Paes lidera a governador e Ruas cresce com 2º turno à vista

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Eduardo Paes (PSD) continua liderando a corrida a governador do RJ, com 35% de intenção de voto ao 1º turno. Mas está em tendência de baixa: caiu 2 pontos dos 37% que tinha em julho. Douglas Ruas (PL) tem 14 pontos a menos, com 21% ao 1º turno. Mas está em tendência de alta: cresceu 5 pontos sobre os 16% que tinha em julho.

Garotinho desidrata — É o que revelou a consulta estimulada (com a apresentação dos nomes dos candidatos) do 1º turno da pesquisa Real Time Big Data a governador divulgada hoje (2). Na qual Anthony Garotinho (REP), sob ameaça de inelegibilidade (confira aqui, aqui e aqui) perdeu os 5 pontos que Ruas ganhou: o político de Campos tinha 12% de intenção em julho e hoje tem 7%.

Em empate técnico com Garotinho — Em empate técnico com Garotinho na 3º colocação a governador, na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da nova Big Data, ficaram William Siri (Psol), com 5%; Coronel Busnello (Missão), com 4%; e André Marinho (Novo), com 3%.

Big Data aponta 2º turno a governador — A possibilidade de Paes definir a eleição no 1º turno não existe mais na Big Data de setembro. As intenções de voto de todos os demais candidatos somadas dão 42%. São 7 pontos a mais, fora da margem de erro, que os 35% de Paes. Na Big Data de julho, Paes tinha empate de intenção nos mesmos 37% da soma dos demais candidatos.

Ruas tira 5 pontos de diferença para Paes no 2º turno — Apesar do crescimento de Ruas ao 1º turno, enquanto oscilou para baixo na margem de erro, Paes bateria o adversário em um eventual 2º turno por 41% a 30%, 11 pontos de diferença. No entanto, na Big Data de julho, a simulação de 2º turno deu Paes 43% a 27% Ruas. Esta diferença de 16 pontos caiu 5 pontos no início de setembro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Paes e Garotinho no 2º turno — Hoje, Paes também bateria Garotinho no 2º turno por 45% a 25%, 20 pontos de diferença. Que só oscilou 1 ponto desde a Big Data de julho, quando Paes bateria Garotinho no 2º turno por 44% a 25%, 19 pontos de diferença.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Garotinho lidera rejeição, que Ruas tem menos que Paes — Considerada fundamental à definição do 2º turno, a rejeição segue liderada por Garotinho, com proibitivos 61% no índice negativo. No qual foi seguido, a 19 pontos de distância, por Paes, que teve 42% de rejeição. Com apenas 29%, 13 pontos a menos, Ruas pode ter nisso uma vantagem no 2º turno contra Paes.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Ainda desconhecido por 30%, Ruas tem espaço para crescer — Ruas tem outra vantagem a ser explorada nos 32 dias de campanha até a urna do 1º turno em 4 de outubro: 30% dos eleitores fluminenses dizem ainda não conhecê-lo o suficiente para opinar. Só 4% dizem o mesmo sobre Paes, com 26 pontos a menos de espaço para crescer. Sobre Garotinho, 8% ainda dizem não conhecer para opinar.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data a governador do RJ ouviu 2.000 eleitores fluminenses entre 28 de agosto e 1º de setembro. E teve o registro RJ-08350/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “Paes lidera com diferença de 14 pontos sobre Ruas. Garotinho, William Siri, Coronel Busnello, André Marinho, Cyro Garcia e Juliete somam 21 pontos. Nos dois cenários de 2º turno, Paes perfaz 11 pontos de vantagem sobre Ruas e 19 pontos sobre Garotinho”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“A pesquisa Real Time Big Data mediu a rejeição múltipla dos candidatos a governador, quando os eleitores entrevistados podem informar mais de um nome. Garotinho, Paes e Ruas lideram com, respectivamente, 61%, 42% e 29% de rejeição”, completou o estatístico.

 

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Juristas de Campos veem excesso na decisão de Toffoli contra Renan

 

Candidato a presidente Renan Santos (Missão) e ministro do STF e TSE Dias Toffoli (Montagem: Joseli Matias)

 

Na segunda-feira (31), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, como relator do registro de candidatura de Renan Santos (Missão) a presidente da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tomou mais uma decisão polêmica. Por conta de atraso na informação de perfis e sites e contas usados pelo candidato, determinou o bloqueio da sua campanha digital, uso de Fundo Partidário e participação em debates.

