Wladimir: Nosso compromisso em SJB é com Betinho

(Foto de Antonio Cruz)
(Foto de Antonio Cruz)

 

 “Não serei candidato em São João da Barra. O nosso compromisso é com a candidatura de Betinho Dauaire”. Assertivo, foi assim que o presidente do PR em Campos, Wladimir Garotinho, reagiu à possibilidade de ser uma alternativa do grupo político do pai, nas eleições majoritárias sanjoanenses do próximo ano. Cogitado aqui pela prefeita Carla Machado (PMDB), como possível opção da oposição, Wladimir disse ao blog que lembrar outros nomes, além do de Betinho, “é uma tentativa de desviar o foco”.

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Ranulfo descarta candidatura e define eleição em SJB entre Carla e Garotinho

Ouvido agora pelo blogueiro, pelo menos um dos quatro nomes citados pela prefeita Carla Machado como possível candidato da oposição à sua sucessão, negou qualquer intenção neste sentido. Ex-prefeito daquele município (entre 1992 e 1996, cassado ao final do mandato) e atual presidente do Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac), Ranulfo Vidigal revelou que sequer pretende trasnferir seu domicílio eleitoral novamente para São João da Barra.

Embora tenha preferido tratar da questão da política local sempre embutida em sua visão de desenvolvimento econômico regional, ele não se furtou em afirmar:

— A eleição de 2012 em São João da Barra será definida no embate direto entre aqueles que, hoje, em são seus principais eleitores: Carla Machado e Anthony Garotinho.

Abaixo, outras impressões de Ranulfo…

Doutorado no Açu —  Minha dissertação de doutorado na UFRJ, defendida e aprovada em novembro passado, foi “Desenvolvimento Regional no caso do Açu e suas Implicações para o Futuro”. Nela, identifiquei muito claramente três pontos, três carências, que existem em São João da Barra, em Campos e em todos os municípios da região, que tem obrigação de pensar todo seu desenvolvimento futuro de maneira conjunta e articulada, tendo como base a implantação do Porto do Açu.

Macro-planejamento — A primeira questão é a ausência de macro-planejamento, capaz de dotar a região de infra-estrutura necessária para um investimento dessa monta. Não adianta mais São João da Barra se pensar sozinha, Campos se pensar sozinha, Macaé se pensar sozinha. Temos que pensar regionalmente e não estamos fazendo isso.

Burocracias municipais despreparadas — Os quadros públicos de todas as prefeituras da nossa região, sem exceção, estão muito aquém do necessário para atender às demandas desse novo ciclo. Os quadros administrativos dos nossos municípios são todos fracos, despreperados e desqualificados.

Mão-de-obra desqualificada — Sobretudo depois que encerrar a fase de construção, esses investimentos que aportarão no Açu gerarão demanda de mão-de-obra qualificada. Uma siderúrgica como a que montará esse grupo chinês vai gerar 3,5 mil empregos com média salarial de R$ 3,5 mil. E nossa região não está qualificada para ofertar essa mão-de-obra, que terá que ser em grande parte importada por essas empresas.

E a eleição em SJB? — Infelizmente, num erro que pode custar caro no futuro próximo, essas grandes discussões não são o tema das eleições para Prefeitura de São João da Barra. Em vez disso, o que se debate são as picuinhas políticas, os desafetos pessoais. Posso até assumir um posionamento diante das pessoas que me conhecem e confiam em mim, mas meu domicílio eleitoral está em Campos e não pretendo transferí-lo, pelo menos não com vistas a 2012.

Se não a economia, o que definirá em SJB? — Os principais eleitores de São João da Barra, hoje, são a prefeita e Garotinho. Desde as últimas eleições, em 2010, isso ficou bem nítido. Para deputado federal, os mais votados foram Arnaldo Vianna, apoiado por Carla, e Garotinho. Para estadual, lideraram João Peixoto, com os votos da prefeita, e Clarissa, que é filha de Garotinho. Dentro dessa política personalista, não tenho muito a contribuir.

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Bertinho e Carla — Democracia impressa e virtual

Ainda em relação às (in)definições políticas de São João da Barra, para que o leitor virtual possa ter acesso ao mesmo leque democrático aberto todo dia nas páginas impressas da Folha, o blogueiro reproduz abaixo os artigos assinados pelo ex-prefeito Betinho Dauaire e a prefeita Carla Machado, publicados pelo jornal, respectivamente, na última segunda e hoje. Na leitura das opiniões bem distintas sobre os eventos que culminaram com a votação na Câmara sanjoanense, na última quinta-feira, que o leitor forme livremente a sua própria…  

 

O dia da vergonha para São João da Barra

Por Betinho Dauaire

 

Se é saudável o debate no campo das ideias, nada saudável e sim vergonhosa foi a humilhação, o constrangimento a que cada cidadão de São João da Barra foi submetido nos últimos dias, tendo o lixo deixado em suas portas por mais de três dias. E que, estranhamente, começou a ser retirado imediatamente após a votação de uma mensagem modificativa da LDO na Câmara.

