Professor arauto do outro professor eternamente pré-candidato petista à Prefeitura, o personagem também conhecido como Fessô Chubaka na guerra das estrelas sem brilho do PT, coitado, nem mais comentários tem conseguido gerar no seu aquário virtual de egos inflados e peixinhos autofágicos. Ao servir, mais uma vez, de boneco de ventríloquo ao seu mestre, usando um peleguinho estudantil para atacar quem desmacarou as reais intenções e práticas do seu grupelho, Chubaka se viu obrigado a postar, ele mesmo, os dois primeiros comentários para tentar puxar outros e pateticamente se conferir alguma capacidade de repercussão.
Depois de tanto esforço, Chewie — como era carinhosamente chamado pelo Hans Solo — conseguiu conquistar o eco preciso da sua (ir)revelância: a anuência do seu fiel companheiro, Jaba, the Hut, e, para variar, de outro anônimo… (rs)
Na sessão da Câmara de hoje, que aprovou por unanimidade o cheque-construção, a conversa de pé de ouvido entre o presidente Nelson Nahim e o líder governista Jorge Magal (foto de Antonio Cruz)
Enquanto interresses menores de um grupo menor de gente menor do PT local atrapalham o projeto de construção de um projeto alternativo ao modelo que se perpetua na Prefeitura de Campos desde 1989, o populismo aprofunda suas raízes no município. Com a unanimidade dos vereadores presentes, acabou de ser aprovado na Câmara o projeto da Prefeitura que criou o cheque-construção.
No valor de R$ 1,5 mil, o crédito será disponibilizado a partir do ano que vem, junto à secretaria de Promoção Social e à Empresa Municipal de Habitação (Emhab). Como seus predecessores cheque-cidadão e cartão-cidadão, o cheque-construção será concedido a partir de cadastro, em teoria para atender a população de baixa renda que possua terreno ou imóvel em situação regularizada.
Na oposição, a vereadora petista Odisséia Carvalho cobrou a definição dos critérios para concessão do benefício e prometeu fiscalizar. Já Abdu Neme (PSB), questionou o valor, segundo ele pouco para se construir uma casa, suficiente apenas para obras de reparo ou ampliação. Líder do governo, Jorge Magal (PMDB) prometeu lutar pelo aumento do auxílio.
Na prática, é mais uma medida populista para conquistar eleitores com o uso de dinheiro público, travestida de benefício, tática que tanto aproxima o grupo de grupo de Garotinho do PT de Lula. Quanto à unanimidade dos vereadores, poucos são aqueles entre eles que não enxergam nesse cheque-construção a chance de transformá-lo em dividendo eleitoral para proveito próprio. Dificilmente um edil que tiver poder para interferir na concessão do auxílio perderá sua reeleição em 2012.
E, como num endosso ao post hoje escolhido na série recordações (aqui), segue a execução no Acústico da MTV, mais a letra da música “A queda”, na voz encolerizada do Lobão…
Como não está mais no PT, Makhoul Moussallem foi o único que voltou a ser atacado pessoal e anonimamente pelo grupelho petista que ainda sonha em conquistar dentro do partido e fora dele aquilo que nunca consegue no voto (foto de Silésio Corrêa)
Ao que tudo indica, a reação contundente dos petistas Odisséia Carvalho, Hugo Diniz e Hélio Anomal, aos ataques pessoais e anônimos que sofreram sistematicamente por parte de um grupelho do seu próprio partido, deixou morrendo de medo esses outrora corajosos pseudo-algozes. Primeiro na Folha e depois neste blog, a partir do eco das respostas assertivas dos três petistas, mais o ex Makhoul Moussallem, apenas este voltou a sofrer tentativa pública de ridicularização.
Escudada na habitual covardia do anonimato, o ex-candidato petista à Prefeitura de Campos — alvo dos recalques da eterna pré-candidatura de um certo professor — foi chamado, dessa vez, de “dr jekhyl makhoul & mr hide moussalem”.
Como não está mais no PT, Makhoul foi feito novamente de alvo. Os outros três, que continuam lá — mas sobretudo Odisséia, por ser esposa do presidente eleito do partido em Campos, Eduardo Peixoto —, devem ser poupados da tática de guerrilha psicológica e virtual, pelo menos enquanto durarem as pretensões ilusórias dessa turma de conseguir, no processo de acomodação pós-eleitoral do PT, aquilo que são incapazes de conquistar no voto.
Da série recordações do blog, até para que os filhos nunca se esqueçam do exemplo capital dado por seus pais, segue abaixo o post publicado no último dia 3 (aqui)…
Pais e filhos — Freud explica
Por Aluysio, em 03-12-2009 – 10h32
“O grito”, do norueguês Edvard Munch (1863/1944), pintor das angústias existenciais e ameaças invisíveis, precursor do expressionismo alemão
Freud dizia que um homem é sempre seu pai, ou porque o confirma, ou porque o nega. Quem, com pegada própria, dá continuidade aos passos de quem sucede, vive com orgulho dessa herança. Quem, no entanto, se vê diante da suprema covardia do abismo ao tentar rascunhar os passos do seu, infelizmente terá sérios problemas, talvez irreversíveis à mente e à alma.
