Folha no Ar: educação e cultura

Daqui a poucos minutos, a partir das 16h, no Folha no Ar, com transmissão ao vivo da Plena TV, TV Litoral, Folha Online e Rádio Continental, o jornalista Rodrigo Gonçalves vai entrevistar a secretária municipal de Educação, Joilsa Rangel. A pauta é cheia: pré-matrícula na rede municipal de ensino, iniciada hoje; cadastro de bolsas no ensino fundamental, com exigência da pré-matrícula na rede e comprovação de excedente; contrapartida para bolsa universitária, com prestação de serviço para Prefeitura, embora ninguém ainda saiba para fazer o quê; reforma das escolas da rede municipal; reclamações de mães de alunos na escola Manoel Ribeiro, na Tapera; cumprimento do calendário de 200 horas, com atraso acumulado pela gripe suína e expectativa de novas interrupções com as enchentes; plano de cargos e salários dos servidores da educação, promessa de campanha de Rosinha; como fica a merenda escolar das escolas que não tiveram o serviço terceirizado; previsão de chamar mais concursados na área, já que a validade do concurso de 2008 é de dois anos; além da questão da segurança nas escolas.

Além da educação, também serão entregues no programa o prêmio às assinantes da Folha Erlaine Leite de Oliveira e Evovalda Maria Siqueira de Azevedo, sorteadas no Folha no Ar de ontem: um final de semana em Angra dos Reis, com hospedagem paga no hotel Meliá Angra Marina, para acompanhar o Festival Internacional de Teatro de Angra (Fita).

Além de educação, o Folha no Ar também é cultura.

Aécio alerta para herança do PT e Lula

Deu hoje, no ex-blog do ex-prefeito carioca Cesar Maia, o “burro instruído” deles que é (bem) melhor que o daqui. O alerta do governador de Minas vale para o PSDB dele e de Serra, ao PV de Marina e para qualquer outro agremiação política que ouse pensar em alternânacia no poder com o PT de Lula, bem como para os eleitores que não vejam com bons olhos essa velada pretensão de partido único, anacronismo totalitário das viúvas do Muro de Berlim. Merece, pois, não somente a conferida de agora, como o olhar atento de depois…

“AÉCIO FALA PARA 500 EMPRESÁRIOS EM SP! DESTAQUES! (AGÊNCIAS, 09)!
            
1. O atual governo (Lula) representa um retrocesso administrativo. Há uma cooptação dos movimentos sociais e das centrais sindicais e improvisação em programas públicos. Não podemos inflar expectativas com programas feitos de improviso. O alargamento dos gastos do governo federal será o maior problema para o próximo governo. Não é um julgamento do governo Lula, mas é o futuro que virá, para alguns, apesar de Lula, e para outros, por causa dele. Os movimentos sociais e os sindicatos não devem pensar que serão perseguidos em um virtual governo tucano.  
            
2. Tenho colocado meu nome à disposição do partido para uma construção diferente daquela que está sendo proposta hoje, que ajude a fugir da armadilha da eleição plebiscitária que nos tem sido colocada, atraindo até mesmo algumas forças que hoje estão próximas do governo, mas não necessariamente estarão no apoio de uma candidatura, por exemplo, do PT.
            
3. Essa possibilidade de ser vice não existe. Não preciso estar numa chapa para apoiar o candidato do PSDB, seja ele o Serra ou outro. Acho que num quadro partidário tão plural como o brasileiro, seria uma certa prepotência um partido achar que pode solitariamente compor uma chapa.
            
4. Os dois maiores problemas do próximo governo são o aumento dos gastos correntes de forma exagerada, que impedirá o avanço dos investimentos, principalmente em infraestrutura, e a atuação de movimentos sociais. Como disse aqui, quero deixar um alerta em relação à ONGs, sindicatos e a um conjunto de entidades que se aproximaram do Estado, que participam da gestão, algumas delas financiadas pelo Estado. É preciso que haja uma transição, que elas não nos vejam como inimigos, mas que podem ter com o Estado uma relação mais orgânica, mais republicana e mais transparente.

5. A relação federativa tem que ser apartidária para que não submeta os governantes a programas federais impostos pelo poder financeiro-fiscal, com o uso de palanque em eventos de rotina, como se fizessem parte do programa federal e da generosidade de um só dirigente. A oposição não tem dúvida de que não estará enfrentando o candidato de um partido apenas, mas um partido e um candidato que se confundem com o próprio Estado. A reação de todo esse conjunto corporativo a uma eventual derrota eleitoral do candidato(a) do governo, pode produzir o estressamento das relações com o novo governo de oposição, uma espécie de inconformismo no primeiro momento”.

 

Explicações

Por motivo de viagem, me ausentei por um semana, retornando a Campos somente na madrugada da última quinta, para estar presente à inauguração do novo prédio da InterTV, batizado com o nome de meu pai, o jornalista Aluysio Barbosa, numa justa homenagem do empresário e amigo — e, para quem não sabe, também poeta — Fernando Camargo. Como participo também do blog Cantos (aqui), dedicado à poesia, e como era minha vez em seu rodízio de postagens, optei por me dedicar à atualização daquele outro espaço, que divido com os professores e também poetas Adriano Moura e Fernanda Huguenin.

Retomo hoje as atividades neste Opiniões, não sem me desculpar pela satisfação posterior, não prévia à viagem. De qualquer maneira, meu sentido de pesar encontra alívio no fato de ter deixado você, leitor, na companhia mais talentosa do chargista José Renato. Ademais, segundo me disseram, parece que minha última postagem (aqui), em relação à retirada dos camelôs que infestam as calçadas do Centro, ganhou repercussão atém em blogs com menos critério ético em relação ao anonimato… (rs)

Mas, de volta a assuntos mais importantes, o fato é pretendo retomar minhas atividades normalmente neste espaço a partir de amanhã.