Opiniões pela eleição direta (X)

 

 

ARMANDO BARRETO

 
Eleição Direta

Correta , certa

Com justiça e Moral

Com isenção total

 

Sem a participação

De mestres da corrupção

Que não quem estejam ligados

Ou estejam beneficiados

 

Líder verdadeiro

Nunca politiqueiro

Com certeza há

Na planície Goitacá

 

Um pra eleger e confiar

Que se eleja sem comprar

Sem se vender ou corromper

É possível, um nome tem que ter !

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Opiniões pela eleição direta (IX)

Henfil
HUGO CARVALHO

 

Como eu Estudei no Cefet… Já Posso dizer d antemão q lá tem Um monte de Petistas inchados..

Que tentam fazer a cabeça dos alunos..

Os professores de geografia, História.. Entre elas a Guiomar e outros..

Certameente as escolas não reproduzem a sociedade..

E ao saber q é a folha da manha q estimula então.. da para saber q as cartaz sao marcadas..

Melhor.. jogo de Ronda..

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Opiniões pela eleição direta (VIII)

Henfil

 

 

 

 MAYCON PRADO

 

Aluysio, eu como cidadão não posso crer que em caso de nova eleição, a mesma não se dê através da vontade do povo em sua forma mais democrática: o voto. Aliás, muito pertinente a sua colocação sobre a extensão da eleição direta para outras “comunidades”, como a comunidade acadêmica. A eleição para diretor de escola é e sempre foi uma reivindicação dos movimentos sociais e do movimento estudantil. No IFF, por exemplo, os estudantes tiveram que lutar bastante para conseguir esta conquista. Elegemos o diretor no campus Campos-Centro, mas a luta continua para eleger o diretor dos outros campus, que foram indicados pela caneta da reitoria. Reitoria esta que posa de democrata, adota discursos democráticos, adera a campanhas pedindo democracia, mas que na prática é uma verdadeira monarquia, fazendo tudo na base do trator e da caneta.

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Opiniões pela eleição direta (V)

 

Henfil

 

 

SAGAZ

Campos só vai tomar jeito quando o representante maior do município for realmente eleito pelo povo, em eleição direta, mas que seja uma eleição realmente democrática, e não o circo que aconteceu nos ultimos anos, onde a população só tinha o direito de escolher entre o seis e o meia-dúzia, e no final a única certeza era que nada mudaria.

E nas escolas municipais encontramos mais um exemplo da política do seis ou meia-dúzia. Os diretores delas são indicações políticas na canetada. Pessoas que não conhecem a escola e sua realidade assumem as direções como moeda de troca a favores eleitorais, e mesmo a prefeita cassada tendo prometido que isso não aconteceria, a historia se repetiu mais uma vez.

Mas mudar esse quadro depende da população. No IFF a eleição direta pra diretor só aconteceu depois de um ano de muita pressão da comunidade. Campos ainda tem jeito, só falta vontade.

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Opiniões pela eleição direta (IV)

FABIANO SEIXAS
Muito interessante e oportuno o lançamento desta campanha, poder escolher o dirigente da instituição onde se trabalha ou estuda é fazer valer a democracia, a escolha através do voto é respeitar e fazer valer nossos direitos. No Instituto Federal Fluminense, em especial no campus Centro, um movimento iniciado pelo estudantes foi capaz de levantar a bandeira pelas Diretas Para Diretor Geral e após muitas lutas tornou-se possível eleger o diretor pelo voto e não pela caneta e acordos políticos obscuros como é de praxe na planície!
Força aos que tem coragem de se enganjar em lutar como esta!
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Opiniões pela eleição direta (II)

NEWTON GUIMARÃES DE ALMEIDA

Apoio incondicional, nunca indireta. Aconteceu em Brasília e um companheiro “carne e unha” de Arruda, preso, ganhou. Já pensou em negócio desse assim, aqui? Prefiro Nahim terminar, se Rosinha ficar colocando recurso, a ver um prefeito, que não tive chance de votar contra, ganhar; coisa fácil de acontecer. Há diversas correntes na Câmara e muito a perder se a escolha não for bem alinhavada. Oposição e situação aqui não existe, mas sim os interesses serem atendidos.Vão mandar direto no novo prefeito, seja ele quem for.

