Dificuldade
- Autor do post:Aluysio Abreu Barbosa
- Post publicado:4 de setembro de 2010 - 18:03
- Categoria do post:Sem categoria
- Comentários do post:2 comentários

Blog Opiniões – Como filho e herdeiro político, como você recebeu as condenações de seus pais por crime eleitoral, que gerou a cassação de Rosinha, e a de Garotinho, pela Justiça Federal (aqui), por formação de quadrilha?
Wladimir Garotinho – Em ambas as condenações, só tenho a lamentar, por serem muito mais condenações políticas do que jurídicas. No caso da Rosinha, uma entrevista foi considerada abuso de poder econômico. Que poder é esse, uma vez que ela não possuía nenhum cargo público? Caso semelhante vemos com a candidata a presidência Dilma Roussef do PT, que ainda ministra, concedeu varias entrevistas aos veículos de comunicação, e foram passiveis apenas de multa. Quanto ao processo do Garotinho, é de se estranhar que sempre próximo as eleições surjam denuncias negativas contra ele. O que teria motivado ao juiz tornar uma decisão monocrática e tornar publico um inquérito que corria em segredo de justiça?
Opiniões – Em entrevista ao blog (aqui), o candidato a deputado federal Sérgio Diniz (PPS), falou sobre seu pai, em relação ao discurso de perseguição política para tentar justificar as condenações na Justiça: “todos nós o conhecemos bem, para darmos, sempre, risadas de descrença”. E você, é partidário do mesmo discurso de Garotinho? Por quê?
Wladimir – A história tanto de vida como a política de Garotinho, foram feitas de coragem, ousadia e luta. Garotinho construiu sua historia vitoriosa sem apadrinhamentos políticos, diferentemente de pessoas que o criticam. Ele não teve sogro, parente e nenhum outro tipo de padrinho que o projetasse na vida pública. Por seu jeito de ser, Garotinho desde o início, aqui em Campos, já era perseguido, pois contrariava os interesses e a forma de se fazer política. Quem não se lembra de tentarem tirar Garotinho da disputa a apenas dois dias da eleição de 1996? É o que acontece ate hoje, só que em proporções muito maiores.
Opiniões – No seu blog, Garotinho levantou uma série de ilações contra o TRE, que o condenou eleitoralmente, bem como contra os procuradores que o acusaram e o juiz que o condenou por formação de quadrilha. Em que essas ilações se diferem das óbvias, de quando Rosinha, como governadora, nomeou ao TJ o irmão do então presidente do TRE, Marlan de Moraes Marinho, pouco tempo depois que este deu o voto de minerva para reverter a condenação dos seus pais pela Justiça Eleitoral de Campos, relativa à eleição de 2004?
Wladimir – No caso do TRE, as ilações levantadas por Garotinho devem-se ao fato de que a denúncia foi rejeitada em primeira instância. Por que o TRE resolveu dar seqüência ao processo? A primeira instância havia arquivado, por entender que Garotinho estava exercendo sua profissão de radialista e não era candidato em nenhum pleito. Quanto à condenação pelo juiz federal já respondi primeira na pergunta. Sobre a nomeação (do irmão de Marlan por Rosinha), sinceramente não conheço os fatos.
Opiniões – Seu pai tenta fazer crer que o governador Sérgio Cabral influenciou ou manipulou o TRE e a Justiça Federal, por temer concorrer à reeleição contra Garotinho. Supondo, apenas em tese, que isso seja verdade, não teria sido então desinteligente insistir até o último momento na candidatura ao governo do estado para acabar condenado duas vezes na Justiça e candidato apenas a deputado federal, assim mesmo na base de liminar?
Wladimir – Como já disse, a história de Garotinho é marcada pela coragem. Não é uma tese, e sim um fato. Garotinho insistiu na candidatura ao governo, porque sabia que na disputa política venceria no voto. Mas lamentavelmente as coisas tomaram outro rumo.
Opiniões – Tentando falar mais como observador do que como filho, você ainda tem esperança que Rosinha retorne à Prefeitura? Baseado em quê?
