Opiniões

Câmara vai votar Código Tributário e Refis nesta quarta

 

(Infográfico: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

A proposta do novo Código Tributário de Campos, assim como o Refis de 2021, serão votados na sessão desta quarta (11) da Câmara Municipal. Em sessão híbrida, com presença real ou virtual, em virtude do vereador e médico Edson Batista (Pros) ter confirmado infecção por Covid-19, como informou o blog do Arnaldo Neto. Com o voto do edil Thiago Rangel (Pros), o governo Wladimir Garotinho (PSD) deve aprovar o Código, que tenta fazer desde maio, com a maioria mínima de 13 votos.

Thiago, no entanto, negocia com o governo municipal e pode apresentar emendas para tentar suavizar o novo Código em três pontos: 1) tirar a alteração de Uficas, na troca da titularidade dos taxistas; 2) não majorar a taxa de localização para a coleta de lixo e 3) tirar ou atenuar o reajuste proposto ao ITBI.

Colocado nas redes sociais como em dúvida, o vereador Maicon Cruz (PSC) confirmou a este “Opiniões”, como já havia feito ao blog do Arnaldo Neto, que votará contra ao Código. Mas fontes do governo sustentam que as negociações com ele continuam. Outro voto que até pouco tempo era dúvida, o edil Marcione da Farmácia (DEM) votará a favor do Código.

 

Novela do Código e o pacote de Wladimir

No dia 25 de maio chegou à Câmara um pacote com 13 projetos enviados pelo prefeito Wladimir, que entraram em pauta no mesmo dia e foram discutidos em uma sessão que só terminou na madrugada. Nas questões polêmicas, como corte de benefícios dos servidores, o governo teve os 14 votos, um além do necessário para aprovação. A situação virou quando o Código Tributário entrou em pauta.

Até então votando com a base, Bruno Vianna (PSL), Fred Machado (Cidadania) e Raphael Thuin (PTB) se colocaram contra a proposta. Seus votos se somariam aos de Anderson de Matos (Republicanos), Dr. Abdu Neme (Avante), Helinho Nahim (PTC), Igor Pereira (SD), Nildo Cardoso (PSL), Maicon Cruz, Marquinho Bacellar (SD), Rogério Matoso (DEM) e Thiago Rangel, além da ausência de Marcione da Farmácia, e o governo perderia a votação.

O projeto foi retirado de pauta para ampliar as discussões. Nesse meio tempo, Bruno e Thuin tiveram aliados exonerados do governo. Thiago, por outro lado, indicou os nomes da Emhab. E, mesmo com as articulações em curso no jogo jogado, o placar ainda não tem desfecho, quase três meses depois. O capítulo final é projetado pelo governo Wladimir para a sessão desta quarta.

 

Saiba mais detalhes na coluna Ponto Final, na Folha da Manhã desta quarta.

 

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