Pré-candidato a prefeito, Edmar Ptak no Folha no Ar desta 5ª

 

(Arte: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Empresário, advogado e pré-candidato a prefeito de Campos, Edmar Ptak (Agir) é o convidado do Folha no Ar desta quinta (18), ao vivo, a partir das 7h da manhã, na Folha FM 98,3. Ele analisará a política goitacá na polarização entre Garotinhos e Bacellar.

Edmar também falará da sua pré-candidatura a prefeito e da perspectiva de confirmá-la na convenção municipal do Agir neste domingo (21). Por fim, analisará a nominata do seu partido e tentará projetar, com base nas pesquisas (confira aqui, aqui, e aqui), a eleição a prefeito e vereador de 6 de outubro, daqui a exatos 81 dias.

Quem quiser participar ao vivo do Folha no Ar desta quinta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

Denúncia anônima de assédio na Uenf, que honra mulher de Campos

 

Em meio ao noticário negativo, por conta de uma denúncia anônima de assédio, a Uenf brilha em sua homenagem a duas grandes mulheres de Campos: Zezé Motta e Arlete Sendra (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

 

Uenf e violência contra a mulher

Desde que foi fundada em 1993, fruto de um pleito da sociedade goitacá no qual a Folha foi figura de proa, a Uenf teve capital importância na transformação de Campos em polo universitário. E no próprio pensamento da cidade. Verdade, essa mudança não foi o suficiente para evitar que, 31 anos depois, casos de violência contra a mulher sejam registrados quase diariamente na cidade. De fato, matéria da Folha publicada (confira aqui) no último dia 10, com dados da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), contabilizou seus 1.637 atendimentos só no 1º semestre de 2024 — 244 a mais que o mesmo período de 2023.

 

Por que é preciso evidência?

É uma realidade inadmissível. Que tem que ser combatida com todo o rigor da lei. O mesmo que, só no 1º semestre de 2024, gerou a prisão de 78 agressores de mulheres em Campos — 56 a mais que no mesmo período de 2023. Um dos crimes praticados por homens contra mulheres é o assédio, moral e/ou sexual. Porém, casos como o do jogador Neymar provaram que só a denúncia não basta. Acusado de agressão e tentativa de estupro por uma modelo brasileira em maio de 2019, e depois revelado como agredido no vídeo do hotel em Paris, exemplificou o óbvio: mulheres também podem mentir como homens. É preciso evidência.

 

À espera da evidência do vídeo

Sem abandonar o exemplo do futebol, foram as evidências que renderam as justas condenações e prisões por estupro dos ex-jogadores Robinho e Daniel Alves. Essas evidências, até aqui, inexistem na acusação de um suposto assédio contra uma suposta aluna da Uenf. Feita (confira aqui) com cartazes colados no prédio da reitoria da universidade na última sexta (12), contra o coordenador do curso de Ciências Sociais do Centro de Ciências do Homem (CCH). Até o momento, a única evidência veio em um vídeo interno da Uenf que teria flagrado (confira aqui) quem colou o cartaz com a denúncia anônima. E teria sido não a suposta aluna, mas uma servidora.

 

Apuração até o fim!

Se isso for confirmado, não espantará quem conhece há algum tempo a Uenf. Por disputas internas de poder, há décadas a universidade convive com a montagem de dossiês pessoais para ameaça e chantagem. Como um protótipo da rede de assassinato de reputações hoje atribuída aos Bolsonaro. De direita ou esquerda, pessoas e suas ações podem ser igualmente sórdidas. Mas são muito menores que a Uenf. Que tem que ir até o fim na apuração. Se houve assédio, contra quem o praticou. E contra quem, sabendo, acobertou. Se não houve, contra quem fez uma denúncia anônima e falsa. E contra quem agora age, na cara dura, para tentar acobertá-la.

