Opiniões

Indio da Costa: Governo do Estado não pode ser pautado só pela capital

 

Por Aldir Sales e Aluysio Abreu Barbosa

 

“O Estado do Rio de Janeiro não pode ser pautado pelos interesses exclusivos da capital”. Foi o que observou Indio da Costa, deputado federal e candidato do PSD a governador do Rio, nesta entrevista. Nela, além das propostas, ele fez críticas pesadas aos adversários na disputa pelo Palácio Guanabara. Reafirmou as que já havia feito a Anthony Garotinho (PRP) e mirou também em Romário (Pode) e Eduardo Paes (DEM). Afirmou que o primeiro é “malandro demais para governar o Estado”, e que o segundo “está no jogo para manter o poder nas mãos do Cabral”. Do candidato com quem disputa a quarta posição nas pesquisas, porém, Indio reconheceu virtudes: “não se deve menosprezar a força do Psol, a capacidade mobilizadora deles, além das qualidades pessoais do Tarcísio”.

 

 

Folha da Manhã – Em entrevista à Folha publicada (aqui) em 6 de agosto de 2016 uma frase sua gerou a manchete daquela edição: “A política de Garotinho é manter o pobre na pobreza”. A revista Veja (aqui) e o jornal O Dia (aqui) repercutiram aquela entrevista. Dois anos depois, mantém a declaração ou algo mudou?

Indio da Costa – Mantenho e reafirmo. E nisso está uma questão essencial: a maneira como se entende a população. Ela precisa dos serviços públicos, precisa do trabalho dos governos, sem dúvida, mas não como um ato de caridade ou voluntarismo dos governantes. A população precisa dos serviços e paga por eles, numa situação em que o pobre paga mais que todos, se considerarmos o que ele recebe de volta e o que deixa para os governos. Todos, indistintamente, pagam. A receita mais representativa do Estado é de ICMS, um imposto que incide sobre o pão, sobre a carne, sobre as passagens, sobre tudo o que é mercadoria e serviços. Garotinho usa os serviços públicos como se fossem atos de voluntarismo pessoal e político. Isso é uma fraude na informação.

 

Folha – No debate da Band, dia 16, o senhor falou da situação em que pegou a secretaria de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação do governo Marcelo Crivella (PRB) do Rio, herdado de Eduardo Paes (DEM), e rolou a bola a Garotinho, perguntando como a filha dele, Clarissa, havia achado a secretaria de Desenvolvimento, Emprego e Habitação. Garotinho emendou tão forte em Paes, que gerou direito de resposta. Dá para acreditar que não foi jogada ensaiada?

Indio – Não foi jogada ensaiada. Entre todos os candidatos presentes, só dois poderiam esclarecer os eleitores sobre a qualidade da gestão do Paes na Prefeitura: eu e Garotinho. Pedro Fernandes esteve na Prefeitura, mas com nenhuma preocupação com o assunto. Eu e a Clarissa participamos de inúmeras reuniões com a secretária de Fazenda, com o prefeito, com os outros secretários, em cima das contas do município. Por isso, fiz a pergunta ao Garotinho. Fundamental é esclarecer aos eleitores que a gestão do Paes na Prefeitura foi desastrosa. Ele assinou contratos sem capacidade de pagamento. Para fugir à Lei de Responsabilidade Fiscal, ele anulou os empenhos com matrícula fantasma e deixou um estouro de caixa de mais de R$ 1 bilhão. Isso precisa ser esclarecido ao eleitor, que terá o desafio de escolher um governador que terá que lidar com uma crise financeira.

 

Folha – No direito de resposta de Paes, que gerou outro a Garotinho, o ex-prefeito do Rio disse que tinha sido alvo da tabela entre o senhor e o político de Campos. E que isso havia sido arquitetado diretamente por Crivella. Foi? Não pode parecer ao eleitor uma briga da patota do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), representada em Paes, contra a patota do Crivella?

