Opiniões

Clarissa defende seu direito de pedir votos em Campos e o pai a governador

“Política não é matemática”. Com esta declaração, a deputada estadual Clarissa Matheus (PR), pré-candidata a federal em 2014, refutou as projeções aritméticas feitas aqui por Geraldo Pudim, seu colega de bancada na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e concorrente na pretensão à Câmara Federal, no sentido de estabelecer um teto de votos para ela em Campos, visando permitir sobra suficiente para garantir também a eleição dele, Pudim, bem como a reeleição do deputado federal Paulo Feijó (PR). Ao mesmo tempo em que concorda com este, ao ressaltar a importância da eleição dele e Pudim, Clarissa advoga a justiça de uma deputada que defendeu Campos na Alerj ter direito de pedir votos na cidade pela qual lutou. Assumindo a condição de puxadora de votos na nominata federal do PR em todo o Estado, ela diz, no entanto, não ter a pretensão de repetir a votação histórica de Anthony Matheus (PR) em 2010, eleito deputado em 2010 com 694.862 sufrágios. Ainda sobre o pai, a filha não tem dúvida: ele será candidato à sucessão do governador Sérgio Cabral (PMDB). Quanto à mãe, também aventada como pré-candidata a governadora, Clarissa garante ser vontade da própria Rosinha (PR) concluir seu governo em Campos.

Clarissa (foto de Mariana Ricci - Folha da Manhã)
Clarissa (foto de Mariana Ricci - Folha da Manhã)

Folha da Manhã – Consta que sua reação inicial não foi das melhores à pré-candidatura do deputado estadual Geraldo Pudim à Câmara Federal, postulação que também é sua. O lançamento do nome dele já foi assimilado por você e sua equipe?

Clarissa Matheus – Nunca fui contrária à candidatura de Pudim à Câmara Federal. Apenas avaliei que a eleição dele para a Assembleia Legislativa seria melhor, até para dar organicidade à bancada que vamos eleger. Evidente que respeito as decisões dos companheiros de partido. Todos as candidaturas serão definidas nas convenções do ano que vem, inclusive a minha.

Folha – Em entrevista à Folha, Pudim disse que Campos tem entre 100 mil a 120 mil eleitores para deputado federal do PR. Segundo ele, se você fizesse entre 10 a 15 mil desses votos, o restante, dividido entre ele e Feijó, seria suficiente para que estes dois saíssem de Campos com as eleições praticamente asseguradas. Concorda com essa aritmética?

Clarissa – Política não é matemática. Não tenho como combinar com os eleitores quem vai votar em quem. Tem espaço político para todo mundo. Tem gente que vai se identificar mais comigo, outros com Pudim, outros com Feijó e outros com a oposição. Isso é natural do processo democrático.

Folha – Em entrevista ao jornalista Alexandre Bastos, na Folha, em resposta a Pudim, você afirmou que “essa história de quererem me isolar como deputada da capital não cola”. Quantos votos, afinal, você projeta conquistar, em 2014, na sua cidade natal?

Clarissa – Não sei quantos votos irei conquistar. Apenas reafirmei que meu mandato é estadual. Trabalho pela capital, mas também pela Baixada e pelo interior. Não esqueci de Campos porque moro no Rio. Trabalho pela cidade. Participei ativamente do movimento em defesa dos nossos Royalties, estou engajada na instalação de uma delegacia da Jucerja na cidade, fizemos audiência pública sobre a situação das escolas estaduais em Campos, visitamos as obras do Liceu de Humanidades, aprovei uma emenda que pode destinar mais de R$ 1 bilhão em recursos para nossa região no projeto que cria a taxa de fiscalização do petróleo e gás, e lidero na Alerj a luta pela duplicação da BR 101. Campos não está apenas no meu coração, faz parte da minha luta!

Folha – Também jornalista da Folha, Esdras Pereira escreveu aqui: “Os eventuais futuros candidatos em Campos viram com preocupação a disposição da bela deputada Clarissa Matheus, dona de muitos votos no Rio, de disputar os votos locais. Alguns acham que é olho grande, outros também”. Noves fora o elogio à beleza, como vê esse tipo de crítica?

Clarissa – Agradeço a gentileza do elogio. Mas com relação àqueles que criticam a minha postura, o que eu disse é que não é justo que eu trabalhe pela população de Campos durante todo o meu mandato e depois seja impedida de fazer campanha na região. É nas eleições que recebemos o reconhecimento da população. E esse reconhecimento é a maior retribuição que um político pode receber.