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Opiniões pela eleição direta

(Desenho do Henfil adaptado pela Branca, do blog Florence Apaga a Luz)
(Desenho do Henfil adaptado pela Branca, do blog Florence Apaga a Luz)

Lançada aqui pelo Joca Muylaert, amigo de longa data, o blog adere à campanha pela eleição suplementar direta pela Prefeitura de Campos. Aliás, quem poderia ser contra? O primeiro passo neste sentido, como a Suzy Monteiro anunciou aqui, havia sido dado desde sexta, quando o diretório local do DEM prometeu entrar na Justiça para garantir que o próximo prefeito seja escolhido pelo voto dos 334.561 eleitores de Campos, não apenas de 17 vereadores.

Com a ressalva de que a adesão óbvia não deve andar de braços dados com a ingenuidade de se ignorar os movimentos no TSE, no TRE e no plano político local, eventualmente em sentido oposto, o movimento é tão importante, mas tão importante, que deveria ser “esticado” para alguns outros colégios eleitorais da cidade, onde manobras de bastidores insistem em atentar contra o exercício pleno da democracia. 

Serve, por exemplo, às escolas públicas municipais, cuja promessa de eleger diretamente seus diretores, feita por Rosinha em campanha, foi solenemente descumprida por ela depois de eleita. Da esfera municipal à federal da Educação, entre os estudantes, servidores e professores do IFF (antigo Cefet), sobretudo do campus Campos-Centro, a mesma campanha também já faz sucesso há muito tempo, mesmo que muita gente, em nome talvez de “interesses outros”, ainda insista em olhar para o outro lado.

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Eleição indireta — Terceiro aborto na terceira instância

Antes de iniciar a entrevista com Nelson Nahim (PR), na manhã da última sexta, seguinte à decisão do TSE da noite anterior (divulgada aqui, em primeira mão, pelo blog do Marcelo Bessa Cabral), que pode determinar a eleição suplementar à Prefeitura de Campos por via indireta, fiz um desabafo com o prefeito interino e seu secretário de Comunicação, Mauro Silva, que o acompanhava: Se isso se confirmar, será o terceiro aborto jurídico cometido com Campos, fechando o ciclo, ironicamente, na terceira instância da Justiça Eleitoral.

Em jurisdição local, o primeiro aborto foi a cassação de Carlos Alberto Campista da Prefeitura, por decisão da juíza Denise Appolinária, em 13 de julho de 2005. Condenado com base no testemunho de um cabo eleitoral de Pudim, Campista fazia um governo probo, austero, de aparente ruptura com as bases populistas sedimentadas por Garotinho desde 1989 e todos seus demais sucessores. Depois disso, talvez como paga por ter fechado as torneiras da administração por meros seis meses, o ex-prefeito passou a habitar numa espécie de limbo político.

O segundo aborto, já na instância seguinte, foi a absolvição de Anthony e Rosinha Garotinho, em 10 de novembro daquele mesmo 2005. Condenado a três anos de inelegibilidade, por toda a sorte de utilização da administração estadual e a apreensão de R$ 318,2 mil dentro da sede do PMDB, durante a eleição de 2004, na mesma sentença que cassou Campista, o casal acabou absolvido pelo voto de minerva do então presidente do TRE, Marlan de Moares Marinho. Coincidentemente, seu irmão seria pouco depois nomeado ao Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro pela governadora Rosinha.

Embora a decisão da última quinta no TSE, instância máxima da Justiça Eleitoral, obedeça a um princípio mais lógico e insuspeito, resguardar as urnas eletrônicas pelo tempo estabelecido em lei para possibilidade de recontagem, caso a eleição suplementar se confirme pela via indireta, posto que em 2011 já se terá entrado no terceiro ano de mandato, o resultado prático, no entanto, será o mesmo: mais um aborto praticado no útero cansado de uma cidade, corpo coletivo para o qual a democracia foi criada e cujo feto insepulto jazirá novamente em plena Praça São Salvador. E o odor penetrará às narinas de todos nós.

Oxalá não tenhamos nos acostumado com o cheiro…

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