Governo Rosinha recua no IPTU

Reunião que acabou agora há pouco na CDL, onde as entidades de classe lojistas forçaram o secretário Francisco Esqueff (à direita, de óculos) a admitir não só as distorções no aumento do IPTU, como a revisar os abusos (foto de Antonio Cruz)
Reunião que acabou agora há pouco na CDL, onde as entidades de classe lojistas forçaram o secretário Francisco Esqueff (à direita, de óculos) a admitir não só as distorções no aumento do IPTU, como a revisar os abusos (foto de Antonio Cruz)

 

Acabou de acabar a reunião na CDL, entre os presidentes desta, Joilson Barcelos; da Acic, Amaro Ribeiro Gomes; e da Carjopa, Eduardo Chacur; com secretário municipal de Finanças, Francisco Esqueff. E, ao que parece, as entidades classistas fizeram o governo Rosinha recuar, ao admitir não só distorções no aumento do IPTU, como a revisão destas.

O que ocorreu, segundo Esqueff, foi que o imposto anteriormente cobrado com base só em duas alíquotas (imóveis até 100 e com mais de 100 m²) passou a ser dividido em quatro: de 51 a 100 m², de 101 a 150 m², de 151 a 200 m² e com mais de 200 m². Daí teriam vindo as distorções, sobretudo nas duas alíquotas intermediárias, punindo com aumentos abusivos, sobretudo, a classe média de Campos.

Explicações técnicas à parte, o importante é que o secretário abriu a possibilidade de correção nos aumentos abusivos, muitos de 80% e, em alguns casos, de até 150%. Quem entender ter sido prejudicado na revisão do imposto municipal, pode levar seu talão para pedir a revisão na própria secretaria, ou nas entidades que forçaram o governo Rosinha a recuar: CDL, Carjopa e Acic.

Para quem tanto critica os empresários locais, fica aí a chance da mão à palmatória…

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Este post tem 6 comentários

  1. Ladir

    Gostaria de comentar que tive tanto me informar sobre o secretário municipal de Finanças e descobri que o voces nao sabem escrever o nome dele direito.

    Ou seja qual credibilidade de um jornal que nao sabe escrever direito o nome do secretario local???

  2. simone

    Espero q a prefeitura realmente recue e faça uma revisão para esse absurdo aumento do iptu!

  3. Marcos Paulo

    Por que será que os empresários locais se preocucuparam tanto assim???? por causa do povao? Ou porque tambem atingiu o bolso deles??? rs

  4. Marcos Paulo

    Por que será que os empresários locais se preocuparam tanto assim???? por causa do povao? Ou porque tambem atingiu o bolso deles??? rs

  5. AFONSO CLAUDIO

    PARABÉNS À TODOS!A GRANDE MAIORIA DOS MUNÍCIPES SE CONGRATULAM COM ESTA DECISÃO.DÊ A CEZAR O QUE É DE CEZAR.E QUE DEUS NOS AJUDE ATÉ O FINAL DESTE MANDATO.CESTEIRO QUE FAZ UM CESTO,FAZ UM CENTO.

  6. Aluysio

    Caros Ladir, Simone e Marcos Paulo,

    Ao primeiro comentarista, quanto à grafia correta do nome do secretário municipal de Finanças, informo que o próprio site da Prefeitura (http://www.campos.rj.gov.br/) escreve como fazemos neste blog e na Folha: Francisco Esqueff. Basta acessar e conferir. De qualquer maneira, buscar a sua credibilidade e a de todos os demais leitores é o que nos esforçamos para fazer neste blog e na Folha, não sem muitas falhas, pelas quais nos deculpamos e tentamos não repetir.
    Quanto a Simone, observo que, embora o recuo dado ontem pelo secretário Esqueff seja o próprio tema do post, é possível que mais passos para trás sejam dados pelo governo Rosinha, após o novo IPTU ter sua inconstitucionalidade revelada pelo vice-presidente da OAB-Campos, Carlos Alexandre, como o blog noticiou também ontem, com exclusividade, dois posts acima, e como a Folha deu hoje em sua manchete de primeira página.
    Por fim, ao Marcos Paulo, creio que vc esteja correto quando diz que, sem doer no bolso dos empresários locais, a mobilização das suas entidades de classe talvez não fosse tanta. Todavia, como o IPTU dói no bolso de quase toda a população economicamente ativa do município, no lugar de ressalvar os motivos de um grupo ou outro, unidos no enfrentamento de um aumento de imposto abusivo e inconstitucional, prefiro ficar com a saudação do Afonso Claudio: Parabéns a todos!

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