Empate técnico de Lula e Flávio já no 1º turno em duas pesquisas

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Diferente da ampliação da vantagem de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) ao 1º turno nas pesquisas Nexus, Quaest e AtlasIntel (confira aqui, aqui e aqui) do início da semana, as novas pesquisas Ideia e Real Time Big Data projetaram o empate técnico entre os dois candidatos já na urna deste domingo (4). Como todas as pesquisas projetam ao 2º turno do dia 25.

Ideia: Lula 39,4% a 38,4% Flávio no 1º turno — Divulgada ontem (31), a Ideia deu 39,4% Lula a 38,4% Flávio no 1º turno. Esse 1 ponto de diferença é não um empate técnico, na margem de erro de 2,2 pontos para mais ou menos da pesquisa, como quase numérico.

Real Time Big Data: Lula 43% a 39% Flávio no 1º turno — Divulgada hoje (1º), a pesquisa Real Time Big Data deu Lula 43% a 39% Flávio. É uma diferença mais larga de 4 pontos, mas ainda assim outro empate técnico no limite da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da pesquisa.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Vantagem de Lula ao 1º turno menor do que na Nexus e Quaest — A vantagem de Lula sobre Flávio ao 1º turno na Ideia (1 ponto) na quarta e Big Data (4 pontos) de quinta foi menor do que a de 5 pontos medida pela Nexus (42% a 37%) e Quaest (39% a 34%) na segunda (29). Que ficou 1 ponto acima da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos das duas primeiras pesquisas.

Vantagem maior x margem de erro menor — Em aparente paradoxo, o empate técnico nos 4 pontos de vantagem de Lula sobre Flávio ao 1º turno da Big Data ficou numericamente acima dos 3,1 pontos da AtlasIntel: 45,3% a 42,2%. Na qual não houve empate técnico pela margem de erro menor, de só 1 ponto para mais ou menos, dado o universo maior de eleitores pesquisados.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Sem tendências na Ideia — A comparação entre os cenários estimulados ao 1º turno das duas últimas pesquisas presidenciais Ideia não pode ser feita para se extrair as tendências dos candidatos. Porque a consulta anterior do instituto, de 9 de setembro, incluiu o nome do inelegível Pablo Marçal (PRTB).

Tendências iguais de Lula e Flávio na Big Data — Entre os mesmos cenários de 1º turno das pesquisas Big Data de 24 de setembro e de 1º de outubro, Lula e Flávio tiveram a mesma tendência de ascensão. Lula tinha 41% de intenção e oscilou 2 pontos para cima, aos atuais 43%. Flávio também oscilou 2 pontos para cima, de 37% aos atuais 39%. A diferença era e se manteve em 4 pontos.

Indefnição entre Lula e Flávio no 1º tunro — Segundo as cinco pesquisas da semana, todas de institutos de credibilidade e com metodologias diferentes, a vantagem numérica de Lula sobre Flávio varia de 1 a 5 pontos à urna do 1º turno. E, na margem de erro das duas sondagens mais recentes, é uma diferença que tanto pode não existir, quanto ser levemente favorável a Flávio.

Dados da Ideia — A nova pesquisa presidencial Ideia entrevistou 2.000 eleitores por telefone, entre 25 e 28 de setembro. Com margem de erro de 2,2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-08706/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Dados da Big Data — A nova pesquisa Real Time Big Data também entrevistou 2.000 eleitores por telefone, entre 26 e 30 de setembro, Com margem de erro de 2,0 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-09503/2026 no TSE.

Análise do especialista — “As duas pesquisas entrevistaram 2.000 eleitores. A diferença é a margem de erro: 2,2 pontos na Ideia e 2,0 pontos na Real Time Big Data. No 1º turno da Ideia, a vantagem numérica de Lula é mais apertada: apenas 1 ponto, contra 4 pontos na Big Data”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

 

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Declaração de voto pessoal na urna do domingo de 4 de outubro

 

Hoje é quinta-feira, 1º de outubro. A três dias da urna deste domingo (4), penso ser o momento de declarar meus votos, como fiz em outras eleições nacionais e estaduais.

Acho justo quem me lê, ouve e vê saber como penso enquanto cidadão. Com a ressalva de zelo quase religioso: nenhum desses votos pessoais interferirá um milímetro na minha atuação profissional como jornalista político, analista eleitoral e/ou diretor de redação do Grupo Folha. Quer seja em blog, site, jornal, rádio e/ou televisão.

