Rafael Diniz: “É triste ver o nome de Campos mais uma vez nas páginas policiais”

    “É triste ver o nome de Campos mais uma vez associado às páginas policiais. O momento é delicado, porque vivemos a situação financeira mais grave de nossa história recente, que pode se agravar ainda mais caso, no dia 20 de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) vote a favor da partilha dos royalties. Mas, pelo bem de nossa população, espero que a Justiça cumpra o seu papel. Vamos continuar trabalhando para nossa cidade superar o passado e dar a volta por cima”. Foi o que disse o prefeito de Campos, Rafael Diniz (Cidadania), sobre a decisão da tarde de hoje (29) da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que determinou (aqui) a nova prisão do casal de ex-governadores Anthony (sem partido) e Rosinha Garotinho (Patri). O TJ derrubou a liminar do desembargador Siro Darlan que concedia liberdade ao casal. Os novos mandados de prisão já foram expedidos para ambos, que já tinham sido presos (aqui) em 3 de setembro pela operação Secretus Domus. Desdobramento da Lava Jato, a investigação apontou prática de crime nas relações do governo municipal Rosinha com a construtora Odebrecht no programa habitacional Morar Feliz. Em setembro, as prisões de Garotinho e Rosinha foram decretadas pelo juiz Glicério de Angiolis Silva, da 2ª Vara Criminal de Campos, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). Em plantão na madrugada do dia seguinte (04/09), Siro Darlan concedeu liminarmente (aqui) o habeas corpus ao casal. Que foi revogado com a decisão de hoje da 2ª Câmara Crininal do TJ-RJ.  

Fred Machado: “Não há nada para comemorar” na nova prisão dos Garotinho

    “Recebemos, na tarde desta terça-feira (29), mais uma vez a noticia da prisão do casal Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho com imenso pesar, pois não há nada para comemorar. Tudo o que está acontecendo é consequência dos atos ilícitos praticados pelo casal e que lesaram o erário público, causando prejuízos de toda a ordem ao governo municipal. Lamentavelmente, a maior vítima dos danos causados é a população da nossa amada Campos dos Goytacazes. Hoje o Poder Judiciário dá mais um grande passo contra o flagelo da corrupção e esperamos que continue a cumprir o seu papel, para que, no fim, a justiça prevaleça”. Foi como reagiu o presidente da Câmara Municipal de Campos, vereador Fred Machado (Cidadania), à decisão da tarde de hoje (29) da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que determinou a nova prisão do casal de ex-governadores Anthony (sem partido) e Rosinha Garotinho (Patri). O TJ derrubou (aqui) a liminar do desembargador Siro Darlan que concedia liberdade ao casal. Os novos mandados de prisão já foram expedidos para ambos, que já tinham sido presos (aqui) em 3 de setembro pela operação Secretus Domus. Desdobramento da Lava Jato, a investigação apontou prática de crime nas relações do governo municipal Rosinha com a construtora Odebrecht no programa habitacional Morar Feliz. Em setembro, as prisões de Garotinho e Rosinha foram decretadas pelo juiz Glicério de Angiolis Silva, da 2ª Vara Criminal de Campos, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). Em plantão na madrugada do dia seguinte (04/09), Siro Darlan concedeu liminarmente(aqui) o habeas corpus ao casal. Que foi revogado com a decisão de hoje da 2ª Câmara Crininal do TJ-RJ.  

Wladimir chama de “arbitrariedade” decisão do TJ de prender os pais. Recurso ao STJ

    “Mais uma vez o Tribunal do Rio dá uma decisão curiosa, mesmo com o voto do relator sendo pela manutenção da liberdade. Não existe fato novo algum que justifique, a motivação é de uma testemunha que continua se dizendo ameaçada sem provar como, onde ou quem a ameaça. Essa testemunha é a mesma conhecida de sempre, Beth Megafone, que já mudou de versão inúmeras vezes e foi chamada pelo ministro Luiz Fux de indigna de fé. A defesa vai recorrer ao STJ contra mais essa injustiça e arbitrariedade”. Foi o que disse o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD) sobre a decisão da tarde de hoje (29) da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que determinou a nova prisão do casal de ex-governadores Anthony (sem partido) e Rosinha Garotinho (Patri). O TJ derrubou (aqui) a liminar do desembargador Siro Darlan que concedia liberdade ao casal. Os novos mandados de prisão já foram expedidos para ambos, que já tinham sido presos (aqui) em 3 de setembro pela operação Secretus Domus. Desdobramento da Lava Jato, a investigação apontou prática de crime nas relações do governo municipal Rosinha com a construtora Odebrecht no programa habitacional Morar Feliz. Em setembro, as prisões de Garotinho e Rosinha foram decretadas pelo juiz Glicério de Angiolis Silva, da 2ª Vara Criminal de Campos, a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). Em plantão na madrugada do dia seguinte (04/09), Siro Darlan concedeu liminarmente(aqui) o habeas corpus ao casal. Que foi revogado com a decisão de hoje da 2ª Câmara Crininal do TJ-RJ.  

