Fluminense brilha e é o futebol do Rio nesta sexta ao mundo

 

Técnicos do Fluminense dentro e fora de campo, Thiago Silva e Renato Gaúcho comemoram a vitória histórica de 2 a 0 sobre a Inter de Milão e a classificação tricolor às quartas de final da Copa do Mundo de Clubes (Foto: Getty Images)

 

 

Fluminense é o futebol do Rio no Mundial

Menos badalado e com menos dinheiro do que Flamengo e Botafogo, o Fluminense é o futebol do Rio de Janeiro nas quartas de final da Copa do Mundo de Clubes nos EUA, nesta sexta (4), às 16h. Quando enfrentará o milionário Al-Hilal, da Arábia Saudita, com três bons jogadores brasileiros: o artilheiro Marcos Leonardo, o ponta Malcom e o lateral esquerdo Renan Lodi.

 

Palmeiras também é o Brasil na sexta

Também na sexta, nas outras quartas do chaveamento à semifinal, o consistente Palmeiras encara o inglês Chelsea, derrotado pelo Flamengo por 3 a 1 na fase de grupos. Mas é o Fluminense o time brasileiro que, até aqui, mais surpreendeu positivamente. Como fez na vitória histórica de 2 a 0 sobre a poderosa Inter de Milão, nas oitavas de segunda (30).

 

Destaques individuais e coletivo

Como de hábito, o colombiano Jhon Arias e o veterano Thiago Silva tiveram atuações monstruosas contra a Inter. Como o veterano goleiro Fábio e Ignácio, que brilhou no esquema de três zagueiros pensado por Renato Gaúcho para espelhar taticamente a vice-campeã da Champions deste ano e derrotá-la. Com superioridade tática sobre o decantado futebol italiano.

 

Flu e Al-Hilal brilham contra europeus

Curiosamente, o Fluminense fez seus melhores jogos contra grandes clubes da Europa. Em sua estreia contra o alemão Borussia, dia 17, dominou, mas empatou de 0 a 0. Assim como o Al-Hilal empatou com o gigante Real Madrid, em 1 a 1, dia 18. Antes de também impressionar nas oitavas de segunda, ao bater por 4 a 3 o poderoso Manchester City do técnico Pep Guardiola.

 

Brilho sem Neymar

Além de despacharem dois grandes da Europa e disputarem uma vaga na semifinal do Mundial, Fluminense e Al-Hilal têm mais algo em comum. O primeiro chegou a conversar com Neymar para levá-lo aos EUA, mas não rolou. Como o time árabe dispensou Neymar, em janeiro, por sua absoluta falta de compromisso enquanto jogador profissional de futebol.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

0

Deixe um comentário