Como foi conquistada a democracia no IFF

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Este post tem 4 comentários

  1. Luísa

    Além de servil, mentiroso e omisso, tem elefante ainda de tromba amarrada e engasgada com a vitória da democracia no IFF, que não se conforma com sua incapacidade de incomodar e insiste. Agora, quis deixar de ser cabo-eleitoral fracassado para posar de professor de História e afirmar que os nazistas, assim como de fato se deu com os outros autocratas que ele apoiava por aqui, não chegaram ao poder na Alemanha pelo voto. Para dar alguma lição, de democracia ou História, não é preciso antes aprender?

  2. Aluysio

    Cara Luísa,

    A ascensão dos nazistas na Alemanha, dentro das regras democráticas da República do Weimar, ferida de morte com a crise de 1929 e com os erros de avaliação dos burgueses e dos comunistas alemães (depois reeditados por seus próprios camaradas soviéticos), só pode ser questionada por quem ignora os fatos ou, como perfeito canalha, finge poder fazê-lo.

    Os capitalistas alemães, por exemplo, erraram ao avaliar que poderiam controlar Hitler, apoiando sua indicação à chancelaria do Reich em 1933, sob a pretensa tutela do velho marechal Paul von Hindenburg, que derrotara o líder nazista no segundo turno da eleição presidencial de 1932, contando com o apoio dos sociais-democratas e diante da passividade dos comunistas, que se abstiveram.

    A indicação de Hitler como chanceler ocorreu não só pelos sucessivos fracassos no cargo por parte dos conservadores Heinrich Bruning, barão von Papen e Kurt von Schleicher, como pelo reconhecimento ao crescimento nazista no parlamento alemão (196 deputados eleitos em novembro de 1932, contra 121 sociais-democratas e 100 comunistas) e, sobretudo, pelo fato de que a fanática organização paramilitar das SA e SS aparecia aos olhos do povo como a única solução diante das greves gerais com que os comunistas paravam um país já combalido pela derrota na I Guerra Mundial (1914/18) e pela crise econômica global.

    Não por outros motivos, após um incêndio do Parlamento creditado pela polícia ao conhecido militante comunista Marinus van der Lubbe (achado sem camisa dentro do prédio em chamas), os nazistas conquistariam 44% dos votos nas eleições parlamentares de 5 de março de 1933.

    Muito se discute se van der Lubbe teria mesmo ou não ateado fogo o Reichstag (prédio do Parlamento), mas ninguém pode negar que as greves gerais iniciadas pelos comunistas foram um erro estratégico crucial, assim como eleger abertamente os sociais-democratas, que formavam o maior partido da Alemanha até o início dos anos 30, como seu principal inimigo político. De fato, lembrando os petistas taxando os sociais-democratas brasileiros de neoliberais, o próprio ditador soviético Joseph Stálin chegou a afirmar: “a social-democracia é objetivamente a ala moderada do fascismo”.

    Ironicamente, foi o mesmo Stálin que assinaria a 24 de agosto de 1939 o pacto nazi-soviético com um Hitler já na condição de seu igual como ditador genocida com plenos poderes, após a morte de Hindenburg em 1934. E como foi através deste pacto, também conhecido como Molotov-Ribbentrop (o primeiro, diplomata da ex-União Soviética; o segundo, da Alemanha nazista), que Hitler e Stálin invadiram e dividiram entre si a Polônia, apenas uma semana depois, dando início à II Guerra Mundial, ao custo final de mais de 70 milhões de vidas humanas, vê-se que realmente o professor em questão tem muito a aprender antes de pretender ensinar qualquer coisa — seja de democracia ou História.

    Esta, pelo menos neste final de 2011, fica valendo como última lição. Já para o próximo ano, continua a valer o antigo conselho de ler só mais um pouquinho para evitar regurgitar tanta besteira em 2012, sobretudo diante de alunos indefesos na sala de aula à péssima formação de alguns professores.

    Abraço e grato pela colaboração!

    Aluysio

  3. Ana Beatriz

    Concordo com a Luísa nos adjetivos: servil, mentiroso e omisso. Mas, depois da lição de história do Aluysio, discordo só do substantivo, já que o elefante é conhecido como animal de boa memória. Apesar de igualmente grande, gordo e feio, o animal cujo analogia seria mais indicada ao pretenSioso professor (afinal, pretensão não se escreve com “Ç”) é burro mesmo!

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