 

Posição do acusado

Acusado na denúncia anônima como assediador, o coordenador do curso de Ciências Sociais do CCH da Uenf, professor Hamilton Garcia, se posicionou: “Esperamos a divulgação do vídeo que identifica quem colou os cartazes para tomar as providências cabíveis na Justiça. Tanto na Criminal, por calúnia e difamação, quanto na Cível, por danos morais. O caso todo é muito desagradável, mas precisamos entender de uma vez por todas quem está por trás deste virtual ‘gabinete do ódio’ uenfiano”. De formação marxista, mas crítico ao lulopetismo, Hamilton é visto por alguns de seus pares mais sectários de esquerda como um “traidor” político.

 

Posição da reitora

Antes da notícia da existência do vídeo, a reitora da Uenf, professora Rosana Rodrigues, falou na segunda (15) sobre o caso. Ela negou ter sido procurada por qualquer suposta vítima para falar sobre o suposto assédio: “a Uenf tem canais apropriados para denúncias que resguardam o(a) denunciante. Haverá apuração via processo administrativo e legal. Nunca recebi qualquer informação sobre os assédios relatados. Assédio é intolerável. Ocupo a posição em que estou hoje para dar voz a quem nunca foi ouvida(o) pelo sistema patriarcal, machista e misógino. Mas, infelizmente, a onda das fake news chegou até a universidade”, lamentou a reitora.

 

A dubiedade da acusação

Como os cartazes também acusaram o diretor do CCH de acobertamento do suposto assédio, que teria acontecido no ano passado, a denúncia foi, no mínimo, dúbia. Mas, pensando bem, esperar o contrário seria demais. Diretor do Centro, o professor Geraldo Timóteo disse: “À frente do CCH, nunca recebi nenhuma denúncia de assédio sexual. Vamos esperar a divulgação do vídeo para ingressarmos na Justiça”. Diretor do CCH até 2023, o professor Rodrigo Caetano disse: “Espero a posição oficial da reitoria e o acesso ao vídeo com quem colou os cartazes. Só garanto nunca ter sido procurado por nenhum aluno com nenhuma denúncia de assédio”.

 

Repúdio oficial: “sem provas e sem denunciante”

Na manhã de ontem, o Laboratório de Estudos da Sociedade Civil e do Estado (Lesce) do CCH divulgou (confira aqui) nota de repúdio. Que entrou de sola: “O Lesce vem a público manifestar a indignação e repúdio à divulgação, por meio de cartazes anônimos, em dependências da Uenf, de grave acusação de assédio contra o coordenador do curso de Ciências Sociais, professor membro deste Laboratório, envolvendo também o diretor do CCH e a reitora (…) O Lesce espera pronta resposta das autoridades universitárias no sentido do pleno esclarecimento e apuração dos fatos, considerando a gravidade de uma denúncia desse teor, sem provas e sem denunciante”.

 

Campistas: Zezé, Arlete e Uenf

Até que o vídeo e a verdade sejam revelados, é triste ver a Uenf em meio a noticiário negativo, por uma denúncia anônima de assédio sem provas. Mas, ontem, a universidade também brilhou positivamente. A coluna do Lauro Jardim, de O Globo, anunciou (confira aqui) que a atriz, cantora, mulher, negra e campista Zezé Motta receberá um título de doutora honoris causa da Uenf. Cujo site também destacou (confira aqui) que outra grande mulher campista, a professora de Letras e dramaturga Arlete Sendra, aposentada em 2020 após lecionar 24 anos no CCH, receberá o título de professora emérita da universidade. Parabéns às duas! Aliás, às três!

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

Campeã de natação e ex-Paquita no Folha no Ar desta 4ª

 

(Arte: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Adolescente de 14 anos, nadadora infantil, atleta do Flamengo, campeã brasileira e campeã estadual, Nicole de Thuin é a convidada do Folha no Ar desta quarta (17), ao vivo, à partir das 7 da manhã, na Folha FM 98,3. Ele será acompanhada pela mãe, a ex-Paquita da Xuxa, atriz, cantora e jornalista Roberta Cipriani.