Folha – Mais sutilmente, em outra entrevista à Folha, o deputado federal e pré-candidato à reeleição Paulo Feijó disse aqui, se referindo a você: “Pela sua experiência política, com certeza ela entende a importância da minha eleição e a de Pudim para consolidação do nosso grupo político”. Há um teto matemático de votos para você em Campos, fixado no limite à sobra necessária às eleições de Feijó e Pudim?

Clarissa – Feijó tem toda razão! Reconheço a importância da eleição dos nossos companheiros de partido. Feijó, aliás, tem sido um importante aliado em Brasília. Politicamente falando e também na defesa das causas do Norte e Noroeste fluminense. Eles não devem se preocupar com a minha candidatura. Eu terei que rodar muitos municípios. Eles terão mais tempo na região.

Folha – Campos tem mesmo caixa para contribuir de forma capital à eleição de três deputados federais do seu grupo?

Clarissa – Existe espaço para a eleição de mais deputados federais na nossa cidade. Acredito que nosso grupo faça três.

Folha – Como enxerga a possível competição com as pré-candidaturas da oposição, como Makhoul Moussallem (PT), de Arnaldo Vianna (PDT), ou até do seu tio, Nelson Nahim, hoje no PPL, como aventou aqui o vice-governador e pré-candidato ao governo Luiz Fernando Pezão (PMDB)?

Clarissa – Makhoul foi candidato a prefeito e conquistou uma parcela do eleitorado. A população majoritariamente escolheu a continuidade do governo Rosinha. Mas ele tem um capital político que não vai desperdiçar. Acho natural. Arnaldo, até onde eu sei, continua inelegível. Com relação à candidatura de Nahim, prefiro não comentar. As urnas falam, a gente ouve se quiser.

Folha – Independente de Campos e região, todos apontam você como a puxadora de votos do PR no Estado, na disputa à Câmara Federal em 2014. Dentro desse contexto, é possível bater a marca do seu pai, deputado federal mais popular da história fluminense, quarto do país em todos os tempos, ao ser eleito em 2010 com 694.862 votos?

Clarissa – Não tenho essa pretensão. Garotinho teve uma votação recorde, a maior da história do Rio de Janeiro. Vai demorar muito pra algum dia alguém conseguir repetir. Garotinho foi um governador que marcou a história do Estado, tem serviços prestados à população nos 92 municípios. Ninguém constrói uma história de realizações da noite pro dia.

Folha – Ainda em relação ao seu pai, em resposta dada aqui ao colunista de O Globo Ilimar Franco (aqui), ele descartou publicamente a possibilidade da sua mãe, a prefeita Rosinha, vir como candidata ao governo do Estado. Concorda? Ele será mesmo o candidato do PR à sucessão de Sérgio Cabral (PMDB)? Em caso de desistência, a exemplo de 2010, como isso alteraria os planos das demais candidaturas do seu partido?

Clarissa – Rosinha ainda não concluiu a missão que tem com a cidade de Campos. Ela vai permanecer na Prefeitura e entregar as obras que ela iniciou. Esse é o desejo dela. Nosso pré-candidato é o Garotinho. Não trabalhamos com a hipótese da desistência. Ao contrário, queremos chegar fortes no ano que vem, com uma boa nominata de candidatos a deputado estadual e federal, com alianças organizadas e ratificar o nome do Garotinho na Convenção Partidária.

Folha – Voltando à entrevista de Pudim na Folha, nela ele disse que a pretensão do PR é fazer oito deputados federais e de 10 a 12 estaduais em 2014. É isso mesmo?

Clarissa – Concordo com Pudim. Afinal, elegemos nove estaduais sem um candidato forte ao governo do Estado. Agora vai ser diferente!

Folha – Após a entrevista de Pudim, assim como reações a ela, como a do vereador Abdu Neme, que aqui disse que será candidato à Alerj, com ou sem o PR, o secretário de Governo Suledil Bernardino (PR) divulgou por e-mail: “ninguém está autorizado a assumir compromissos com candidatos, principalmente a eleição de deputado em 2014, antes que seja definido quem terá o apoio das nossas duas principais lideranças políticas: ROSINHA e GAROTINHO”. É isso mesmo? No seu grupo, só quem decide são eles?