Tudo tem limite, mas em São João da Barra parece que, para alguns, limite e respeito ao próximo são coisas de museu. Os responsáveis, que são muito bem remunerados para evitar esse castigo que a população passou, não foram eficientes o bastante para  evitar o dia da vergonha.

Eu fui prefeito e já vivi embates com a então presidenta da Câmara, Carla Machado, que não colocava em votação a mensagem de suplementação que eu tinha enviado ao Legislativo da época, e nem por isso atrasei salários, nem levei risco à saúde do cidadão, deixando de retirar o lixo das residências, como aconteceu agora. O que não consigo entender é por que a prefeita não conseguiu evitar esse constrangimento para a população.

Outra questão estranha é que, se o que foi votado na Câmara na última sessão não foi uma mensagem de suplementação para o lixo, e sim uma modificação da LDO, que permite que a prefeita possa gastar metade do orçamento sem pedir autorização ao Legislativo, por que então deixaram o lixo nas portas das casas das pessoas? Por que então, minutos após ser aprovada uma mensagem que nada tem a ver com o lixo, e que nem validade jurídica tem ainda, a empresa voltou a funcionar, com carreata e tudo, como se fosse um favor para o cidadão?

A empresa declarou que os funcionários pararam em sinal de protesto. Mas vereadores denunciaram que foi a empresa que mandou os funcionários pararem, como forma de apoiar a prefeita e pressionar a oposição a votar.

Não há justificativa. Se foi culpa dos trabalhadores, que nem possuem sindicato local, como teriam condições de iniciar a coleta de lixo de forma coordenada, imediatamente após a prefeita ganhar a mensagem, se não houvesse a participação conjunta da empresa? Ninguém tem nariz de palhaço. O lixo já pode ter sido retirado das ruas, mas a humilhação permanece.

 

 

Minerva não dorme

 Por Carla Machado

 

Narra o mito, que a Sabedoria e a Justiça, personificadas pela deusa grega Athena, é fruto de Métis (a astúcia, a inteligência) com o poderoso Zeus, ordenador do Cosmos. Após ter sido proferido pelo oráculo, que se Zeus tivesse uma filha, ela se tornaria ainda mais poderosa que ele, Zeus tratou de engolir Métis para impedir o nascimento. Assim, Athena é gerada na cabeça do soberano do Olimpo. Mas, não foi fácil. Findado o período de gestação, o supremo Deus começou a sentir terríveis dores de cabeça, pois enquanto a Justiça não nasce, elas são inevitáveis.

Desesperado e no limite, Zeus ordena ao ferreiro divino Hefestos que lhe abra a cabeça. Mesmo a contragosto, com técnica e precisão, desferra-lhe o machado de ouro certeiro e todos se surpreendem ao ver surgir, imponente e armada, pronta para guerra, a deusa Palas Athena. Por que procurar a mitologia grega? Pelo simples fato que se fazer uma homenagem a Palas Athena ou Minerva. Depois de meses de agonia, a Justiça foi feita na quinta-feira, em São João da Barra.

Após decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o presidente do Legislativo foi obrigado a colocar em votação três projetos do Executivo que são de suma importância para o povo sanjoanense. Com isso, será possível pagar o reajuste de 7% dos servidores públicos, retroativo ao mês de maio. Tendo recursos em caixa, nos faltava autorização para executarmos despesas, como dar continuidade ao contrato de limpeza pública, que engloba uma série de serviços. Agora poderemos dar prosseguimento a uma série de programas  sociais como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e dos Centros de Assistência e Referência Social (Cras), assim como o Cartão Cidadão, além de outros benefícios, como o abastecimento de água potável no Quinto Distrito.

Desde o início deste imbróglio no Legislativo, quando uma minoria se fazia acima da maioria, perdi noites de sono, da mesma forma que os 409 chefes de família, funcionários da empresa que faz a limpeza no Município. Mas a justiça foi feita. A suplementação era necessária porque no final do ano passado os vereadores fizeram do orçamento municipal de São João da Barra uma colcha de retalhos, retirando recursos importantes de contratos contínuos. Ao aprovarem o Orçamento de 2011, os vereadores de oposição realocaram mais de 28% dos nossos recursos por meio de emendas parlamentares, o que quase resultou no engessamento do município, mas não por falta de dinheiro, e sim por interesse de uma minoria.

