Próxima parada? O limbo!
Após as definições reativas de figuras de proa do PT de Campos, sobre os companheiros de partido que utilizaram um celerado para ridicularizá-los publicamente, escudados na covardia do anonimato, fica cada fez mais difícil para essa turma tentar conquistar no papo e na boa fé do presidente eleito Eduardo Peixoto, aquilo que nunca conseguiram no voto. “Covardes” para Odisséia Carvalho, “caluniadores” e “difamadores” para Hugo Diniz, “imbecis” para o ex-petista Makhoul Moussallem, além desafiados para o embate cara a cara por Hélio Anomal, esses “canalhas” — na definição de Renato Barbosa — devem ser condenados no PT de Campos ao limbo que suas próprias irrelevâncias pessoal, política e moral os condenou.
Respostas de Odisséia, Diniz, Anomal e Makhoul
A boa matéria feita e assinada pelo Alexandre Bastos, publicada na edição de hoje da Folha, impressa e online (aqui), intitulada “Contra a covardia virtual”, já estaria de bom tamanho. Aliás, talvez tenha sido até exagero para retratar a pequenez dos atos de um grupo francamente minoritário no PT de Campos, especializado em perder eleições.
De qualquer maneira, como a gênese do assunto abordado se deu neste blog (aqui), incoerente seria não reproduzir aqui as opiniões dos petistas Odisséia Carvalho, Hugo Diniz, Hélio Anomal e do ex Makhoul Moussallem sobre as tentativas de ridicularização pública tramadas por essa turma do próprio PT, definida ainda em vida pelo saudoso vereador Renato Barbosa: “São uns canalhas!”
Odisséia Carvalho

“Tentam desqualificar as pessoas. Uma tática de baixo nível. Se fosse feita por quem assina, já seria ruim. Sendo feita por quem se esconde, se torna ainda mais baixa. Tentam ofender, acusar sem fundamento. Tudo sem aparecer. Isso não é democracia, é covardia”.
Hugo Diniz

“Algumas pessoas usam blogs para caluniar, difamar e debochar. Além disso, liberam comentários anônimos. Ou seja, está tudo errado. O que seria uma importante para um bom debate acaba virando uma espécie de espaço sem regras. de qualquer maneira, não costumo ler blogs. Não tenho tempo”.
Hélio Anomal

“Existem ‘companheiros’ que usam uma estratégia covarde. Temos hoje um grande desafio em nossa cidade. Precisamos enfrentar algumas figuras covardes. O que tenho vontade de falar, falo na cara ou então assino. Mas, infelizmente, nem todos agem assim. Se quiserem aparecer, para falar na minha cara, estou pronto”.
Makhoul Moussallem

“É impossível discutir com quem se esconde. Soube que fizeram chacota com o meu nome em um blog. Mas como vou debater com quem usa um pseudônimo? O cara não aparece, não assina. Isso para mim não passa de covardia, de idiotice. Nem perco o meu tempo tentando saber quem é o imbecil que faz isso”.
Pólo de Cinema em Campos

