Brasil de Vini x Noruega de Haaland — Matar ou morrer no domingo?

 

Os craques Erling Haaland e Vini Jr. na disputa da Champions da Europa por seus respectivos clubes, Manchester City e Real Madrid, voltam a se cruzar neste domingo para matar ou morrer por Noruega e Brasil na Copa do Mundo (Foto: Reprodução)

 

 

Antes, durante e após o Brasil e Noruega

 

A partir das 17h de Brasília neste domingo (5), o que esperar do Brasil de Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo? Futebol não é matemática. Não ter certezas objetivas é seu maior atrativo e encanto. Mas sempre será ditado pelos números finais do placar. Seja em tempo normal de jogo, prorrogação ou disputa de pênaltis.

Há placares simbólicos. E o Brasil de Carlo Ancelotti reúne números históricos. A Seleção é a única com 5 Copas. E seu técnico italiano é o único com 5 Champions da Europa. Copa do Mundo e Champions têm a característica comum: são definidas em jogos de mata-mata. Na Copa, aliás, só “um mata, nada mais”, como frisou Ancelotti.

Para matar ou morrer contra a Noruega, Ancelotti deve ir a campo com Danilo Santos, do Botafogo, no lugar de Paquetá, do Flamengo, fora do jogo e talvez da Copa por contusão. É uma opção mais cautelosa do que adaptar o atacante Martinelli como meia. Ou que já entrar em campo com o jovem centroavante Endrick.

Os destaques brasileiros são os atacantes Vini Jr. e Rayan e o meia Bruno Guimarães. Desde a estreia contra Marrocos, Vini é o craque e artilheiro do time, com 4 gols. E Guimarães, com 4 assistências, o grande garçom. Enquanto Rayan, escalado desde a Escócia com a contusão de Raphinha, é o querer dos 19 anos injetado na veia do Brasil.

E na Noruega? O centroavante Erling Haaland tem 60 gols em 53 jogos por sua seleção, média de 1,13 gol por jogo. E tem 5 gols em 4 jogos só nesta Copa do Mundo, média de 1,25 por jogo. O que, em tese, impõe a qualquer time adversário a obrigação de fazer o mínimo de 2 gols para tentar vencer. Essa é a expectativa do Brasil ao domingo.

A Noruega não é só Haaland. Que tem a companhia de Sorloth, centroavante deslocado à direita; e Nusa, único do seu time a ter o drible como característica, pela esquerda. A criação das jogadas do ataque fica por conta de Odegaard. Como a armação do time é tarefa do meia Berg — não Berger, volante de marcação.

É um ataque poderoso, reforçado com o apoio dos laterais Wolfe e Pedersen. Mas, entre estes e os zagueiros Heggem e Ajer, a Noruega tem brechas na defesa. Que levou 8 gols em 4 jogos na Copa, média de 2 por jogo. Mesmo sem contar seu time reserva que tomou 4 da França, a Noruega sofreu gol em todos os jogos; até do Iraque.

O Brasil levou 2 gols na Copa de 2 bons times: 1 do Marrocos e 1 do Japão. Ambos em bolas perdidas no lado direito. O defeito pode ser fatal, sobretudo diante de Haaland. Que terá um velho conhecido no outro lado do campo, nos duelos dos clássicos entre Manchester City e Arsenal pela Premier League: o zagueiro Gabriel Magalhães.

 

A disputa particular entre o zagueiro Gabriel Magalhães e o centroavante Haaland, pelo clássico Arsenal e Manchester City da Premier League, pode ser reeditada no Brasil e Noruega pela Copa do Mundo (Foto: Reprodução)

 

O Brasil nunca venceu a Noruega: em 4 jogos, foram 2 empates e duas derrotas, uma na Copa de 1998. Em 2026, Haaland dá medo: 18 gols e 5 assistências em 33 jogos, média de 0,69 participação em gol por jogo. No ano, Vini tem 22 gols e 6 assistências em 37 jogos, média de 0,75. Medo por medo, os números do brasileiro dão mais.

Independentemente de quem passar e quem ficar na Copa após o apito final do Brasil e Noruega, Vini e Haaland, como o centroavante inglês Harry Kane, conseguiram ser protagonistas numa Copa protagonizada por uns tais Lionel Messi e Kylian Mbappé. Agora ou em qualquer tempo em que se tenha jogado futebol, é algo para poucos.