Artigo do domingo — As fiandeiras e o Flamengo

    As fiandeiras e o Flamengo   Sobre quem diz nunca ter sido traído, há três classificações possíveis: mentiroso, desinformado ou ambos. Pode ser pelo seu semelhante. Pode ser pelo destino. Este, para os gregos antigos, era determinado por três irmãs fiandeiras, as moiras. Na roda da fortuna, teciam os fios das vidas de homens e deuses. Foi o destino que fez o Flamengo ser fundado como clube de regatas em 1895. E entrar no futebol em 1912, com uma dissidência de atletas do Fluminense. Em 1927, numa pesquisa promovida pelo Jornal do Brasil, já era apontado como o mais “symphatico” do país. Posição que se consolidaria com o tempo e a adoção dos critérios estatísticos. Este ano, foi reconhecido pela Fifa como “o único time do mundo que tem 40 milhões de torcedores”.     O Flamengo já era o clube mais popular do Brasil antes de 1980. E só as fiandeiras do destino podem explicar, pois ainda não tinha um único título de expressão nacional. Até então, suas duas maiores conquistas eram dois Tricampeonatos Cariocas: o de 1942/43/44, com Zizinho, Domingos da Guia e Pirilo; e o de 1953/54/55, com Rubens, Evaristo e Dida. Este seria o grande ídolo de quem mudaria a história do clube, filho da periferia carioca, mas português na origem e no nome: Arthur Antunes Coimbra.     Pequeno e franzino, era chamado quando criança de Arthurzinho e Arthurzico. Quando homem, passaria à história do futebol mundial como Zico. Quem, além das fiandeiras do destino, faria com que um filho de pai português e mãe brasileira, mas por sua vez filha de portugueses, se tornasse o maior ídolo do arquirrival do Vasco da Gama? A geração de Zico, que ascendeu com ele das categorias de base do Flamengo, era quase toda brilhante. Leandro e Júnior estão entre os maiores laterais da história do futebol brasileiro. Enquanto zagueiro, Mozer não fica atrás. Andrade é considerado um dos volantes mais clássicos que já atuaram com a camisa rubro-negra, como está Adílio entre os seus meias mais habilidosos e Nunes, entre seus centroavantes mais decisivos. Esta era a espinha dorsal daquela equipe, que tinha em Zico seu coração, cérebro e pé de apoio.     Juntos, Zico e sua geração conquistariam os Brasileiros de 1980, 1982 e 1983. O auge daquele Flamengo seria em 1981, na pausa nacional para se adonar da América do Sul, em final épica e violenta da Libertadores da América em três jogos contra o Cobreloa, do Chile. Que deu acesso à final do Mundial em Tóquio, vencida com um passeio de 3 a 0 sobre o inglês Liverpool. Apesar do placar, o derrotado é tido até hoje entre os maiores times de clube já formados na Europa, com quatro Champions nas costas para tirar as dúvidas: 1976/77, 1977/78, 1980/81 e 1983/1984.   https://www.youtube.com/watch?v=zUVA-eIv0s0   Em 1987, com Zico, Leandro e Andrade ainda em campo, o Flamengo bateu o Internacional por 1 a 0 na fnal do Maracanã, para conquistar a Copa…

Com o oceano dentro do peito: “E agora o seu povo/ Pede o mundo de novo”

  Um moleque de 9 anos que viu seu time campeão da Libertadores e do mundo, liderado por um gênio como Zico. E teve a chance de testemunhar aos 47, ao lado do filho de 20, o sonho carnado de outra final de clubes da América do Sul. Foi uma experiência inesquecível. Sem falsa humildade, mais do que eu talvez merecesse numa mesma vida. Depois dos 5 a 0 sobre o Grêmio na noite de ontem, no Maracanã, só acordei na manhã de hoje. Ao nadar e furar ondas no mar de bandeira vermelha do Arpoador. Por ora, só posso repetir o que segredei a Iemanjá, com o oceano dentro do peito: “Mulher, é muito bom ser Flamengo!”. Da água salgada e gelada aos pés no chão, no meio do caminho tem o River, tem o River no meio do caminho. Mas, de volta a Campos, já não dá mais para deixar de ecoar a maior torcida da Terra: “E agora o seu povo/ Pede o mundo de novo”.     https://www.youtube.com/watch?v=Gk_hncU3xdw  