Clarissa – Eu respeito o desejo de Abdu, como de todos aqueles que querem assumir o desafio de uma nova candidatura. É preciso respeitar os projetos pessoais. Mas é também preciso compreender que nossos projetos precisam se encaixar dentro de uma estratégia de grupo. Foi isso que Suledil quis dizer. Talvez ele tenha se expressado mal. É importante destacar que em qualquer partido as lideranças políticas são decisivas na organização das nominatas. Não é exclusividade do PR.

Folha – Quanto à eleição à Alerj, na entrevista ao Bastos, você tergiversou quando o repórter indagou sobre a possibilidade de dobrada sua, para federal, com seu irmão, para estadual. Mas se ambos confirmarem as candidaturas, não seria estranho, até antinatural aos olhos do eleitor, se fosse de maneira diferente?

Clarissa – A candidatura de Wladimir (PR) ainda não está consolidada e está tão subordinada às discussões partidárias quanto à de Abdu ou qualquer outro postulante que já não tenha mandato de deputado, onde a reeleição é vista como natural. Por isso disse que não é preciso antecipar o debate.

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Este post tem 21 comentários

  1. A (trecho excluído pela moderação) E REALMENTE DE PASMAR !!!

    VEM (trecho excluído pela moderação) VOTO AQUI PQ LA NO RIO, DEPOIS DA DERROTA BRILHANTE PARA PREFEITA SENTIU QUE NAO DA !!!

    SO O POVINHO DE CAMPOS PRA VOTAR NUMA MARIA NINGUEM COMO ESSA !!!

  2. vou aproveitar o momento ,ja que ela estadefendendo os direitos do povo de camnpos,,,pq,,ela nao resolve ir ate o comandante dsa guarda e pede ao mesmo que respeite a clausula kuanto aos horarios de carga que esxiste na guarda,,em que o mesmo esta inflinjinto uma lei em fazer os guardas a fazerem 40 horas acima do correto!!! e alem do mais nao e pago estas horas feitas!!!!! segundo ele esta obedecendo uma ordem da prefeita,,,que e na verdade a sua mae.

  3. Até qdo teremos que aturar esta Familia?
    Que monopólio é este?
    Xô uruca,vai procurar tua turma!

  4. Segundo, o também deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), o Garotinho é chefe de quadrilha, o Cabral através da UPS vem tentando acabar com essa prática, seria seguro a volta de um governador, com conivência com crime?

  5. A família Garotinho sempre foi e sempre será noss alvo para nos representar politicamente. Merecem minha admiração pela luta com os menos favorecidos, só em acabar com a fome consideralmente, eram para ter os pés na calçada da fama. Um, dois , três, quatro, cinco e mil queremosa família garotinho sempre representando o Brasil.

  6. Respeito o ponto de vista de cada um, mas o leitor esqueceu de assistir os anúncios das prestações de contas dos representantes políticos: Clarissa garotinho, Garotinho e Rosinha, falar deles é fácil, quero ver trabalhar como eles. Como já presenciei a Clarissa em uma das comunidades da Zona Oeste, no meio da multidão desempenhar gestos de amor. Sem uns eles vivem, sem todos não… Eu os acompanho desde 1994,seus meus representantes que aprecio e respeito, ainda os verei galgar novos horizontes.

  7. FALAM TANTO DESSA FAMÍLIA MAIS TEVE QUE ENTRAR UMA MULHER DESSA FAMÍLIA QUE SE CHAMA ROSINHA GAROTINHO PARA FAZER A DIFERENÇA NESSA CIDADE.
    HJ CAMPOS ESTA AI MOSTRANDO A SUA CARA DE VERDADE, SERÁ QUE TEVE QUE ENTRAR UMA MULHER CORAJOSA PARA FAZER UMA CAMPOS MELHOR?
    PRECISAMOS DE UM GOVERNADOR COMO O GAROTINHO, POIS ACUSAM E Ñ PROVAM NADA CONTRA ELE . FORÇA CLARICE ESTAMOS UNIDOS MAIS UMA VEZ NESTA LUTA!

  8. A grande relevância da entrevista da deputada (trecho excluído pela moderação), é o fato de ficar absolutamente demonstrado que a Folha é um jornal imparcial, democrático e informativo, dando a todos a mesma oportunidade, ao contrário de outros veículos locais de comunicação (blogs, rádios, TV’s) que só fazem apologia ao grupo do poder em Campos.

    Falseia a verdade, quando afirma que ela e o Roberto foram os que viabilizaram a instalação da junta comercial em Campos, dando a si o crédito, quando, na verdade, tudo isso foi feito na ACIC entre o presidente Getúlio e o Secretário FELIPE PEIXOTO, da SEAPesca do Governo Cabral/Pezão, intercedendo diretamente com o presidente da JUCERJA por telefone e diretamente lá da ACIC, quando aqui esteve há dois meses atrás.

