Presidente da Ompetro, Frederico fala de rebocador em defesa dos royalties

 

Frederico Paes e o rebocador encalhado em Macaé na última terça-feira (Montagem: Joseli Matias)

 

“A situação envolvendo embarcações encalhadas em nosso litoral, seja em Macaé, em Campos ou em qualquer município produtor, mostra de forma muito concreta que a atividade do petróleo gera impactos permanentes e exige estrutura, monitoramento e capacidade de resposta do poder público. Os royalties existem justamente para compensar esses territórios pelos riscos e  responsabilidades que assumem diariamente”. Foi o que disse sobre o caso do rebocador encalhado na Praia do Campista, em Macaé, no último dia 15 (confira aqui), o presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Frederico Paes (MDB), também prefeito de Campos.

— Como presidente da Ompetro, defendo a manutenção do atual modelo de distribuição. Esses recursos não são um privilégio. São uma compensação legítima para municípios que sustentam uma parte importante da produção nacional de petróleo e que precisam investir continuamente em infraestrutura, meio ambiente, saúde e serviços públicos — continuou Frederico.

— Retirar ou reduzir esses recursos é comprometer a capacidade dessas cidades de continuar cuidando das pessoas e enfrentando desafios que decorrem diretamente dessa atividade econômica tão estratégica para o Brasil — completou o presidente da Ompetro.

O prefeito de Macaé, Welberth Rezende (Cidadania), e o presidente do Legislativo daquele município, Alan Mansur (PSB), também se manifestaram (confira aqui e aqui) sobre o caso, cobrando providências à Marinha do Brasil. O rebocador pertence à empresa norueguesa DOF, que prestava serviços a Petrobras, quando teria batido e encalhado num banco de rochas submersas não sinalizadas.

 

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