O alvo (II)
- Autor do post:Aluysio Abreu Barbosa
- Post publicado:27 de julho de 2011 - 19:04
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Pelo menos um dos pontos abordados na entrevista abaixo, com o secretário de Governo Geraldo Pudim (PR), já teve desmentido rápido e pronto: qualquer conversa entre PR e PV. Presidente municipal do último partido, o advogado Andral Tavares Filho negou ao blogueiro qualquer possibilidade neste sentido:
— Desconheço completamente qualquer contato, seja à nível local ou estadual. Comigo, certamente não houve e com a regional, se houvesse qualquer indício, acho impossível que eu não ficasse sabendo, até porque falamos com o Rio constantemente. Na semana passada, por exemplo, estiveram em Campos dois integrantes do diretório regional, o Roberto Rocco e o José Augusto Venda, e absolutamente nada foi dito nesse sentido, sequer em forma de boato. O compromisso do PV, em Campos e no Rio, é de oposição política ao grupo de Garotinho. Isto é o fato!
Sobre as observações de Pudim, de que Andral não tem sido mais visto nas reuniões da Frente Democrática de Oposição, inclusive no encontro no Rio com Picciani, o presidente verde e possível pré-candidato à Prefeitura em 2012 reafirmou a presença do seu partido na Frente, “mas essa nossa participação é discutida e definida em diálogo com nosso diretório regional. O PV está na Frente, mas como PV, sob os critérios do PV”, frisou.
Coordenador político da administração Rosinha, seu secretário de governo, Geraldo Pudim, conversou no início da tarde com o blogueiro, para analisar os recentes movimentos da Frente Democrática de Oposição em busca de apoio de lideranças estaduais como o vice-governador Luiz Fernando Pezão (aqui), o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo (aqui e aqui), e, ontem, com o presidente regional do PMDB, Jorge Picciani (aqui e aqui).
Além do contexto político, no qual analisou partidos, lideranças e discursos entre oposição e situação, Pudim respondeu também três denúncias recentes contra a administração Rosinha: 1) atraso nas obras públicas do município por falta de repasse; 2) mandado de busca e apreensão cumprido ontem, no setor de transportes, para averiguar utilização indevida de combustível pela empresa que terceirizou o serviço de ambulâncias; e 3) as investigações da revista Época sobre o carro de uma prestadora de serviços municipais, guiado por Wladimir num acidente, além da participação de artistas contratados sem licitação pela Prefeitura, que fizeram participações no CD gravado pela prefeita Rosinha.

Frente de Oposição de Campos no Rio — Até aí, nenhuma novidade. Eles buscam abrir espaços de apoio externo, no que demonstram até um certo desespero da oposição. Isso se dá pela falta de capacidade para aglutinar membros da sociedade civil em torno dos chamados partidos de oposição, ou mesmo de ampliar o leque destes próprios partidos. Muito pelo contrário, a Frente está perdendo partidos.
Situação tira o DEM da oposição — Perderam o DEM e vão continuar perdendo partidos que eles dizem estarem na oposição. Estamos tentando tratar essa questão de forma programática, reunindo para discutir um grupo de partidos que, hoje, já tem DEM, PR, PSB, PP, PTB, PTdoB, PHS, PRB, PRTB e PTC. E há ainda a possibilidade do PSC e do PSDC também caminharem conosco.
Definição do PSC — Na última quinta-feira, eu e Wladimir (Garotinho, presidente do PR) tivemos um encontro com o deputado federal Hugo Leal, que recebeu a incumbência do PSC de coordenar seu partido nas campanhas municipais de 2012 dos municípios das regiões Serrana, Norte e Noroeste Fluminense. Nessa reunião, quem o acompanhou o deputado foi o presidente municipal do PSC, Gilson de Souza Gomes, responsável pelo processo de conversação à nível local. Hugo Leal vai apresentar, ao diretório estadual do PSC, seu relatório da situação nos municípios das três regiões, para que a decisão seja tomada em cada um deles. Em resumo, o PSC não está no governo, nem na oposição. Enquanto a situação do partido não se define, as conversas de um lado e do outro fazem parte.
