A resposta: Fim dos plágios e caso encerrado…

Na última terça-feira, ciente a partir do excelente trabalho de apuração feito aqui pela blogueira Gianna Barcelos, de que uma das empresas denunciadas pelo “Fantástico” por corrupção em licitações públicas, a Rufolo, também atuava junto ao poder público de Campos, dediquei toda tarde e boa parte da noite daquele dia a também apurar o caso. Entre várias outras fontes, liguei para uma do primeiro escalão do governo Rosinha, alertando que caso a Prefeitura de Campos não seguisse o exemplo dos governos estadual e municipal do Rio de Janeiro, que já haviam rompido desde segunda os contratos com os denunciados, esse contraponto seria o gancho óbvio a ser jornalisticamente exposto e explorado. Como a fonte me disse que eu havia sido o primeiro a procurar a Prefeitura para buscar o contraditório sobre o caso, solicitei em contrapartida que qualquer decisão tomada a partir dali me fosse imediatamente comunicada.

Coincidência ou não, logo após essa minha conversa com a fonte, foi realizada uma reunião entre ela e vários outros integrantes do governo com a prefeita Rosinha, como o ex-prefeito e blogueiro Sergio Mendes revelou em primeira mão aqui, que se estenderia por toda a tarde e início da noite de terça. Finda a reunião, um outra fonte da Prefeitura, que antes também havia procurado sem sucesso, pois também estava na tal reunião, me retornou a ligação e revelou que o contrato com a Rufolo não seria renovado quando vencesse no final deste mês, decisão que seria divulgaria por uma nota oficial que estava sendo feita naquele momento. Assim que encerrei a ligação, antes mesmo de receber a nota, noticiei a novidade imediatamente no blog, atualizando-a com a posição formal tão logo a recebi por e-mail, alguns minutos depois.

Todo trabalho jornalístico bem feito, quando se chega com exclusividade à notícia, ao chamado “furo”, é extremanete prazeroso, sobretudo quando o desfecho, que se ajudou a ensejar, é positivo à sociedade. Poucos, no entanto, conseguem ter repercussão oficial tão imediata, posto que alertada por uma assessora do que este blog acabara de noticiar, a vereadora petista Odisséia Carvalho, na sessão da Câmara de terça, que acontecia paralelamente à reunião da Prefeitura, anunciou do plenário a não renovação municipal com a Rufolo, dando o crédito devido ao blog e ao jornalista que revelaram a notícia e constrangendo a bancada governista que até então defendia a manutenção do contrato com a empresa denunciada.

Em outras palavras, não só os cerca de 60 mil leitores diários da Folha Online, que teve  link para o post do blog como sua manchete principal, mas todos os que também assistiam à sessão de terça, de corpo presente, ou ao vivo pela UniTV e pela internet, puderam saber tanto da notícia, quanto de quem primeiro noticiou.

Todavia, a pressão feita por telefone com a fonte do primeiro escalão de Rosinha, cobrando uma safisfação sobre o caso, bem como o consequente “furo” da não renovação do contrato com a Rufolo e da divulgação da nota oficial da Prefeitura, tornam-se ainda mais prazerozos quando constatado que todo o processo foi uma construção coletiva, iniciada pela revelação da atuação da empresa em Campos pela Gianna, passou pela notícia da reunião na Prefeitura dada por Sérgio, teve sequência em outros pertinentes questionamentos feitos aqui e aqui pelo advogado e blogueiro Cléber Tinoco, além da posterior divulgação aqui, também neste Opiniões, do contrato inicial e do termo aditivo entre o governo municipal e a empresa. Muitos outros blogueiros que não conseguiram chegar a informações em primeira mão, mas deram repercussão às conseguidas pelos colegas de lida virtual, hospedados ou não da Folha Online, tiveram também papel fundamental na pressão que obrigou a Prefeitura a rever sua relação com a Rufolo.

Ao contrário do que chegaram a propor alguns radiciais de si mesmos, o caso serve para evidenciar que as mídias tradional e virtual, ressalvados os eventuais conflitos entre os interesses existentes em todos os lados, no lugar de necessariamente antagonistas, podem ser também complementares, sobretudo quando o que está em jogo é o interesse público. E é uma pena que esse exitoso momento de união tenha sido parcialmente desvirtuado por uma cópia sem o devido crédito, feita aqui pelo advogado e blogueiro Cláudio Andrade, da nota oficial divulgada primeiro e quase duas horas antes, aqui, neste Opiniões.