Nicole falará como concilia a rotina de treinamento de atleta de competição com a escola e a vida normal de adolescente. Depois, às vésperas das Olimpíadas de Paris 2024, dirá como projeta as Olimpíadas de 2028, já definidas para Los Angeles. Por sua vez, Roberta falará da sua trajetória como ex-Paquita, atriz, cantora e jornalista, além de mãe de atleta.

Quem quiser participar ao vivo do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

Mulher, negra e campista, Zezé Motta será doutora da Uenf

 

(Foto: Instagram de Zezé Motta0

 

Em meio a notícias negativas (confira aqui, aqui e aqui) por conta de uma denúncia anônima de assédio dentro da Uenf, a maior universidade do Norte Fluminense gerou hoje uma notícia bastante positiva. De reconhecimento a uma mulher negra e campista de grande contribuição à cultura nacional: “(a atriz e cantora) Zezé Motta, 80 anos, vai receber um título de doutora honoris causa da Uenf”. Foi o que noticiou hoje (confira aqui) o jornalista João Paulo Saconi, na coluna do Laura Jardim, em O Globo.

— Eu fico muito feliz em saber que sirvo de referência. Penso que valeu a pena todas as batalhas que enfrentei até aqui como mulher preta, como atriz e cantora. Tenho muito orgulho em ser uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial no Brasil. Neste 2024 essa homenagem vem com um sabor ainda melhor, pois estou comemorando meus 80 anos de vida e 40 anos de criação do Cidan, Centro de Informação e Documentação do Artista Negro no Brasil. Estou viva, em atividade, lúcida e com prestigio. Ando com a agenda cheia de trabalho. Isso tudo é uma benção, todo dia eu agradeço — disse Zezé, em declaração publicada na íntegra, também hoje, no (confira aqui) site da Uenf.

— A concessão do título de doutora honoris causa a Zezé Motta reflete o compromisso da Uenf com a valorização de figuras que, através de suas obras e ações, contribuem significativamente para o enriquecimento cultural e a promoção da justiça social. Zezé Motta representa os valores de excelência, integridade e dedicação que nossa universidade preza e promove — disse no site da Uenf sua reitora, a professora Rosana Rodrigues. Que completou ao blog:

— Vamos preparar uma belíssima cerimônia! — prometeu a reitora, no evento ainda sem data marcada para entrega do título.

 

Vídeo da Uenf pode levar denúncia anônima à Justiça

 

(Foto: Folha da Manhã)

 

A pessoa que colou cartaz no prédio da reitoria da Uenf na sexta (12), com denúncia anônima (confira aqui) de assédio na universidade, já teria sido identificada em vídeo do sistema interno da instituição. Seria uma servidora, não a aluna que teria sido a suposta vítima do suposto assédio. Se essa informação for confirmada, além da investigação interna, pode gerar consequências também no Judiciário.

Hoje, o coordenador do curso de Ciência Sociais, professor Hamilton Garcia; e o diretor do Centro de Ciências do Homem (CCH), professor Geraldo Timóteo; adiantaram que pretendem ingressar na Justiça Criminal e Cível contra o(a) autor(a). Embora não nominados, os dois tiveram seus cargos citados na denúncia anônima. Que gerou, na manhã de hoje, carta de repúdio (confira aqui) do Laboratório de Estudos da Sociedade Civil e do Estado (Lesce), do CCH da Uenf.

— Esperamos a divulgação do vídeo que identifica quem colou os cartazes para tomar as providências cabíveis na Justiça. Tanto Criminal, por calúnia e difamação, quanto na Cível, por danos morais. O caso todo é muito desagradável, mas precisamos entender quem está por trás deste virtual “gabinete do ódio” uenfiano. Neste sentido, é melhor que isso seja divulgado na imprensa séria, para que as pessoas sérias possam acompanhar o caso com a seriedade que merece — disse Hamilton Garcia, coordenador do curso de Ciência Sociais do CCH da Uenf.