Presidente estadual do PSC, Ronald Ázaro, é secretário do Trabalho de Cabral — Há deliberação dos diretórios regionais de se respeitar as tendências municipais. Além do mais, como você mesmo colocou em seu blog (aqui), o PSB também é presidido por um secretário de Cabral (deputado federal Alexandre Cardoso, secretário de Ciência e Tecnologia), o que não impede o partido de compor a base do governo Rosinha na Câmara Municipal.
Limite de Picciani em três candidaturas da Frente — Esse é o grande problema deles, quem seria, ou seriam os cabeças-de-chapas deles? O PT já manifestou seu interesse em lançar candidato próprio. O PCdoB, idem. O PDT tem Arnaldo. O PMDB não tem ninguém, mas é o partido majoritário. Essa aliança é eleitoral e natimorta. No final, vai prevalecer o interesse individual. Até porque, não há projeto que possa uní-los.
Odisséia pelo PT e Odete pelo PCdoB? — Sim, parecem ser os nomes, mas a professora Odete, por exemplo, quando foi candidata à Prefeitura, em 2008, foi uma das maiores críticas da gestões municipais de Arnaldo Vianna. Como será que a população a vê agora, ao lado de Arnaldo, em busca de apoios no Rio de Janeiro? O que, aos olhos do eleitor, pode unir esses dois candidatos?
E Odisséia? — A mesma coisa, ou será que o eleitor já se esqueceu que o PT deu o vice na chapa de Arnaldo (Hélio Anonal), que só não foi a própria Odisséia, porque ela perdeu a indicação na convenção? Além do mais, bom lembrar que Odisséia só tem um mandato na Câmara Municipal pela falalidade da morte do vereador Renato Barbosa, eleito com votos pessoais dele, não do PT.
PV de Andral — Na minha opinião, ele e seu partido não se definiram ainda. Pelo que tenho visto, Andral não tem frequentado as últimas reuniões da Frente. Ele não foi, por exemplo, a esse último encontro no Rio, com Picciani. Já há contatos inciais para abrir conversações entre PV e PR.
Roberto Henriques — A primeira coisa que ele precisa fazer, é se definir. Quando não concordei mais com os destinos do PMDB, eu entrei na Justiça e saí. Acho que tem que ser assim. Ele não pode ficar no PR e criticar as políticas administrativas do governo Rosinha, que tem sua base de sustentação no PR, mesmo que a prefeita ainda esteja momentâneamente sem partido.
Carla Machado — Ela está querendo desviar a atenção aos problemas que tem enfrentado em São João da Barra, para entrar na discussão de Campos, seguindo uma orientação do Palácio Guanabara. Mas, se a situação dela hoje é complicada lá, imagine aqui. Na verdade, o que se pode reputar a ela é uma grande ingratidão com Garotinho. Foi Garotinho que, na primeira eleição dela (em 2004), peitou e convenceu Moreira (Franco) e Picciani a tirarem o PMDB de Betinho, que tinha seu pai (Alberto Dauaire) como quadro histórico do partido, para entregarem o partido a ela. Garotinho a apoiou incondicionalmente, assim como em sua reeleição.
Ex-aliado de Garotinho, assusta Eduardo Cunha na reunião de Picciani com a Frente? — Tanto o (deputado estadual Edson) Albertassi, quanto o (deputado federal) Eduardo Cunha, quanto o (também deputado federal) Adrian (Mussi) foram eleitos com votos em Campos. Na medida que eles não têm espaço para trabalhar por suas reeleições, junto ao grupo de Garotinho, natural que eles busquem espaços na oposição.
PPS de Sérgio Mendes e Rogério Matoso — O que Sérgio Mendes pode acrescentar a essa Frente, um ex-prefeito que saiu da sua administração devendo ao funcionalismo? Já Rogério Matoso, como todo o respeito que se deve dar às questões pessoais de família, teve sua mãe (Ana Regina Fernandes) citada na Operação Telhado de Vidro, por sua atuação como secretária de Assistência Social. Esse é o problema geral dessa Frente, que à exceção de um ou dois, participaram das famigeradas administrações de Arnaldo e Alexandre Mocaiber, que culminaram na Operação Telhado de Vidro. Qual seria a moral, não digo pessoal, mas política dos integrantes da Frente, para criticar uma adminitração como a de Rosinha, que colocou Campos em 7º lugar nacional na geração de empregos formais?