 

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Bené lidera ao Senado, seguida de Crivella, Canella e Pedro Paulo

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Benedita lidera ao Senado

Pode não ter a grande vantagem de Eduardo Paes a governador, mas a deputada federal Benedita da Silva (PT) também lidera, fora da margem de erro, a corrida por uma das duas cadeiras do RJ ao Senado. Na mesma pesquisa do instituto Paraná de julho, em dois cenários estimulados, a petista liderou entre 33,0% a 34,9% de intenção.

 

Crivella, Canella e Pedro Paulo

No cenário 1 da pesquisa de julho, atrás de Bené (33,0%) veio o também deputado federal Marcelo Crivella (REP), com 25,9%. Na disputa pela 2ª cadeira ao Senado pelo RJ, ele ficou em empate técnico com o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União), com 21,9%; e outro deputado federal, Pedro Paulo (PSD), com 21,5%.

 

Canella e Pedro Paulo

No cenário 2 da pesquisa de julho, atrás de Bené (34,9%) e sem Crivella, Canella e Pedro Paulo repetiram o empate técnico e quase numérico. Pré-candidato a senador pelo União do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, Canella teve 25,3% de intenção, contra 25,0% de Pedro Paulo como pré-candidato a senador de Eduardo Paes.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Tendência de estabilidade

No cenário 1 ao Senado, a tendência entre junho e julho foi de estabilidade. Benedita perdeu 1,2 ponto: 34,2% a 33,0%. E os demais pré-candidatos mais bem cotados oscilaram só nas casas decimais: Crivella de 26,0% a 25,9% (- 0,1 ponto), Canella de 21,3% a 21,9% (+ 0,6% ponto) e Pedro Paulo de 20,7% a 21,5% (+ 0,8 ponto).

 

Cai vantagem de Bené

No cenário 2 ao Senado, os movimentos foram mais amplos entre junho e julho, ainda que todos também dentro da margem de erro. Não para Benedita, que perdeu quase o mesmo: 1 ponto, de 35,9% a 34,9%. Mas para Canella, que ganhou 1,7 ponto: 23,6% a 25,3%. Como para Pedro Paulo, que ganhou 2,2 pontos: 22,8% a 25,0%.

 

Pleito aberto ao Senado

Embora haja favoritos nas consultas estimuladas da pesquisa Paraná às duas cadeiras que o RJ elegerá ao Senado, a consulta espontânea revela incerteza matemática ainda maior do que para governador. Com 3,0% de intenção cristalizada a Benedita e 2,2% a Canella, a esmagadora maioria de 84,3% hoje não sabe em quem votará a senador.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

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Paes a governador mais de 36 pontos à frente no 1º e 2º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Paes favorito a 3 meses da urna

Hoje, faltam 3 meses para as eleições de 4 de outubro. E, se fosse hoje, o ex-prefeito carioca Eduardo Paes (PSD) se elegeria governador do RJ. É o que mostrou a 1ª pesquisa de instituto de credibilidade neste mês de julho. Em seus dois cenários estimulados ao primeiro turno, Paes teve de 50,7% a 54,2% de intenção de voto.

 

Pesquisa de julho

Foi o que revelou a pesquisa do instituto Paraná que, entre 29 de junho e 1º de julho, entrevistou presencialmente 1.600 eleitores de 60 dos 92 municípios do estado do Rio. Com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou menos, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ04259/2026.

 

O 2º mais de 36 pontos atrás

Presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL) continua em 2º lugar na corrida a governador. Entre 13,8% e 14,6% de intenção nas duas consultas ao primeiro turno, Ruas ficou entre 36,9 e 39,6 pontos percentuais atrás de Paes. Que bateria o deputado também em um eventual segundo turno, por 62,1% a 23,9%, diferença de 38,2 pontos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Garotinho na briga e não testado

No cenário estimulado de primeiro turno em que teve seu nome testado, o ex-governador Anthony Garotinho (REP) ficou numericamente atrás, mas em empate técnico com Ruas: 13,8% deste, 4 pontos à frente dos 9,8% do político de Campos. Ainda assim, Garotinho não foi testado pela pesquisa no segundo turno contra Paes.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Tendências ao 1º turno (I)

Na série do instituto Paraná, os três primeiros colocados na corrida a governador do RJ apresentaram tendência de crescimento ao primeiro turno. Entre junho e julho, Paes foi de 48,3% a 50,7% (+ 2,4 pontos) e Ruas foi de 12,6% a 13,8% (+ 1,2 ponto), enquanto Garotinho ganhou menos: só 0,6 ponto de 9,2% aos atuais 9,8% de intenção.