Parlamentares do Missão, outros candidatos de oposição e analistas na imprensa denunciaram excesso do ministro. E Renan ligou a decisão ao fato de ter participado de manifestações públicas cobrando a renúncia de Toffoli do STF por seu suposto envolvimento com o escândalo do Banco Master. Que, através de um fundo, adquiriu por R$ 35 milhões uma parte do resort Tayayá, no Paraná, da família do ministro.

Enquanto as restrições eleitorais impostas por Toffoli não forem julgadas no plenário do TSE, o ganho político parece ser do candidato do Missão. Na semana em que Augusto Cury (Avante) foi o 1º presidenciável, além de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), a ter dois dígitos de intenção de votos nas pesquisas, Renan virou a pauta. Que tenta capitalizar como nova vítima dos excessos do STF e do TSE, sobretudo, com a oposição.

Mas, à parte simpatia política por Renan e suas polêmicas propostas, ele foi vítima de excesso na decisão monocrática de Toffoli? Sim, foi! É que se pode concluir das análises que a Folha buscou de sete juristas da comarca: o juiz aposentado Elias Pedro Sader Neto, a presidente da OAB-Campos, Mariana Lontra Costa; e os advogados com experiência na área eleitoral José Paes Neto, Pryscila Marins, Andral Tavares Filho, João Paulo Granja e Filipe Estefan:

Juiz aposentado Elias Pedro Sader Neto

“Não precisa de grandes luzes para se perceber a desproporção entre o malfeito e a consequência jurídica adotada de modo draconiano na decisão do ministro. A sanção comum para a propaganda antecipada sempre foi a multa. Forçou bastante, notadamente em relação ao aspecto formal da informação extemporânea dos perfis em redes sociais pelo pré-candidato. Quando uma decisão é marcada por adjetivos e ancorada em argumentos não coincidentes com o caso, dispensa comentários. Quero ver manter a mesma régua contra os demais candidatos”, questionou Elias Sader Neto.

Marian Lontra Costa, advogada e presidente da OAB Campos

“Os prazos estabelecidos pela legislação eleitoral devem ser observados, pois integram um sistema voltado à lisura do processo eleitoral. A apresentação intempestiva das informações não deve ser desconsiderada e pode ensejar responsabilização. Sua apuração deve ocorrer pelos meios processuais cabíveis, com a aplicação das consequências previstas em lei. Sob esse aspecto, é questionável a via adotada para impor restrições tão amplas aos direitos do candidato. Em análise preliminar, a medida aparenta desproporcionalidade, sobretudo porque havia outras providências possíveis e menos gravosas”, sugeriu Mariana Lontra Costa.

José Paes Neto, advogado

“Houve descumprimento e a remoção do conteúdo veiculado antes da regularização teria base normativa. O problema é o que foi decidido além disso: a lei prevê uma única consequência para informação em atraso: a impossibilidade de uso do perfil por 48 horas. Bloqueio de Fundo Eleitoral, proibição de debates e suspensão de perfis já regularizados não têm previsão legal. A própria decisão diz que os benefícios são irreversíveis. Se são, a medida não previne nada, apenas compensa. Isso é pena, não cautela. Eventual uso indevido dos meios de comunicação se apura em AIJE, com contraditório, não no processo de registro”, explicou José Paes Neto.

Pryscila Marins, advogada

“No bolo de um processo de registro de candidatura, impedir o acesso ao Fundo Eleitoral e a participação em debates é restringir o próprio exercício da campanha. Esta é a maior contradição: a legislação eleitoral assegura ao candidato com registro sub judice o direito de realizar todos os atos relativos à campanha enquanto aguarda a decisão definitiva. Se a lei preserva esse direito em situação de incerteza sobre o registro, como justificar restrições tão severas por irregularidade relacionada à informação tardia de redes sociais? Cria-se um precedente temerário ao processo eleitoral e à própria democracia”, advertiu Pryscila Marins.

Andral Tavares Filho, advogado

“O instituto jurídico da suspeição, expresso no código de processo civil, tem sido banalizado no Supremo Tribunal Federal. Depois de tudo o quanto denunciou o político e hoje candidato a presidente da República Renan dos Santos, especialmente em desfavor do juiz Dias Toffoli, este jamais poderia atuar em um processo judicial envolvendo o candidato. É duro ser professor de Direito no Brasil e ter que explicar por que certas leis não valem no STF. Por outro lado, a decisão, pelo seu alcance excessivo, é indefensável”, concluiu Andral Tavares Filho.

