A dúvida do blogueiro

Será que todos que cobram trabalho coletivo, sendo ainda roubados no próprio trabalho individual, são considerados feitores por qualquer vagabundo que já passou dos 50 anos sem nunca ter gostado de trabalhar?

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Este post tem 6 comentários

  1. José da Silva

    É, Aluysio, reparou que, depois que vc o flagrou mais uma vez num Ctrl+C/Ctrl+V sem crédito, a “meda” do frouxo, lá nos outros quintais, foi tanta que seus três posts seguintes foram devidamente creditados à fonte original???…
    Se o político mais frouxo da história de Campos já se borrou todo assim, após o puxão de orelhas virtual, já imaginou como vai ser diante de um carão real???…
    O coitado, que nunca gostou de trabalhar, vai ter um trabalho doido para limpar as próprias calças!!!… RSRSRSRSRSRS

  2. eliane

    gente, será que não dá para se derramar esse leite podre Paraíba acima, de volta para São Fidélis ??

  3. Leandro

    Não gostar de trabalhar, tudo bem. Desde que não seja mamando nas tetas da viúva, recebendo do governo Cabral só para brincar de oposição a Garotinho em Campos, ser vagabundo é até um direito. O problema é não trabalhar e querer se apropriar, na cara de pau, do trabalho dos outros. Aí deixa der ser só vagabundo. Passa a ser também ladrão.

  4. Leonardo

    O que eu acho interessante é a sociopatia ética de políticos dessa laia. Por dinheiro (público), já vendeu e mandou entregar a mãe tantas vezes, a serviço de tantos amos diferentes, que já deu pra enriquecer até o motoboy contratado especialmente só pra levar pra cá e pra lá a pobrezinha da progenitora !!!

  5. José da Silva

    Eliane, só se o leite podre subir mesmo rio acima, de volta para o lugar que ele e a famiglia nunca deveriam ter saído. Rio abaixo, por exemplo, já está barrado desde que tentou aplicar em cima de Carla Machado, tentando cavar uma boquinha como secretário de Comunicação, mas foi barrado por quem fez a prefeita saber se tratar de um sujeito frouxo, mau caráter e vagabundo, capaz de trair qualquer compromisso político por dinheiro.
    Agora, o próximo passo, agendado já para essa semana que entra, é fazer o mesmo em relação ao governo Cabral…
    Aí, vai ser igual quando o carão real, mais dia, menos dia, cobrar a fatura: o coitado vai se borrar todo!!!… RSRSRSRSRSRS

  6. Isabel

    Aluysio,
    viu o título da postagem mais recente (das 14:31 de hoje) lá nos outros quintais: “FORMULÁRIOS PREENCHIDOS À (sic) LAPIS (sic)”? Talvez fosse melhor ter escrito mesmo a lÁpis, mas com o acento agudo devido, para depois apagar e corrigir o erro grosseiro, sobremaneira em quem, na falta de um trabalho de fato, há tanto tempo vem enganando os muitos cegos desta planície, com sua afetadíssima (e caolha) pose de intelectual e escriba pretenso. Ademais, usar acento grave, feito para marcar a contração da preposição e do artigo, diante de um substantivo masculino (À LAPIS), é realmente de doer, na intensidade de uma hérnia de disco das mais graves, em quem ainda se diz poeta. Mas deixa estar, pois como disse um poeta de verdade, o Ferreira Gullar: “a crase não foi feita para humilhar ninguém”.
    Abs

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