Indio – Quando o Cabral é referência, não se pode falar de patota. Será mais justo chamar de quadrilha e Eduardo Paes é membro da quadrilha. Ele se diz inocente nas propinas do ex-secretário de obras dele (Alexandre Pinto). Quem conhece o jeito de governar do Eduardo Paes sabe que ele é centralizador e que todas as decisões na gestão dele, são dele. Dizer que nas barbas dele, o secretário da principal pasta pagou propinas, separou dinheiro para o Cabral, sem que ele soubesse, é ingenuidade. A minha relação com Crivella sempre foi pública e transparente. Quando eu aceitei o convite para apoiá-lo no segundo turno, apresentei a ele um documento, uma carta-compromisso, que ele assinou. Ela é pública. Dois pontos amarram o nosso compromisso. Não ter o Garotinho no governo e não colocar a Prefeitura a serviço da Igreja. Garotinho não participou do governo. Minhas relações com a Clarissa no governo Crivella foram difíceis com dificuldades reconhecidas publicamente, inclusive aqui em Campos.

 

Folha – Sobre a reunião secreta de 4 de julho, em que Crivella ofereceu isenção de IPTU e cirurgias a pastores e líderes evangélicos, o senhor disse no dia 6: “Foi um erro, ninguém ganha nada com isso. Essa reunião não foi boa para a sociedade”. O episódio gerou até pedido de impeachment do prefeito, negado pela Câmara do Rio. Mas, em 18 de julho foi definido o apoio do PRB, pelo qual trabalhava, foi dado a Garotinho. Arrepende-se? Por quê?

Indio – Não me arrependo. Pilar central do meu acordo com Crivella no segundo turno da eleição de 2016 era a Prefeitura não ser colocada à serviço da Igreja. Eu defendo o Estado laico. Defendo que toda a população, sem intermediários, tenha acesso aos serviços públicos. Poucas horas antes da reunião do prefeito com os pastores ser do meu conhecimento, num almoço em Brasília, firmamos a aliança entre o PSD e o PRB, presentes os presidentes nacionais dos dois partidos, o Ministro Kassab e o Pastor Marcos Pereira. Mas, o PRB entendeu que a minha opinião era um obstáculo à aliança. Paciência. Mantive o princípio que firmou o meu acordo com o PRB no segundo turno da eleição passada. Respeito muito o PRB, como respeito Crivella e tenho carinho por ele, mas há pontos que discordamos.

 

Folha – Cabral, de quem o senhor é crítico, está sendo processado, entre várias outras coisas, pelo uso particular de helicópteros do Estado. Em julho, o jornal O Globo denunciou sua utilização de helicópteros da Prefeitura do Rio, quando era secretário de Crivella, para fazer pré-campanha a governador. Há diferença? Qual?

Indio – Na sua pergunta, está uma das diferenças essenciais. Eu não fiz uso particular do helicóptero. Fiz uso em serviço. Não usei pra fazer pré-campanha. Veja você que eu deixei o cargo de secretário e reassumi o mandato de deputado federal três meses antes do prazo legal para desincompatibilização. Se fosse minha intenção usar a Prefeitura na pré-campanha, eu teria permanecido, como permaneceram todos os demais secretários que hoje são candidatos. Estão aí, por exemplo, Clarissa e Pedro Fernandes. Outra diferença entre mim e Cabral é fundamental ressaltar: ele é ladrão. Eu, não. Ele está com Eduardo Paes, eu, não; apesar dos apelos insistentes que me fez Eduardo para ser vice dele.

 

Folha – Em tempos em que se cobra transparência e lisura dos gestores públicos, o senhor levanta essa bandeira e exalta o fato de ter sido relator da Lei da Ficha Limpa. Dentro disso não é incoerência o fato de ter nomeado à Prefeitura do Rio seu sócio num estacionamento em Niterói e tesoureiro do PSD, Cyro Beltrão Filho, com salário mensal de R$ 12 mil?