“Telhadeiros” aliados de Rosinha — Existem, e são a melhor prova das diferenças da atual administração para as anteriores. Pergunte a eles, se quando saem às ruas, no contato direto com a população, qual governo eles têm mais facilidade e elementos concretos para defender seu apoio: o de Rosinha, ou os que vieram antes? Hoje, qual governo do Brasil, seja municipal, estadual ou federal, que investe 34% do seu orçamento em obras?
Obras paradas por falta de pagamento geram duas mil demissões — Queria saber quais dados concretos o (José Carlos) Eulálio (presidente do sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil) tem para atribuir essas demissões à falta de pagamento da Prefeitura (denúncia feita na edição impressa da Folha do último sábado, dia 23). As obras têm um ciclo. Quando acabam, é normal que haja demissões, assim como ocorre, por exemplo, na entressafra da cana de açúcar. E concluímos e estamos chegando à fase final de muitas obras. O Cepop (Sambódromo) já está em fase final. As primeiras etapas do Bairro Legal em Donana, em Ururaí e no Eldorado já foram entregues. Mais de mil casas do Morar Feliz já foram concluídas e entregues. O que a Prefeitura vem fazendo, ao término de todas essas obras, é investir na requalificação desses trabalhadores, para que possam ser reabsorvidos em outras funções. Se existem obras públicas paradas, isso é de única responsabilidade da construtora. E medidas estão sendo tomadas para coibir isso, que vão desde a notificação da empresa, até torná-la não idônea para voltar a participar de obras públicas.
Rosinha diz não querer antecipar 2012 e PR divulga pesquisa — Nosso grupo político tem como praxe acompanhar o desempenho de nossas administrações mediante pesquisa permanente. Diante da indústria de boatos que se criou, dando conta de que o governo Rosinha ia mal, resolvemos divulgar essa pesquisa (aqui) de orientação interna, para se contrapor tecnicamente à essa indústria de boatos. Mas a nós, realmente não interessa antecipar esse debate, que terá seu tempo certo.
Garotinho antecipa no dia 16, pela rádio, pesquisa divulgada no dia 21 — Ele não antecipou. Como eu já disse, nós temos um acompanhamento permanente de governo a partir de pesquisas. Como não houve nenhum fato relevante que pudesse modificar a tendência registrada pelas pesquisa anteriores, ele relevou essa tendência; e acertou! Isso é um dom que ele tem.
Mandado de busca e apreensão no setor de Transporte da Prefeitura — O juiz (Wladimir Hungria, da 4ª Vara Cível) foi induzido a erro pelo promotor (estadual Êvanes Amaro Soares) ao deferir essa liminar de busca e apreensão de documentos, para apurar o fornecimento de combustível às ambulâncias, conforme prevê o objeto do contrato estabelecido. O contrato entre a prefeitura e a empresa especializada na locação de ambulâncias está perfeitamente legal e prevê a obrigação da Prefeitura de fornecer o combustível. Cabe à empresa a cessão e manutenção dos veículos, e a contratação de motoristas. A Procuradoria Geral do Município está tomando todas as providências para reverter os efeitos da liminar. Na verdade, a Prefeitura economizou combustível com as medidas saneadoras adotadas no início deste mandato, em 2009. O governo da prefeita Rosinha desmontou a máfia dos combustíveis, uma máfia que hoje se revolta contra o fim dos desmandos. Quando assumimos não havia controle de combustível, eles gastavam no governo anterior um absurdo diário de 8 mil litros de gasolina e 6 mil litros de diesel. Hoje economizamos por ano mais de R$ 4 milhões, gastando apenas 3 mil litros de gasolina e 2 mil litros de diesel por dia e, o que é mais importante, com um maior número de veículos atendendo à prefeitura e à população.