Depois que o Ctrl+C/Ctrl+V foi denunciado aqui, Andrade disse, numa atualização do dia seguinte, que sua fonte havia sido o site Ururau. Todavia a emenda tardia, por descaradamente falsa, revelou-se ainda pior que o soneto omisso, haja vista que o Ururau só postou a nota oficial da Prefeitura às 21h53 da terça-feira, enquanto o advogado e blogueiro já a havia divulgado desde às 21h25. Como, a não ser que tenham inventado a máquina do tempo, não é possível republicar algo de alguém que só publicaria 22 minutos depois, ficam desnudas até a virilha as penas curtas da grosseira mentira. Na verdade, a nota oficial foi pega diretamente deste blog, ou então da jornalista e blogueira Jane Nunes, que a havia republicado aqui, às 20h08, mas com o crédito e o respeito devidos ao trabaho alheio, solemente ignorados pelo outro blogueiro.

A coisa seria menos grave se não fosse uma reincidência de apropriação sem crédito, pelo mesmo Cláudio Andrade, do trabalho de apuração feito neste blog. Às 8h30 de 25 de agosto de 2010, o Opiniões divulgou aqui a possibilidade então existente do vereador Dante Pinto Lucas (ex-PDT e hoje PSC) assumir a presidência da bancada governista do prefeito interino Nelson Nahim (ex-PR e atualmente PPL). E,  às 15h17 daquele mesmo dia, Andrade não só fez aqui o plágio da informação, sem creditar a fonte, como ainda caiu na esparrela de afirmar que Dante já era o novo líder do governo, noticiando aquilo que não se confirmaria de lá até hoje, cometendo aquilo que no jargão jornalístico chama-se de “barriga”.

Como, naquela época e desde sempre, tenho muito respeito pelo trabalho dos outros, tanto quanto exijo pelo meu, reagi aqui ao Ctrl+C/Ctrl+V sem crédito e de palpite infeliz. Como naquela época o assunto chegou a render uma desagradável polêmica virtual entre mim e o outro blogueiro, que encerrei a pedido do amigo Felipe Estefan, presidente da OAB local, contra quem Cláudio concorreu, muitas vezes de maneira virulenta e desleal durante a campanha, levando por isso mesmo uma constrangedora sova nas urnas da sua própria categoria profissional, não esperava que ele voltasse nunca mais a me plagiar.

Ocorre que, como provado numa simples contraposição entre os horários das postagens mais recentes da nota oficial do caso Rufolo, ele tentou novamente se aproveitar do meu trabalho, na mesma acintosa pretensão de não reconhecê-lo. Até porque nunca fiz isso durante os dois anos e cinco meses em que milito como blogueiro, ou nos meus quase 23 anos como jornalista, não admitirei que ninguém o faça comigo, sobretudo nas condições abusivas da reincidência.

Tanto pior porque essa reincidência na apropriação não creditada do trabalho alheio não se deu apenas comigo, tido, não sem razões, como um camarada de não levar desaforo para casa. Quem, como eu, tiver conhecimento pessoal com o empresário Christiano Abreu Barbosa ou com o jornalista Ricardo André Vaconcelos, que julgo os dois sujeitos mais equilibrados, respectivamente, entre os blogueiros hospedados na Folha Online e os fora dela, pergunte a ambos se o mesmíssimo plagiador também já não se adonou das suas produções virtuais, sempre sem creditar o trabalho a quem de fato o fez.

Sinto, nisso tudo, que a questão, tanto antes como agora, tenha chegado ao nível pessoal. Mas assim como não aceitarei que meu trabalho seja roubado na cara dura, tampouco serei passivo quando, ao exigir que o que fiz seja reconhecido como meu, for respondido com insinuações vis, dúbias e covardes, sobretudo por alguém que não tem coragem para repeti-las quando, fortuitamente, se encontra cara a cara.

Todavia, creio que também errei ao lembrar tragédias familiares passadas, muito embora estas, assim como a prática de “proteção” blogueira em troca de anúncios, além de assessorias parlamentares ocultas e recentes, sirvam para evidenciar que todos têm seus esqueletos no armário, notadamente aqueles desprovidos de senso de ridículo ao arrotar uma “independência” insustentável para alguém conhecido e reconhecido como cabo eleitoral virtual, que vive a pulular de um lado ao outro, em troca de soldo, entre os grupos políticos da cidade, capaz de alternar juras de amor incondicional e manifestações de ódio irrestrito por uma mesma pessoa. Mas o fato é que, até por não ter nada com isso, errei ao aceitar provocações pessoais.

Peço, portanto, as desculpas devidas a você, leitor, por ter permitido que o foco da questão fosse desviado por quem, sempre quando em desespero pela incapacidade de contrargumentar dialeticamente, apela ao sofisma barato de tentar atacar a pessoa do argumentador.

