Opiniões

Lava Jato: Pimenta no acarajé dos outros é refresco

Todos sabem que o espaço para charges neste blog é do Zé Renato e ninguém tasca. Sobretudo depois que seus traços levaram este “Opiniões” nas costas, durante as minhas férias no último mês.

Batizada pela Polícia Federal (PF) de “Acarajé”, nome cifrado à propina cobrada de empreiteiras envolvidas no Petrolão para pagar obras do Instituto Lula e envidas em contas no exterior não declaradas, para saldar os custos da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT), a 23ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada ontem. Mas só hoje, ela rendeu a prisão do marqueteiro João Santana, vindo da República Dominicana e responsável pela campanha de reeleição de Lula (PT), além das duas da presidente Dilma Rousseff (PT) e dos presidentes venezuelanos Hugo Chávez (1954/2013) e Nicolás Maduro.

Pelos serviços prestados ao lutopetismo e ao bolivarismo, movimentos que na propaganda de Santana evoluíram o padrão de vida dos mais pobres no Brasil e Venezuela, ambos conduzidos por seus governantes à recessão, o marqueteiro que os elegeu teve seu patrimônio pessoal “evoluído” de R$ 1 milhão para R$ 54 milhões, entre 2004 e 2014, segundo os dados oficiais da Receita Federal brasileira. Em sua defesa, desde ontem, o marqueteiro baiano e filho de um ex-prefeito da Arena (partido dos militares na Ditadura), disse que o Brasil “vive um clima de perseguição”.

Diante à constatação, na boca de Santana, do discurso que ele mesmo montou à repetição ad nauseam de Dilma, Lula, Rui Falcão e outros petistas sobreviventes e (bem) menos cotados, melhor ceder ao riso provocado pelas charges do Miguel e do Amarildo, dois mestres na arte do Zé Renato:

 

Charge de Miguel
Charge do Miguel

 

 

Charge do Amarildo
Charge do Amarildo

 

 

Para saber mais da 23ª fase da Operação Java Jato da PF, leia aqui e aqui, no Blog do Arnaldo Neto

 

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