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Isso bem posto, segue abaixo o que penso justificar minhas decisões de voto:

 

DEPUTADO FEDERAL — Por afinidade e admiração à sua trajetória política de uma esquerda corajosa, não dogmática e autocrítica, desejaria votar em Heloísa Helena (Rede), 1818, a deputada federal. Mas enquanto o Brasil não adotar um sistema próximo ao distrital misto alemão, em que se permite votar em deputados por seu distrito eleitoral e por seu estado, votarei sempre em candidatos locais.

WLADIMIR GAROTINHO (PSD), 2258, desempenhou bom mandato como deputado federal, mesmo em curto espaço de tempo, de 2019 a 2020. Liderou a emenda de bancada que permitiu a conclusão do novo prédio da UFF-Campos, reunindo assinaturas de pares bolsonaristas e psolistas. E foi autor do projeto para inclusão do Norte e Noroeste Fluminense na classificação climática de semiárido. Que facilitaria acesso a crédito aos produtores rurais de 22 municípios da região, foi aprovado na Câmara e no Senado e, anda assim, acabou vetado pelo governo Lula (PT). Como prefeito de Campos, fez um primeiro governo muito bem avaliado, embora não tão bom na gestão que entregou a Frederico Paes (MDB). Mas tem compromisso com Campos e amor à cidade.

 

DEPUTADO ESTADUAL — Com coragem pessoal semelhante à de Heloísa Helena, THIAGO VIRGÍLIO (REP), 10611, é um lutador. Às vezes, pode exagerar, mas tem amadurecido em sua trajetória política e pessoal. Na qual soube dar a volta por cima após ser preso na Operação Chequinho, chegando a se formar em Direito. Enquanto esteve impedido de concorrer, foi fundamental na eleição do primo e principal aliado, Juninho Virgílio (Podemos), duas vezes, a vereador. A despeito de críticas que eu possa ter a Anthony Garotinho (REP), admiro também a lealdade de Thiago ao ex-governador. É a mesma lealdade e capacidade de luta que, a meu ver, ele devota a Campos.

 

1º VOTO A SENADORA — BENEDITA DA SILVA (PT), 131, talvez seja meu voto mais emocional. Porque repete o que dei a ela ao Senado no pleito hoje distante de 1994, quando se elegeu. Pressionada pelo escândalo do Banco Master em suas ligações milionárias com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), não agiu como uma esquerda que prefere a tática da avestruz. No lugar de enterrar a cabeça no chão, assumiu publicamente compromisso com a reforma do Judiciário, com a imposição de um código de ética e de mandatos de 12 anos aos ministros do STF. Cria das favelas cariocas, trabalhou desde adolescente, formou-se como auxiliar de enfermagem e, já aos 42 anos, em Serviço Social. Dos ex-governadores do RJ vivos, é a única sobre a qual jamais pesou nenhuma suspeita.

 

2º VOTO A SENADOR — Pelo bom trabalho em trazer emendas para Campos e região que desempenhou no Senado, quando assumiu como suplente o mandato de Arolde de Oliveira, vítima da Covid em 2020, cogitei votar em Carlos Portinho (PL), 222. Mas suas posições bolsonaristas mais radicais, que compreendo pragmaticamente, dele me afastam. Por isso, votarei em PEDRO PAULO (PSD), 555, que teve desempenho atuante em seus quatro mandatos de deputado federal e, como Benedita, não se escondeu da crise do STF. Defendeu a aplicação de impeachment de ministros do STF, que só pode ser feito no Senado, em casos de desvio de conduta, mandatos fixos ou aumento da idade mínima dos ministros, além da redução do alcance de decisões monocráticas.

 

GOVERNADOR — É uma escolha pragmática. EDUARDO PAES (PSD), 55, pode ser arrogante e por vezes politicamente inábil, mas é, sem dúvida, o melhor administrador entre os candidatos postos ao Palácio Guanabara. A quem, como eu, frequenta a cidade do Rio de Janeiro antes, durante e depois das suas quatro gestões como prefeito, salta aos olhos a transformação urbanística que ele implementou entre 2009 e 2026. E que desejaria ver espraiada a todo o estado.