Naquilo que realmente interessa, enquanto meu trabalho, bom ou ruim, for respeitado como meu, a questão está encerrada.

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Indefinições jurídicas de Rosinha no “Extra”

Na edição impressa de hoje do jornal “Extra”, na página 8 do primeiro caderno, a colunista política Berenice Seabra usou sua npta principal para noticiar o parecer favorável do Ministério Público Eleitoral (MPE), visando aumentar de três para oito anos o prazo da inelegibilidade ao qual a prefeita Rosinha Garotinho (PR) foi condenada pela 100ª Zona Eleitoral de Campos. A colunista do “Extra” frisou que a prefeita, que voltou ao cargo por força de liminar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), espera que este julgue em plenário o recurso à condenação em primeira instância, para saber se ficará no cargo e, sobretudo, se poderá ou não concorrer a reeleição em outubro próximo.

Na verdade, a notícia do parecer do MPE, pedindo a extensão do prazo de inelegibilidade de Rosinha está longe de ser novidade. Tanto que a Folha já a havia noticiado em sua versao impressa desde 18 de novembro do ano passado. Requentada agora pela prinicipal colunista política do jornal mais vendido no Estado do Rio, pode, no entanto, ser um indicativo de que uma definição do recurso de Rosinha no TRE está próxima. Como a prefeita também espera o julgamento de outro recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de uma condenação plenária do TRE, resta esperar para ver.

Enquanto isso, além de ler baixo a nota de hoje no “Extra”, quem quiser entender melhor o caso, pode conferir aqui um texto mais completo sobre as indefinições jurídicas que ainda ameaçam a pré-candidatura de Rosinha…

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Magal nega informação para dar satisfação a Pudim

Por porblema de ajuste de impressão, na foto estampada hoje, na capa da edição da Folha, não ficou nítida, mesmo com o destaque, a imagem da tela do telefone celular do líder governista Jorge Magal (PR). Enquanto negava todos os pedidos de informação dos colegas de oposição, relativos às denúncias contra a atuação da empresa Rufolo na Prefeitura de Campos, Magal foi flagrado pelo atento repórter fotográfico da Folha Phillipe Moacyr, dando satisfações ao ex-secretário de Governo de Rosinha, Geraldo Pudim.

Isso foi na sessão de ontem. Na de hoje e nas próximas, na certeza de que o líder governista será mais cuidadoso antes de se expôr em papel tão subserviente, fica a dúvida se continuará a desempenhá-lo, mesmo às escondidas…

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Prefeitura de Campos + Rufolo + contrato + termo aditivo = R$ 14,4 milhões

Sobre o caso Rufolo, que deve ainda dominar os debates também na sessão de daqui a pouco na Câmara, caso os vereadores governistas não a cencelem por falta de quórum, duas novidades. A primeira é que a nova licitação, para substituir os serviços que a empresa ainda presta à Prefeitura de Campos, já tem data marcada: será no próximo dia 4. A segunda é que, além do valor de R$ 7 milhões, revelados aqui pela blogueira Gianna Barcelos, relativos ao que o governo Rosinha já teria pago à empresa denunciada no “Fantástico” por corrupção em licitações públicas,  o valor total do contrato do município com a Rufolo é de R$ 14.416.033,28, mais do que o dobro.

Como evidenciam as reproduções abaixo (com valores destacados pelo blog), o contrato inicial com a empresa, celebrado em 7 de janeiro de 2010 , na gestão de Rosinha Garotinho (PR), foi de R$ 11.534.900,00.  Já o termo aditivo feito em 1º de setembro de 2010, durante o governo interino de Nelson Nahim (PPL), mas assinado segundo este sem sua anunência, pelo secretário de Administração Fábio Ribeiro, ficou em R$ 2.881.133,28. Como o contrato com a Rufolo não foi suspenso, com a Prefeitura apenas anunciando que ele não será renovado após sua conclusão já prevista para o final deste mês, resta saber como, quando e exatamente porque serviços esses mais de R$ 14 milhões do dinheiro público serão pagos….

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A nota oficial e sua cópia oficiosa

Aqui, o blog antecipou e em sequência divulgou, sempre em primeira mão, a nota oficial da Prefeitura de Campos, dando conta da suspensão do contrato municipal com a empresa Rufolo, denunciada no “Fantástico” por corupção em licitações públicas.

Aqui, quase duas horas depois, o adepto mais famoso do Ctrl+c/Ctrl+v na blogosfera local chupou desavergonhadamente toda a labuta de apuração alheia, mas sem se dar ao trabalho de cuspir depois o crédito devido à fonte original. Useiro e vezeiro em engolir qualquer noção ética para se fartar do trabalho dos outros, terá que se assumir também como idiota antes de supor que todos se submeterão passivamente à cafetinagem pretensa da sua conduta blogueira.

