Exemplo da Santa Casa, contraposto ao da Câmara, é capaz de dar vergonha na cara?

Divulgada aqui, em primeira mão, neste “Opiniões”, a greve dos médicos da Santa Casa de Misericórdia de Campos, deflagrada na semana passada, além do pagamento dos salários atrasados e da normalização dos futuros, tinha outra importante reivindicação em pauta: a criação de uma comissão da categoria que fiscalizasse a entrada e a destinação dos recursos do hospital. Pois ontem, segundo informou aqui a Folha Online, em reportagem do jornalista Dulcides Netto, após o acerto dos vencimentos, o pleito talvez mais importante, por estrutural, foi também atendido, com a aceitação da provedoria do hospital da criação da Comissão de Revisão e Faturamento.

Emblematicamente, o exemplo alvissareiro da Santa Casa se deu no mesmo dia em que o “rolo compressor” da prefeita Rosinha (PR) esmagou na Câmara uma proposta análoga do vereador petista Marcão, para se criar a Comissão de Fiscalização da Aplicação dos Royalties, com a participação da sociedade civil organizada, considerada “inconstitucional” pela bancada governista.

Na Câmara de Campos, seu vice-presidente, Jorge Magal (PR), conforme registrou aqui o jornalista Alexandre Bastos, tentou justificar o veto governista alegando:

— Nós já somos pagos para fiscalizar não só os royalties, mas todos os recursos do governo. Se a população nos deu essa missão, como vamos passar para outras pessoas? Somos muito bem pagos para fiscalizar.

Na certeza de os vereadores goitacá são, sim, muito bem pagos (ao preço de R$ 13 mil por cabeça, mais quatro assessorias ao custo de quase R$ 4 mil cada, sem contar as dezenas de cargos terceirizados na Prefeitura, pelos quais se estapeiam nos bastidores os governistas), fica a dúvida para lá de razoável se a Câmara de Campos tem demonstrado um mínimo de vergonha na cara para cumprir seu dever constitucional (sem aspas) de fiscalizar os atos do Executivo. Diante dela, resta outra certeza, pelo menos para quem ainda é capaz de corar a cara de vergonha com a própria inação: na Santa Casa, a criação da comissão de fiscalização foi uma conquista, não uma concessão.

Não seria ruim que o exemplo dos médicos do maior hospital filantrópico do município restituísse a saúde cívica (e a vergonha na cara) da maioria dos campistas.

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Filhote do elefante branco do governo rosa, Cepopinho já nasce grande (e prematuro)

(Montagem de João Vitor)

Como sabem todas as crianças desde o jardim de infância, o primeiro passo para que um apelido cole e passe a acompanhar o alcunhado, independente da sua vontade, é se pagar recibo por ele. Tanto pior quando o apelido, emblematicamente, é o diminutivo do maior símbolo de desperdício dos royalties pela Prefeitura de Campos: o Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), que custou quase R$ 100 milhões do dinheiro público, e no qual agora se pretende gastar mais R$ 8 milhões, em obras ironicamente classificadas, na sessão da Câmara de ontem, como “Cepopinho”. Maior elefante branco da administração rosa, o Cepop tem o “filhote” grande desde o nascimento, apesar de prematuro, já que vai contra toda a  pregação governista de responsabilidade nos gastos públicos, pelo menos até que o Supremo Tribunal Federal (STF) defina a constitucionalidade na nova Lei dos Royalties em julgamento plenário, no qual o jornalista Saulo Pessanha trouxe aqui um interessante novidade, proposta pelo procurador geral Roberto Gurgel, algoz dos petralhas do Mensalão.

Abaixo, enquanto ainda se tem royalties para bancar a festa, toda a polêmica de ontem do Cepopinho, que até por seus ingredientes tragicômicos, tem tudo para se popularizar muito além dos debates da Câmara…

“Campos vai ter Cepop e Cepopinho?”

Por alexandre bastos, em 10-04-2013 – 2h13

Durante a sessão de ontem (09) da Câmara de Campos, o vereador Marcão (PT) cobrou esclarecimentos da Prefeitura sobre a alocação de orçamentária (2013) no valor de R$ 8,2 milhões para obras e instalações no Cepop. Ao justificar o seu pedido, que foi negado pela bancada governista, o petista perguntou. “No Rio tem Maracanã e Maracanãzinho. Em Minas tem o Mineirão e o Mineirinho. Será que vamos ter em Campos o Cepop e o Cepopinho? São mais R$ 8 milhões para uma obra que, até então, estava pronta”, frisou Marcão, que foi além. “Na minha casa só gasto com festa quando saúde e educação estão muito bem. Será que a cidade que está em último lugar no Ideb e vive uma epidemia de dengue pode gastar tantos milhões com festa?”, perguntou Marcão.