    Também falseia a verdade quando afirma que ele e o seu pai-prefeito assumiram a defesa da luta pela duplicação da BR 101, conduzindo a audiência pública lá em Macaé, organizada pela frente de vereadores das cidades por ela cortada.

    O único deputado federal que está empenhado de verdade nessa luta lá em Brasília é o Dep Adrian Mussi, do PMDB. Lá estavam também, além de quase 40 outros pares, os vereadores de Campos, Fred Machado e Marcão, além de mim.

    Não tenho nada pessoalmente contra a deputada-cinderela, que, aliás, como deputada, acho uma bela mulher, mas daí querer (trecho excluído pela moderação) pra si o que não foi obra sua, é, no mínimo, anti-ético.

    Desafio a deputada (trecho excluído pela moderação) que apresente aqui um rol de realizações que ela, como deputada, tenha feito em Campos como ações do Estado, para credenciar-se aos nossos votos, ou mesmo um pedido seu que tenha feito ao seu pai deputado-prefeito nas gestões atuais aqui, em benefício de qualquer coletividade que seja de Campos. Qualquer uma que ela tenha comprometido-se com a população aqui anteriormente.

    Posso sugerir uma ação política a ser feita publicamente por ela para a nossa cidade, aqui e agora, e que será muito bem vinda: QUE O EXECUTIVO DE CAMPOS MANDE UM PROJETO DE LEI PARA A SUA CÂMARA SUBSERVIENTE ACABAR COM A TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA AQUI EM CAMPOS, A EXEMPLO DA SUA PROPOSTA PARA A PREFEITURA LÁ DO RIO.

    VOU DAR ATÉ UM MÊS DE PRAZO PARA VER A MENSAGEM DO EXECUTIVO NESSE SENTIDO. DEPOIS, VAMOS COBRAR O TAL DIREITO DE ELA SER VOTADA AQUI.

  9. Bem, tenho que discordar.

    Noa sou muito fã de garotinho ou Rosinha. Mas a filha tem feitos coisas boas. Ela fica no pé vai. Tem personalidade sim. Realmente é complicado quando tem pais que são da área politica. Realmente quando ela adotar uma posição cada vez mais pessoal dela, irá fazer mais. Potencial te.
    ah proposito, não tenho partido e não a conheço pessoalmente, mas acompanho e fico em cima da atuação de vários politicos (combate á corrupção.

    Ubirajara Favilla

  10. É legitmo o direito da Senhorita, deputada estadual, Clariça Garotinho ser candidata a deputada Federal e pedir votos em sua Cidade Campos e por to o Rio de Janeiro. O nome e a história dos seus país já a credeciam. Mas além disso e principalmente, a deputada Clarissa Garotinho tem luz e atuação própria. trata-se de uma jóvem atuante e incnsável como os pais.
    Mas o mais importante de tudo, é a sua fidelidade genética e ideológica dos pais. Não basta ser do Partido da República ( PR), ou estar ao lado do casal Garotinho. Garotinho foi traído pelos deputados estaduais do PR, que foi para o lado do Governador atual. Ter a deputada Clarissa Garotinho como deputada federal, é muito mais que um voto partidário na câmara federal para o interesse do partido e até do povo; mas sobre tudo, uma guardiã e defendora dos interesses políticos de Garotinho e Rosinha, que são os interesses da população; em especial dos mais necessitados.
    Negar os valores da deputada Clarissa Garotinho, já é o início do interesse particular e traição ao seu patrimônio político criado pelo seu pai Garotinho e sua mãe Rosinha Garotinho.
    Deputada clarissa Garotinho – EU VOTO! votando na sua garra, atuação, ideal político e genética dos seus batalhadores e vitoriósos pais Gaortinho e Rosinha.
    Carlos Augusto Nogueira – CARLÃO – sempre Garotinho!