É como caminhar num fio de arame desatado do mastro numa das pontas e sem rede alguma embaixo capaz de conter a vertigem da queda…
Presidente da CPI da Pedofilia, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que virá a Campos, colaborar com o Ministério Público na denúncia sobre uma rede de pedofilia que atuaria no município (foto da Agência do Senado)
Entre os muitos boatos envolvendo a denúncia de uma rede de pedofilia em Campos, hoje mais um foi criado, com o anúncio da vinda à cidade do senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia, pelo radialista e político Barbosa Lemos. Diferente do que este disse, a visita não foi ou será hoje, mas deve se dar nos próximos dias, como o próprio senador anunciou ontem, no programa “Brasil Urgente”, da TV Bandeirantes.
Informado do caso em Campos pelo deputado federal Arnaldo Vianna (PDT), que fez pronunciamento na Câmara sobre o assunto, Malta afirmou que a CPI do Senado vai colaborar com o Ministério Público Estadual. Como o blog adiantou com exclusividade (aqui), desde o último dia 30, o promotor Leandro Manhães já informou ter evidências para a denúncia de algumas pessoas — entre as quais especula-se estarem políticos e empresários da cidade —, que ficou de enviar ao Judiciário até o próximo dia 19, no sábado, quando começa o recesso da Justiça.
A foto do Antônio Cruz dipensa legenda aos olhos de qualquer habitante desta terra de planície cortada pelo Paraíba. Mas, abraçando o risco do pleonasmo: Feliz Natal!
Em homenagem ao Instituto Federal Fluminense (IFF, antigo Cefet-Campos), e sobretudo aos seus estudantes, que deveriam ser o início, meio e fim daquele e qualquer outra insituição de ensino, a série recordações do blog, aberta com o post “Em homanagem a Brecht e as mulheres” (aqui), retorna hoje, com uma entrevista feita pelo blogueiro, em tempos menos ágeis, de atuação ainda restrita às regras mais rígidas do impresso. A republicação de parte da entrevista com o presidente do grêmio estudantil Nilo Peçanha, Raphael Victor Fernandes, publicada ém 31 de maio último, serve até para puxar um fio de meada que andou meio abandonado da mídia virtual e impressa: afinal de contas, como é que ficou a tulmutuada política interna do IFF e a eleição para diretor do campus Campos-Centro?
Enquanto a atualização não segue nos próximos capítulos, fiquemos por ora com algumas observações do Rapahel, suficientes para atestar que as diferenças sobre os destinos na instituição federal de ensino também se refletem entre seus estudantes…
Félix Manhães, segundo colocado na eleição para presidente do diretório do PT de Campos (foto: divulgação)
Passei o final de semana em Atafona, onde fico sem acessar a net. Não por outro motivo, só agora aceito e respondo aos comentários que aguardavam aprovação. Entre eles, contudo, sobre um feito pelo petista Félix Manhães, ao post “Respostas de Odisséia, Diniz, Anomal e Makhoul” (aqui), achei que a resposta mereceria maior destaque, até pelas múltiplas e distintas reações à exposição, neste blog, dos bastidores do PT de Campos.
Félix, que tem seu próprio blog, o “Conversando” (aqui), é não só petista, como foi o segundo colocado (com 157 votos) na eleição à presidência do diretório municipal do partido, no último dia 21, cujo resultado final este “Opiniões” foi o primeiro a noticiar (aqui). Aliás, se a vitória de Eduardo, com 415 votos, foi inconteste, ninguém pode negar que também esmagadora foi a vantagem de 115 votos imposta pelo telefônico aposentado ao terceiro colocado, o professor Fábio Siqueira (42 votos), que acabou ficando apenas sete votos à frente do quarto, o administrador Adão Elias (35 votos).
Por todos esses motivos, segue abaixo o comentário do Félix, seguido da resposta do blog:
Gostaria de sugerir aos petistas que usem o espaço apropriado para o debate – o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, localizado à Av. Alberto Torres, n. 68. Aliás, por sinal, esse mesmo grupo que ganhou mais uma vez as eleições internas do Partido (e mais uma vez contra o grupo que represento), ao longo de todo o mandato anterior, enquanto maioria, não realizou sequer 30% (trinta por cento) das reuniões com quorum, optaram pelo seu esvaziamento. O grupo que represento, e que na última eleição obteve 157 dos votos, mesmo como minoria, sempre compareceu aquelas reuniões. Vamos exigir do companheiro Eduardo, atual presidente que na sua gestão tenha uma visão diferente. Usar a mídia para estabelecer essa contenda, é temeroso e não ajuda em nada uma possível pacificação e/ou união em torno de algum projeto nobre que a sigla possa oferecer para a cidade de Campos.