Neném: “Isso é demagogia” — A alfinetada do governista não foi bem recebida pela oposição. “Na minha opinião essa história de falar em Cepopinho é ironia e demagogia”, disparou o vereador Neném (PTB).

Paulo Hirano: “Se querem comandar o governo, basta se candidatar” — Ao explicar a necessidade dos R$ 8 milhões, o líder do governo na Câmara, Paulo Hirano (PR), elogiou o Cepop e explicou que são instalações finais. “Mais uma vez a oposição faz analogias para confundir a população. Se querem comandar a Prefeitura, basta se candidatar ao governo municipal e tentar vencer a eleição. Todos os gastos fazem parte de um planejamento e não existe nada fora do comum. O Cepop é uma obra histórica que vai ficar por séculos”, disse Hirano.

José Carlos quer Cidade do Samba — O vereador José Carlos (PSDC), ao ver o clima quente, colocou mais lenha na fogueira. “Quer saber, o Cepop é uma maravilha e eu ainda quero mais. Tenho uma proposta no forno para incluir uma Cidade do Samba lá no Cepop, com barracões para todas as escolas, como acontece no Rio e em São Paulo”, revelou o governista.

Mauro Silva dispara — Irritado com as comparações da oposição e com a pergunta sobre a construção de um Cepopinho, o vereador Mauro Silva (PT do B) também usou a tribuna da Casa. “Então a presidente Dilma não vai fazer Carnaval porque o Brasil tem 22 milhões de miseráveis. Esse tipo de ironia é uma falta de respeito e não tem cabimento”, disse.

Auxiliadora alfineta Cabral — A vereadora Auxiliadora Freitas (PHS) foi no mesmo embalo. “O Rio do goverandor Sérgio Cabral não vive problemas nas áreas da Saúde e da Educação? Então como é que investe em estádios para a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016?”, indagou.

Marcão responde — Ao responder, Marcão afirmou: “Vocês devem pedir para Garotinho cobrar informações de Dilma e Clarissa de Cabral. Aqui, nesta Câmara, temos que cobrar da prefeita Rosinha. Fomos eleitos para isso”, disse.

Nildo brinca — Depois de toda a discussão, levando em conta a máxima de que um apelido só pega quando alguém não gosta, o vereador Nildo Cardoso (PMDB) brincou. “Pelo jeito o Cepopinho pegou”.

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Quer saber onde e como os royalties são aplicados em Campos? Dane-se você!

dane-se

Controlada pelo governo da prefeita Rosinha (PR), a Câmara de Campos considerou a fiscalização da aplicação dos royalties no município, com a participação da sociedade civil organizada, como inconstitucional. Como o jornalista e blogueiro Gustavo Matheus antecipou aqui, desde ontem, antes da sessão de hoje, a criação do Conselho de Fiscalização da Aplicação dos Roylties proposto pelo vereador Marcão (PT), assumidamente inspirado em ideia análoga da deputada estadual Clarissa (PR) em relação ao governo Sérgio Cabral (PMDB), foi considerada inconstitucional no parecer da comissão de Legislação e Justiça, presidida pelo vereador governista Jorge Rangel (PSB), aprovado em plenário pelo rolo compressor governista, com os votos contrários apenas dos quatro edis de oposição: além de Marcão, Rafael Diniz (PPS), Fred Machado (PSD) e Nildo Cardoso (PMDB).

Resumo de mais esse ato de ópera bufa do valoroso Legislativo goitacá: Quer saber quando, como e em quê os bilionários recursos do petróleo são aplicados em Campos? Dane-se você!

Atualização às 2h05 de 10/04/13: Quer conhecer a justificativa da bancada governista para não permitir a participação da sociedade civil na fiscalização da aplicação dos royalties no município? Basta clicar aqui para conhecer a versão do vice-presidente Jorge Magal (PR), divulgada naquela que é disparada a melhor cobertura das sessões da Câmara de Campos, sempre no Blog do Bastos.

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Crescimento da Folha Online é como o tempo: não para!

Bombando

Por Christiano, em 09-04-2013 – 9h20

A Folha Online manteve ao longo do 1º trimestre de 2013 os ótimos números obtidos aqui em janeiro. A sua média diária de visitantes únicos cresceu 30% em relação ao 1º trimestre de 2012.

No ano de 2012 a audiência do site já havia crescido 11% em relação a 2011 (confira aqui). O horário de pico de acesso continua o mesmo, às 10h00 da manhã.

