
Copa do Mundo a partir de amanhã
Amanhã (11) começa a 23ª edição da Copa do Mundo de futebol. Pela primeira vez em três países, a bola rola às 16h no Estádio Azteca, na Cidade do México, com a seleção da casa contra a África do Sul, pelo grupo A. Às 16h de sexta (12), será a vez do Canadá, outro país sede, contra a da Bósnia e Herzegovina, no Toronto Field, pelo Grupo B.
Brasil e Marrocos no sábado
Também no dia 12, se dará a estreia no 3º país sede da Copa, os EUA. Cuja seleção encara a do Paraguai às 22h, SoFi Stadium, em Los Angeles, pelo Grupo D. Entre os grupos dos países que sediam a Copa, está o Grupo C, do Brasil. Que estreia às 19h de sábado (13) contra a forte seleção do Marrocos, no estádio MetLife, em Nova Jersey.
Desfalques de Neymar e Wesley
Neymar, que há anos não apresenta grande futebol e cuja convocação à Copa dividiu o país, já se apresentou lesionado e não jogará. Carente de laterais, o Brasil ainda perdeu Wesley, ex-Flamengo que tem brilhado no Roma atuando na posição, por contusão no amistoso vencido por 2 a 1 contra o Egito, no último sábado (6), já nos EUA.
Qual a formação de Ancelotti?
A maior dúvida do técnico italiano Carlo Ancelotti ao Brasil na Copa, no entanto, é a formação tática do time. Atuará com quatro atacantes e dois meias, como entrou no amistoso anterior, em 31 de maio, no Maracanã, contra o Panamá? Ou reforçará o meio de campo com um 3º homem, no time que goleou o Panamá no 2º tempo?
Depois Haiti e Escócia
Na dúvida da formação tática, escalação e do resultado na estreia contra seu adversário mais forte no grupo, o Brasil depois pegará o fraco Haiti, às 22h do dia 19, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia. E fechará a fase de grupos contra a Escócia, às 19h do dia 24, no estádio Hard Rock, em Miami.
Dilema de 24 anos do Brasil
Se passar pela fase de grupos, o Brasil deve encarar o seu maior dilema, nos últimos 24 anos, em Copas do Mundo de futebol. Nas quais a última vez em que a seleção brasileira bateu uma europeia em jogo eliminatório foi em 2002: nos 2 a 0 da final daquela Copa em que bateu a Alemanha. E já tem quase um quarto de século.
Publicado hoje na Folha da Manhã.
