Opiniões

Baldan promove educação socioambiental com mostra audiovisual em Macaé

VIII Feira de Responsabilidade Social

 

Parceiro do Cineclube Goitacá, toda noite de quarta na Oráculo, e na crítica de cinema da Folha, na qual escreve às segundas, o incansável (e incurável) Tonico Baldan coordena nesta semana que se inicia, em Macaé, no Clube Cidade do Sol, na praia de Cavaleiros, a 6ª edição da Mostra Cenário Socioambiental, integrada à VIII Feira de Responsabilidade Social e Empresarial da Bacia de Campos. Nas palavras de Baldan:

— Será uma plataforma de informação e conhecimento que discute questões socioambientais importantes a partir de produções audiovisuais. Oportunidade de assistir aos filmes e um espaço para promover o debate e a reflexão sobre questões do nosso dia a dia como crise hídrica, resíduos sólidos e os problemas causados pela contaminação por descarte inadequado, cultura e direito dos povos tradicionais, consumismo e o processo de urbanização das cidades.

Vale a pena conferir. Abaixo a programação completa:

 

Mostra Baldan em Macaé 26 a 28-05-15

 

Mostra Cenário Socioambiental

Programação

 

    • 26/05 Terça-feira

     

    • 14h às 17h

Mostra Cenário Socioambiental / Infantil

Curtas com viés socioambiental atendendo alunos das escolas das redes pública e privada dos municípios da Bacia de Campos.

 

  • 17h

 

Serra (6 min.)

Direção: Fernanda Abdo e Victor Alves

Sinopse: “Serra” retrata três dançarinos viventes da cultura urbana e dos aglomerados de Belo Horizonte que desenvolveram sua arte associando a riqueza cultural de suas experiências locais à pesquisa profissional em danças urbanas. A interação com a locação escolhida, o Aglomerado da Serra, não foi por acaso. Individualmente, cada dançarino carrega memórias de uma relação própria com esse lugar que ajudou a educar seus corpos para se expressarem através da dança.

 

Água e Cooperação – reflexões para um novo tempo (52 min.)

Direção: João Amorim

A água é um dos temas mais importantes da nossa atualidade. O planeta começa a dar indícios que este recurso natural está a beira do esgotamento. O filme propõe um olhar transdisciplinar para água que sinalize caminhos para uma relação mais cooperativa e sustentável  para este elemento que é base de toda vida em nosso planeta.

 

Atafona em ruínas (27 min.)

Direção: Frederico Alvim Carvalho

Sinopse: No encontro do mar com o rio, várias casas, construções e histórias estão sendo destruídas. Atafona se encontra no litoral Norte Fluminense e está vendo sua paisagem modificada rapidamente pelo avanço do mar sobre a cidade. O Rio Paraíba do Sul deságua no mar na região de Atafona, antes um local de veraneio de muitas pessoas, e hoje há uma pequena população habitando a cidade.

 

  • 19h

 

Tarja branca (80 min.)

Direção: Cacá Rhodem

Sinopse: A partir dos depoimentos de adultos de gerações, origens e profissões diferentes, o documentário discorre sobre a pluralidade do ato de brincar, e como o homem pode se relacionar com a criança que mora dentro dele. Por meio de reflexões, o filme mostra as diferentes formas de como a brincadeira, ação tão primordial à natureza humana, pode estar interligada com o comportamento do homem contemporâneo e seu “espírito lúdico”.

 

 

  • 27/05 Quarta-feira

 

  • 14h às 17h

Mostra Cenário Socioambiental / Infantil

Curtas com viés socioambiental atendendo alunos das escolas das redes pública e privada dos municípios da Bacia de Campos.

 

  • 17h

Santa Maria Madalena – RJ (19 min.)

Direção: Cardes Amâncio p/ Uenf

Sinopse: O filme transita pelo entorno do Parque Estadual do Desengano revelando artesãos e projetos industriais da cidade de Santa Maria Madalena.

 

Os bamba (18 min.)

Direção: Rafael Costa e Juliette Yu-Ming

Sinopse: Enraizados e entocados no território do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Capitão do Mato e Dona Maria vivem um cotidiano cercado pelas luzes da natureza e pelos conflitos com as novas leis ambientais.

  •   Participação especial do diretor Rafael Costa – Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (Nupem/UFRJ)

 

  • 19h

 

O veneno está na mesa II (70 min.)

Direção: Silvio Tendler

Sinopse: O Veneno Está Na Mesa II atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme também apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e o consumidor. Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?

 

 

  • 28/05 Quinta-feira

 

  • 14h às 17h

Mostra Cenário Socioambiental / Infantil

Curtas com viés socioambiental atendendo alunos das escolas das redes pública e privada dos municípios da Bacia de Campos

 

  • 17h

 

Filhos da terra (29 min.)

Direção: Axel O’Mill e Patxi Uriz | Espanha

Sinopse: Filhos da terra é o testemunho de pessoas vinculadas à natureza que abrem seu coração para transmitir à humanidade a sabedoria da Mãe Natureza. Este documentário quer servir como veículo transmissor destes sábios conhecimentos e de conscientizar o espectador do que significa ser “filho da Terra”. O materialismo e o stress a que somos submetidos na sociedade atual nos impedem de ir em busca da consciência, nos afastando da natureza. Damos costas à ela sem nos importamos em explora-la incessantemente.

Filmado na Espanha, Brasil, México, Reino Unido e França.

 

ÍndioCidadão? (52 min.)

Direção: Rodrigo Siqueira

O filme resgata dois momentos-chave nesse processo: a campanha popular realizada pelos povos indígenas na Constituinte e o período de manifestações em Brasília contra os ataques legislativos do Congresso Nacional, com a ocupação da Câmara dos Deputados no “Abril Índigena” de 2013 e a mobilização nacional em outubro do mesmo ano.

 

  • 19h

 

Quando sinto que já sei (78 min.)

Direção: Antonio Sagrado Lovato

Sinopse: Levanta uma discussão sobre o atual momento da educação no Brasil. Carteiras enfileiradas, aulas de 50 minutos, provas, sinal de fábrica para indicar o intervalo, grades curriculares, conhecimento dividido em diferentes caixas. As escolas, como são hoje, oferecem os recursos necessários para que uma criança se desenvolva ou a transformam em um robô, com habilidades técnicas, mas sem senso crítico?

 

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Este post tem um comentário

  1. Sucesso amigo.Vc merece.

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