— Nem como diretor do CCH, nem como coordenador do curso de Ciências Sociais, nunca recebi nenhuma denúncia de assédio sexual de uma aluna ou aluno. O que cabe, nesses casos, é proteger a vítima e evitar que possa haver uma nova vítima. Se existe a vítima, ela precisa ser identificada internamente. Para, com sua identidade preservada, ser ajudada a se recuperar do quadro de depressão de que fala a denúncia anônima. Agora, se não existe a aluna que teria sido vítima, e se há o vídeo que prova que uma servidora colou os cartazes, além do crime de difamação, há também o de falsidade ideológica. Vamos esperar a divulgação do vídeo para, além da apuração interna, ingressarmos na Justiça — disse o diretor do CCH, professor Geraldo Timóteo.

Ontem, antes da notícia da existência do vídeo, a reitora da Uenf, professora Rosana Rodrigues, falou sobre o caso. Ela também negou ter sido procurada por qualquer suposta vítima para falar sobre o suposto caso de assédio, como foi dito nos cartazes da denúncia anônima colados na reitoria:

— Estamos lidando com essa situação com muita cautela. A universidade tem canais apropriados para denúncias que resguardam o(a) denunciante. Embora essa não seja a forma de se denunciar qualquer ação, haverá apuração via processo administrativo e legal. Posso garantir que a “Rosana” nunca recebeu qualquer informação sobre os assédios relatados. Assédio é intolerável em qualquer ambiente, sobretudo dentro de uma universidade. Entendo perfeitamente que ocupo a posição em que estou hoje para dar voz a quem nunca foi ouvida(o) pelo sistema patriarcal, machista e misógino. E jamais vou me calar ou proteger quem pratica tais atos. Infelizmente a onda das fake news chegou até a universidade

Hoje, também foi ouvido o professor da Uenf Rodrigo Caetano. Como ele foi o diretor do CCH até dezembro de 2023 e um dos cartazes fala que o suposto assédio teria sido praticado no ano passado, ele destacou essa dubiedade temporal da denúncia anônima:

— Espero a posição oficial da reitoria e o acesso a esse vídeo com quem colou os cartazes para conversar com advogados e saber como me posicionar. Não queria falar nada antes. Só garanto nunca ter sido procurado por nenhum aluno com nenhuma denúncia de assédio. E que denúncias anônimas como essa, confusas e, no mínimo, dúbias, afetam a honra e a dignidade das pessoas, de servidores públicos íntegros e dedicados à Uenf, assim como suas famílias. Precisamos e vamos chegar ao fim disso. Se não a Uenf pode virar um inferno! — advertiu o professor Rodrigo Caetano.

 

Laboratório da Uenf divulga nota de repúdio a denúncia anônima

 

Uenf (Foto: Folha da Manhã)

 

“O Laboratório de Estudos da Sociedade Civil e do Estado (Lesce) vem a público manifestar a indignação e repúdio à divulgação, por meio de cartazes anônimos, em dependências da Uenf, de grave acusação de assédio contra o coordenador do curso de Ciências Sociais, professor membro deste Laboratório, envolvendo também o diretor do CCH e a reitora da universidade”. Foi como o Lesce abriu sua carta de repúdio, divulgada na manhã de hoje, ao fato que teria ocorrido (na sexta (12) e foi noticiado (entenda o caso aqui) ontem (15).

Confira abaixo a íntegra da carta de repúdio do Laboratório de Estudos da Sociedade Civil e do Estado, do Centro de Ciências do Homem (CCH), da Uenf:

Nota de repúdio do Lesce, do CCH da Uenf, à denúncia anônima colada em cartaz no prédio da reitoria (Reprodução)

 

PT de Campos quer votos de Carla a prefeita para Jefferson

 

Odisséia Carvalho, Gilberto Gomes, Carla Machado, Jefferson Azevedo e Wladimir Garotinho (Montagem: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

“Vamos aguardar as próximas pesquisas, mas não houve migração de Carla (Machado, PT) para Wladimir (Garotinho PP), mas sim para o professor Jefferson (Azevedo, PT)”, disse a presidente do PT goitacá, ex-vereadora e pré-candidata a vereadora Odisséia Carvalho. “Tenho certeza que Carla vai apoiar o professor Jefferson a prefeito de Campos”, apostou o secretário de Comunicação do PT de Campos e pré-candidato a vereador, Gilberto Gomes.