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Uma dúzia de nomes à Alerj e um objetivo: eleger Anthony Matheus governador

Anthony e Wladimir Matheus (foto de Antonio Cruz/Folha da Manhã)
Anthony e Wladimir Matheus (foto de Antonio Cruz/Folha da Manhã)

Nas listas dos blogueiros Gustavo Matheus e Cláudio Andrade, reunidas aqui, dois posts abaixo, seriam nove os nomes do grupo do deputado Anthony Matheus, o Garotinho (PR), a tentar uma vaga para deputado estadual em 2014: os vereadores Albertinho (PP), Genásio (PSC), Thiago Virgílio (PSC), Jorge Rangel (PSB), Gil Vianna (PR),  Jorge Magal (PR), Paulo Hirano (PR) e Abdu Neme (PR), além do presidente municipal do PR em Campos, Wladimir. Segundo este, no entanto, ao falar por telefone há pouco com o blogueiro, existem mais três nomes que podem integrar essa lista: os vereadores Neném (PTB), Alonsimar (PTC), além de Geraldo Pudim (PR), que Wladimir disse poder tentar à reeleição na Alerj, a despeito de Gustavo e Cláudio colocarem o deputado estadual como alternativa já definida a deputado federal.

Assim, dentro dessa dúzia de possibilidades locais ao Legislativo fluminense, dois deles estariam também sendo cogitados para disputa de vaga na Câmara Federal: Pudim e o próprio Wladimir, nomes que se somariam ainda ao do deputado federal Paulo Feijó (PR), que tentaria a reeleição. A deputada estadual Clarissa Matheus (PR), nome dado como certo na disputa como deputada federal, entraria na cota de candidatos do Rio, não mais de Campos. Sobre os planos eleitorais seus e do seu grupo para o próximo ano, Wladimir ressaltou:

— Preferia vir como deputado estadual, mas qualquer candidatura minha, como todas as demais do nosso grupo, estará atrelada à candidatura de Garotinho ao governo do Estado. Minha opção será a que atender melhor a esse objetivo principal.

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Sem concorrência, Expoente já levou mais de R$ 22 milhões dos cofres de Campos

Marcão, na nova licitação sem concorrência da manhã de hoje, com o representante da Expoente, identificado apenas como Fernando (foto de Rodrigo Silveira)
Marcão, na nova licitação sem concorrência da manhã de hoje, com o representante da Expoente, identificado apenas como Fernando (foto de Rodrigo Silveira)

Após ganhar dois contratos, no valor total de quase R$ 18 milhões, para fornecimento de material didático ao ensino básico municipal de Campos, que o governo federal oferece gratuitamente e com resultado melhor em outros municípios (relembre o caso aqui), a empresa Expoente Soluções Comerciais e Educacionais Ltda. (conheça-a aqui), sediada em Curitiba (PR), venceu na manhã de hoje outro processo de compra sem concorrência. Novamente para venda de material didático ao governo Rosinha (PR), desta vez no valor de  R$ 2.042.768,00, o processo licitatório foi acompanhado pessoalmente vereador Marcão (PT), que já tinha dois pedidos de informação sobre as compras anteriores negados na Câmara Municipal, como o jornalista Alexandre Bastos registrou aqui, em 27 de março.

Baseado na lei federal 12.527, de acesso à informação (acesse-a aqui), o petista levou seus pedidos de informação direto à Prefeitura, no último dia 3, como a Folha Online registrou aqui, em matéria do jornalista Mário Sérgio. Caso não obtenha a resposta no prazo máximo de 30 dias, o vereador promete entrar com um mandado de segurança junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Ao acompanhar o certame licitatório, Marcão registrou estranheza ao fato de que sete empresas retiraram o edital, embora apenas a Expoente tenha aparecido para apresentar sua proposta. Além dela, as outras seis, ausentes da Comissão de Licitação na manhã de hoje, foram a KLTV Comércio e Serviços Ltda, com sede em Niterói; a EM Comércio e Serviços, sediada em Campos; a Hawaí 2010, com sede no Rio de Janeiro;  Borzan Indústria Gráfica, também sediada em Campos; e a Editora Ática, outra com sede na cidade do Rio. O vereador quis saber a quantos alunos e/ou professores se destinariam os 5.612 volumes de material didáticos adquiridos hoje, para fazer uma avaliação individual do custo, mas não obteve a informação. O que se sabe é que, somadas as três compras, todas sem concorrência, a empresa de Curitiba já levou R$ 22.074.630,96 do dinheiro público de Campos.

Atualização às 20h14, para inserir a resposta da secretaria de Educação de Campos, enviada por e-mail da Secom, às 20h07:

A intenção da Prefeitura de Campos é dar continuidade à filosofia implantada na utilização do livro didático oferecido na rede, desde a Educação Infantil, onde o município vem inovando desde 2009, até o 5º ano. Esse processo vem sendo desenvolvido, gradativamente e, este ano, o 4º ano do ensino fundamental foi contemplado com o material oferecido pela prefeitura. A legislação garante aos municípios a adoção de seus próprios materiais e Campos não é a única cidade a adotar material próprio.