 

Tendência ao 1º turno (II)

No cenário estimulado ao primeiro turno sem Garotinho, Paes e Ruas também apresentaram tendência de crescimento na série Paraná. Entre junho e julho, o ex-prefeito carioca foi de 53,0% a 54,2% (+ 1,2 ponto), enquanto o presidente da Alerj foi de 13,2% a 14,6% (+ 1,4 ponto) na intenção de voto a governador do RJ.

 

Paes sobe, Ruas cai ao 2º turno

Na simulação ao segundo turno da série do instituto Paraná, Paes também teve tendência de crescimento. Entre junho e julho, ele foi de 60,0% a 62,1% (+ 2,1 pontos) de intenção a governador do RJ. E, único adversário testado no eventual turno extra com Paes, Ruas teve tendência de queda: de 24,5% aos atuais 23,9% (- 0,6 ponto).

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Garotinho lidera rejeição

Fundamental para a definição do segundo turno, a rejeição teve mais uma vez Garotinho como líder: 39,8%. Ele foi seguido no índice negativo pelo também ex-governador Wilson Witzel (DC), com 24,8%; por Paes, com 17,9%; e por Ruas, com 10,5% no índice negativo.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Pleito aberto a governador

Apesar do favoritismo de Paes nas consultas estimuladas ao primeiro e segundo turno, como em suas tendências, a consulta espontânea revelou um pleito matematicamente ainda aberto. Falando da própria cabeça em quem votar a governador, se Paes também lidera com 15,4%, a expressiva maioria de 71,7% dos eleitores disse ainda não saber.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

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Felipe Fernandes — A humanidade e o desconhecido em “Dia D”

 

 

Felipe Fernandes, cineasta publicitário e crítico de cinema

A humanidade e o desconhecido

Por Felipe Fernandes

 

Embora tenha dirigido obras de diversos gêneros, a ficção científica parece ser o porto seguro de Steven Spielberg. Para onde ele frequentemente retorna a fim de realizar filmes bastante distintos, que lhe permitem explorar temas recorrentes em sua filmografia, como o fascínio pelo desconhecido, a infância, a família, a tecnologia e a condição humana.

Seu novo filme, “Dia D”, parte de uma história criada pelo próprio diretor, que constrói um thriller inspirado na lenda da aparição de alienígenas no Novo México, na década de 1940, incidente considerado o marco inicial da ufologia moderna e alvo de décadas de teorias conspiratórias sobre o acobertamento da existência de vida extraterrestre. Trata-se de uma história já enraizada no imaginário popular estadunidense, embora hoje menos presente na cultura pop.

O filme brinca com as teorias da conspiração e com o estranhamento em situações bizarras. Que acontecem sem muitas explicações, enquanto dois grupos correm contra o tempo para lidar com a informação e com a exposição das provas de vida extraterrestre.

A obra dialoga com um mundo polarizado e com a forma como essa descoberta poderia impactar uma sociedade em permanente estado de emergência. O filme gira em torno dessas questões, ao mostrar como tal revelação poderia afetar aspectos morais, religiosos e sociais, além de resgatar um tom de esperança e fé na humanidade, elemento mais presente nos filmes mais antigos do diretor.

Dentro dessa atmosfera de estranheza, Spielberg trabalha um tom cômico, quase juvenil, sobretudo por meio da protagonista. Essa comicidade recebe o reforço da trilha sonora do genial John Williams, que aqui entrega uma de suas composições mais esquecíveis.

O filme possui um ritmo urgente, uma correria incessante, com pessoas se deslocando de um lado para o outro, mas essa urgência pouco se justifica narrativamente. O artefato alienígena, que permite aos indivíduos adquirir certas habilidades, acaba funcionando como uma muleta para criar tensão e oferecer ao vilão algum recurso, já que sua organização é formada por incompetentes nos mais diversos níveis.

Toda essa questão do diálogo entre espécies é interessante, mas é impossível não traçar um paralelo com “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, clássico grandioso do diretor que aborda tema semelhante de forma muito mais original e inventiva. Nesse sentido, o longa parece quase uma atualização daquele filme, ao refletir as ansiedades do século XXI: o medo da desinformação, das teorias conspiratórias e da fragmentação social.

O roteiro do experiente David Koepp, parceiro habitual do diretor, é inteligente ao reunir uma dupla principal formada por um hacker, responsável por decifrar códigos, e uma jornalista, encarregada de comunicar. Essas características são essenciais para o andamento da trama. Ainda assim, o filme carece de bons personagens. Em meio a tanta correria e estranheza, é difícil criar uma conexão com qualquer um deles.