Odisséia e Gilberto se posicionaram sobre a questão que ecoou aqui no final de semana: “Impedida de concorrer a prefeita de Campos por toda a jurisprudência do TSE e do STF, como a Folha adiantou (confira aqui) desde novembro de 2023, Carla Machado tirou (confira aqui) seu nome da disputa de 2024. E deixou aberta a dúvida: para onde irão os seus 18,7% de intenção de voto?”

A única pesquisa registrada em 2024 foi a Prefab Future feita em 26 de abril, quando Carla ainda era pré-candidata. Quando ela foi a única, além de Wladimir, a alcançar dois dígitos de intenção de voto na consulta estimulada: 18,7%. Candidato natural à reeleição, o prefeito de Campos apareceu liderando com razoável vantagem: 53,7% de intenção de voto na estimulada.

— Na verdade, todo mundo sabia que Carla não poderia ser candidata. Insistiram, não sei por que, até a última hora, ainda prejudicando a possível candidatura do professor Jefferson. Para mim, até de maneira proposital. Não queriam deixar que o professor Jefferson fosse candidato, mas é uma questão interna do PT. Agora é ver para onde o voto dela vai migrar. Pelas pesquisas internas que temos, mais de 50% migram para minha pré-candidatura. Mas estou focado no trabalho, na Prefeitura — disse Wladimir (confira aqui) na Feijoada da Folha, em 29 de junho.

O prefeito foi respondido pelo prefeitável petista Jefferson, ex-reitor do IFF:

— Curiosa a postura de tentar atrair parte do eleitorado da deputada estadual Carla Machado depois dos ataques agressivos que promoveram contra a sua pré-candidatura a prefeita. Preferem agir assim do que conquistar o voto no debate público da cidade. Um governo muito mal avaliado no transporte público e na saúde. Não tenho dúvidas de que esses eleitores estarão com a nossa pré-candidatura. É necessário aguardar novas pesquisas para uma avaliação mais precisa da situação.

Além de Jefferson, Odisséia também respondeu mais a Wladimir:

— Não procede essa narrativa do atual prefeito. É muito estranho que votos que se orientavam à oposição, de eleitores críticos à sua gestão, mudem subitamente para o governo sem uma razão coerente. Quem tinha a intenção de votar em Carla Machado, considerando suas gestões em São João da Barra, as compara com a de Campos e é crítico à gestão Wladimir. Vamos aguardar as próximas pesquisas, mas com certeza não houve migração de Carla para Wladimir, mas, sim, para o professor Jefferson. Também não procede a afirmativa que a pré-candidatura de Carla atrapalhou a candidatura de Jefferson. Tínhamos três pré-candidaturas a prefeito: Carla, Jefferson e Hélio Anomal. O nome do PT foi levado e as propostas apresentadas pelos três.

 

Prefeita de Cardoso, Geane Vincler no Folha no Ar desta 3ª

 

(Arte: Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Prefeita de Cardoso Moreira e pré-candidata à reeleição, Geane Vincler (União) é a convidada do Folha no Ar deste terça (16), ao vivo, a partir das 7h da manhã, na Folha FM 98,3. Ela analisará sua trajetória nos últimos quatro anos, da eleição a prefeita por apenas 8 votos de vantagem em 2020 ao favoritismo nas pesquisas (confira aqui) à reeleição em 2024.

Geane também tentará projetar o impacto da mudança da condição de Neto Sardinha (PL): de pré-candidato a prefeito de oposição a (confira aqui) apoiador da prefeita. Por fim, ela falará da montagem de nominata do seu grupo político e da eleição à Câmara Municipal de Cardoso.

Quem quiser participar ao vivo do Folha no Ar desta terça poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.