 

PRESIDENTE — É outra escolha pragmática. Envelhecido como Lula, com quem disputou em 1989 a primeira eleição a presidente por voto popular após nossa última ditadura militar (1964/1985), RONALDO CAIADO (PSD), 55, entregou em 2026 uma gestão como governador de Goiás aprovada por 87% da população do estado. E, entre os candidatos da chamada 3ª via, é o que teria a maior base de apoio parlamentar se eleito presidente, fundamental à governabilidade do Brasil.

Conheci Goiás em abril de 2024, rodei de carro boa parte do estado, encontrei boas estradas, pujança econômica e uma população satisfeita com os serviços de saúde, educação e transporte públicos ofertados pelo estado. Aliado a isso, o motivo principal do meu voto, o mais à direita que já dei a presidente, mas uma direita que defendeu a vacina na pandemia da Covid, é simples: minha mãe, aos 82 anos, pode andar na rua de qualquer cidade goiana, mesmo à noite, e usar seu celular despreocupada. Sem o risco de ser assaltada, agredida ou até morta, como se dá na imensa maioria das cidades do país.

 

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Empate técnico ao Senado: Jordy e Portinho crescem, Benedita patina

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Em ascensão nas pesquisas de setembro às duas cadeiras ao Senado que o RJ elegerá no domingo (4), Carlos Jordy (PL) assumiu a liderança numérica da disputa, com 18% de intenção de voto. Na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, ficou em empate técnico com Benedita da Silva (PT), com 15%; e Carlos Portinho (PL), com 14%.

Atrás de Jordy, Benedita e Portinho — Foi o que revelou a pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje (30), a quatro dias da urna. Atrás dos três líderes, vieram Pedro Paulo (PSD), com 12%; Marcelo Crivella (REP), com 10%; Monica Benicio (Psol), com 8%; e Waguinho (REP) e Hélio Secco (Missão), com 3% cada.

Tendências: Portinho e Jordy crescem, Benedita patina — Na comparação com a Big Data ao Senado de 14 de setembro, Jordy teve crescimento real de 3 pontos: de 15% aos atuais 18% de intenção. Portinho teve crescimento ainda maior, de 4 pontos no mesmo período: de 10% aos atuais 14%. Os dois entram na reta final em tendência de alta, enquanto Benedita patina: tinha e manteve os mesmos 15%

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Benedita e Jordy lideram 1º voto ao Senado — No 1º voto ao Senado pelo RJ, Benedita liderou numericamente, com 20% de intenção. Ela ficou em empate técnico com Jordy, que teve 19%. Atrás deles, vieram Portinho e Pedro Paulo, com 12% cada; Crivella, com 10%; e Monica, com 9%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Jordy e Portinho lideram 2º voto ao Senado — No 2º voto ao Senado pelo RJ, Jordy liderou com 18% de intenção, mas em empate técnico e quase numérico com Portinho, que teve 17%. Atrás deles vieram Pedro Paulo, com 12%; Benedita e Crivella, com 9% cada; e Monica, com 8%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data às duas cadeiras ao Senado entrevistou 2.000 eleitores do RJ, incluindo de Campos, Macaé, Itaperuna, S. Fidélis, C. Frio, Casimiro, B. J. do Itabapoana e Pádua, dos dias 25 a 29. Como margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve registro RJ-08712/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Vantagem de Paes sobre Ruas no 2º turno a 1 ponto do empate técnico

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Tendência mais provável pelos números das últimas pesquisas a governador do RJ (confira aqui e aqui), o 2º turno da disputa está marcado para o dia 25, a menos de um mês. E, como no 1º turno, também é liderado por Eduardo Paes (PSD). Ele bateria no 2º turno tanto a Douglas Ruas (PL), por 41% a 36%; quanto a Anthony Garotinho (REP), por 47% a 24%.