Isso se torna mais evidente no terço final da obra, quando Koepp e Spielberg abandonam a ambiguidade que havia tornado a jornada intrigante e passam a explicar a origem dos fenômenos, os segredos governamentais e as motivações por trás da “Grande Revelação” por meio de diálogos e longas cenas expositivas. Soma-se a isso uma aceitação quase imediata por parte da população, numa ingenuidade digna de filmes infantis.

“Dia D” é menos um filme sobre extraterrestres e mais uma reflexão sobre a humanidade diante do desconhecido. Spielberg demonstra, mais uma vez, que a ficção científica é um gênero poderoso para discutir a condição humana e o desejo universal de encontrar algo maior do que nós mesmos.

A sensação é a de assistir a um cineasta outrora fascinado pelo desconhecido que tenta racionalizar o mistério até esvaziá-lo. Em vez do sucessor espiritual de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” que prometia ser, “Dia D” acaba se aproximando de um exercício incapaz de recuperar a magia, a ambiguidade e a capacidade de assombro que fizeram de Spielberg um dos grandes mestres da ficção científica.

 

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Confira o trailer do filme:

 

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Arthur Soffiati — A conexão sueca sem spoiler de streaming

 

O ator sueco Henrik Dorsin é o protagonista do filme como o diplomata Gösta Engzel (Foto: Divulgação)

 

Arthur Soffiati, historiador, professor, escritor, ambientalista e crítico de cinema

A conexão sueca

Por Arthur Soffiati

 

O filme “A conexão sueca”, dirigido por Thérèse Ahlbeck e Marcus Olsson, que também são autores do roteiro, foi lançado em 2026 e só é encontrado numa plataforma digital cujo nome não divulgo.

Os nazistas promoveram uma caça impiedosa aos judeus e foram julgados e condenados no Tribunal de Nurenberg quando derrotados na Segunda Guerra Mundial. O filme mostra como o nazismo perdeu a noção de humanidade. Não é nada novo no mundo ocidental.

Mata-se um boi com toda a tranquilidade. O entendimento é que se trata de um animal inferior que existe para nos fornecer carne. É o que ainda pensamos sem o mínimo sentimento de culpa. Então, para matar uma pessoa ou os representantes de uma cultura, animalizamos o ser humano.

O ocidente procedeu assim no período colonial e mesmo depois dele. Os nativos dos continentes que não o europeu eram sub-humanos. Não tinham religião. Se tinham, suas divindades eram demoníacas. De mesma forma, eram vistos os africanos escravizados, mesmo que se convertessem ao cristianismo.

Os judeus, que tanto sofreram com a pecha de inferiores sob o nazismo, não estariam tendo o mesmo comportamento da Alemanha nazista com os palestinos? Sempre há vozes que duvidam dos argumentos governamentais. O filme mostra um oficial alemão revelando, horrorizado, o plano de extermínio dos judeus.

Recentemente, o ex-premiê de Israel Ehud Olmert escreveu um artigo condenando a política de limpeza étnica praticada pelo governo de Israel em relação aos palestinos. E há vários casos. Oskar Schindler, industrial alemão e membro do partido nazista, salvou muitos judeus do extermínio. Até mesmo João Guimarães Rosa salvou alguns judeus.

Outros casos de pessoas que não acreditaram na sub-humanidade dos judeus também se empenharam em salvá-los do extermínio nazista. Um deles foi o sueco Gösta Engzell, representado por Henrik Dorsin, no filme “A conexão sueca”. Ele era um burocrata no ministério das Relações Exteriores da Suécia que se convenceu do horror que era o racismo nazista e se empenhou em salvar judeus dentro da Alemanha e dos países invadidos por ela.

A Suécia manteve-se neutra na Segunda Guerra Mundial. Engzell e sua equipe, agindo por meios oficiais, conseguem salvar muitos judeus. Não o que desejavam, mas um bom número. Ele sofria como as pessoas que reconhecem humanidade nos outros sofrem por se sentirem impotentes e limitados.

O futuro secretário-geral da ONU Dag Hammarskjöld é também representado no filme, que se destaca pela agilidade. Os cortes e a montagem lhe conferem essa agilidade. A câmara se movimenta com rapidez. Certos conceitos de diplomacia são estampados de forma escrita na tela. A importância dada a documentos é grande. Afinal, o filme enfoca relações diplomáticas.

Apesar da agilidade, pode-se acompanhar o roteiro. A atuação dos artistas não é exemplar, mas convincente. Não deve agradar a apreciadores de filmes românticos, pois fica difícil o romantismo quando se aborda um genocídio, qualquer que seja ele.