João Paulo Granja, advogado

“A suspensão da candidatura de Renan Santos revela evidente desproporção entre a falta e a punição. Para omissão de endereços eletrônicos preexistentes no requerimento de registro, o art. 28, § 1º-B, da Res.-TSE nº 23.610/2019 prevê uma única consequência: tais canais ‘somente poderão vir a ser utilizados em campanha 48 horas após seu registro na Justiça Eleitoral’. Não há ali bloqueio do Fundo Eleitoral, vedação a debates, derrubada de perfis ou ameaça de indeferimento do registro. A norma busca manter o candidato na disputa, não excluí-lo. A decisão criou sanção que nem a lei e a resolução criaram”, frisou João Paulo Granja.

Filipe Estefan, advogado

“A legislação destaca a obrigatoriedade de candidatos (as) informarem à Justiça Eleitoral os endereços eletrônicos que usados na propaganda eleitoral. Via de regra, a principal penalidade daquele que não informar ou omitir suas redes sociais é aplicação de multa e a suspensão da propaganda nos perfis não declarados. A decisão cautelar de interromper repasse de recursos públicos de campanha e vedar participação em debates, imposta pelo ministro Dias Toffoli, foi desproporcional. O Art. 16-A da Lei Eleitoral (Lei 9.504/97) prevê que o candidato cujo registro esteja sub judice pode efetuar todos os atos de campanha eleitoral”, destacou Filipe Estefan.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Hoje, 2º turno a presidente é certeza de resultado incerto

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Hoje, 2º turno a presidente é certeza

A eleição a presidente da República terá 2º turno, marcado para 25 de outubro. É o que hoje, a 32 dias da uma do 1º turno, se revela como certeza matemática. Com base nas pesquisas presidenciais Nexus (confira aqui), divulgada na segunda-feira (31); e a Real Time Big Data (confira aqui), divulgada na terça-feira (1º).

 

Muito além da margem de erro

Na consulta estimulada, a soma dos nomes de oposição ao 1º turno na Nexus é 54%, 15 pontos a mais do que os 39% de Lula (PT). Na Big Data, a soma da oposição ao 1º turno é de 56%, 18 pontos a mais que os 36% de Lula. Sempre que um candidato não tem, ao menos, um voto a mais que a soma dos demais no 1º turno, há 2º turno.

 

Resultado do 2º turno é incerto

Nas duas pesquisas, o resultado de 2º turno é incerto. Entre Lula e Flávio, a diferença hoje seria de apenas 1 ponto na Nexus: 46% a 45%. Na Big Data, o 2º turno entre os dois seria um empate exato: 44% a 44%. O avanço de Augusto Cury (Avante) foi tão rápido ao 1º turno que os dois institutos não simularam 2º turno com seu nome.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula mal no 2º turno com Caiado

As duas pesquisas têm margem de erro de 2 pontos para mais ou menos. Dentro dela, Lula também ficaria no empate técnico no 2º turno, por apenas 1 ponto, contra Caiado: 45% a 44%. Na Big Data, Lula também ficou em empate técnico, mas numericamente 2 pontos atrás de Caiado: 43% do atual presidente a 45% do ex-governador de Goiás.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Flávio e Lula lideram rejeição

Fundamental à definição ao 2º turno, a rejeição tem Flávio e Lula como líderes. Na Nexus, 50% de brasileiros que não votariam em Flávio de jeito nenhum, apenas 1 ponto a mais que os 49% que não votariam em Lula. Na Big Data, a imensa rejeição aos dois é numericamente igual: 50% não votam em Lula, 50% não votam em Flávio.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula: 51% desaprovam na Nexus e Big Data

Lula teve mais notícias ruins. A aprovação ao seu trabalho como presidente caiu e a desaprovação cresceu. Na Nexus, os que desaprovam cresceram 2 pontos, de 49% a 51%. Já os que aprovam caíram os mesmos 2 pontos: de 48% a 46%. Na Big Data, os que desaprovam também são 51%, contra 45% que aprovam, 6 pontos a menos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados das pesquisas

A Nexus entrevistou por telefone 2.005 eleitores de todo o Brasil, entre 28 e 30 de agosto, com registro BR-08900/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Big Data entrevisto também por telefone 2.000 eleitores de todo o Brasil, entre 27 e 31 de agosto, com registro BR-03490/2026 no TSE.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Espancamento na UFRJ e eleições no Folha no Ar desta quarta

 

(Arte: Hevertton Luna)

 

Professor do IFF, Henrique da Hora é o convidado do Folha no Ar desta quarta (2), ao vivo, a partir das 7h25 da manhã, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o caso do espancamento de um aluno do curso de História da UFRJ por colegas de esquerda (confira aqui e aqui)  na última terça (25), por conta de uma alegada (confira aqui) apologia ao nazismo, e o clima de intolerância política entre os corpos discente e docente das instituições de ensino superior no Brasil, sobretudo as públicas.