Indio – A nomeação foi transparente, até porque não poderia ser diferente. Ela foi, como todas nomeações, publicada no Diário Oficial. Sou mesmo relator da Lei da Ficha Limpa, com a autoridade moral de ser um ficha limpa. Quem tiver dúvida consulte um aplicativo bem bacana que está a disposição de todos, o detector de corrupção. Veja lá como eu apareço e como aparecem, por exemplo, Eduardo Paes e Garotinho, donos de ficha corrida. Cyro não foi nomeado meu assessor por ter sido meu sócio numa das minhas empresas, como quis dizer o jornal O Globo, que já se sabe, faz abertamente, a campanha do Eduardo Paes. Cyro me acompanha desde o meu primeiro momento na política, há mais de 20 anos, tempo em que era funcionário do Banerj. Foi meu orientador em muitas questões. Já esteve comigo em outras passagens minhas pela Prefeitura. Por eu confiar nele, ele foi meu assessor na secretaria, é o tesoureiro do partido sob a minha presidência, foi meu sócio nas minhas empresas. Hoje, está se distanciando das atividades, para o que ele chama de “merecido descanso”. E é mesmo. Ele tem sido uma pessoa importante na minha vida. Ante-sala em muitas decisões que tomei ao longo da vida.

 

Folha – Nas duas últimas pesquisas ao governo do Rio, o senhor ficou pela primeira vez atrás de Tarcísio Motta (Psol), ainda que em empate técnico: 3% a 5%. O empate foi absoluto no Datafolha: 3% a 3%. Acha que foi efeito de debate da Band, onde Tarcísio foi bem? Como desgrudar dele e ameaçar Romário (Pode), Paes e Garotinho, líderes na intenção de voto?

Indio – A decisão, a escolha, cabe ao eleitor no dia da eleição. As pesquisas retratam um momento. Não acredito que tenham sido só reflexo do debate, que foi frio. Sobre Tarcísio, não se deve menosprezar a força do Psol, a capacidade mobilizadora deles, além das qualidades pessoais do Tarcísio. Diante do eleitor do Estado estará o desafio de escolher quem irá, pelos próximos 4 anos, carregar a responsabilidade de reequilibrar as contas e encontrar meios de dar solução ao crime e ao desemprego. Quem, entre os candidatos, estaria mais preparado e apto para cumprir o papel. Romário? Ele teria as condições? Prestem atenção à vida pessoal dele. O cara não paga as contas que faz. Portanto, rouba os credores. Não paga impostos, portanto, rouba o Estado. É indisciplinado. Malandro demais para governar um estado que tem os problemas que temos. Eduardo Paes? Esse é membro de uma quadrilha que assaltou o Estado. Está sustentado numa aliança que não dará a ele a menor liberdade para governar. Ele está no jogo para manter o poder nas mãos do Cabral, do Picciani e de todos os ladrões que assaltaram o estado. Eduardo Paes quebrou a Prefeitura do Rio. Enganou o povo com uma Olimpíada comprada a preço de ouro para justificar as obras que aumentaram a fortuna da quadrilha e do bando.

 

Folha – Sem um conservador forte nas pesquisas, o senhor e o ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) vêm com discurso duro na Segurança. No debate da Band, ambos falaram que, em seus governos, o policial teria autorização para atirar em bandido armado. Não é uma tentativa de se apropriar da pauta do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL)? Aceitaria o apoio dele?

Indio – Há uma diferença essencial entre o que eu proponho e o que propõe Bolsonaro: ele quer armar a população para que ela se vire na luta contra o crime. Eu, não. Eu defendo que se dê todas as condições às polícias para que elas resolvam o crime. É estupidez e loucura querer fazer segurança sem polícia como se tem feito no Estado. As polícias estão sucateadas por conta disso. As milícias nasceram, porque os governos viraram as costas para as polícias. Polícia se faz com policiais. Ou seja, é preciso que o Estado compreenda as dificuldades pessoais dos policiais. Entenda que eles estão nas ruas e no serviço colocando em risco a própria vida. Quando morrem na luta contra o crime, o que acontece com as famílias deles?  A investigação é elemento forte na minha proposta. O sistema de investigação da Polícia Civil está sucateado, por isso, os crimes acontecem e se repetem e se multiplicam.

