Mais detalhes da reunião com Picciani — Nominatas, mídia e chapas majoritárias
Abaixo, em pormenores, com informações resumidas no post anterior e algumas outras, as versões de Odisséia, Odete e Zé Armando do encontro de hoje, no Rio, com Picciani…
Odisséia Carvalho — Apresentamos os nossos projetos, não só de lançar de duas a três candidaturas entre os 11 partidos que integram a Frente, como de fortalecer nossas nominatas, já que nosso objetivo, além de vencer a disputa pela Prefeitura, é também conquistar a maioria na Câmara. Em relação às candidaturas majoritárias, o próprio Picciani deixou bem claro que qualquer coisa além de três candidaturas, pulverizaria as ações da oposição. Dentro deste limite, ele garantiu o apoio integral do PMDB e do governo do Estado, já que a chapa da Frente com ingresso ao segundo turno ganha automaticamente o apoio das demais. Também falamos da necessidade de atuar mais na mídia, em um programa de rádio e na confecção de um jornal próprio, no formato tablóide, de edição quinzenal, que poderia ser feito por jornalistas que já temos em nosso grupo, como Fernando Leite (PMDB) e Sérgio Mendes (PPS). Sobre a reunião da Frente com Sérgio Cabral, Picciani chegou a ligar para o governador, mas não conseguiu falar. Nos próximos dias deve acontecer esse agendamento, quando convocaremos os parlamentares dos nossos partidos em todo o Estado, muito embora, nessa reunião de hoje, já tenham participado, a convite do próprio Picciani, os deputados federais Eduardo Cunha e Adrian Mussi, e o estadual Edson Albertassi.
Odete Rocha — Recebemos total apoio de Picciani, seja enquanto presidente do PMDB, seja como coordenador político do governo Sérgio Cabral. A Frente vai apresentar de duas a três candidaturas no primeiro turno, com a união de todas em torno daquela que passar ao segundo turno. O PCdoB, como os demais partigos que integram a Frente, já têm conversado nesse sentido. Na nova eleição que chegou a ser marcada no ano passado, entre a cassação e o retorno de Rosinha, conversamos muito com o PV. De qualquer maneira, acho que isso vai se dar naturalmente, entre os partidos que encontrem mais afinidades ideológicas e de estrutura. O que importa, é que nenhuma conversa se dará à parte a ação conjunta da Frente, contraponto coletivo a essa gestão dos Garotinho.
José Armando — Além da assessoria jurídica, pedimos ajuda também para fazer pesquisas qualitativas e quantitativas, para definir as propostas de governo comuns a todas as candidaturas da Frente e as próprias chapas que as representarão. Em relação a todas essas nossas ações recentes, o mais importante é que antes era a Frente que queria ser ouvida pelas lideranças estaduais, e hoje elas estão tão interessadas quanto nós em manter esse canal de diálogo aberto e assíduo. Fui ao encontro como representante do prefeito Beto Azevedo (de São Francisco), que é aliado do governador Sérgio Cabral, no entendimento de que o enfrentamento a esse grupo tem que ser feito de forma unida e regional.


















A título de comparação
E até lá?