 

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Confira o trailer do filme:

 

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Após Ancelotti virar o jogo, Brasil quebra escrita e encara outra

 

Ancelotti e Casemiro têm relação de confiança desde os tempo de ambos no Real Madrid

 

 

Fraqueza e força do Brasil

Na segunda (29), a classificação do Brasil às oitavas evidenciou suas maiores fraqueza e força até aqui nesta Copa do Mundo. A fraqueza é a saída de bola, que gerou o gol do Japão. E a força veio do banco. De onde o italiano Carlo Ancelotti virou o jogo e mostrou porque é o único técnico cinco vezes campeão da Champions da Europa.

 

Saída de bola

Como em sua estreia na Copa, no 1 a 1 com Marrocos, contra o Japão o Brasil também entregou a bola que acabaria em suas redes. Em passe errado do lateral Danilo ao japonês Sano, que conduziu a bola até bater de fora da área para abrir o placar no 1º tempo. E foi seguido o tempo inteiro por Casemiro, que já tinha amarelo e nada fez.

 

Virtudes de Ancelotti

Pela passividade, Casemiro foi para o intervalo com 213,5 milhões de brasileiros pedindo sua substituição. Mas foi mantido pelo italiano para empatar o jogo de cabeça, aos 11’ de um 2º tempo em que o Brasil se impôs. Também pela entrada do centroavante Endrick no lugar do meia Paquetá, contundido, em substituição ousada.

 

Martinelli e Bruno Guimarães

Aos 19’, enquanto os mesmos 213,5 milhões de brasileiros pediam a entrada de Neymar ou Luiz Henrique, Ancelotti levou a campo outro atacante: Martinelli. E coube a ele, aos 51’ do 2º tempo, virar o jogo a caminho da prorrogação. Concluiu dentro da área o passe açucarado de Bruno Guimarães, que já soma 4 assistências na Copa.

 

Quase gol de antologia

O Brasil impôs as cinco estrelas da sua camisa ao Japão, em jogo complicado, por conta do seu técnico italiano. Que ainda viu Vini Jr. quase marcar um gol para a antologia das Copas, após matar a bola entre as pernas do marcador, acelerar pela esquerda, driblar outros dois e concluir para o goleiro Suzuki desviar com a ponta dos dedos à trave.

 

Há 24 anos

O Brasil não virava um jogo eliminatório de Copa do Mundo há 24 anos, desde outro 2 a 1: contra a Inglaterra, nas quartas de final da Copa de 2002. Cuja final em que bateria a Alemanha por 2 a 0 para conquistar o Penta foi também a última vez que o Brasil conseguiu vencer uma seleção europeia em jogo eliminatório de Copa do Mundo.

 

As escritas e a Noruega

A 1ª escrita de 24 anos foi quebrada pelo Brasil na virada sobre a seleção asiática pela 16 avos. Com a mesma duração, a 2ª escrita espera a Noruega da máquina de gols Haaland, às 17h de domingo (5), pelas oitavas. Diferente do Japão, o histórico é francamente desfavorável ao Brasil: em quatro jogos, são duas vitórias norueguesas e dois empates.

 

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Brasil de Vini Jr. entre a Escócia e matar ou morrer com o Japão

 

 

Que Brasil após a Escócia?

A vitória de 3 a 0 do Brasil sobre a Escócia, na noite da última quarta (24), serviu a dois tipos de esperança. De um lado, com a primeira atuação consistente do Brasil na Copa, após exibições ruins no empate com o forte Marrocos e na vitória sobre o frágil Haiti. Do outro, a quem quer convencer que o Brasil já seria um dos favoritos ao Mundial.

 

O craque

Craque decisivo do Brasil na Copa, Vini Jr. marcou 4 gols e deu uma assistência em 3 jogos. E passou a figurar, ao lado de Jairzinho em 1970, de Romário em 1994 e de Ronaldo Fenômeno e Rivaldo em 2002, entre os 5 únicos jogadores da história do futebol brasileiro a marcar gols em todos os jogos da fase de grupos em Copas.

 

Os outros destaques

Como Jairzinho, Romário, Ronaldo e Rivaldo acabaram campeões, natural que o brilho individual de Vini embale sonhos. Mas futebol é esporte coletivo. A consistência do Brasil contra a Escócia se deu porque, diferente dos jogos contra Marrocos e Haiti, os atacantes Rayan e Matheus Cunha e o meia Bruno Guimarães também se destacaram.