Campos: royalties em risco, atraso aos hospitais e 10 pré-candidatos a prefeito

      Dez pré-candidatos a prefeito No Folha de ontem (21), na Folha FM 98,3, o ex-prefeito interino de Campos Roberto Henriques (PPL, em processo de fusão com o PC do B) se lançou pré-candidato à Prefeitura de Campos em 2020. Com ele já são 10: o prefeito Rafael Diniz (Cidadania), o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), os deputados estaduais Gil Vianna (PSL) e Rodrigo Bacellar (SD), Caio Vianna (PDT), Marcelo Mérida (PSC), Lesley Beethoven (PSDB), Alexandre Buchaul (PSDB, em busca de nova legenda) e José Maria Rangel (PT). Com a cidade em colapso financeiro e perspectiva concreta de piora, o número de pré-candidatos a administrá-la impressiona.   Nova ameaça de greve na Saúde Após Campos viver a greve dos médicos da Saúde Pública, de 7 a 30 de setembro, agora são os profissionais dos hospitais contratualizados que podem (aqui) cruzar os braços. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Campos (SES) publicou convocação para decidir a questão em assembleia às 19h desta quarta (23). Por atraso na complementação municipal (R$ 5 milhões/mês) aos repasses federais do Sistema Único de Saúde (SUS), foram afetados cerca de 2 mil funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Campos (SCMC), Hospitais Beneficência Portuguesa (HBC) e Plantadores de Cana (HPC), e Abrigo João Viana.   Hospitais no MP Pela gravidade da situação, representantes do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Estabelecimentos de Serviços de Saúde da Região Norte Fluminense (Sindhnorte) estiveram na tarde ontem (aqui) no Ministério Público Estadual. A promotora Maristela Faria, da 3ª Promotoria de Tutela Coletiva, recebeu a reclamação protocolada, instaurou inquérito civil público e marcou uma reunião nesta sexta (25) entre representantes do município e dos dos quatro grandes hospitais contratualizados de Campos: SCMC, HPC, HBP, além do Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA). Estes alegam que o atraso é de três meses: julho, agosto e setembro.   Enxugando gelo Em nota, a Prefeitura disse estar “tomando providências para regularizar os pagamentos pendentes o quanto antes”. Na verdade, só deverá poder pagar quando chegar a próxima Participação Especial (PE) trimestral do petróleo, em novembro. Com os royalties mensais em queda durante quase todo o ano, a previsão orçamentária de R$ 2 bilhões para 2019 deve ter apenas R$ 1,8 bilhão executados. Sinal disso, na noite de ontem foi divulgado (aqui) o valor dos royalties que devem ser depositados hoje a Campos: R$ 25,3 milhões. É uma redução de 10,5% em relação ao último mês, que chega triplica a 36,8% em relação ao mesmo período de 2018.   Daqui a 29 dias, o STF Como não há nada que não possa piorar, hoje faltam 29 dias para o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar a nova lei de partilha de royalties. Aprovada desde 2012 pelo Congresso Nacional, está travada desde 2013 por uma liminar da ministra Carmem Lúcia. Se passar agora no julgamento marcado para 20 de novembro, não existe solução matemática para Campos. Dos R$ 580 milhões de receita do petróleo que a cidade projeta…

Roberto Henriques se lança a 2020 e critica Gil, Rodrigo, Wladimir, Caio e Rafael