Paes bate Ruas no 2º turno a 1 ponto do empate técnico — Foi o que revelou a pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje (30). Como no 1º turno, a vantagem de Paes sobre Ruas vem caindo também ao 2º turno. Na Big Data de 14 de setembro, Paes bateria Ruas no 2º turno por 42% a 33%, vantagem de 9 pontos. Que caiu aos atuais 5 pontos, 1 ponto além do empate técnico no limite da margem de erro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Vantagem de Paes contra Garotinho no 2º turno sobe — Na simulação do 2º turno contra Garotinho, no entanto, a vantagem de Paes tem crescido. Na Big Data de 14 de setembro, o ex-prefeito carioca bateria o ex-governador em um turno extra por 45% a 24%, 21 pontos de diferença. Essa vantagem de Paes sobre Garotinho no 2º turno oscilou 2 pontos para cima, aos 23 pontos atuais.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Rejeição explica Garotinho, Paes e Ruas no 2º turno — Fundamental à definição do 2º turno, a rejeição explica porque nele a vantagem de Paes tem caído contra Ruas e subido contra Garotinho. Este lidera de longe o índice negativo: 63% dos fluminenses não votariam no político de Campos. Que veio seguido à distância por Paes, com 44% de rejeição, enquanto Ruas tem apenas 28%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data a governador entrevistou 2.000 eleitores fluminenses, incluindo de Campos, Macaé, Itaperuna, S. Fidélis, C. Frio, Casimiro, B. J. do Itabapoana e Pádua, dos dias 25 a 29. Como margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve registro RJ-08712/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Mesa diretora da Câmara e eleições no Folha no Ar desta 5ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Vereador e presidente do MDB em Campos, Silvinho Martins é o convidado do Folha no Ar desta quinta (1º), a partir das 7h25 da manhã, ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará a transição entre Wladimir Garotinho (PL) e Frederico Paes (MDB) como prefeito de Campos, bem como a eleição à mesa diretora da Câmara Municipal, na qual é cotado (confira aqui e aqui) para ser presidente no 2º biênio.

Com base nas pesquisas mais recentes, Silvinho tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) e às duas cadeiras ao Senado (aqui, aqui, aqui e aqui) na urna deste domingo (4), daqui a apenas quatro dias. E analisará os nomes de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, o vereador de Campos tentará projetar a eleição a presidente da República, que todas as pesquisas mais recentes (confira aqui e aqui) projetam disputada voto a voto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quinta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Com ou sem Garotinho, 2º turno à vista entre Paes e Ruas

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Possibilidade numérica, mas dentro da margem de erro das pesquisas AtlasIntel (confira aqui) e Quaest (confira aqui e aqui) divulgadas ontem (29), o 2º turno a governador do RJ é quase certo na pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje (30). A quatro dias do 1º turno, Eduardo Paes (PSD) o lidera com 37% de intenção de voto, mas Douglas Ruas (PL) já tem 31%.

Menor diferença da série entre Paes e Ruas — Os 6 pontos de vantagem que Paes ainda mantém sobre Ruas é a menor diferença entre os dois na série Big Data a governador do RJ. Na pesquisa anterior do instituto, de 14 de setembro, Paes tinha 10 pontos de vantagem sobre Ruas ao 1º turno: 35% a 25%. Paes oscilou 2 pontos para baixo e Ruas teve crescimento real de 6 pontos.

 

(Infográfico: Joseli Matias

 

Com Garotinho válido, 2º turno é certo — Na 3º colocação ao 1º turno e ameaçado de inelegibilidade, Anthony Garotinho (REP) patina em setembro nos 7% de intenção. Se seu nome estiver na urna e seus votos forem validados, a certeza de 2º turno se dá com a folga de 10 pontos. Que é a diferença dos 37% de intenção de Paes aos 47% da soma dos demais candidatos.

Votos válidos no 1º turno com Garotinho: Paes 44% a 37% Ruas — Nos votos que serão contabilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no domingo (4), sem os brancos e nulos, Paes teria hoje 44% dos votos válidos. São 6 pontos e 1 voto a menos do que precisaria para vencer no 1º turno. Nos votos válidos, Ruas teria 37%, seguido de Garotinho, com 8%; e dos demais candidatos somados, com 11%.

 

(Infográfico: Joseli Matias

 

Sem Garotinho: Paes 38% a 33% Ruas no 1º turno — A pesquisa Big Data também testou o cenário estimulado de 1º turno sem Garotinho. Que Paes também liderou, com 38% de intenção. Mas foi seguido 5 pontos atrás, só 1 ponto além do limite da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da pesquisa, por Ruas, com 33%. Os demais candidatos, somados, teriam 9%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Sem Garotinho, 2º turno pelo limite da margem de erro — Sem Garotinho na urna, haveria um empate técnico na possibilidade de ter ou não o 2º turno a governador do RJ em 25 de outubro. Ele se realizaria, no limite da margem de erro, por 4 pontos. Que é a diferença dos 38% de Paes aos 42% dos demais candidatos somados no 1º turno.