 

Folha – Sob intervenção militar do governo federal, a Segurança é hoje um dos principais problemas do Estado do Rio. Na segunda, dois militares das Forças Armadas foram mortos em troca de tiros com bandidos. E os assassinos da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes ainda estão soltos. Há solução? Como?

Indio – A intervenção teve motivação política. O Exército Brasileiro é um patrimônio de coragem, disciplina, ordem, que deveria ser preservado nas mobilizações da política. E não foi. Paga um preço alto por isso. Em vez de intervenção, o governo federal deveria investir no trabalho de investigação da polícia. Quem sabe agir contra o crime é a polícia. O mais grave entrave ao sucesso das políticas de Segurança Pública no Estado do Rio é a importância zero que se dá aos policiais.

 

Folha – Além da violência, o Estado do Rio vive também um quadro de insolvência financeira. O que pensa sobre o regime de recuperação fiscal firmado entre os governos Michel Temer e Luiz Fernando Pezão, ambos do MDB. Propõe algo diferente?

Indio – O Plano de Recuperação Financeira tem uma causa essencial: criar as condições para que o Estado paga as dívidas que tem com a União. Mas, ninguém se questionou sobre a razão das dívidas terem se acumulado. A razão foi roubo e irresponsabilidade. Mas, assinou-se um Plano de Recuperação sem punir o maior responsável pelo problema, o governador Pezão, cúmplice confesso da quadrilha que tomou o estado de assalto e que quer permanecer no comando sob o governo Paes. O Plano engessa a gestão estadual de tal forma que a crise na segurança, saúde e etc será cada dia maior se a ideia prevalecer. Minha intenção é rever o Plano, para esticar os prazos de pagamento e desengessar os investimentos. Assumir isso com responsabilidade. Não como um ato de irresponsabilidade fiscal. Ter tempo para estancar a evasão fiscal, recuperar as polícias e a moral baixa dos servidores, destravar o desenvolvimento econômico e produzir dinheiro novo para pagar as dívidas velhas.

 

Folha – A face mais cruel da falência financeira do Estado se dá sobre os servidores ativos e inativos. Qual o seu compromisso em honrar mensalmente esses vencimentos?

Indio – Compromisso de quem já esteve na gestão de um quadro de servidores públicos com o peso que tem a folha da Prefeitura do Rio. A Previdência do Estado, esta sim, é um problema enorme a resolver. O Estado em 2017 precisou colocar R$ 11 bilhões no fundo de previdência, dinheiro tirado da saúde, da segurança e de todos os serviços públicos, para pagar inativos e pensionistas. Eu já administrei o PreviRio, quando fui secretário de Administração da Prefeitura do Rio. Sei como lidar com o problema, mas vou constituir um grupo de especialistas para encontrar uma saída. Mas, o meu compromisso é não atrasar os salários e fazer com que eles sejam elementos essenciais para gerar empregos e desenvolvimento. Sim, porque o servidor, ao receber em dia, consome e paga impostos. Parte do que o Estado paga em forma de salários, recebe em seguida, de volta, em forma de impostos. Uma equação que dá pra mexer.

 

Folha – Outra face do caos financeiro se dá sobre o abandono da Uenf e do Colégio Agrícola Antônio Sarlo. No debate da Band, quando perguntados sobre a Uerj, apenas Garotinho, Paes e Tarcísio lembraram que a Uenf também existe. O senhor, não. Por quê?