    Ex-prefeito interino e ex-deputado estadual, Roberto Henriques (antigo PPL, em processo de fusão com o PC do B) se colocou na briga entre os vários pré-candidatos à Prefeitura de Campos em 2020. Um dos tantos ex-aliados do ex-governador Anthony Garotinho (sem partido), usou a conhecida metralhadora giratória do seu ex-líder para atirar para todos os lados no Folha no Ar 1ª edição da manhã de hoje (21), na Folha FM 98,3. Os alvos preferenciais foram os pré-candidatos a prefeito considerados mais fortes ao próximo ano. No último bloco da entrevista, dedicada a 2020, Henriques começou mirando nos deputados estaduais Gil Vianna (PSL) e Rodrigo Bacellar (SD): — Participei do governo (municipal) Garotinho, participei do governo do Arnaldo (Vianna, PDT), fui vice-prefeito desta cidade num período conturbado (governo Alexandre Mocaiber, sem partido, que chegou a assumir interinamente). Mas o meu comportamento sempre foi independente de todos eles. Agora, que autoridade têm Rodrigo Bacellar, o Gil Vianna, para questionar o modelo implantado pelos ex-prefeitos (de Campos)? Incluindo a Rosinha, na qual batizaram, crismaram e benzeram, no caso do Gil. O caso do Rodrigo, tem o pecado original do pai. O (então presidente da Câmara Municipal) Marcos Bacellar (PDT) foi um dos sustentáculos daquela desgovernança que foi o governo Alexandre Mocaiber. Diretamente, não, mas ele (Rodrigo) foi beneficiário, inclusive contratado daquelas empresas terceirizadas (contratadas no governo Mocaiber). É o pecado original, o vício do cachimbo. Além de Gil e Rodrigo, Roberto também investiu contra o deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), o pré-candidato Caio Vianna (PDT) e contra aquele que é considerado o principal cabo eleitoral do filho, o ex-prefeito Arnaldo Vianna. Para Roberto Henriques foi Arnaldo quem instalou o “modelo perdulário” de governar Campos, que considera ter sido seguido por Mocaiber e Rosinha: — Qual experiência o Wladimir tem, a não ser a herança do “filhismo”? Qual a força de portaria que o nomeou para ele exercer algum cargo no governo da mãe dele? Nenhuma! Caio? Eu votei no Caio (na eleição a prefeito de 2016, quando mudou a um mês das urnas seu apoio inicial ao candidato Rogério Matoso) porque ele estava sem o Arnaldo. Porque quem instalou esse modelo perdulário, gastador, aqui na Prefeitura de Campos, foi o Arnaldo. Que Mocaiber continuou e Rosinha continuou. O Arnaldo (que até aqui caminha com o filho para 2020, após ter apoiado Geraldo Pudim a prefeito em 2016) vai ser o abraço do afogado em Caio — profetizou. Segundo Roberto, apenas os pré-candidatos a prefeito hoje considerados de menor densidade eleitoral, como ele mesmo, teriam “legitimidade” para questionar o modelo de governar Campos: — Esses têm legitimidade. O José Maria (Rangel, PT) tem, o (Lesley) Beethoven (PSDB) tem, o (Alexandre) Buchaul (ainda PSDB, mas em busca de nova legenda) tem, o Marcelo Mérida (PSC) tem. Eles têm autoridade de questionar esse modelo que está aí. Agora, nos outros, eu não vejo essa autoridade. Roberto também avaliou a pré-candidatura à reeleição de Rafael Diniz (Cidadania), que aconselhou o prefeito a abandonar: —  Arnaldo…

Visita de secretária de Witzel ao Restaurante Popular de Campos será reagendada

  Anunciada (aqui) na última terça (15) pelo prefeito Rafael Diniz (Cidadania) e o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD), além do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), a visita a Campos da secretária estadual de Desenvolvimento Social Fernanda Titonelli, para uma vistoria técnica ao prédio do antigo Restaurante Popular Romilton Bárbara, não ocorrerá mais nesta segunda (21). Uma nova data deve ser marcada na semana que vem. Segundo Rodrigo, a demora se dará pela reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que deixará os parlamentares  da região no Rio, segunda e terça. Por determinação (aqui) do Supremo Tribunal Federal (STF), a Alerj definirá se os deputados Luiz Martins (PDT), André Correa (DEM) e Marcus Vinicius Neskau (PTB) serão soltos, ou não. Eles foram presos na operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato. A secretária do governo Wilson Witzel (PSC) viria a Campos na segunda, com o objetivo de estabelecer uma parceria entre estado e município, costurada por Rodrigo e outros deputados estaduais da região, para reabrir o Restaurante Popular em Campos. Mas ela teve que cancelar também por conta de uma reunião de todo o secretariado estadual, convocada hoje, para a segunda. Segundo Wladimir, Fernanda Titonelli teria sugerido enviar dois técnicos da sua pasta. Mas, após uma conversa, concluíram que a presença dela seria necessária. Instalado em prédio estadual na rua Lacerda Sobrinho, o Restaurante Popular fazia parte de um programa estadual. Fechado, foi reaberto em junho de 2016 (aqui) com administração compartilhada pelo município, na gestão Rosinha Garotinho (hoje, Patri). E voltou a ser fechado (aqui) em junho de 2017 no governo Rafael, que alegou falta de recursos. Desde então, a reabertura do Restaurante é cobrada. E chegou a ser prometida (aqui) este ano, quando Marcão Gomes (PL) deixou a Câmara de Vereadores para assumir a secretaria municipal de Desenvolvimento Social. Marcão chegou a se reunir com representantes do governo Witzel no Rio, propondo a parceria entre estado e município para reabertura do Restaurante Popular em Campos. A conversa não prosperou. E estado e município chegaram a pensar em abrir cada qual seu próprio Restaurante, o que também não foi à frente pelas dificuldades financeiras nas duas esferas. Daí, Rafael pediu a intermediação de Rodrigo, que marcou a reunião da última terça com a secretária estadual Fernando Titonelli. Nos bastidores, a iniciativa tem sua paternidade disputada por Rafael, agora com apoio de Rodrigo, e por Wladimir, cujo principal aliado político, o deputado estadual Bruno Dauaire, é líder do PSC de Witzel na Alerj. É uma prévia da disputa que deve se dar na eleição de 2020 a prefeito de Campos. Em 2019, a pauta deveria ser só o Restaurante Popular.   Atualizado às 2h30 para incluir a versão do deputado Rodrigo Bacellar