Wladimir – Estou convicto do retorno. Diante das decisões do TSE que retornaram diversos prefeitos, a exemplo do prefeito de Rio das Ostras, ainda com o agravante de ter um cargo publico. Creio que não usarão critérios diferentes.
Opiniões – Em reunião na última segunda-feira, com representantes locais de seis partidos, o presidente do TRE, Namatela Jorge, que já vinha defendendo abertamente a realização da eleição suplementar de Campos ainda em 2010, projetou o pleito para 21 de novembro, como revelou a professora Graciete Santana (aqui). Acredita que a nova eleição possa ser marcada pelo TRE antes que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgue o mérito do recurso de Rosinha, como fez no caso de Campista? À exceção de que seu grupo político antes era a favor da brevidade e hoje é contra, qual a diferença?
Wladimir – São casos escandalosamente diferentes. No caso de Campista ele foi condenado por capitação ilícita de sufrágio, ou seja, compra de votos. Rosinha esta sendo acusada apenas por ter concedido uma entrevista, para anunciar sua pré-candidatura. Não sei de onde surgiu essa data. O pronunciamento oficial do Presidente do TRE, diz que só marcara novo pleito quando houver decisão definitiva do TSE.
Opiniões – Assim que o TSE negou por unanimidade o pedido para que Rosinha aguardasse no cargo o julgamento do mérito do seu recurso, você chegou a anunciar que uma reviravolta estaria prestes a ocorrer na política de Campos. A que se referia?
Wladimir – Fui mal interpretado. O que disse foi que Campos não merecia mais passar por intrigas, fofocas, confusões que só atrapalham o desenvolvimento da cidade. O clima de instabilidade prejudica o comercio e o crescimento constante do município.
Opiniões – Caso as eleições se confirmem, você pode ser o candidato do PR? Possibilidades à parte, você quer?
Wladimir – Legalmente nada impede que eu seja candidato, porem não acredito na realização de eleições suplementares.
Opiniões – Além de você, se fala também na possibilidade de mais uma candidatura de Geraldo Pudim. Há como algum de vocês, ou qualquer outro nome do PR, hoje tirar a vaga de Nelson Nahim?
Wladimir – Como já disse, não acredito em novas eleições. O nosso grupo trabalha com projeto político, as decisões só são tomadas com fatos concretos.
Opiniões – Também em entrevista ao blog (aqui), Nahim disse: “Campos precisa de alguém que tenha maturidade política, Vladimir não tem”. Como encarou a classificação?
Wladimir – Esta colocação está dentro de um contexto. Entendo que, na entrevista, Nahim fala muito mais como tio do que como político, ate mesmo pela questão do zelo familiar.
Opiniões – Qual sua avaliação da atuação do seu tio na Prefeitura? Arriscaria uma nota? Vê alguma melhora ou piora em relação ao governo Rosinha?
Wladimir – Nahim tem ido bem, dando prosseguimento aos programas de Rosinha. Quem dá nota, aprova ou desaprova, é o povo. É natural que ele tenha um estilo próprio, mas que ate o momento não alterou significativamente o modelo de governo.
Opiniões – Como analisa a reviravolta na Câmara, a partir da eleição da mesa diretora, com Nahim transformando em minoria os vereadores ligados à Rosinha (aqui), bem como em bancada governista todos aqueles que se opunham à sua mãe?
Wladimir – Cada votação na Câmara é um processo político. A eleição da mesa foi um momento, o que não quer dizer quer dizer que os vereadores da base tenham sido transformados em minoria. A base continua a mesma, prova disto foi a convocação de Edson Batista.
Opiniões – O blog revelou (aqui) que sua mãe comandou, na casa dela, a reunião que varou a madrugada com seus vereadores, mas não conseguiu, na manhã seguinte, eleger ninguém à mesa diretora da Câmara. Você também participou? O que, afinal, ficou faltando?
Wladimir – Para esclarecer, não foi uma reunião projetada e nem comandada por ela. O vereador Magal ligou e pediu que ela fosse a uma reunião com os vereadores da base. Como resposta, ela disse que se precisassem da ajuda dela para alguma questão, ela estaria em casa e os receberia sem problemas. Eu estive presente e, assim como ela, mais escutamos do que falamos. O resultado coube às articulações deles mesmos.