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data a governador do RJ entrevistou 2.000 eleitores fluminenses, incluindo Campos, Macaé, Itaperuna, São Fidélis, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Bom Jesus do Itabapoana e Pádua, entre 25 e 29 de setembro. Como margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve registro RJ-08712/2026 no TSE.

 

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A 4 dias do 1º turno, Lula e Flávio têm empates ao 2º turno

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Indefinição ao 2º turno

Apesar da vantagem no 1º turno pouco acima do limite da margem de erro nas três pesquisas da semana, o 2º turno marcado para o dia 25, daqui a exatos 25 dias, continua completamente indefinido. Na Nexus: Lula 46% a 44% Flávio. Na Quaest: Lula 42% a 42% Flávio. Na AtlasIntel, Flávio 47,7% a 47,6% Lula.

 

Nexus: Lula 46% a 44% Flávio no 2º turno

Na comparação com as pesquisas anteriores dos mesmos institutos, a tendência ao 2º turno também parece levemente favorável a Lula. Na Nexus do dia 21, a vantagem do petista era de apenas 1 ponto: 46% a 45%. Ele ganhou mais 1 ponto, ainda no empate técnico na margem de erro, aos 2 pontos do dia 28: 46% a 44% Flávio.

 

Quaest: Lula 42% a 42% Flávio no 2º turno

Na Quaest do dia 21, era Flávio que tinha vantagem no 2º turno, de 1 ponto: 42% a 41% Lula. Este ganhou 1 ponto, Flávio ficou onde estava, e hoje o empate entre os dois é numérico: 42% a 42%.

 

Atlas: Flávio 47% a 47% Lula no 2º turno    

Na AtlasIntel do dia 23, Flávio tinha vantagem no 2º turno, mesmo que decimal, de 0,3 ponto: 47,7% a 47,4% Lula. Se já era pequena, a vantagem de Flávio diminuiu ao quase inexistente 0,1 ponto: 47,7% a 47,6% Lula

 

(Infográfico: Joseli Matias

 

Imprevisibilidade e certeza

Apesar da vantagem no 1º turno, Lula não vai além de um empate técnico e dois numéricos no 2º turno. Se o resultado deste é hoje absolutamente imprevisível, sua existência é certa nas pesquisas presidenciais que abriram a semana do 1º turno.

 

Nexus: 2º turno por 11 pontos

Sempre que o candidato que lidera o 1º turno não consegue o mínimo de 1 voto além da soma dos votos dados a todos os demais, há 2º turno. Na Nexus, o 2º turno se daria pela margem de 11 pontos: 53% da soma de todos os candidatos de oposição x 42% de Lula no 1º turno.

 

Quaest e Atlas: 2º turno por 7 pontos

Na Quaest, o 2º turno se daria por 7 pontos: 46% da soma de todos os candidatos de oposição x 39% de Lula no 1º turno. Na AtlasIntel, o 2º turno se daria por 7,3 pontos: 52,6% da soma de todos os candidatos de oposição x 45,3% de Lula no 1º turno.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da Nexus

A nova pesquisa presidencial Nexus entrevistou 2.000 eleitores por telefone, entre 25 e 27 de setembro. Com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-07557/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Dados da Quaest

A nova pesquisa presidencial Quaest entrevistou 2.004 eleitores presencialmente, entre 24 e 27 de setembro. Também com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-06520/2026 no TSE.

 

Dados da Atlas

A nova pesquisa presidencial AtlasIntel entrevistou 5.005 eleitores pela internet, entre 23 e 28 de setembro. Com margem de erro de 1 ponto para mais ou menos, teve o registro BR-04391/2026 no TSE.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Lula amplia vantagem sobre Flávio no 1º turno em três pesquisas

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Lula abre sobre Flávio no 1º turno

A quatro dias da urna de domingo (4), três pesquisas abriram a semana com ampliação da vantagem de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) ao 1º turno. Na Nexus, Lula 42% a 37% Flávio. Na Quaest: Lula 39% a 34% Flávio. Na AtlasIntel: Lula 45,3% a 42,2% Flávio. E todas projetam o 2º turno em empate numérico ou técnico entre os dois candidatos.

 

Lula acima da margem de erro

Na Nexus e na Quaest (confira aqui), a vantagem de Lula sobre Flávio no 1º turno é de 5 pontos. Está acima do limite da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos das duas pesquisas. Na AtlasIntel, a vantagem de Lula sobre Flávio no 1º turno é de 3,1 pontos. Também está acima do limite da margem de erro de 1 ponto da pesquisa.