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Rosinha e seus vereadores — Tão perto e tão longe

Dois fatos separados em espaço, mas ocorridos ao mesmo tempo, idênticos na causa e tão diferentes nas aparentes consequências. Assim podem (e devem) ser entendidos a reunião na sede da Prefeitura, entre Rosinha e boa parte do seu secretariado, e a sessão na Câmara Municipal, ambas na tarde de hoje. O assunto que dominou Executivo e Legislativo foram as denúncias de corrupção em licitações públicas, que seriam praticadas pela empresa Rufolo, segundo denúncia do Fantástico, incluindo no serviço público de Campos.

Na Câmara, enquanto os vereadores de oposição fizeram pedidos de informação e chegaram a propor uma CPI sobre o caso, a justificativa para as negativas da situação foram evasivas, como o leitor pôde conferir por conta própria, em tempo real, aqui, no Blog do Bastos. Enquanto isso, na Prefeitura, o governo cujas satisfações devidas eram negadas na Câmara, mas pressionado pela blogosfera e pela Folha Online, optava por evitar um desgaste maior ao decidir simplesmente anunciar a não renovação do contrato com a Rufolo, que já venceria no próximo dia 30.

Ou seja: os vereadores governistas, cuja defesa da administração Rosinha parece por vezes tão canina (na devoção e na “inteligência” com que é feita), se negaram a dar qualquer satisfação sobre denúncias graves, ecoadas da mídia nacional à local, enquanto Rosinha decidia dar essa mesma satisfação, ainda que velada e minimizada. De qualquer maneira, o que se pode concluir dessa freudiana relação entre a Prefeitura de Campos e seus vereadores, talvez possa ser melhor resumido na inversão do título daquele filme do alemão Win Wenders: “Tão perto e tão longe”…

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Depois de Cabral e Paes, Rosinha rompe com empresa denunciada no Fantástico

A Prefeitura de Campos vai suspender o contrato licitatório com a Rufolo. Passada em primeira mão ao blog por uma fonte do primeiro escalão do governo Rosinha, o anúncio será feito dentro de instantes, numa nota oficial no site da Prefeitura. O motivo, pelo menos o que deve ser alegado, é que a empresa, denunciada por corrupção em licitações públicas pelo Fantástico, prestaria um serviço de qualidade aquém da desejada em Campos. Na verdade, a decisão foi tomada após uma reunião entre a prefeita Rosinha e boa parte do seu secretariado, que como o ex-prefeito e blogueiro Sergio Mendes revelou aqui, durou boa parte da tarde de hoje. Seja pelos motivos que irá alegar, ou pela pressão feita na blogosfera local e pela Folha Online, a partir da denúncia da blogueira Gianna Barcelos, o fato é que Rosinha vai tomar, em relação à empresa denunciada, a mesma atitude do prefeito e do governador do Rio, respectivamente Eduardo Paes e Sérgio Cabral, mas apenas depois destes.

Na dúvida se o contrato, que se encerrara no próximo dia 30, seria mesmo cancelado se não fosse a pressaõ da mídia, fica ao menos uma certeza: tão céleres e contundentes nas críticas a Paes e Cabral, que fizeram aqui a deputada estadual Clarissa Garotinho e aqui o deputado federal Anthony Garotinho, a filha e o marido da prefeita de Campos poderiam usar o episódio para aprender a olhar para o próprio quintal antes de jogar pedra nos vizinhos.

Atualização às 19h39: Como o blog antecipou, a Prefeitura enviou por e-mail uma nota oficial sobre a suspensão dos serviços prestados no município pela Rufolo, que não irá, no entanto, republicar em seu site oficial, talvez para evitar dar ainda mais divulgação ao caso…

“A Rufolo Empresa de Serviços Técnicos e Construções Ltda, como todas outras empresas que prestam serviços à Prefeitura de Campos, foi contratada por um processo transparente de licitação. A Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes informa que no final do ano de 2011, insatisfeita com o desempenho da Rufolo, que sistematicamente atrasava o pagamento de seus funcionários, comunicou a mesma que só manteria o contrato pelos três (03) primeiros meses de 2012, o que significa ao final deste mês de março. No início de março deste ano, a secretaria de Planejamento e Gestão enviou para a Comissão de Licitação o processo nº 2012.100.000017-7-PR, que de lá foi encaminhado para a Procuradoria Geral do Município, aguardando tramitação final para realização do Pregão nº 21/2012, com finalidade da substituição da empresa anterior”.

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