Em sua decisão, a desembargadora Márcia Ferreira foi clara. Segundo ela, o recurso impetrado pela Mesa Diretora, que adiou por mais de 20 dias a votação, sequer deveria ter sido acolhido pelo Tribunal. E naquele momento o Poder Legislativo Municipal não poderia se recusar a votar a lei pedida com urgência com a alegação de inconstitucionalidade. “(…) A sistemática do processo legislativo, em sede municipal, estadual ou federal, é voltada a permitir a formação deliberativa da vontade democrática (…)”.

Minerva realmente não dorme.

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Carla fala em Gersinho, Wladimir e Ranulfo para candidato da oposição em SJB

Ainda sobre a conversa com a prefeita Carla Machado (PMDB), mantida e relatada aqui na última sexta, restaram ainda algumas informações interessantes, relativas às possibilidades do pleito majoritário de 2012. Sem esconder a preferência pessoal por seu secretário de Promoção Social, Neco (PMDB), como candidato à sua sucessão, mas também sem abrir mão das alternativas dos vereadores Auizio Siqueira (PTB) e Alexandre Rosa (PPS), em quem Carla aposta como candidato da oposição em São João da Barra?

— Não acredito que Betinho seja o candidato, seja por problemas na Justiça, seja porque é a alternativa que menos interessa a Garotinho. Gersinho (presidente da Câmara) teria o problema do partido, pois teria  que se sair do PMDB até outubro. Não descarto a possibilidade de Garotinho lançar Wladimir  ou Ranulfo Vidigal (presidente do Cidac e prefeito sanjoanense entre 1992 a 1996, cassado no final do mandato) — elencou a prefeita.

Em conversa com o blog no último dia 20, Betinho negou aqui que qualquer pendência com a Justiça possa impedir sua candidatura.

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Carla Machado — Novo nome para o PMDB de Campos e pingos no “is” da traição

(Foto de Silésio Corrêa)
(Foto de Silésio Corrêa)

 

Ainda sobre São João da Barra, o blogueiro teve uma conversa com a prefeita Carla Machado, na qual ela fez algumas observações interessantes. Entre elas, a de que as pesquisas eleitorais pedidas pelos integrantes da Frente Democrática de Oposição, na reunião com o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani (aqui), já tinham sido oferecidas pelo vice-governador Luiz Fernando Pezão, em encontro anterior da Frente (aqui), intermediado por Carla.

Em relação à sua atuação na Frente, a prefeita também confirmou hoje uma informação obtida ontem pelo blogueiro, de que um nome de destaque na política campista foi por ela sondado para ingressar no PMDB, abrindo a possibilidade de ofertar uma opção própria e eleitoralmente forte à disputa majoritária de 2012, que o partido ainda não possui em Campos. Capaz de trazer consideráveis mudanças ao cenário dos pré-candidatos hoje conhecidos, o nome em questão prefere, pelo menos por ora, se manter no anonimato, até porque também pode brevemente assumir um cargo bastante relevante em sua área profissional de origem, que não é a política. 

Respirando mais aliviada depois que a Justiça determinou a sessão extraordinária de ontem, na qual finalmente a maioria governista pôde se fazer valer na Câmara sanjoanense, Carla aproveitou a conversa para rebater mais uma vez as acusações de traição, feitas aqui por Geraldo Pudim. À lembrança do secretário de Governo de Rosinha, da ajuda que teria recebido em suas duas eleições como prefeita, esta argumentou que sua retribuição foi mais que devida, ao ter ajudado Garotinho em suas duas campanhas ao governo do Estado (na que perdeu, em 1994, e na que ganhou, quatro anos depois), assim como fez com Rosinha, a quem contribuiu para eleger primeiro governadora, em 2002, e depois prefeita de Campos, em 2008.

Na última eleição, Carla disse ter organizado e participado de 12 comícios na Baixada Campista, durante a campanha vitoriosa de Rosinha. Além do casal, a alcaide da foz do Paraíba também ressaltou ter ajudado ao próprio Pudim, em sua campanha à Câmara Federal em 2006, quando ele foi o candidato a deputado federal mais votado em São João da Barra.

“Isso sem contar meu trabalho nas campanhas de Pudim para prefeito de Campos, nas duas vezes em que ele foi derrotado (por Carlos Alberto Campista, em 2004, e por Alexandre Mocaiber, na eleição suplementar de 2006). Por isso mesmo, seria bom que Pudim pensasse um pouco melhor e se olhasse bem ao espelho, antes de chamar de traidora a quem tanto ajudou a ele e ao casal que serve”, cobrou a prefeita sanjoanense.

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Talhou!

A possibilidade de um radialista e camaleônico político de Campos assumir a secretaria de Comunicação de São João da Barra não existe mais. Talhou!