 

O garoto e o garçom

Atleta do inglês Bournemouth, cria do Vasco e substituto do contundido Raphinha, que não vinha jogando bem, Rayan é um garoto de 19 anos que pedia passagem. Do inglês Newcastle, o volante Bruno Guimarães termina a fase de grupos como maior garçom do Brasil na Copa. Tem 3 assistências, duas contra a Escócia.

 

Matheus Cunha e Ancelotti

Já Matheus Cunha, do Manchester United, rendeu bem em novidade tática do técnico italiano Carlo Ancelotti. Escalado não como atacante, mas como 4º homem de meio de campo, em losango que repete o trabalho do treinador no Real Madrid na temporada 2023/2024, quando foi campeão da Espanha e da Europa. E Vini Jr. também brilhou.

 

O maestro do Japão

Reforçar o meio de campo parece ser opção aconselhável para o próximo adversário do Brasil. Na eliminatória 16 avos, às 14h de Brasília na segunda-feira (29), contra o Japão. Que, entre outras coisas, se caracteriza pela boa técnica e mobilidade no meio de campo. Com destaque a Kamada, do inglês Crystal Palace, camisa 15 e maestro da sua seleção.

 

Histórico x passado recente

Olhado o histórico do confronto, o Brasil não teria por que se preocupar. Em 16 jogos, venceu 12, com 3 empates e só uma vitória do Japão. Só que esta ocorreu justamente na última partida, em amistoso de 14 de outubro de 2025, dentro de Tóquio, numa merecida virada de 3 a 2, após o time treinado por Ancelotti chegar a vencer por 2 a 0.

 

Entrosamento

Introdutor do futebol profissional no Japão dos anos 1990, onde é tão ídolo quanto no Flamengo, o ex-craque Zico alertou sobre uma vantagem japonesa: constância. Sua seleção é treinada há oito anos em trabalho autoral de Hajime Moriyasu. É entrosamento bem maior do que os 13 meses de Ancelotti à frente do Brasil permitem.

 

Contras e prós

Além da aplicação tática e rapidez que caracterizam os times orientais, o Japão tem uma seleção muito bem treinada, com 11 titulares atuando em clubes da Europa e que herdou de Zico o bom trato com a bola. O Brasil tem um time em ascensão, mais qualidade individual, um craque até aqui decisivo e a camisa bem mais pesada.

 

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De Trump a Michelle, imponderável a presidente do Brasil

 

Flávio e Michelle Bolsonaro (Foto: Reprodução)

 

De Trump a Michelle, imponderável a presidente do Brasil

 

O que dizer do vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) no dia 24, antes do Brasil 3 e 0 Escócia, último jogo da fase de grupos da Copa do Mundo? Dos seus efeitos sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) a presidente, só as pesquisas dirão. Antes delas, dá para dizer: foi mais um imponderável.

Imponderável é algo que nenhuma pesquisa ou ninguém pode prever. Em 2014, foi o avião que caiu e matou o ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos. E quase elegeu presidente sua vice, a hoje deputada federal Marina Silva (Rede). Teria sido, se aquela campanha eleitoral fosse mais curta como a atual.

Parece haver uma esquadrilha de aviões de Eduardo Campos pairando no céu do Brasil. Em 2025, Lula (PT) vinha mal nas pesquisas até 9 de julho. Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou tarifar o Brasil se o Supremo Tribunal Federal (STF) condenasse Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

Lula soube surfar bem aquele imponderável de soberania nacional, cuja crista da onda veio com outro. Em 23 de setembro de 2025, Trump abriu a Assembleia Geral da ONU.  E, falando ao mundo antes do presidente do Brasil, surpreendeu ao dizer que tinha rolado com este uma “química”.

A onda favorável a Lula quebrou ainda em 2025, na operação policial no complexo de favelas cariocas do Alemão e Penha, em 28 de outubro. Com 122 mortos e ampla aprovação popular, esta foi ignorada por Lula. Que chamou a ação de “matança” e “desastrosa”. Para colher esse desastre na sua nova queda nas pesquisas.

A fase ruim de Lula chegou a 2026 acentuada no domingo de Carnaval de 15 de fevereiro. Quando, em plena Sapucaí, o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente trouxe críticas abertas à família e aos cristãos. Sua ala “famílias em conserva” foi de um grau imponderável de estupidez eleitoral.

A reação ao radicalismo identitário, além da dita “família conservadora”, alcançou até mulheres de esquerda. Que também se sentiram ofendidas pelo tratamento misógino como “pessoas que gestam”. Dado, aos berros, pela deputada federal trans Erika Hilton (Psol) ao ser eleita presidente da Comissão da Mulher em 11 de março.