Opiniões – Em entrevista ao Folha no Ar (aqui), Albertinho admitiu que a bancada de oposição a Rosinha foi mais organizada do que a de vocês. Concorda com a opinião do vereador?
Wladimir – Não acompanho o dia a dia da câmara, se essa é a opinião do vereador Albertinho deve ser respeitada.
Opiniões – Se, no lugar de figurativo, o voto de Nahim na eleição à vice-presidência da Câmara fosse decisivo, acredita que ele o manteria favorável a Magal?
Wladimir – Por que não? Pelo que sei, ele tinha esse compromisso com o vereador Magal, creio que não faria diferente e manteria sua posição.
Opiniões – Após tomar posse do mandato, Edson descartou assumir a liderança do governo (aqui), em resposta à possibilidade aventada pelo blog (aqui). Ao mesmo tempo, ele reafirmou a condição de líder de Magal, mesmo sabendo que Nahim não quer mantê-lo, devido às críticas do vereador do PMDB à condução da eleição na Câmara pelo prefeito interino. Vocês vão tentar forçar Nahim a aceitar Magal, ou têm um plano B? Poderia ser Albertinho, por exemplo?
Wladimir – A decisão cabe a Nahim. Definir o líder do governo é um ato discricionário do prefeito.
Opiniões – Embora tenha confirmado a reunião com os vereadores de Rosinha, após a sessão da última quarta, Nahim revelou ao blog que não deu nenhuma garantia que a liderança do seu governo seria mantida entre eles. Cogitado nos bastidores, Dante foi descartado após a manobra ter sido exposta aqui, pelo blog. Vocês aceitariam que o líder de Nahim saísse da oposição a Rosinha?
Wladimir – Nahim é um político experiente. Como já disse a liderança é um ato do prefeito. Acredito que ele sabe diferenciar os companheiros dos aliados, e o que realmente é necessário para a governabilidade.
Opiniões – Serenidade e fácil trato com as pessoas são características positivas atribuídas a você, até por quem não gosta do seu pai. Considerada com um temperamento mais próximo ao dele, Clarissa se elegeu vereadora no Rio e agora tenta uma vaga à Alerj. Pleito suplementar de prefeito à parte, você pensa em aproveitar suas características pessoais em algum mandato eletivo?
Wladimir – Essa decisão não é fácil de ser tomada. Aprendi a gostar da política pelo bem que com ela podemos realizar na vida das pessoas; porém, existe o outro lado. Como filho de pessoas publicas, sei o que a família passa pelos momentos ausentes e principalmente pelas falsas acusações, que quando se tem uma família unida, como a minha sempre foi, você consegue sempre superar. Hoje sou casado e tenho uma filha. Essa não é mais uma decisão somente minha.
Opiniões – Em meio a tantas turbulências, que avaliação faz da sua experiência à frente do PR?
Wladimir – Nas adversidades é que crescemos. Quando assumi, começamos um partido do zero, dirigir o PR, que é hoje o maior partido da cidade, tem sido uma experiência proveitosa. Ali convivo diariamente com a população, lideranças políticas e vereadores. Hoje o trabalho está voltado para a consolidação do partido. Para isso precisamos fazer uma grande votação elegendo nossos candidatos a deputado estadual e federal. Administrar um partido como o PR não é fácil, requer maturidade.
“Eu não fui convidado, mas se for, aceito”. A declaração, acerca da possibilidade de assumir a direção do Hospital Geral de Guarus (HGG), aventada aqui pela jornalista e blogueira Suzy Monteiro, foi dada agora há pouco a este blogueiro, pelo médico, ex-vereador e ex-secretário de Saúde, Geraldo Venâncio. Usando a informação revelada pelo blog (aqui), com origem em fonte muito próximo ao prefeito Nelson Nahim, de que uma troca no comando HGG seria não só certa, como se consumaria antes das outras mudanças na Saúde do município, ainda à espera da marcação da eleição suplementar pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Suzy disse que são muito fortes os boatos de que o também médico e ex-vereador Otávio Cabral já teria sido exonerado da direção do hospital. A informação, no entanto, não foi confirmada pelo secretário Paulo Hirano, em ligação da Juliana Mérida, repórter da Folha.