 

Vantagem de Lula na Nexus e Quaest

Comparada cada pesquisa com a anterior de cada instituto, Lula ampliou a vantagem no 1º turno sobre Flávio. Na Nexus do dia 21, sua vantagem era de 3 pontos: 40% a 37%. E Lula ganhou 2 pontos aos 5 pontos do dia 28. Na Quaest do dia 21, a vantagem de Lula era de 4 pontos: 37% a 33%. Ele ganhou 1 ponto aos 5 pontos do dia 28.

 

Vantagem de Lula na AtlasIntel

Na AtlasIntel do dia 23, a vantagem de Lula no 1º turno sobre Flávio era de 2,4 pontos: 45,8% a 43,4%. E ganhou 0,7 ponto aos 3,1 pontos do dia 29: 45,3% a 42,2%. Foram movimentos sutis, registrados por três pesquisas diferentes, com metodologias diferentes. E todas deram vantagem a Lula, fora da margem de erro, ao 1º turno.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Bets e fake news de Nossa Senhora

O motivo dos movimentos? O anúncio de Lula, no dia 25, da proibição das bets que o seu governo regulamentou em 2023. Além de dois recursos políticos que o petismo sempre condenou no bolsonarismo: fake news e religião. Com Flávio falsamente posto de algoz de Nossa Senhora Aparecida, nas redes sociais, como padroeira do Brasil.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Crise e ativismo do STF, TSE e eleições no Folha no Ar desta 4ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Os advogados criminalistas Alex Ribeiro Cabral e Roberto Corrêa são os convidados do Folha no Ar a partir das 7h15 da manhã desta quarta (30), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Eles analisarão a crise no STF (confira aqui, aqui e aqui), com robustas suspeitas de relações pecuniárias milionárias de alguns dos seus ministros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, bem como a interferência direta da Corte em decisões eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na correlação da politização cada vez escancarada de alguns ministros do STF, assim como com base nas pesquisas mais recentes (confira aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), Roberto e Alex darão suas projeções da eleição a presidente da República.

Por fim, também com base nas pesquisas mais recentes, os dois juristas tentarão projetar a eleição a governador (confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) e às duas cadeiras ao Senado do RJ (aqui, aqui, aqui e aqui) na urna deste domingo (4), daqui a apenas cinco dias. E analisarão os nomes de Campos e região a deputado federal e estadual.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Com ou sem Garotinho, 2º turno entre Paes e Ruas é a tendência

 

(Arte: Joseli Matias)

 

A 5 dias do 1º turno, Eduardo Paes (PSD) segue liderando a governador do RJ. Mas também segue oscilando para baixo nas intenções de voto, enquanto Douglas Ruas (PL), em 2º lugar, cresce. É o quadro da pesquisa AtlasIntel de hoje (29), que indica o 2º turno mesmo se os votos dados a Anthony Garotinho (REP) não foram contabilizados.

Paes oscila para baixo, Ruas cresce — Entre as pesquisas de 20 e 29 de setembro, Paes oscilou 1,6 ponto para baixo: de 45,7% de intenção ao 1º turno aos atuais 44,1%. No mesmo período, Ruas teve crescimento real de 3,3 pontos, acima da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da pesquisa. E foi de 32,4% aos 35,7%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

E se Garotinho tiver votos não validados? — Paes oscilou para baixo na sua liderança nas pesquisas dos últimos meses, todas com crescimento real de Ruas. A maior esperança de quem torce por uma definição do 1º em turno único passou a ser Garotinho. Ou a possibilidade de, ameaçado de inelegibilidade, o político de Campos estar na urna, mas não ter os votos validados.

Paes com e sem Garotinho — Em 3º lugar ao 1º turno, Garotinho teve 6,3% de intenção na AtlasIntel de hoje. Excetuados os 2,0% de votos brancos e nulos, os 44,1% de Paes seriam 45,0% nos votos válidos, se valerem os de Garotinho. Mas, se estes não valerem, Paes chegaria a 48,1%. Dentro da margem de erro, a tendência numérica é de definição só no 2º turno.