Com o histrionismo de Erika Hilton por cabo eleitoral, Flávio cresceu rapidamente nas pesquisas desde que foi lançado pré-candidato a presidente pelo pai, ainda preso na carceragem da Papudinha, em 5 de dezembro. O filho 01 de Jair chegou a superar Lula numericamente nas simulações de segundo turno em pesquisas de março e abril.

Já nas pesquisas do final de abril, Flávio aparentava ter batido o teto de transferência do seu pai em intenções de voto. Até que, em 13 de maio, o site Intercept revelou o áudio e mensagens de Flávio pedindo dinheiro ao hoje ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair.

Nas pesquisas da segunda quinzena de maio a junho, Vorcaro acentuou o recuo de Flávio, após este bater seu teto em abril. Mas nada que afetasse sua larga vantagem sobre qualquer outro presidenciável de oposição. Ou sua perspectiva de disputar o segundo turno em 25 de outubro, daqui a exatos três meses e 27 dias, com Lula.

Na verdade, após o efeito Vorcaro em Flávio ser medido nas pesquisas, o que se esperava era uma que medisse o envolvimento do petista Jaques Wagner, líder governista no Senado e amigo próximo de Lula, com o escândalo do Master. Que foi revelado em operação da Polícia Federal (PF) em 18 de junho. Mas não deu tempo.

Desde 2025, a sucessão de imponderáveis para essa eleição presidencial de 2026 é tanta que, na mesma quarta de 24 de junho em que Wagner renunciou à liderança do Lula 3 no Senado, Michelle divulgou seu vídeo. Em que acusou o enteado e presidenciável, Flávio, de tê-la “desrespeitado”, “maltratado” e “humilhado”.

O racha familiar do bolsonarismo se deu por motivo aparentemente menor: o apoio ou não à candidatura do ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) a governador do Ceará, com chance real em todas as pesquisas de impedir a reeleição do petista Elmano Reis ao cargo. E a definição das candidaturas do PL ao Senado no estado nordestino.

“Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, disse Michelle do que Flávio lhe teria dito. Na verdade, o Ceará parece ter sido a gota d’água pela disputa pelo espólio eleitoral de Jair. Que “está sabendo de tudo”, garantiu a esposa sobre o vídeo e sua divulgação.

Em vídeo lendo teleprompter e cuidadosamente elaborado, Michelle claramente falou a dois eleitores que ela representa e são fundamentais ao bolsonarismo: os evangélicos e a mulher conservadora. Se, com eles, as pesquisas já davam algum favoritismo a Lula, sem eles a eleição de qualquer nome da oposição a presidente seria inviável.

Só as próximas pesquisas dirão o tamanho do estrago da madrasta na pré-candidatura presidencial do enteado 01. Na dúvida diante de mais esse imponderável, a certeza sobre a qual o antipetismo precisa ponderar: o presidenciável Flávio precisa muito mais de Michelle do que ela, virtualmente eleita senadora por Brasília, precisa dele.

 

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O Brasil que enfrenta a Escócia e o craque do século 21

 

Craque da Copa e do século, Lionel Messi, e o craque do Brasil de hoje, Vini Jr.

 

Brasil e Escócia, Marrocos e Haiti

Hoje, às 19h de Brasília, no Hard Rock Stadium, em Miami, o Brasil enfrenta a Escócia em seu último jogo na fase de grupos da Copa do Mundo. No mesmo horário, pelo mesmo Grupo C, o Marrocos pega o Haiti. Do resultado dos dois jogos serão definidos os dois, talvez três classificados à fase eliminatória. Onde quem perder volta para casa.

 

Busca de saldo de gols

Brasil e Marrocos empataram em 1 a 1 na estreia de ambos na Copa. Favoritos hoje, se vencerem, definirão o 1º e o 2º colocados do grupo pelo saldo de gols. O Brasil, que já venceu Haiti por 3 a 0, tem estes 3 gols de saldo. Marrocos, que bateu a Escócia por 1 a 0, tem este único gol de saldo. E a chance de ampliar diante da fraqueza do Haiti.

 

Saldo geral e características

Brasil e Escócia já se enfrentaram 4 vezes em Copa do Mundo, sempre em fase de grupos, com 3 vitórias brasileiras e 1 empate. Os escoceses tem o futebol marcado pela aplicação defensiva para tentar explorar contra-ataques. O Brasil, que já se marcou pela técnica dos seus laterais e meias, hoje padece de carência nos dois setores.