Aluysio
Caro Félix, vamos por partes:
1) Compreendo que uma liderança petista endossada no voto, como é o seu caso, entenda o foro interno do partido como único meio legítimo de se discutir as disputas internas. Ocorre que nem eu, nem o chargista José Renato, fomos, somos ou pretendemos ser petistas, bem como pertencer a qualquer outra agremiação partidária. Enquanto jornalistas e blogueiros, nosso papel é tomar ciência dos fatos, fora e dentro dos partidos, para narrá-los ou sobre eles emitirmos nossas opiniões — Zé Renato com seu traço e eu com texto. E ainda que não se concorde com as opiniões deste “Opiniões”, pois nem nós concordamos sempre um com o outro, ninguém pode dizer que elas não são emitidas a partir de fatos. Pelo menos, até o presente momento, nenhum dos discordantes foi capaz de nos desmentir. Caso isso venha a ocorrer, não teremos problema nenhum em admitir e retificar.
2) Quanto aos petistas (Odisséia, Diniz e Makhoul, além de um ex, Makhoul) que você aconselha a deixar os dilemas do PT para dentro do PT, me parece um pedido justo. Todavia, salvo engano, não foram Odisséia, Diniz, Anomal e Makhoul que levaram a coisa a público. Muito pelo contrário, como amplamente divulgado neste blog, na matéria de Alexandre Bastos na Folha do último dia 11 (aqui), e como muita gente está careca de saber, dentro e fora do PT, os quatro apenas responderam, e muito tempo depois, às sistemáticas tentativas públicas (não internas) de ridicularização pessoal, planejadas e postas em prática por um pequeno grupo petista, que insiste patologicamente em confundir comentários anônimos em blog com voto, na tentativa de forçar a eterna pré-candidatura petista de um certo professor à Prefeitura de Campos. Ademais, não foi no “Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, localizado à Av. Alberto Torres, n. 68”, que Odisséia Carvalho foi chamada repetidas vezes de “Odorsséia”, Hugo Diniz de “Dinzinho fez Totô”, Hélio Anomal de “Anormal” e Makhoul Moussalem de “o Médico e o Monstro”. Foi na internet, mesmo, para quem quisesse ver, em qualquer canto da Terra. Sinceramente, Félix, espanta que, como petista e blogueiro, você desconheça isso. E, caso não desconheça, cabe a pergunta: aconselhou também esse outro grupo do PT a deixar suas “críticas” para dentro do PT? Se condena a reação externa dos seus companheiros, condenou também a ação externa desses outros companheiros, que atacaram primeiro aqueles?
3) Desconheço se o grupo vencedor das eleições internas do PT em Campos realizou ou não 30% das reuniões com quorum, no correr do mandato de Hugo Diniz, ou se este mesmo grupo optou ou não pelo esvaziamento. Mas fica, desde já franqueado o espaço do blog para que você exemplifique com datas e demais detalhes a tática que acusa ter sido empregada, bem como ao Diniz para uma eventual resposta. Se o mesmo voltar a ocorrer no mandato de Eduardo Peixoto, peço que me informe, valendo o mesmo quanto à equidade do espaço entre você e ele.
4) Sim, o seu grupo, como dito na abertura deste post, pode e deve se orgulhar por cada um dos 157 votos obtidos. Apesar da derrota por larga margem, foi sem sombra de dúvida uma belísima votação, que o credencia, também por larga margem, como segunda força do PT de Campos. Todavia, sobre quem ficou bem acima e bem abaixo da sua candidatura na eleição, recomenda-se duas pertinentes observações: A) Quanto a exigir uma postura diferente de Eduardo, em relação à gestão de Diniz, recomenda-se cautela, pois uma vez que você mesmo identifica uma unicidade entre o grupo dos dois presidentes, acima de 60% dos militantes petistas parecem ter sido mais favoráveis à manutenção, do que à mudança; B) Quanto a quem ficou bem abaixo, talvez fosse interessante que você e seu grupo condenassem de maneira mais firme e direta a tática de guerrilha psicológica virtual, baseado em ofensas pessoais e anônimas, que me parece ter sido amplamente refutada pelas urnas do PT.
4) Seja no que se refere ao blog ou à Folha, nenhuma mídia foi “usada” por nenhum petista, em nenhuma contenda. A partir da revelação deste blog, de uma tática de ataque pessoal e público de petistas contra petistas, condenada com veemência e em vida pelo saudoso vereador petista Renato Barbosa, a Folha resolveu usar como fontes e personagens três petistas e um ex igualmente atacados, todos felizmente ainda vivos. E, numo retro-alimentação impossível aos aquários virtuais de egos inflados e peixinhos autofágicos, coube ao blog repercutir o que a Folha publicou. Se não fosse por várias outras coisas, Félix, esse processo claro serviu, inclusive, para contar com sua participação no blog, que, esperamos, venha a se repetir quantas vezes você quiser.
5) A pacificação a e união do PT de Campos são fundamentais não só para os petistas, mas por todos os campistas que anseiam pela construção de um projeto alternativo ao populismo que dá as cartas na administração do município, desde 1989, muito embora este modelo tenha se instalado e, por vezes, se mantido com a ajuda do PT. Como político e blogueiro, Félix, você deve ser ciente que isso se faz com a conquista de votos, não comentários ou ataques anônimos em blogs.