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E na pesquisa Ibope…

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Este post tem 2 comentários

  1. Makhoul acha que haverá segundo turno em Campos
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    “Os institutos criam pesquisas fundamentadas em critérios técnicos que se transformam em armadilhas para eles mesmos”. A afirmação é do candidato do PT à Prefeitura de Campos, Makhoul Moussallem para dizer pode haver surpresas nas eleições municipais. Para ele, a eleição de Rosinha Garotinho não está garantida. “O papel aceita tudo e os institutos podem errar. Estou com, pelo menos, 20% dos votos. O que os institutos não percebem é que existe um “desejo de mudança” na população”, afirmou.

    Makhoul denunciou a incompetência da administração municipal que, segundo ele, não sabe aplicar os recursos dos royalties do petróleo e da arrecadação. “Discordo da maneira de gestão que está aí. O mesmo grupo que está há mais de 20 anos – começando com Garotinho – aplica mal o dinheiro. Eles são imediatistas. Vivem de apagar incêndio.

    Para o candidato petista, a Prefeitura promoveu algumas reformas em escolas, mas não se preocupou com o principal: “Não investiram no professor. Em Campos, a educação é nota zero – fomos os últimos colocados e não há desculpa. Não querem educar o povo que, para eles, fica mais fácil de ser conduzido e manipulado: vira massa. É mais fácil manipular as massas”, denunciou. Ele acrescentou que vê com tristeza, mas reconhece a necessidade da presença de tropas nacionais e da Polícia Federal para garantir a normalidade do processo eleitoral. “Como as eleições são manipuladas e impostas à população – que tem que atender aos desejos de determinado líder – acho que a interferência é bem-vinda”, analisou.

    Makhoul acha importante a manutenção da tarifa de ônibus a R$ 1. “Essa tarifa é um engano. Logo depois dela, surgiu uma taxa de iluminação pública para compensar o benefício. E pior. Hoje, o usuário espera por duas horas no ponto. Os ônibus deixam a desejar em conforto”. Ele sugeriu o aumento da frota e o traçado de ruas mais largas para permitir melhor escoamento do tráfego.

    Makhoul disse que pretende investir não somente na formação de artistas, mas também de contrarregra, cenógrafo e cinegrafista. “Mas não entendo que a prefeitura tenha se transformado em promotora de eventos públicos e a realização de shows na base do pão e circo. Essa história de show em praia é um porre. Vou acabar com essa história. O cara quer dormir e está doente aí aquele trem elétrico fazendo um barulho. Haverá shows na praia, mas não perto da casa das pessoas, no centro. O comerciante do farol pode ganhar sem ser molestado”, reclamou.

    Sobre as oportunidades que a cidade terá com os novos projetos e investimentos, ele avalia que é mais importante investir na formação de técnicos: “A capacitação de mão de obra não passa pelas universidades, mas pelas escolas técnicas. Os países desenvolvidos já descobriram isso”. Makhoul destacou que todo progresso é bem vindo, mas não a qualquer preço. “Por exemplo, se encherem a Pelinca de prédios, no dia em que todos derem descarga ao mesmo tempo, o bairro explode. Não podemos copiar modelo de Macaé. A cidade precisa crescer, mas de forma ordenada, estruturada e planejada”, concluiu.

  2. Dr. Makhoul foi muito infeliz em falar em acabar com o trio elétrico e shows no Farol, porque iria prejudicar muitos os comerciantes e a massa(pessoas), porque muitas pessoas alugam casas para curtir o trio elétrico, eu mesmo que tenho 53 anos, quem tiver doente que fique na cidade porque os hospitais ficam mais perto. Perdeu meu voto e de minha família e de vários colegas meus. Nos barzinhos o assunto é só esse. Foi uma pena!

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