 

Os craques

O destaque individual da Escócia é o meia Scott McTominay, do italiano Napoli. O destaque individual do Brasil é o atacante Vini Jr., cria das divisões de base do Flamengo que brilha no Real Madrid. Dos seus pés nasceram todos os 4 gols brasileiros na Copa: marcou 2 e deu a assistência aos outros 2.

 

Quem no lugar de Raphinha?

Com a contusão de Raphinha, a dúvida do Brasil do italiano Carlo Ancelotti contra a Escócia é saber quem escalar como atacante do lado direito. Sem confirmação até ontem, as principais opções são o jovem Rayan, do inglês AFC Bournemouth e revelado pelo Vasco; e Luiz Henrique, do russo Zenit, cria do Fluminense e ex-Botafogo.

 

Holanda ou Japão à vista

Se Brasil e Marrocos confirmarem hoje seus favoritismos, enfrentarão na eliminatória 16 avos o 1º e o 2º colocados do Grupo F. Que hoje é liderado por Holanda e Japão, com os mesmos 4 pontos e os mesmos 4 gols de saldo. São dois fortes adversários, holandeses com mais tradição e japoneses com a melhor seleção que já formaram.

 

Aniversariante e outra competição

Hoje também é o aniversário de 39 anos de Lionel Messi. Ao marcar os 5 gols da Argentina em seus dois jogos na fase de grupo, o gênio do futebol chegou a 18 nas 6 Copas de que participou, como maior artilheiro de todas. Ganhe ou perca mais esse Mundial, Messi talvez seja, no século 21, o que Pelé foi no 20. Essa é a sua competição.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Copa e eleição, com e sem torcida, no Folha no Ar desta 4ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

A professora de História e servidora pública Roberta Barcellos, torcedora do Botafogo, e o engenheiro de produção João Marcelo Coutinho, torcedor do Vasco, são os convidados do Folha no Ar às 7h da manhã desta quarta (24), ao vivo, dia do aniversário de 39 anos do craque argentino Lionel Messi, na Folha FM 98,3.

Os dois darão suas perspectivas ao Brasil e Escócia às 19h da quarta, no último jogo das duas seleções na Copa do Mundo de futebol. E o que esperar do time do treinador italiano Carlo Ancelotti na fase eliminatória.

Para além do Brasil, João Marcelo e Roberta falarão também dos destaques positivos e negativos, coletivos e individuais da Copa, na qual têm brilhado alguns times e grande craques.

Por fim, com base nas pesquisas eleitorais mais recentes, os dois darão suas projeções das eleições de 4 de outubro, daqui a exatos 3 meses e 3 dias, a presidente da República (confira aqui, aqui, aqui e aqui), governador (confira aqui e aqui) e senador (confira aqui e aqui) do RJ, além das pré-candidaturas de Campos e região a deputado federal e estadual.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Governo Frederico, eleições e Copa no Folha no Ar desta 3ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Cientista político, professor da UFF-Campos e torcedor do Botafogo, George Gomes Coutinho é o convidado do Folha no Ar desta terça (23), dia do aniversário do ex-craque francês Zinédine Zidane, a partir das 7h da manhã, ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o governo Frederico Paes (MDB) em Campos, assim como as pré-candidaturas a deputado federal e estadual do município e da região.

Com base nas pesquisas eleitorais mais recentes, George também tentará projetar as eleições a presidente da República (confira aqui, aqui, aqui e aqui), governador (confira aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ.

Por fim, como apaixonado pelo futebol, ele arriscará seus palpites sobre o Brasil do técnico italiano Carlo Ancelotti na véspera do seu último jogo na fase de grupos, além dos favoritos e azarões da Copa do Mundo de futebol.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta terça poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Yara Cinthia recebe Eduardo Paes em São Francisco nesta terça

 

Pré-candidato a governador Eduardo Paes será recebido nesta terça em São Francisco de Itabapoana pela prefeita Yara Cinthia (Foto: Assessoria)

 

Favorito em todas as pesquisas até aqui (confira aqui e aqui) a governador do RJ, o ex-prefeito carioca Eduardo Paes (PSD) tem reforçado visitas no interior do estado. Neste sentido, ele será recebido nesta terça (23) em São Francisco de Itabapoana pela prefeita Yara Cinthia, sua correligionária no PSD.

Paes já concorreu duas vezes a governador. A primeira vez, em 2006, não tinha ainda cumprido nenhum dos seus quatro mandatos como prefeito do Rio. Após o segundo deles, chegou a ser favorito nas pesquisas a governador no pleito de 2018. Que acabou perdendo no segundo turno, entre outros motivos, por ser eleitoralmente forte no Grande Rio e fraco no interior fluminense.

 

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