Efeito Moraes: Lula e Flávio em empate no 1º e 2º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Empatados numericamente em 46% a 46% na projeção ao 2º turno presidencial, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão também tecnicamente empatados nas consultas ao 1º turno, daqui a 25 dias. Na consulta estimulada: Lula 38,4% a 37,3% Flávio, apenas 1,1 ponto atrás. Na espontânea: Lula 30,7% a 28,0% Flávio, 2,7 pontos atrás.

Empate de Lula e Flávio em três pesquisas — Foi o que revelou a pesquisa presidencial Ideia revelada hoje (9), com margem de erro de 2,5 pontos para mais ou menos. O empate no 2º turno não era novidade (confira aqui). Na Quaest de segunda (7) ficou em Lula 41% a 41% Flávio. E na Nexus de terça (8), em empate técnico com Flávio numericamente à frente: 46% a 45% de Lula.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Tendência favorável a Flávio no 2º turno — Se os números indicam indefinição, a comparação com pesquisas anteriores dos mesmos institutos revela tendência favorável a Flávio. Na Ideia de agosto, a vantagem de Lula sobre Flávio no 2º turno era de 5,5 pontos: 48,5% a 43%. Na Ideia de setembro, Lula caiu 2,5 pontos, Flávio cresceu 3 e a diferença deixou de existir.

Tendência favorável a Flávio no 1º turno — A tendência se repete ao 1º turno. Na consulta espontânea, onde o eleitor fala da própria cabeça em quem vai votar e revela intenção de voto consolidada, a vantagem de Lula sobre Flávio era de 11,4 pontos na Ideia de agosto: 34,4% a 23%. Na Ideia de setembro, Lula perdeu 3,7 pontos, Flávio cresceu 5 e a diferença caiu para 2,7 pontos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Custo Moraes à campanha de Lula — A tendência favorável a Flávio apareceu em todas as pesquisas feitas após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça levantar, no dia 1º, o sigilo do relatório da Polícia Federal (PF) do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Que revelou relações (confira aqui) no mínimo questionáveis com outro ministro do STF: Alexandre de Moraes.

Empate técnico de Lula e Flávio no 1º turno — Na consulta estimulada, com os nomes dos candidatos, a Ideia de setembro projetou um único cenário, em que incluiu Pablo Marçal (PRTB). Como não fez isso em agosto, impossibilita aferir tendências. Mas, após Lula (38,4%) e Flávio (37,3%), vieram Augusto Cury (Avante), com 6,6%; e Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD): 4% cada.

Empate técnico de Lula e Flávio na rejeição — Fundamental à definição do 2º turno, a rejeição também revela leve tendência favorável a Flávio. Se ele liderou numericamente o índice negativo em agosto, com 48%, perdeu 2,3 pontos na Ideia de setembro, com 45,7% de rejeição. Que hoje, em outro empate técnico, é liderada por Lula, com 46,6%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula 3: 48,4% desaprovam, 46,5% aprovam — Considerado um dos principais obstáculos à reeleição de Lula, sua aprovação de governo caiu 2 pontos na série Ideia: de 48,5% de agosto aos 46,5% em setembro. O que é outro empate técnico com os 48,4% que hoje (0,6 ponto a menos que os 49,0% de agosto) desaprovam o Lula 3.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A pesquisa Ideia de agosto entrevistou 1.500 eleitores por telefone, entre 4 e 7 de setembro. Com margem de erro de 2,5 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-07935/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Flávia Tavares, jornalista e editora-chefe do Meio

Empate triplo de Lula e Flávio — “Após uma sequência de escândalos, Lula e Flávio aparecem triplamente empatados: na sondagem de 1º turno espontânea e estimulada e na rejeição. O eleitor só quer um dos dois na mesma medida em que não quer o outro de forma alguma”, resumiu a jornalista Flávia Tavares, editora-chefe do Meio, que encomendou a pesquisa Ideia.

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “A 25 dias da eleição, Lula e Flávio aparecem tecnicamente empatados no 1º turno, no 2º turno e na rejeição. No 1º turno, a vantagem numérica de Lula é de apenas 1,1 ponto percentual no cenário estimulado”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“No 2º turno, Lula e Flávio registram empate numérico de 46%. E na rejeição, a desvantagem numérica de Lula é de apenas 0,9 pontos percentuais. Ainda dentro do cenário projetado pela pesquisa, a aprovação de governo de Lula é de 46,5%, sendo superada pela sua rejeição: 48,4%”, completou o estatístico.