Revista Época investiga carro de empresa com Wladimir e artistas contratados sem licitação em CD de Rosinha — Com relação a Wladimir, acho que é ele quem deveria falar (versão aqui, junto com a de Rosinha). Quanto à gravação do CD, isso é um projeto pessoal de Rosinha, que não tem nada a ver com a Prefeitura. Ela foi governadora do Estado do Rio, se relacionou e fez amizade com vários artistas de renome nacional. Não há nada de anormal que alguns deles agora participem de um projeto pessoal dela, que terá, inclusive, a venda dos CDs revertida para obras sociais. Se alguns desses artistas foram contratados pela Prefeitura de Campos sem licitação, não pode haver nada de ilícito, na medida que não há licitação para contratação de artistas. Licitação, de acordo com a lei 8.666, você abre para a infra-estrutura do show, para contratar som, luz, palco, mas não o artista. O princípio da lei é até lógico, pois se eu quiser contratar, por exemplo, um show do Cauby Peixoto, como fazer concorrência de preço, se só há um Cauby Peixoto no mundo?

“O Precisão, a gente já sabe a quem pertence. Ele tem lado. De qualquer maneira, a pesquisa foi positiva ao registrar os nomes de Arnaldo Vianna, do deputado Roberto Henriques e da professora Odete Rocha na espontânea. Ou seja, mesmo que a seja tendenciosa, a amostragem serve para provar os nomes da oposição já estão na cabeça do campista. Imagine, então, quando as campanhas das candidaturas da Frente sairem à rua, para trabalhar sobre outro dado inequívoco: 53% do eleitorado ainda não tem candidato”.
Passada por telefone ao blogueiro, enquanto voltava do encontro com Picciani, no Rio, esta foi a impressão de Odisséia Carvalho, vereadora e pré-candidata à Prefeitura pelo PT, sobre a pesquisa encomendada pelo PR ao Insitituto Precisão, divulgada aqui neste “Opiniões”, na útima quinta. Cabe ressaltar que a opinião da petista (com 1% de intenções de voto na pesquisa estimulada) não foi colhida no excelente trabalho de repercussão política da pesquisa, feito aqui, na sexta, pelo jornalista Alexandre Bastos, porque a vereadora estava viajando.

Apesar de adiantada aqui, neste blog, desde a última sexta, pelo secretário municipal de Governo Geraldo Pudim (PR), e confimada aqui, no Blog do Bastos, desde a noite de domingo, a aliança entre o PR e o DEM só chegou ao conhecimento da Frente Democrática de Oposição, hoje, pela boca do próprio Picciani. Neste caso, Pudim estava certo e a vereadora petista Odisséia Carvalho, errada, na discussão a que o blog deu eco aqui e aqui, sobre os destinos da legenda do ex-prefeito carioca César Maia nas disputas de Campos, em sua migração da Frente ao grupo de Garotinho.
Apesar de admitir ao blogueiro a razão de Pudim na discussão quanto ao DEM, Odisséia insiste que a presença do PSC na Frente de Oposição não sofrerá alteração a partir das conversas mantidas pelo secretário de Rosinha com o deputado Hugo Leal, líder da bancada do PSC na Câmara Federal. Além de ressaltar que o presidente da comissão provisória do partido em Campos, Felipe Pereira, participou da reunião de hoje com Picciani, a vereadora lembrou que o presidente estadual do PSC, Ronald Ázaro, é secretário de Trabalho do governo Sérgio Cabral.
Odisséia não deixa de ter razão nas lembranças aos presidentes do PSC em Campos e no Estado, muito embora seja igualmente pertinente destacar que o presidente regional do PSB, deputado federal Alexandre Cardoso, é secretário de Ciência e Tecnologia do mesmo governo Sérgio Cabral, enquanto a bancada do seu partido na Câmara Municipal de Campos, tem como aliados da prefeita Rosinha os vereadores Abdu Neme, Altamir Bárbara e Jorge Rangel — este último, presidente municipal do PSB.
