Governo Rosinha recua no IPTU

Acabou de acabar a reunião na CDL, entre os presidentes desta, Joilson Barcelos; da Acic, Amaro Ribeiro Gomes; e da Carjopa, Eduardo Chacur; com secretário municipal de Finanças, Francisco Esqueff. E, ao que parece, as entidades classistas fizeram o governo Rosinha recuar, ao admitir não só distorções no aumento do IPTU, como a revisão destas.
O que ocorreu, segundo Esqueff, foi que o imposto anteriormente cobrado com base só em duas alíquotas (imóveis até 100 e com mais de 100 m²) passou a ser dividido em quatro: de 51 a 100 m², de 101 a 150 m², de 151 a 200 m² e com mais de 200 m². Daí teriam vindo as distorções, sobretudo nas duas alíquotas intermediárias, punindo com aumentos abusivos, sobretudo, a classe média de Campos.
Explicações técnicas à parte, o importante é que o secretário abriu a possibilidade de correção nos aumentos abusivos, muitos de 80% e, em alguns casos, de até 150%. Quem entender ter sido prejudicado na revisão do imposto municipal, pode levar seu talão para pedir a revisão na própria secretaria, ou nas entidades que forçaram o governo Rosinha a recuar: CDL, Carjopa e Acic.
Para quem tanto critica os empresários locais, fica aí a chance da mão à palmatória…











