Opiniões

Cães farejadores confirmados nesta terça para buscas de Neivaldo no Peçanha

Neivaldo diante da sua casa da ilha do Peçanha (reprodução de facebook)
Neivaldo diante da sua casa da ilha do Peçanha (reprodução de facebook)

 

Aventada aqui pelo Blog do Arnaldo Neto no sábado, dia 4 de julho , após mais um dia sem sucesso nas buscas pelo comerciante Neivaldo Paes Soraes, de 54 anos, desaparecido desde a noite de 21 de junho, quando atravessava a foz do rio Paraíba do Sul numa canoa a motor, está confirmada para amanhã a vinda de cães farejadores e homens dos Bombeiros do Rio de Janeiro, em uma nova varredura amanhã pela ilha do Peçanha. Junto dos cães e dos bombeiros do Rio, devem atuar novamente homens do 5º Grupamento de Bombeiros Militares (GBM) de Campos e da 145ª Delegacia de Polícia (DP) de São João da Barra, que investiga o caso e já colheu testemunhos de pessoas que viram ou estiveram com Neivaldo antes do seu desaparecimento, além de outros moradores da ilha onde ele residia.

Como várias testemunhas viram Neivaldo cair da canoa quatro vezes, sem coleta salva-vidas, ao lado do cais do restaurante do Ricardinho, tendo depois dificuldade para ligar também o motor da embarcação e iniciar a travessia da foz rumo à sua casa na ilha do Peçanha, no início da noite do dia 21, a suspeita inicial que ele tivesse caído na água e se afogado. Todavia, como Neivaldo tinha se envolvido anteriormente em confrontos físicos com outros moradores da ilha, seu corpo até agora não apareceu e a camisa preta social de botões e manga comprida, que ele vestia na noite fria na qual foi visto pela última vez, estava dobrada dentro da sua canoa encontrada na manhã seguinte de segunda-feira(22/06), junto a todos seus demais pertences, o caso já é tratado pelos pescadores de Atafona como homicídio, seguido de ocultação de cadáver.

A 145ª DP, cujo delegado titular Marcos Peralta esteve com sua equipe na cada de Neivaldo no dia 29, não descartou a hipótese, mas também ainda não a confirma. Informações extra-oficiais dão conta de contradições cometidas em alguns depoimentos.

 

Saiba mais sobre o caso aqui, aqui, aqui, aqui, aquiaqui e amanhã, na edição impressa da Folha.

 

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