Abaixo, em pormenores, com informações resumidas no post anterior e algumas outras, as versões de Odisséia, Odete e Zé Armando do encontro de hoje, no Rio, com Picciani…
Odisséia Carvalho — Apresentamos os nossos projetos, não só de lançar de duas a três candidaturas entre os 11 partidos que integram a Frente, como de fortalecer nossas nominatas, já que nosso objetivo, além de vencer a disputa pela Prefeitura, é também conquistar a maioria na Câmara. Em relação às candidaturas majoritárias, o próprio Picciani deixou bem claro que qualquer coisa além de três candidaturas, pulverizaria as ações da oposição. Dentro deste limite, ele garantiu o apoio integral do PMDB e do governo do Estado, já que a chapa da Frente com ingresso ao segundo turno ganha automaticamente o apoio das demais. Também falamos da necessidade de atuar mais na mídia, em um programa de rádio e na confecção de um jornal próprio, no formato tablóide, de edição quinzenal, que poderia ser feito por jornalistas que já temos em nosso grupo, como Fernando Leite (PMDB) e Sérgio Mendes (PPS). Sobre a reunião da Frente com Sérgio Cabral, Picciani chegou a ligar para o governador, mas não conseguiu falar. Nos próximos dias deve acontecer esse agendamento, quando convocaremos os parlamentares dos nossos partidos em todo o Estado, muito embora, nessa reunião de hoje, já tenham participado, a convite do próprio Picciani, os deputados federais Eduardo Cunha e Adrian Mussi, e o estadual Edson Albertassi.
Odete Rocha — Recebemos total apoio de Picciani, seja enquanto presidente do PMDB, seja como coordenador político do governo Sérgio Cabral. A Frente vai apresentar de duas a três candidaturas no primeiro turno, com a união de todas em torno daquela que passar ao segundo turno. O PCdoB, como os demais partigos que integram a Frente, já têm conversado nesse sentido. Na nova eleição que chegou a ser marcada no ano passado, entre a cassação e o retorno de Rosinha, conversamos muito com o PV. De qualquer maneira, acho que isso vai se dar naturalmente, entre os partidos que encontrem mais afinidades ideológicas e de estrutura. O que importa, é que nenhuma conversa se dará à parte a ação conjunta da Frente, contraponto coletivo a essa gestão dos Garotinho.
José Armando — Além da assessoria jurídica, pedimos ajuda também para fazer pesquisas qualitativas e quantitativas, para definir as propostas de governo comuns a todas as candidaturas da Frente e as próprias chapas que as representarão. Em relação a todas essas nossas ações recentes, o mais importante é que antes era a Frente que queria ser ouvida pelas lideranças estaduais, e hoje elas estão tão interessadas quanto nós em manter esse canal de diálogo aberto e assíduo. Fui ao encontro como representante do prefeito Beto Azevedo (de São Francisco), que é aliado do governador Sérgio Cabral, no entendimento de que o enfrentamento a esse grupo tem que ser feito de forma unida e regional.

Limite máximo três candidaturas da Frente Democrática à Prefeitura de Campos em 2012, assessoria jurídica do grupo político de Sérgio Cabral (PMDB) à oposição campista aos Garotinho, encontro com o governador ainda a ser marcado, além do auxílio para realização de pesquisas qualitativas e quantitativas que definirão a composição das chapas oposicionistas, assim como as propostas comuns a todas.
Os quatro pontos acima foram as principais definições da reunião, entre o final da manhã e início de tarde de hoje, na sede estadual do PMDB, do presidente regional do partido, Jorge Picciani, com vários integrantes da Frente, entre eles a vereadora petista Odisséia Carvalho, a comunista Odete Rocha e o secretário de Meio Ambiente de São Francisco de Itabapoana, José Armando (PPS), que representou o prefeito Beto Azevedo (PMDB). A convite de Picciani, também participaram os deputados federais pemedebistas Eduardo Cunha (antigo aliado e hoje desafeto figadal de Garotinho) e Adrian Mussi (irmão de Riverton, prefeito de Macaé), além do estadual Edson Albertassi.
Por motivos de ordem pessoal, o blogueiro teve que hoje fazer uma pausa na atividade intensa do correr da semana. Para os leitores que buscaram aqui a repercussão da divulgação da pesquisa do PR feita pelo Instituto Precisão, para Prefeitura de Campos em 2012, ficam as dicas. A mais completa repercussão política, você encontra aqui, no Blog do Bastos. Já em relação às interpretações técnicas da pesquisa, a melhor referência pode ser achada aqui, no Ponto de Vista do Christiano Abreu Barbosa.
Atualização às 19h12: Outros importantes e necessários questionamentos acerca da pesquisa foram feitos aqui, no blog do jornalista Ricardo André Vasconcelos.