  11. Vejo ai uma discussão polemizada e polarizada entre os candidatos de campos ,contudo defendo a candidatura da Clarissa pelo fato de esta ter em seu mandato a postura de legislar para o estado inclusive para a tua cidade ,razão de querer ter seus eleitores a seu lado mesmo em uma questão partidária na qual sera a soma de força e esforços dos candidatos do grupo visando alavancar com progressividade também da campanha de Governador aumentando assim a capacidade de estruturação nacional que é o que se espera .Não é ora de enfraquecimento com desgastes internos em uma discussão que ira dividir eleitores ,o voto é uma questão de simpatia pessoal agregada ao interesse comum ,e neste caso melhor somar do que dividir.Ex ,já tenho o meu candidato estadual ,e estou avaliando o meu Federal.É e se for interessante coloco meu pessoal em uma sigla só .Política é política dentro dos fatos .Temos tudo para agregar forças com candidatos do Estado do Rio ,e a região é forte mas que também fortalecer os eleitores ,dando-lhes opção e qualidade agregando estrutura social juntamente com os projetos hoje e amanhã .Temos que agregar a força da região no PR para termos um futuro mais independente .

    JFEIJÓ

  12. No quesito GOVERNADOR estamos a pé, um tem (trecho excluído pela moderação) maior que o pé, e os outros dois, vendem uma imágem de bonzinho, bom moço… Isso nos trouxe o atrazo, principalmente para o interior, que é o nosso caso! O Rio de Janeiro espera por uma novidade, alguem com espírito público e com a alma do povo.

  13. Como a (trecho excluído pela moderação) estão aqui ganhando casas populares e aluguéis pagos …vão ter votos pra eleger a família toda!

  14. Tenho uma ótima experiência com o blog do Christiano, aqui no folha da manhã. Mas é a primeira vez que entro no blog opiniões e digo que tirei uma péssima impressão diante do quão mal frequentado isso aqui está. Independente do que tenha feito a deputada, ou quais ações sua família tenha ou não praticado, vejo que, pelos comentários, o blog anda muito mal acompanhado por pessoas com palavreado de baixo calão, como o Alexsandro e a Maria. Re-lembro a vocês que devemos respeito a todos. E além do mais, gostaria de lembrar ao leitor Carlos Heitor que Cabral liderou a prisão de vários bombeiros e chefiou o combate a manifestações de profissionais que apenas lutavam por seus direitos. Qualquer um é melhor que este homem anti democrático, visto que estamos em um país praticamente sem políticos honestos. Um abraço, evoluam.

  15. BOA NOITE É MUITO TRISTE LER CALUNIA REFERENTE AO GOVERNADOR,E HOJE DEPUTADO FEDERAL MAIS VOTADO E O GOVERNO QUE TIRO O NOSSO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DO CAUS. UM SER HUMANO QUE NO DIA DA SUA POSSE ENTRO NO PALÁCIO COM O POVO,QUE DEU DIGNIDADE AOS POLICIAIS CIVIS PARA TRABALHAR CONSTRUINDO DELEGACIA LEGAL ABRINDO ESTALEIROS COLOCANDO O SALARIO E 13 EM DIA MONTANDO A SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL REVENDO ESCOLAS CONSTRUINDO HOSPITAIS ABRINDO FACULDADE NA ZONA OSTE E OUTROS PROJETO.GAROTINHO NUCA FOI CHEFE É SIM UM LIDE QUE SÓ FAZ O BEM, O GOVERNADO QUE AI ESTA AGRADECE A GAROTINHO POR ESTA NO PODER, INGRATIDÃO TEM LIMITE.

  16. Suledil não pára de falar mal dos outros secretários. Segundo ele agora a noite, não tem secretaria, autarquia, fundação ou emut que se não fosse ele, a vaca já tinha ido para o brejo. só falta ele dizer que o talento de Clarissa e Wladimir foi talhado pelas suas próprias mãos!

  17. O problema dos militantes virtuais é criar um processo de divinização do político, ou seja, creem cegamente na ideia de que político A ou B ‘vai resolver isso’ e mais como só ele e não outra pessoa tem o gabarito para governar. É claro que tem de se respeitar o livre arbítrio das pessoas – até a página 8 -, mas quando não se olha além, fica difícil. Cidades, Estados e Países não tem donos, não se deve ter ditadores, Líderes, gropos políticos ou dinastias que se perpetuam no poder. Essas coisas não são saudáveis para o país.

  18. Claudio Gabriel seria interessante vc procurar saber o que é “palavreado de baixo calão”,depois conversaremos.Ok?

  19. Triste cidade governada desta maneira.Realmente uma pena….. (trecho excluído pela moderação)

  20. SERÁ A MAIS VOTADA PARA DEP. FEDERAL ,E COM O MEU VOTO.PARABENS,CLARISSA!!!

  21. Me perdoe o Sarcasmo, mas o edMIL dá um bom piadista. Seus comentários, nas entrelinhas, são hilários.

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