Descontado o fato que entre as mudanças engatilhadas na Saúde, especula-se a substituição do próprio Hirano, o que há de fato, por enquanto, na possibilidade de Geraldo Venâncio reassumir o HGG — posto ter sido seu primeiro diretor, da inauguração em 28 de março de 2002 até 2004 —, foi uma rápida conversa casual que ele teve com Nahim, há cerca de 15 dias, na inauguração da praça na rua 1º de Maio:
— Nos encontramos e ele disse que precisava conversar comigo sobre o HGG. Perguntou se meu telefone era o mesmo, o que eu confirmei. Ele disse que me ligaria, mas não o fez até agora, assim como eu também não liguei — detalhou Geraldo, antes de confirmar que aceitaria o convite, mediante a “aceitação de algumas poucas condições que julgo necessárias ao trabalho”.
Venâncio, que também já dirigiu o Hospital Álvaro Alvim de 1989 a 1995, ressaltou que sua boa relação com Nahim é fruto do trabalho que ambos realizaram em conjunto, com contato quase diário, por cerca de oito meses, para relatar, modificar e aprovar o Plano Diretor durante o governo Mocaiber.

Insuperável na cobertura em tempo real dos assuntos da Câmara, o jornalista Alexandre Bastos adiantou (aqui) que, logo após tomar posse hoje de seu mandato, na manhã de hoje, o vereador interino Edson Batista (PTB) rejeitou a possibilidade de assumir a liderança do governo de Nelson Nahim (PR). Revelada aqui pelo blog, a costura do nome de Edson, agora esgarçada pelo próprio, foi fruto das informações e da aguçada capacidade de apreensão também de Bastos.
À parte o discurso de humildade ao, enfim, assumir seu mandato, o descarte do homem de confiança de Garotinho, ressaltando sua condição de interinidade e realçando a condição de líder de Jorge Magal (PMDB), pretende na verdade colocar Nahim numa sinuca de bico. Após suas reiteradas críticas ao prefeito, pela atuação deste no processo da eleição da mesa diretora da Câmara, Magal é carta fora do baralho, pelo menos enquanto a distribuição do jogo estiver nas mãos de Nahim. E Edson, mesmo com sua vasta cabeleira grisalha, está careca de saber disso.
Resta ao blogueiro ecoar mais uma vez o Bastos, que indagou: Sem Magal e Edson na disputa, quem vai ser o líder de Nahim na Câmara?
Cotado para ser o novo secretário de Saúde, tão logo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) defina e eleição suplementar a prefeito, já prevista pelo presidente Namatela Jorge para 21 de novembro, o vereador e médico Dante Pinto Lucas (PDT) deve marcar ainda hoje, com o prefeito Nelson Nahim (PR), uma reunião para tratar da principal demanda dos pacientes de câncer no município: o tratamento de radioterapia.
Enquanto não ocorrem as mudanças previstas à área de Saúde, como a troca de comando no Hospital Geral de Guarus (HGG), Dante quer mudar a realidade dos pacientes oncológcios de Campos que hoje têm que se deslocar para Itaperuna, onde às vezes alugam apartamentos, em busca do tratamento radioterápico:
— Sou proctologista e acompanho pessoalmente o drama de alguns pacientes com câncer no intestino. O tratamento de quimoterapia é feito semanalmente, ou de 21 em 21 dias, enquanto o de radioterapia é diário. Desde que o IMNE suspendeu sua radioterapia, muitos pacientes de Campos têm optado por se fixar provisoriamente em Itaperuna e vir a Campos só para fazer a quimoterapia — explicou.
Ainda segundo o vereador, já existe o projeto para se adquirir uma aparelho de radioterapia, para servir a Unacom (unidade de tratamento oncológico) estabelecida na parceria do Hospital Escola Álvaro Alvim com a Clínica Santa Maria, que presta o tratamento quimioterápico, como já chegou a ser noticiado na Folha impressa e online, além do programa Folha no Ar. O vereador vai tentar agilizar com o prefeito o apoio municipal ao projeto.