— A motivação maior para adotar um material padrão e coeso para todas as escolas e não cada escola com um material diferenciado com filosofia e metodologia diversificadas, como seria o caso da adoção pelos livros do Governo Federal, faz parte do Programa do Livro Didático, unificando o aprendizado. Tal trabalho facilita a transferência de alunos de uma escola, dentro do próprio município, visto que todos utilizam o mesmo material, independente da localidade ou região em que estudam — disse a secretária de Educação, Joilza Rangel Abreu, ressaltando também a qualidade do trabalho realizado pelo departamento Pedagógico da secretaria municipal de Educação que complementa as informações, as aprofunda quando necessário, ou mesmo faz uma fixação por meio de apostilas que são distribuídas aos alunos e professores.

A aquisição de 5.612 materiais didáticos vai beneficiar 5.430 pessoas, entre alunos do 4º ano do ensino fundamental, professores, coordenação, acompanhamento e assessoria pedagógica junto às equipes técnica, docente e diretiva para serem utilizados no ano letivo de 2013.

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Gustavo e Cláudio arriscam nomes para deputado federal e estadual

(Montagem de Adir Mata)
(Montagem de Adir Mata)

Em seus blogs, respectivamente aqui e aqui, o jornalista Gustavo Matheus e o advogado Cláudio Andrade elencaram alguns pré-candidatos de Campos e São João da Barra que estariam confirmados à disputa de vagas na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e na Câmara Federal. Gustavo citou nomes da oposição e ligados ao grupo do deputado federal Anthony Matheus, o Garotinho (PR), enquanto Cláudio nominou só opções dentro da base governista da prefeita Rosinha (PR). Somando-se as duas, teríamos:

Para deputado federal:

— Carla Machado (que está no PMDB, mas poderia trocar de partido, considerada certa sua dobrada com João Peixoto, do PSDC, para estadual)

— Makhoul Moussallem (ex-candidato a prefeito pelo PT)

— Paulo Feijó (que concorreria à reeleição pelo PR)

— Geraldo Pudim (deputado estadual pelo PR)

— Clarissa Matheus (deputada estadual pelo PR)

— Wladimir Matheus (presidente municipal do PR, que Cláudio dá como certo a federal, mas Gustavo deixa aberta a alternativa também à Alerj)

Para deputado estadual:

— Odisséia Carvalho (ex-vereadora do PT)

— Professor Alexandre (ex-candidato a vereador do PT)

— Rafael Diniz (vereador do PPS)

— Erik Schunk (ex-candidato a prefeito pelo Psol)

— Paulo Hirano (vereador do PR e líder de Rosinha)

— Jorge Magal (vereador do PR)

— Abdu Neme (vereador do PR)

— Gil Vianna (vereador do PR)

— Albertinho (vereador do PP)

— Jorge Rangel (vereador do PSB)

— Thiago Virgílio (vereador do PTC)

— Genásio (vereador do PSC)

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Quer saber o resumo do final da semana? Tome fôlego e me acompanhe…

Para quem, como o blogueiro, andou quase completamente fora do ar desde a noite de quinta, por conta da tradicional festa de Nossa Senhora da Penha, imperdível a todos aqueles que, independente da crença, tenham ligação de fé com Atafona, impressiona como a simples leitura dos blogs hospedados na Folha Online, além da conferida sempre necessária do “Eu penso que…”, do jornalista Ricardo André Vasconcelos, seja suficiente para deixar o leitor com a sensação de se estar saindo de uma semana esbordando de informação para encarar outra. Senão, tome fôlego e me acompanhe…

Campos: Prefeitura não cumpre lei de acesso às informações públicas

Por José Paes, em 04-04-2013 – 22h07

A lei de acesso às informações públicas (lei nº 12.527/12), dentre outras disposições, determina em seu artigo 8º que é dever dos órgãos e entidades públicas promover, independentemente de requerimentos, a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas.

A referida lei determina, ainda, que na divulgação das informações deve-se contar, no mínimo:

I – registro das competências e estrutura organizacional, endereços e telefones das respectivas unidades e horários de atendimento ao público;

II – registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros;

III – registros das despesas;

IV – informações concernentes a procedimentos licitatórios, inclusive os respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos celebrados;

V – dados gerais para o acompanhamento de programas, ações, projetos e obras de órgãos e entidades; e

VI – respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.

Importante destacar que a lei em questão determina que a divulgação dessas informações pela internet é obrigatória.

A prefeitura de Campos, contudo, quase um ano após a entrada em vigor da referida lei, ainda não disponibiliza todas essas informações em seu endereço virtual na internet.

Não são divulgadas, por exemplo, as informações referentes aos procedimentos licitatórios, não sendo disponibilizados os editais das licitações e os respectivos contratos firmados, o que dificulta o conhecimento e fiscalização por parte dos cidadãos.

Além disso, as leis municipais não são divulgadas em sua integralidade, limitando-se o site a trazer as leis publicadas até 2009, mesmo assim, de forma parcial.

