSTIÇA, SE É QUE ELA EXISTE EM NOSSO PAÍS, PORQUE SE O REAJUSTE É LEI E ESTA NA CONSTITUIÇÃO ELES IRÃO GANHAR,SÓ NÃO SEI QUANDO IRÃO RECEBER.

  8. Edi Cardoso

    nada com a Campos Luz é o mesmo que dizer que O DINHEIRO DE CAMPOS, ESSE TEMPO TODO QUE RECEBE DE ROYALTIES FOI GASTO COM SERIEDADE, RESPEITO, E HONESTAMENTE.

    Campos não tem nada de expressivo.
    A saúde falida; o transporte público ineficiente; educação mal educada com IDEB vergonhoso; serviços públicos de péssima qualidade, e obras desnecessárias e bobas até.
    qual a obra expressiva e necessária que temos em Campos????

    TODOS os prefeitos e vereadores que passaram por aqui, no últimos 30 anos, FOI DE FAZER VERGONHA.

  9. Julio Machado

    Cada um fala o que quer. No final, todos farinha do mesmo saco. Precisamos parar com esse vício de querer renovar com o antigo. Renovar é com gente nova. Precisamos de novos nomes. Me surpreendi positivamente com o Rafael Diniz. Na época fiz uma crítica ao Christiano Abreu por estar fazendo campanha através do seu blog. Apesar de achar que um blog não deve ser canal de campanha eleitoral, reconheço que o Rafael Diniz é um bom nome, e que poderia até ser o novo prefeito de Campos dos Goytacazes, pois apesar de sua pouca experiência política, se montasse um bom time, conseguiria administrar a cidade com ética. Todavia, trazer de volta Marcos Bacellar, Arnaldo Vianna, Ilsan, Rockfeller, etc…não está com nada.

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