Participei, na tarde de hoje, do Folha no Ar, junto do também jornalista e blogueiro Rodrigo Gonçalves, para tratar da questão do pólo de cinema, resgatado no trabalho que a coordenadora do Projeto Ciência e Cidadania em Forma de Filme e Cinema da Uenf, Nilza Portela, tem consturado com habilidade entre a universidade e a comunidade. Além dela, recebemos o cineasta Carlos Alberto Bisogno. Os dois integram um grupo de trabalho, do qual eu também faço parte, que visa resgatar a história do pólo.
Como relembrei no programa, o cinema está na própria gênese da Uenf, no projeto idealizado por Darcy Ribeiro, pois foi para abrigar a Escola Brasileira de Cinema e Televisão (EBCTV), em regime de internato, nos moldes da Escola de Cinema de Cuba, que o Solar dos Jesuítas foi reformado, no governo estadual de Marcello Alencar(PSDB). Trabalhei na implantação do projeto de implantação da EBCTV, que, depois de abandonado, cedeu o Solar do séc. 17 à instalação Arquivo Público Municipal. Depois, a questão do pólo foi levantada pelo gerente de Cultura Deneval Siqueira de Azevedo Filho, no final da gestão municipal de Alexandre Mocaiber (PSB), em parceria com a UFF-Campos, projeto abandonado pelo governo Rosinha.
Bom que agora, não só a Uenf e a UFF, mas também o Instituto Federal Fluminense (antigo Cefet-Campos), além da secretaria de Cultura e da Câmara Municipal, por iniciativa do seu vice-presidente, vereador Rogério Matoso (PPS), estejam abraçando um projeto abandonado por tantos ao longo do caminho. Ontem, às 17, na sede do Legislativo de Campos, ocorreu uma audiência pública para tratar do tema, convocado por Rogério. Ainda que além dele, só Odisséria Carvalho (PT) e Jorge Rangel (PSB) tenham comparecido, os demais edis devem ser arrastados à discussão a partir do momento que ela for ecoada pela própria comunidade.
Como o diretor de teatro Antonio Roberto Kapi lembrou ontem, na Câmara, assim como Nilze e Carlos Alberto, hoje, no Folha no Ar, cinema não é apenas cultura, mas uma indústria geradora de empregos e renda.
Vejamos, pois, o que 2010 revelerá como tela à sétima arte em Campos…

Bastos, o campeão de audiência

Entre todos os 23 blogs que a Folha hospeda, alguns têm se destacado no número de acessos, sobretudo o Blog do Bastos (aqui) do Alexandre Bastos, jornalista por herança e vocação, não por diploma, que reputo como o mais talentoso da sua geração em Campos. Seja no impresso ou no virtual, como repórter ou opinador, Bastos tem demonstrado um faro de sabujo para rastrear as pegadas do sucesso.
Programação dos shows de verão em Campos
Em matéria dos colegas Sérgio Cunha e Frânio Abreu, a Prefeitura de Campos divulgou em seu site (aqui), a aguardada programação dos shows do verão, com datas, locais, horários e valores. Segue abaixo a íntegra da agenda…

Diálogo na Felipe Uébe
Além do ridículo de um torturador se julgar um ente desagradável ao injusto, quanto à presunção de não gelar ou amarelar, foi ouvido hoje, numa conversa entre vizinhos de um condomínio da Felipe Uébe:
— O babaca chegou virado no prédio, alucinado como de hábito e começou a discussão. Mesmo errado, partiu cheio de marra para cima do vizinho. Mas depois que este deu uma trolha para a carteirada de policial e o encarou, a figura se borrou toda. Se não fosse puxar a arma paga com o dinheiro do Estado para “resolver” a situação pessoal, iria levar uma surra.
— Bem, se não levou foi mesmo graças a arma, não por falta de torcida!!!…
Em homenagem a Brecht e as mulheres
Com o título “Carta de intenções (e atos) de Jaba, the Hut”, que abriu a série no blog, a charge do José Renato já havia sido publicada neste “Opiniões”, no último dia 19 (aqui). A republicação hoje se dá em homenagem ao alemão Bertold Brecht (1898/1956), cujo talento como dramaturgo e poeta sobreviveu ao anacronismo do seu ideário nos dias de hoje, bem como também numa homenagem à mulher em geral, mas sobretudo àquelas que tem a coragem de se impor à violência dos próprios maridos.

Franco-atirador exposto entra em desespero…
Tem gente perdendo a linha por causa das críticas, hein. Tá ficando tenso pelo lado de lá porque foi descoberto. Ele está desesperado. Atirando, quase que literalmente, para todos os lados. Escondido é machão, né!
Caro Igor,
O franco-atirador é capaz de de provocar sérios danos no inimigo, mas só enquanto sua posição é desconhecida. Descoberto, além de nulo taticamente, se torna uma presa fácil. É o caso do nosso Jaba, que, aliás, seja com a própria esposa, ou com quem quer que seja, só tem coragem para dar uma de “machão” quando está com a arma em punho.