E nem se diga que a disponibilização dessas informações seja complexa, pois o site da prefeitura já dispõe de local apropriado para tanto.

É de se destacar, ainda, a dificuldade que a Administração impõe para que o cidadão possa retirar os editais de licitação fisicamente, já que se exige a apresentação de requerimento em papel timbrado, restringindo-se o acesso apenas às empresas eventualmente interessadas nos certames.

Essa situação se afigura inadmissível, sobretudo quando a participação popular na administração da coisa pública vem ganhando cada vez mais importância no cenário nacional.

Espera-se que o cumprimento das determinações legais se dê o mais rápido possível, a fim de que a gestão do município ganhe contornos mais transparentes. Aliás, seria interessante que referidas regras fossem incluídas no projeto da nova Lei Orgânica, alçando a transparência a uma política municipal e não apenas de governo.

Deputado Roberto Henriques no blog do Ancelmo

Por suzy, em 05-04-2013 – 9h34

O deputado Roberto Henriques (PSD) foi um dos entrevistados, ontem, pelo blog do Ancelmo Gois, do Globo Online. O assunto era polêmico: Os 1.150 litros de combustíveis distribuídos todos os meses pela Alerj aos deputados. O blog do Ancelmo lembra que os de Campos dos Goytacazes – Geraldo Pudim, João Peixoto e Roberto Henriques – são os que enfrentam a maior distância entre suas casas e o Rio: 274 km. No entanto, com o volume mensal de combustível, eles podem percorrer, todos os meses, o trajeto 33 vezes.

Dos três, Roberto foi o único entrevistado e não se saiu mal. Explicou que percorre toda região e, ainda assim, todo mês sobram R$ 500.

Clique na imagem para ampliá-la

Confira a postagem completa no Blog do Ancelmo.

DEIXA A VIDA ME LEVAR…

Por Ricardo André Vasconcelos, em 06-04-2013, às 09:17

Da Coluna Panorama Político, do jornalista Ilimar Franco, página 2 de O Globo de hoje:

De olho em Zeca Pagodinho

O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho(PR) mandou um emissário procurar Zeca Pagodinho. Ele o quer de vice em sua chapa para o governo. O mote do cerco é que, uma vez eleito, poderá fazer mais pelas vítimas de Xerém.

Atualização às 11h16 – O próprio Garotinho confirmou agora há pouco, pela Rádio O Diário FM, a conversa pelo telefone com Zeca Pagodinho e que a sugestão para ser vice foi do cantor.

Mudanças no final da Pelinca

Por Christiano, em 06-04-2013 – 15h47

A Avenida Pelinca é a mais nobre da cidade. Ela é valorizada em toda a sua extensão, mas alguns trechos tem mais valor do que outros. O mais valorizado hoje talvez seja o que fica entre as ruas Voluntários da Pátria e Barão da Lagoa Dourada, em especial da Voluntários até a rua Conselheiro José Fernandes. Já da Barão até o final da Pelinca a avenida se notabilizou por ser uma área voltada para a gastronomia.

Algumas das melhores opções de bares, restaurantes e casas noturnas da cidade ficam neste trecho. O finalzinho da Pelinca representava o auge disto. Porém, muitas mudanças vem ocorrendo por ali. O tradicional Kantão do Líbano mudou para o outro lado da rua. No seu lugar, está sendo feita uma casa de festas, como foi anunciado aqui.

O antigo Club encontra-se em reforma e abrirá com uma nova proposta. Ao seu lado, dois imóveis encontram-se desocupados, com placa de aluga-se, como pode ser visto na foto acima. Ali perto fica a galeria comercial Shopping 16, que foi vendida e irá abaixo para dar lugar a um empreendimento residencial de 180 unidades, anunciado aqui.

Funciona na galeria o restaurante Cabernet, um dos melhores e mais tradicionais da cidade. Tomara que ele seja realocado em outro local, para não se juntar ao La Coruña, que deixou saudades.

PMDB trabalha com hipótese de Eduardo Paes ser vice de Pezão

Por Saulo Pessanha, em 06-04-2013 – 17h36

Pezão, Dilma, Paes e Cabral

O PMDB já trabalha com três levantamentos qualitativos encomendados a institutos de pesquisa para tentar encontrar soluções que dêem fôlego à candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão à sucessão estadual.

E admite a idéia de lançar uma chapa puro-sangue, mesmo que coloque em xeque o apoio de antigos aliados, como o PP. Além de viabilizar a vaga ao Senado para Sérgio Cabral, o partido estuda a escalação do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, para vice.

A proposta de recorrer ao nome do prefeito do Rio, Eduardo Paes, também foi desengavetada.

Uma das pesquisas encomendadas pelos peemedebistas pretende identificar a popularidade de Beltrame e o impacto do programa de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) junto aos eleitores.