Indio – Garotinho lembrou, porque é obra dele, numa atitude bem comum na gestão pública: criar estruturas que precisam de despesas correntes sem pensar nelas. Quando se cria uma universidade, uma escola ou um batalhão, é preciso lembrar que para funcionarem precisam de recursos para pagar as despesas mensalmente. As universidades públicas podem, sim, gerar recursos que ajudem a cobrir as despesas correntes. No debate deixei isso claro. Com relação a todas as universidades do estado e aos colégios que têm o perfil do Colégio Agrícola Antônio Sarlo. É, sim, possível, ao Governo Estado, criar atividades econômicas que abram espaço para que as universidades e escolas encontrem o caminho da auto sustentação. Transformar projetos em protótipos onde o professor, o aluno, a universidade e o estado ganhem com essa produção de inteligência, com a possibilidade de o aluno, em vez de sair em busca do primeiro emprego. Ele já sai dali podendo empreender a partir da sua ideia. No caso do Colégio Agrícola Antônio Sarlo, acredito que há espaço para o fortalecimento da educação no campo, mas primeiro tenho que ouvir as pessoas para poder planejar uma retomada.

 

Folha – Quais são seus planos para Porto do Açu na questão do desenvolvimento específico do Norte Fluminense?

Indio – O Porto já é uma realidade econômica, não percebida pelo Governo do Estado, como estratégica para o desenvolvimento econômico. A intermodalidade para escoamento da produção é um gargalo, que o governo do estado pode resolver. O Governo do Estado pode fazer com que o Porto do Açu seja um polo de discussão e de recuperação do setor portuário. Ele é a oportunidade para fazer com que o estado ocupe um papel de líder no segmento. Para isso, é imprescindível o investimento que otimize a conexão entre os portos e as empresas que exploram suas instalações.

 

Folha –  Com sua foz em Atafona assoreada, o rio Paraíba do Sul sofre há bastante tempo em período de estiagem. Há registro de língua salina já no distrito de Barcelos. Há vida para Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana sem o rio que os formou? Como recuperá-lo?

Indio – Não há vida. A bacia abrange 184 municípios, sendo 88 no Estado de Minas Gerais, 57 no Estado do Rio de Janeiro e 39 no Estado de São Paulo. Então, o papel do governador como líder político regional será fundamental para o debate sobre o Paraíba do Sul. Nesse quesito, o Estado do Rio só perdeu nos últimos anos, desde Brizola. Tivemos alguma oportunidade de um debate a nosso favor, nos tempos do Marcello Alencar. Depois, não mais. Eu quero assumir o papel de articulador das soluções. Com base nesse papel, constituir grupos de trabalho que encontrem soluções para a bacia e para o Paraíba do Sul que sejam vantajosas para o nosso Estado.

 

Folha – O que Campos, Norte e Noroeste Fluminense devem esperar de Indio governador?

Indio – Muito trabalho, com a compreensão que o Estado do Rio de Janeiro não pode ser pautado pelos interesses exclusivos da Capital, como tem sido nos últimos anos. Os governadores do estado têm sido gestores concorrentes do Prefeito do Rio. Mesmo, os governadores com perfil político vinculado ao interior, como foram Moreira, Garotinho e Rosinha. Eu tenho a exata compreensão que parte grande dos problemas do Estado e da capital tem como origem e causa a mania dos governadores de governarem de costas para o interior

 

Pàgina 2 da edição de hoje (26) da Folha

 

Publicado hoje (26) na Folha da Manhã

 

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Este post tem 4 comentários

  1. É um absurdo a mídia continuar dando credito a esses candidatos de fora que nada fizeram por nossa cidade e pelo estado. Leonel de Moura Brizola esse sim deixou um legado o resto é tudo farinha do mesmo saco igual a Cabral e Pezão

    1. Caro Cesar Peixoto,

      Não ouvir todos os candidatos a governador melhor pontuados na pesquisa não é só absurdo. É ilegal. Mas eleição é como Copa: a grande maioria que nada entende do assunto se julga no direito do absurdo.

      Grato pela chance de reafirmar o óbvio!

      Aluysio

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