Lembrado pelo blogueiro que, como a Folha também já noticiou, o IMNE suspendeu o atendimento de radioterapia apenas provisoriamente, enquanto adquiria um aparelho mais moderno, que tem previsão para entrar em operação em novembro, mês também previsto pelo TRE à eleição suplementar, Dante ressalvou:
— Melhor, pois Campos passaria a ter dois aparelhos. Na eventalidade de um deles quebrar, o outro continua operando e nenhum paciente precisaria mais ter que se deslocar a Itaperuna em busca de atendimento, que é o que ocorre hoje.
Encerrada a novela Edson Batista — empossado sem unanimidade, como o blog adiantou aqui —, a definição que agora vai tomar conta da Câmara é saber quem será o líder do governo Nahim. Em conversa com o blogueiro, o prefeito confirmou a reunião que teve com os vereadores de Rosinha (Albertinho, Magal, Papinha, Gil Vianna, Jorge Rangel e Kelinho) após a sessão da última quarta, dia 25, revelada por Albertinho no Folha no Ar daquele mesmo dia (aqui).
Todavia, Nahim ressalvou não ter fechado nenhum acordo para que o líder do seu governo na Câmara permanecese naquele grupo: “Eu disse que gostaria que eles dessem o líder, mas não dei nenhuma garantia”.
Na dúvida, com Dante Lucas fora do páreo, após a costura do seu nome à liderança ter sido revelada pelo blog, gerando a reação dos vereadores de Rosinha e a reunião com o prefeito, uma coisa é certa: o líder não continuará a ser Magal. Até porque, de Nahim, ele nunca foi.
O jornalista e blogueiro Alexandre Bastos já havia quebrado (aqui) a versão do líder governista da minoria, Jorge Magal (PMDB), comprada aqui pelo site Campos 24 Horas, mesmo sem abrir o espaço devido ao contraditório, de que haveria um acordo fechado entre todos os vereadores, favorável à convocação de Edson Batista (PTB) na vaga do prefeito interino Nelson Nahim (PR), na sessão de amanhã. Fazendo uso da lógica, além da sua habitual ironia, contra-argumentou Bastos: “Se não conseguiu nem unir os seus aliados para se eleger vice-presidente da Câmara, será que Magal vai conseguir o apoio dos adversários?”
Caso alguma dúvida ainda existisse, a vereadora Odisséia Carvalho (PT), em ligação a este blogueiro, adiantou seu voto sobre a convocação de Edson: Não!
Por e-mail, a petista baseou seu voto em três pontos:
1) O Artigo 65 da Lei Orgânica determina que o presidente da Câmara substituirá o prefeito em caso de imedimento ou vacância do cargo de prefeito.
2) O vereador Nelson Nahim não está licenciado ou impedido de exercer a vereança, muito pelo contrário, está exercendo uma de suas funções enquanto presidente da Câmara.
3) A Lei Orgânica e o Regimento determinam que haverá convocação de suplente nos csos de suspensão ou interrupção do exercício da vereança, que ocorrem em casos de licença, extinção, perda ou renúncia do cargo de vereador. E Nelson não se enquadra em nenhum item.
Resumo da ópera: A concovocação de Edson pode até passar na sessão de amanhã, mas não será pela unanimidade vendida por Magal, que não existe nem pela lógica, nem pelo fato.

Sobre a morte de Rubens Venâncio, bem como sua cobertura na mídia impressa da cidade que tanto deve à visão do empresário e produtor rural, o jornalista Guilherme Belido enviou por e-mail, em destaque, duas notas postadas hoje em seu site Opinião (aqui):
Homenagem – Por ocasião de sua morte recebeu merecidas homenagens de setores ligados à produção e significativos espaços na mídia.
Homenagem (I) – Na chamada de capa, o jornal O Diário publicou a foto de João Sobral – outro campista ilustre e igualmente ligado à FRC – como sendo de Rubens Venâncio. Enganos que eventualmente podem acontecer.