Correntes no partido defendem que o secretário ganhou, ao longo do governo Cabral, visibilidade e tornou-se conhecido. Seu nome tornaria a chapa mais popular. Beltrame tem negado intenção de concorrer, pelo menos na cabeça de chapa.

Fonte: O Globo


Embalos de sábado à noite

Por alexandre bastos, em 06-04-2013 – 23h01

Elvis Garotinho com a prefeita Rosinha – Instagram/Clarissa
Elvis Garotinho com a prefeita Rosinha – Instagram/Clarissa

A prefeita Rosinha Garotinho (PR) está comemorando 50 anos em grande estilo. Amigos e familiares organizaram uma festa “Anos 60” com direito a show musical com a participação da prefeita. O deputado federal Anthony Garotinho (PR) apostou no estilo Elvis Presley.

Em 2011 Garotinho foi parar no Kibe Loco após se fantasiar de Zorro (aqui).

Os mesmos protagonistas

Por cilênio, em 07-04-2013 – 12h44

Faltando pouco mais de um ano para as eleições majoritárias e a quase justificável falta de assunto, o jeito é mesmo trabalhar com especulações, sabendo de antemão quem serão os protagonistas tanto para a sucessão do governador Sérgio Cabral, que não pode mais concorrer porque está no segundo mandato, como da presidente Dilma Rousseff.

Em território fluminense, Lindbergh Farias (PT), Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Anthony Garotinho (PR) já estão em campanha faz tempo, embora oficialmente, por conta da proibição da Justiça Eleitoral, não possam se declarar como tal.

Mas as movimentações políticas e aparições na mídia a todo momento deixam claro que a disputa pelo Palácio Guanabara deverá mesmo se concentrar nos três pré-candidatos, embora no caso do senador petista a situação seja um pouco mais complicada por causa do apoio que Dilma precisa, do PMDB fluminense, para tentar sua reeleição.

Difícil vai ser Lindibergh aceitar ser coadjuvante num processo em que deseja ser protagonista e estragar o bolo da festa.

Duro é ver que entra eleição, sai eleição e não aparece nada de novo. De novo.

Que o diga a situação que se vive em Campos há pelo menos 25 anos, 30 anos.

Nomes da planície para Alerj e Câmara em 2014

Por Gustavo Matheus, em 07-04-2013 – 15h31

Com muita especulação sobre as disputas a Alerj e Câmara Federal rolando por aí, aqui vai um pequeno esboço dos prováveis pré-candidatos de Campos e região.

Oposição

PT – Em busca de uma cadeira na Câmara Federal, o médico Makhoul Moussallem é esperança do diretório municipal do partido dos trabalhadores. Para a Alerj, dois nomes surgem no grupo; Alexandre Lourenço e Odisséia Carvalho. O primeiro, conhecido como Professor Alexandre, tem o apoio do deputado federal Alessandro Molon, uma das peças mais agradáveis do PT – RJ. Odisséia por sua vez tem um suporte maior do próprio partido na cidade, já que o seu marido, Eduardo Peixoto, o preside.

Silvano, Molon e Alexandre
Silvano, Molon e Alexandre

PSDC – Recheado de figurinhas carimbadas, o partido chega para essa disputa com muito gás. Quem deve estar de mudança para lá é a ex-prefeita de SJB Carla Machado, atualmente no PMDB. Carla deve fazer uma dobradinha com João Peixoto pela Câmara e Assembleia, respectivamente.

João e Carla
João e Carla

PPS – Corre na cidade uma especulação indicando que o jovem vereador Rafael Diniz estaria sendo considerado por um grupo de peso para representar uma oposição independente na Alerj.

Rafael Diniz vem fazendo um bom trabalho na Câmara
Rafael Diniz vem fazendo um bom trabalho na Câmara

PSD – Da planície, somente o nome do deputado estadual Roberto Henriques vem sendo especulado pelo partido.

PSOL – O médico sanitarista Erik Shunck espera ser o representante goitacá e espera pegar carona com superstar Marcelo Freixo, que ainda não decidiu por qual cadeira irá brigar. Erik aguarda a decisão de Freixo para decidir.

Situação

PR e coligados – Muitos nomes são mencionados e possuem o desejo de se candidatar. Para a Câmara Federal: Paulo Feijó, Pudim e Clarissa Garotinho.

A bela da Alerj irá tentar a Câmara Federal
A bela da Alerj irá tentar a Câmara Federal

E mirando a Assembleia: Wladimir Garotinho (podendo disputar para federal), e os vereadores Albertinho (PP), Magal e Genásio (PSC).