 

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Eleições de Campos e SJB ao Brasil no Folha no Ar desta 5ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Administrador público e assessor da Câmara Municipal de São João da Barra (SJB), José Vitor Silva é o convidado do Folha no Ar a partir das 7h20 desta quinta (10), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará as candidaturas de Campos e região à Câmara dos Deputados e à Alerj, que tem dois deputados estaduais ligados a SJB como candidatos à reeleição: Bruno Dauaire (União) e a ex-prefeita sanjoanense Carla Machado (PSD).

Com base nas pesquisas mais recentes (confira aqui, aqui e aqui), José Vitor tentará projetar a eleição a governador, na dúvida de conclusão em um ou dois turnos, e às duas cadeiras (confira aqui, aqui e aqui) ao Senado do RJ.

Ele analisará a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e sua influência na eleição a presidente da República, que também tentará projetar (confira aqui e aqui) a partir das pesquisas mais recentes.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quinta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Diferente da Big Data, Quaest reabre Paes governador no 1º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

A eleição a governador do RJ terá 2º turno? Na pesquisa Real Time Big Data divulgada no dia 2, sim, terá. Na pesquisa Quaest divulgada hoje (8) seria definida em turno único pelo líder Eduardo Paes (PSD). Que, na consulta estimulada ao 1º turno, teve 39% de intenção, seguido de Douglas Ruas (PL), com 18%; e Anthony Garotinho (REP), com 8%.

Pela Quaest, Paes pode levar no 1º turno — A eleição é definida no 1º turno quando nele um candidato tem, pelo menos, um voto a mais que a soma dos outros candidatos. Na pesquisa Quaest, os 39% de Paes são 8 pontos a mais, fora da margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, que os 31 da soma dos demais: 18% de Ruas + 8% de Garotinho + 5% de quatro outros candidatos.

Pela Real Time Big Data, haverá 2º turno — No entanto, na pesquisa Real Time Big Data (confira aqui) da semana passada, Paes teve 35% de intenção de voto na consulta estimulada. Foram 7 pontos a menos que os 42 dos demais candidatos: 21% de Ruas, 7% de Garotinho, 5% de William Siri (Psol), 4% de Coronel Busnello (Missão), 3% de André Marinho e 2% de outros candidatos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Movimentos da Quaest — Com metodologia e conclusões diferentes da Big Data, a Quaest trouxe uma oscilação de 2 pontos para cima de Paes entre os 37% de intenção de voto que tinha em agosto e os 39% deste mês. No mesmo período, Ruas cresceu 4 pontos, de 14% aos 18% de setembro. Garotinho oscilou 1 ponto para cima: de 7% aos atuais 8%.

Paes bate Ruas e Garotinho no 2º turno — Apesar de apontar possibilidade de conclusão no 1º turno, a Quaest teve dois cenários de 2º turno. Nos quais Paes bateria tanto Ruas, por 52% a 26%; quanto Garotinho, por 53% a 17%. A vantagem de 26 pontos de Paes em um 2º turno contra Ruas é grande, mas caiu 4 pontos em relação aos 30 da Quaest de agosto: Paes 50% a 20% Ruas.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Garotinho lidera rejeição: 68% —  Fundamental à definição do 2º turno, a rejeição entre os candidatos a governador do RJ segue liderada por Garotinho: 68% dos eleitores que o conhecem não votariam nele. À distância, ele foi seguido no índice negativo por Cyro Garcia (PSTU), com 39%; Paes, com 38%; e Ruas, com 26% de rejeição.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Quaet a governador do RJ ouviu 1.302 eleitores fluminenses, entre os dias 4 e 7 de setembro. Com margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, teve o registro RJ-04768/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Crise no STF, afastamento na PF e eleições no Folha no Ar desta 4ª

 

(Arte: Josei Matias)

 

Geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE, William Passos é o convidado do Folha no Ar a partir das 7h25 da manhã desta quarta (9), ao vivo, na Folha FM.

Ele analisará a crise (confira aqui) no Supremo Tribunal Federal (STF) e seu mais recente capítulo: o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, por determinação (confira aqui) do ministro do STF André Mendonça, que já conta com maioria na 2ª Turma da Corte.

