Sociólogo George Gomes Coutinho aos sábados na Folha da Manhã

Depois da estreia (aqui) no início deste mês, do advogado José Eduardo Pessanha e do sociólogo Brand Arenari como colaboradores da Folha da Manhã, antes de julho ir embora, outro sociólogo ampliará a multiplicidade de vozes na ágora do maior jornal do interior fluminense. A partir do próximo sábado (30), o campista, botafoguense, músico amador e professor de sociologia da UFF-Campos, George Gomes Coutinho, ocupará espaço semanal na página 4 da Folha.

Para quem o conhece ou queira agora fazê-lo um pouco, bem como o que pretende trazer aos leitores da Folha todos os sábados, melhor saber pelas palavras do próprio George:

 

George Gomes Coutinho (foto: reprodução do Facebook)
George Gomes Coutinho (foto: reprodução do Facebook)

 

“Entrei na universidade em 1998 quando fiz minha primeira graduação em Serviço Social na UFF/Campos e desde então jamais saí da academia. Em meio ao curso de Serviço Social decidi prestar vestibular para a Uenf onde ingressei no bacharelado em Ciências Sociais motivado por curiosidade. O que eu não imaginava é que a entrada neste universo iria me despertar uma relação devotada com a Sociologia e a Ciência Política. A partir deste encontro não previsto, e de minhas reações menos previsíveis ainda,  me tornei mestre em Políticas Sociais na Uenf e hoje sou doutorando em Ciência Política na UFF/Niterói.

“Nas Ciências Sociais meu foco de estudos, pesquisas e produções enveredou pontualmente pelo vasto e multifacetado campo da teoria social perpassando temas da política contemporânea, o que envolveu discutir as reinterpretações do conceito de democracia e, por fim, apresentei estudos de caso dos impactos da globalização sobre a política. Nos últimos anos aderi ao sub-campo de conhecimento chamado “pensamento político-social brasileiro”, onde são elaborados estudos e análises sobre as narrativas que tentam responder a incômoda e persistente pergunta: O que faz do Brasil, Brasil?

“Dentro da perspectiva das humanidades irei trazer para a Folha da Manhã e seus leitores curtos ensaios em duas amplitudes: as grandes questões políticas e sociais de nosso tempo e as questões societárias mais pontuais, focalizadas. O diagnóstico de que vivemos um momento de transições aceleradas em diferentes escalas é consensual dentre os diversos grupos sociais e aposto no importante papel das intervenções públicas em, ao menos, convidar para o bom debate em prol do esclarecimento”.

 

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Este post tem 2 comentários

  1. Savio

    É impressionante o caminho adotado pela Folha da Manhã, conduzindo uma linha editorial cada vez interessante, selecionando articulistas de peso e contribuindo definitivamente com a Cultura.

    Tal conduta vem sendo adotada com sucesso pelos maiores jornais do mundo, diversificando a informação com conteúdo e credibilidade. Parabéns à toda equipe da Folha da Manhã.

  2. Grezil

    Parabéns por sua trajetória e linda carreira, pois na atual conjuntura ver um jovem voltado para a política social, é o que nos enche de esperança para mudarmos por total nossa sociedade, que ainda encontra-se em um período medieval, sem instrução, sem conhecimento e sem cultura, uma completa escuridão e consequentemente uma sociedade sem raiz e destino. Desejo muita sorte e sucesso.

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