Magal insiste em sua candidatura
Magal insiste em sua candidatura
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Antevisão da bola dividida entre os vereadores rosáceos

Com Aldair antenvendo os caminhos da bola, quem acaba no chão geralmente era o atacante
Com Aldair antevendo os caminhos da bola, quem acabava no chão geralmente era o atacante

No futebol, um dos predicados do craque é a antevisão, a capacidade de enxergar antes as várias possibilidades futuras de cada lance, por mais despretensioso e prosaico que o presente possa parecer. Entre os que vi atuar, três jogadores, mais que quaisquer outros, demonstraram em campo essa característica, rara em tudo mais na vida: Zico, Zidane e Aldair.

Perguntará o leitor incrédulo: “O que um zagueiro faz nesta lista junto com dois dos maiores meias da história?” Responderia que Aldair foi um beque que terminava os jogos com seus calções sempre limpos, porque quase nunca dividia bola ou dava carrinho. Não precisava! No mais das vezes, o zagueiro baiano que fez história no Flamengo, no Roma e na Seleção Brasileira, antecipava o lance, antevia por onde a bola vinha e a interceptava, no meio do caminho entre o passe e o atacante seu destinatário. E, quando a roubava, tinha talento para se assumir novo remetente com a vontade própria de um meia-armador, como no lançamento de 40 metros, por elevação, da defesa à ponta esquerda, nos pés de Bebeto, que cruzou para Romário concluir o contra-ataque rápido, abrindo o marcador daquele dramático Brasil 3 x 2 Holanda, jogo mais difícil da campanha do Tetra em 1994.

No futebol, ainda que aprecie se ufanar por uma habilidade que não tem, há um universo ou mais a separar Alexandre Bastos de Zico ou Zidane. Quanto a Aldair, a comparação é impossível, não só pela diferença abissal de talento, como pelo fato de que a vaidade não permitiria a Bastos atuar como defensor. Agora, na observação dos assuntos da política goitacá, sobretudo na leitura do que há de vida real no teatro da Câmara Municipal, a antevisão é sem sombra de dúvida uma das principais características do jovem jornalista e blogueiro.

Agora, nesse início de abril, endossado aqui e aqui por outros olheiros atentos do Legislativo de Campos, como são, respectivamente, o blogueiro Cláudio Andrade e o jornalista Gustavo Matheus, o racha dos vereadores rosáceos emergentes com aqueles mais organicamente ligados ao grupo, veteranos de outras legislaturas e/ou da passagem por secretarias importantes, foi definido aqui por Bastos como “duas situações”, desde 21 de fevereiro, quando anteviu na coluna Ponto Final:

— (…) existem mais bancadas do que o normal. Além da pequena oposição, com quatro vereadores, existem duas situações. Uma é composta pelos aliados mais populistas do casal Garotinho. Neste time, a meta é “jogar para a galera” e desenvolver ações que agradem as camadas mais populares. A outra bancada de situação conta com ex-secretários e figuras mais experientes. Esse time governista prefere adotar um discurso mais cauteloso (…) Com o aumento do número de cadeiras, a Câmara de Campos vai começar a contar com embates inusitados. Não se assustem se em breve a turma populista resolver bater de frente com os governistas mais cautelosos. Até porque, com uma oposição reduzida, o único risco para a situação é um embate com a própria situação.

Na dúvida sobre quando e como o deputado federal Anthony Matheus, o Garotinho (PR), irá intervir pessoalmente para debelar esse “fogo amigo” ateado pelo reflexo das suas próprias práticas clientelistas no governo de Campos, que de fato controla, fica uma certeza análoga, mas independente: por sua antevisão, como analista político, Bastos é um craque. O duro é que, mesmo sem elogiar, o cara já é chato pra caramba!!!… Rs

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Oposição desconstrói a contratação da Odebretch para construir casas do “Morar Feliz”

Publicada (aqui) no 1º de abril pela Prefeitura de Campos, em Diário Oficial (DO), a contratação da Odebretch para construir as 4.574 casas da segunda etapa do projeto “Morar Feliz”, no valor de R$ 476.519.379,31, antes da decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a questão dos royalties, ao contrário do que haviam garantido aqui e aqui, falando em nome da prefeita Rosinha (PR), seu líder de bancada, vereador Paulo Hirano (PR), e seu secretário de Governo, Suledil Bernardino (PR), gerou estranheza e questionamentos da oposição. Depois de terem questionado aqui, aquiaqui, a lista das ações públicas do município ameaçadas de suspensão com a nova Lei dos Royalties (aqui), os três candidatos que concorreram com Rosinha à Prefeitura em 2012, Makhoul Moussallem (PT), José Geraldo (PRP) e Erik Schunk (Psol), denunciaram não só o fato da Prefeitura usar o dinheiro municipal para fazer obras de moradia que poderiam ser feitas utilizando recursos federais da Caixa Econômica, como o próprio discurso governista de cautela com os gastos públicos ser atropelado pela prioridade inesperada dada à contratação da Odebretch.