Ruas com e sem Garotinho — Por sua vez, os 35,7% de intenção de Ruas, excetuados os brancos e nulos, chegariam a 36,5% de votos válidos se os de Garotinho valerem. Se estes não valerem, o candidato do PL chegaria 39,0% dos votos válidos no 1º turno, ou 9,1 pontos abaixo de Paes.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Tendência ao 2º turno com e sem Garotinho — Na AtlasIntel, os 35,7% de Ruas + 6,3% de Garotinho + 3,8% de André Marinho (PL) + 3,0% de Coronel Busnello (Missão) + 3,0% de William Siri (Psol) + 1,3% de Juliete (UP) + 0,7% de Cyro Garcia (PSTU) seriam iguais a 53,8% ao 1º turno. O que são 9,7 pontos, ou 3,4 pontos sem Garotinho, além dos 44,1% de Paes. O que garantiria o 2º turno.

Paes favorito contra Ruas no 2º turno — Na projeção de 2º turno da AtlasIntel de hoje, Paes bateria Ruas no 2º turno por 51,1% a 42,1%, diferença de 9 pontos. Essa diferença oscilou 0,4 ponto para cima: na AtlasIntel de 20 de setembro, Paes venceria Ruas no 2º turno por 49,2% a 40,6%, diferença de 8,6 pontos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A pesquisa AtlasIntel a governador entrevistou online 1.836 eleitores fluminenses, entre os dias 22 e 27 de setembro. Com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve os registros RJ-09456/2026 e BR-07401/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Reta final das eleições pelas pesquisas no Folha no Ar desta 3ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Professor de estatística no mestrado e doutorado em planejamento regional e gestão de cidade da Universidade Cândido Mendes, Eduardo Shimoda é o convidado do Folha no Ar desta terça (29), a partir das 7h25 da manhã, na Folha FM 98,3.

Com base nas pesquisas mais recentes, ele tentará projetar a eleição a governador (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e às duas cadeiras ao Senado (aqui, aqui, aqui e aqui) do RJ na urna deste domingo (4), daqui a apenas seis dias. E analisará os nomes de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, entre a proibição por Lula das bets que seu próprio governo regulamentou em 2023, crise no Supremo Tribunal Federal (STF), embate deste com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em questão de fake news religiosas, e as últimas pesquisas (confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), Shimoda tentará projetar a eleição a presidente da República.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta terça poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Após bets, Lula abre 5 pontos ao 1º turno sobre Flávio em duas pesquisas

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Lula (PT) 39% a 34% Flávio Bolsonaro (PL). É o cenário estimulado ao 1º turno da pesquisa Quaest divulgada hoje (28), a seis dias da urna. A vantagem de 5 pontos, 1 ponto além do limite da margem de erro, é a mesma da Nexus (Lula 42% a 37%) também divulgada hoje. Ambas, após Lula anunciar no dia 25 a proibição das bets que o seu governo regulamentou em 2023.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula ganha 2 pontos ao 1º turno na Nexus e Quaest — Comparada com a Quaest do dia 21, Lula oscilou 2 pontos para cima na Quaest do dia 28: de 37% aos atuais 39% de intenção de voto. Foi o mesmo movimento nas pesquisas Nexus dos dias 21 e 28, entre as quais Lula oscilou de 40% a 42%. A diferença é que Flávio ficou estático em 37% na série Nexus, enquanto oscilou 1 ponto para cima na série Quaest: de 33% a 34%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Empate exato ou técnico ao 2º turno — Apesar da leve tendência positiva à reeleição do presidente na semana final do 1º turno do próximo domingo (4), o 2º turno do dia 25 segue indefinido. Hoje, seria um empate exato na Quaest: Flávio 42% a 42% Lula. Na Nexus, na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos das duas pesquisas, o 2º turno seria hoje um empate técnico: Lula 46% a 44% Flávio.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Na Nexus e Quaest haverá 2º turno —  Sempre que um candidato não tem no turno inicial pelo menos 1 voto além da soma dos votos dos demais, há 2º turno. Na Nexus, o 2º turno se dá pela margem larga de 11 pontos: 55% na soma de todos os candidatos de oposição x 44% de Lula. Na Quaest, a projeção também é de 2º turno, pela margem de 7 pontos: 46% da soma da oposição x 39% de Lula.

Dados das pesquisas — A nova pesquisa Quaest entrevistou 2004 eleitores de 24 e 27 de setembro, com o registro BR-06520/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A nova pesquisa presidencial Nexus entrevistou 2.000 de 25 e 27 de setembro, com o registro BR-07557/2026 no TSE.

 

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