Com base nas pesquisas mais recentes, Henrique também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, o professor tentará projetar a eleição a presidente da República polarizada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas que nas últimas pesquisas (confira aqui e aqui) trouxe o 1º candidato da chamada 3ª via, o escritor, psiquiatra e professor Augusto Cury (Avante), a também pontuar acima dos dois dígitos de intenção de voto.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Cury cresce a 11% em outra pesquisa, com Lula 44% a 44% Flávio no 2º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

A 33 dias da urna de 4 de outubro, Augusto Cury (Avante) é a novidade da corrida presidencial liderada por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Após a Nexus de ontem (confira aqui), hoje a Real Time Big Data confirmou: Cury é o 1º candidato da chamada 3ª via a pontuar acima dos dois dígitos ao 1º turno, com os mesmos 11% de intenção de voto.

Cury cresce a 11% em duas pesquisas — Com periodicidade mais espaçada que a Nexus, que faz sondagens semanais desde agosto, a Big Data presidencial anterior é de 21 de julho. Quando, com alguns nomes diferentes na consulta estimulada ao 1º turno, Cury teve 1%. E cresceu 10 pontos de lá para cá. Na Nexus, em uma semana, ele cresceu 9 pontos: de 2% para os mesmos 11%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula lidera ao 1º turno — Na Big Data, Lula lidera a intenção de voto estimulada ao 1º turno neste início de setembro, com 38%. São 8 pontos a mais que Flávio, que tem 30%. Com 11%, Cury ainda está 19 pontos atrás do 2º colocado. E foi seguido por Renan Santos (Missão), com 7%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; e Romeu Zema (Novo), com 2%.

Hoje, o 2º turno seria certo — Com outros 2% aos demais candidatos que pontuaram na consulta estimulada ao 1º turno, são 56 pontos na soma de todos os nomes da oposição, ou 18 pontos acima dos 38% de Lula. O que garante, para muito além da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da nova Big Data, a realização do 2º turno marcado para 25 de outubro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula no 2º turno em empate exato com Flávio e atrás de Caiado — A Big Data revelou indefinição ao 2º turno. Nele, hoje, Lula ficaria no empate exato com Flávio (44% a 44%), atrás numericamente de Caiado (43% do petista a 45%) e no empate técnico com Zema (43% a 40%). Para além da margem de erro, Lula só bateria hoje no 2º turno a Renan, por 44% a 37%, 7 pontos de vantagem.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Vantagem de Lula sobre Flávio no 2º turno desaparece — A tendência da série Big Data também não foi positiva ao petista contra o seu ainda mais provável adversário no 2º turno. No qual Lula teve vantagem numérica, ainda que no empate técnico, contra Flávio na pesquisa de 21 de julho: 45% a 42%. Na de 1º de setembro, sumiram esses 3 pontos de diferença entre os dois candidatos no 2º turno.

Lula e Flávio têm 50% de rejeição cada — Índice fundamental à definição do 2º turno, a rejeição revela outro empate numérico exato entre Lula e Flávio: ambos têm 50% no índice negativo. Que, com escolha múltipla do eleitor, seguiu com Caiado e Renan (com 39% cada), e Zema (36%). Na 3º posição na intenção de voto e não testado ao 2º turno, Cury tem só 28% de rejeição.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Em duas pesquisas, 51% desaprovam o Lula 3 — Lula teve má notícia na avaliação popular do seu trabalho como presidente. Pela nova Big Data, ele é desaprovado por 51% dos brasileiros, 6 pontos a mais, diferença fora da margem de erro, do que os 45% que hoje aprovam. O resultado foi quase igual ao da Nexus de ontem: os mesmos 51% desaprovam e, 5 pontos abaixo, 46% aprovam.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa presidencial Real Time Big Data entrevistou por telefone 2.000 eleitores de todo o Brasil, entre os dias 27 e 31 de agosto. Com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-03490/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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