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Militar julgado na Justiça comum por matar militante LGBT

A Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos festeja a decisão judicial de solicitar a prisão preventiva e o julgamento em Justiça comum e não militar do sargento Ivanildo Ulisses Gervásio. Ivanildo baleou o jovem Douglas Marques no Parque Garota de Ipanema, ano passado, após a Parada do Orgulho LGBT-Rio, em Copacabana, por conta da homossexualidade de Douglas.

Esta superintendência estadual recebeu a decisão da justiça com muita alegria e o sentimento de que estamos conquistando mais um degrau importante na luta contra a violência direcionada às lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

A sociedade e a gestão pública possuem o dever de combater a homofobia e impedir que a impunidade se instale e vire algo natural. O caso de Douglas Marques serve como um exemplo na luta contra a impunidade em casos de homofobia. No final, esperamos que a justiça “faça justiça” e prossiga com esta postura em casos semelhantes, que ainda assolam a sociedade brasileira.
 

Fonte: Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos

 

Atualizado às 18h30 de 29/07/11, para incluir na forma mais destacada de post o pertinente comentário do leitor Marcelo Bessa Cabral:

Marcelo Bessa Cabral

Tirando o “jogo para a torcida” feito pelo citado órgão, o correto é noticiar que o militar vai ser julgado pela Justiça Comum (e não pela Militar) pela morte de um civil, conforme determina o § 4º do artigo 125 de nossa Constituição: não há novidade alguma nisso.
O julgamento não tem nada a ver com combate à homofobia ou com o fato de ser a vítima militante desta ou daquela causa.

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Citado pelo Precisão, Geraldo Coutinho analisa pesquisa e quadro político de Campos

Único dos pré-candidatos à Prefeitura em 2012 citados na pesquisa do PR (aqui) que ainda não havia se pronunciado sobre os números do Precisão, o presidente municipal do PSDB Geraldo Coutinho falou agora há pouco com o blog. Abaixo, sua visão não só da pesquisa, como do momento político vivido em Campos e região, com a polarização antecipada aqui e aqui, entre integrantes do governo Rosinha e lideranças da oposição reunidas na Frente Democrática, da qual os tucanos não fazem parte…

 

(Foto: Folha da Manhã)
(Foto: Folha da Manhã)

 

Nome não citado na espontânea e com 0% na estimulada — O fato do meu nome não ter aparecido é absolutamente previsível. Meu nome não é público, na medida em que nunca disputei qualquer pleito que envolva as massas da opinião pública. Portanto, me parece natural que minha imagem não estivesse no imaginário coletivo, como uma opção para a população.

Relevância da pesquisa — No geral, penso que toda e qualquer pesquisa quantitativa, neste momento, é absolutamente irrelevante. Não há mobilização popular em torno do tema eleição. As pessoas ainda não estão preocupadas em manter um raciocínio que leve à decisão. A opinião de hoje reflete mais uma memória do que um desejo.

Se não agora, quando? — Quanto a quaisquer outros aspectos, isso vai ser melhor avaliado no momento em que o debate emergir de maneira natural. Como em todo e qualquer pleito, você terá candidatos propagando as suas competências e qualidades, com seus opositores apontando suas deficiência e pecados. Será neste instante que poderemos observar a formação de uma opinião que mereça ser considerada.

Pesquisa apontou 53% ainda sem candidatos — Isso só confirma essa minha análise. As pessoas ainda não estão ocupando suas cabeças com essa questão. Na verdade, não se definiram ainda. Mesmo aqueles que hoje dizem ter um candidato, podem mudar.

Fogo cruzado entre governo e Frente — Minha opinião continua a mesma, e cada vez mais consistente. Não somos pela oposição sistemática e emocional, assim como não somos adesistas de oportunidades. Não somos e nunca seríamos governo pelo governo. O PSDB quer discutir a cidade de uma forma madura, ouvindo e considerando as pessoas e grupos que possam estabelecer e colocar em prática as idéias que levem esta cidade ao governo que ela merece. Não temos diferenças ou preferências pessoais. Nossa questão está centrada no debate de um projeto.

Projeto do PSDB — A linha mestra já está definida. O detalhamento ocorrerá em momento próprio, a partir da escuta da população, com base em nossa percepção das ruas e também em pesquisas. Campos está diante de uma encruzilhada delicada e até perigosa. Nós estamos vivendo um processo de crescimento econômico forte e irreversível, que tem que ser regulado e administrado, para que consigamos transformar esse crescimento em desenvolvimento sustentado. Caso contrário, teremos o chamado “crescimento selvagem”, que encontra exemplos no mundo todo, inclusive alguns próximos, como em Macaé. Dentro desse processo, temos que saber como e impor o devido limite aos aspectos que se voltem contra a estrutura cultural de uma sociedade, capazes de degradar aquilo que ela tem de mais rico.

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