Abaixo, o que disseram os três…

Makhoul, Zé Geraldo e Schunk (montagem de Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)
Makhoul, Zé Geraldo e Schunk (montagem de Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

Makhoul Moussallem — Em primeiro lugar, é uma inconsequência com a cidade. Se era para esperar até que saísse a definição do Supremo sobre os royalties, e se essa decisão final ainda não saiu, publicar essa contratação é uma irresponsabilidade. Saúde e educação são, certamente, muito mais prioritários do que o “Morar Feliz”. De qualquer maneira, se revela agora, de maneira indiscutível, que aquela primeira lista com ameaças de corte era inverídica. Porque, lógico, se espera que qualquer governo minimamente responsável, se tem mais de R$ 476 milhões para gastar com habitação, não tenha dinheiro faltando para a saúde e a educação, muito embora não seja isso o que vejamos todo dia na prestação desses serviços públicos básicos pela Prefeitura de Campos. Mas não há outra alternativa lógica. Ou é isso, ou então o governo Rosinha é simplesmente irresponsável.

José Geraldo — Para começar a conversar, essas obras do “Morar Feliz”, sempre com a mesma construtora contratada, que por motivos misteriosos parece ser a preferida da Prefeitura, com claros indícios técnicos de superfaturamento, não precisaria sequer ser bancada com recursos municipais, sejam de receita própria ou de royalties. Bastaria ao governo Rosinha utilizar os recursos da União já disponíveis, via Caixa Econômica Federal, no programa “Minha casa, minha vida”, que produz unidades habitacionais mais baratas e com qualidade superior de construção. Mesmo que os royalties sejam mantidos, é uma inconsequência não buscar esses recursos federais para a habitação, para se utilizar o nosso, que deveria ser aplicado em áreas mais carentes, como, por exemplo, no combate à epidemia de dengue da nossa cidade, que mesmo previamente anunciada, não foi evitada. Enquanto líder de governo, Paulo Hirano sugeriu cautela nos gastos. Depois, com dados técnicos para endossá-lo, Suledil fez a mesma coisa. E os dois são completamente desmoralizados em face dessa decisão da prefeita em efetivar esse contrato extemporâneo e perdulário.

Erik Schunk — É criminoso se gastar mais de R$ 476 milhões do dinheiro público municipal para se fazer casas populares que poderiam ser custeadas, integralmente, ou pelo menos em sua maior parte, com recursos da União, através do programa “Minha casa, minha vida”, da Caixa Econômica. Eu quero as cinco mil casas para a nossa população, mas quero que o dinheiro desta mesma população seja poupado para outras ações tão ou mais necessárias, nas quais não há recursos federais à disposição. Essa publicação, agora, antes da decisão do Supremo, é uma contradição absurda. Quer dizer que não tinha dinheiro e agora tem? Qual é a verdade atrás disso tudo? Será medo de que, caso usassem os recursos da Caixa, a obra seria inaugurada por Dilma, ou há coisa ainda pior, muito pior, mal escondida atrás do alto preço dessas casas do “Morar Feliz”, muito mais caras do que as custeadas ela União, com um padrão de obra ainda assim bem melhor? Publicaram essa contratação agora, contra as declarações de Hirano e Suledil, simplesmente porque é a vontade de Garotinho, porque quem governa e manda em Campos é ele, porque isso atende aos seus interesses, sabe-se lá quais sejam. A verdade é essa!

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Outra novidade do Grupo Folha — Rafael Diniz na Continental

As novidades do Grupo Folha não param. Depois de tantas anunciadas e cumpridas, nestes primeiros meses de 2013, nas páginas impressas e virtuais do jornal, agora é a vez da Rádio Continental (1270 khz). O vereador Rafael Diniz (PPS), que em 15 de janeiro debutou aqui, como articulista de todas as sextas na Folha, agora vai estrear no próximo sábado, dia 6, a partir das 7h da manhã, o seu novo programa: “Alô, Campos!”.

Abaixo, nas palavras do jovem e promissor político, o que os ouvintes poderão esperar em suas manhãs de sábado…

A vontade de estar no rádio não é de agora, tão pouco pelo fato de estar ocupando uma cadeira na Câmara de Vereadores. Trata-se de um sonho antigo, que sempre dividi com o meu grande amigo Cesinha Tinoco, que também estará no programa. Nosso objetivo é estar cada vez mais em contato com toda a população. Estaremos conversando, trazendo informações de nossa região, discutindo assuntos variados, além de apresentar ideias que deram certo em outros municípios. Vamos ter um quadro onde relembraremos personagens e fatos que marcaram nossa cidade e outro de entrevista para receber convidados que possam passar mensagens positivas e interessantes. A ideia é fazer dessa hora semanal um momento de entretenimento, debates, conhecimento e alegria. Será todo sábado das 7h às 8h na Rádio Continental.

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