Com base nas pesquisas mais recentes, William também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui e aqui) e senadores (confira aqui, aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, também como base das pesquisas mais recentes (confira aqui), o estatístico tentará projetar a eleição a presidente da República.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Efeito Moraes prejudica Lula e favorece Flávio nas pesquisas

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

A associação entre o governo Lula (PT) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes parece afetar as chances de reeleição do primeiro. É o que sugerem as novas pesquisas presidenciais Quaest e Nexus, ontem (7) e hoje (8). No 2º turno da Quaest: Lula 41% a 41% Flávio. No 2º turno da Nexus: Flávio 46% a 45% Lula.

Após revelação das ligações de Moraes com Vorcaro — As duas pesquisas presidenciais foram feitas após o também ministro do STF André Mendonça levantar no dia 1º (confira aqui) o sigilo de um relatório da Polícia Federal (PF) que revelou ligações de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do liquidado Banco Master. Que é responsável pela maior fraude financeira na história do Brasil.

Vantagem de Lula de 8 pontos deixa de existir na Quaest — Na série de pesquisas Quaest, em 15 de julho, Lula bateria Flávio no 2º turno por 45% a 37%, 8 pontos de vantagem, além do limite da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos. Em 7 de setembro, após a repercussão do caso Lulinha e, recentemente, das ligações de Vorcaro e Moraes, a vantagem de Lula a Flávio no 2º turno deixou de existir.

Na Nexus, vantagem numérica de Lula hoje é de Flávio — Na série de pesquisas Nexus, em 27 de julho, Lula bateria Flávio no 2º turno por 47% a 43%, 4 pontos de vantagem e um empate técnico no limite da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos. Em 7 de setembro, o empate técnico se mantém, mas com Flávio numericamente à frente de Lula, por 1 ponto, no 2º turno.

“Herói da democracia”? — Após conduzir o julgamento e a condenação no STF, em 11 de setembro de 2025, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado, Moraes passou a ser incensado como “herói da democracia” por boa parte dos lulopetistas. Menos de um ano depois, com as ligações de Moraes e Vorcaro, a conta eleitoral começou a vir.

Quaest: 50% desaprovam Lula 3, 43% aprovam — Esse preço também é pago na aprovação de governo. Pela Quaest de 7 de setembro, o Lula 3 é hoje desaprovado por 50% dos brasileiros, com 43% que aprovam, 7 pontos a menos. Essa diferença era de 3 pontos, menos da metade, há apenas cinco dias. Na Quaest de 2 de setembro, eram 48% os que desaprovavam e 45% os que aprovavam.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Nexus: 50% desaprovam Lula 3, 45% aprovam — Já na série Nexus, a diferença negativa na aprovação ao Lula 3 se manteve nos mesmos 5 pontos nos últimos 8 dias. Em 31 de agosto, 51% desaprovavam o governo, contra 46% que aprovavam. Em 8 de setembro, 50% desaprovam, enquanto 45% aprovam.

Glenn Greenwalds, jornalista e advogado constitucionalista dos EUA radicado no Brasil

Jornalista da Vaza Jato — Jornalista estadunidense radicado no Brasil, Glenn Greenwald ganhou notoriedade com a Vaza Jato em 2019. Quando ele revelou a promiscuidade de juízes e procuradores da operação Lava Jato e ajudou a anular suas condenações, inclusive de Lula. Que pôde voltar a se candidatar e se eleger presidente pela 3ª vez em 2022.

Preço da esquerda — Em 2026, após as revelações das relações de Moraes e Vorcaro, o mesmo Greenwald advertiu (confira aqui) no último dia 2: “Foi a esquerda que transformou Moraes em sua divindade e herói. Agora que a situação se tornou constrangedora para eles, nenhuma pessoa racional acreditará nessa tentativa repentina de fingir que isso nunca aconteceu.”

Dados das pesquisas — A pesquisa Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores, de 3 a 6 de setembro, com o registro BR-01720/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa Nexus ouviu por telefone 2.002 eleitores, de 4 a 7 de setembro, com o registro BR-06790/2026 no TSE. As duas pesquisas tiveram margem de erro de 2 pontos para mais ou menos.

 

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Prisão de Bacellar e eleições com Marquinho no Folha no Ar desta 3ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Vereador de oposição em Campos, Marquinho Bacellar (União) é o convidado do Folha no Ar a partir das 7h da manhã desta terça (8), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele falará do caso que gerou prisão do irmão (confira aqui e aqui), o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União), do destino do seu grupo nas eleições de outubro (confira aqui e aqui) e da crise (confira aqui) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Com base nas pesquisas mais recentes, Marquinho também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui, aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, também como base das pesquisas mais recentes (confira aqui, aqui e aqui), o vereador tentará projetar a eleição a presidente da República.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta terça poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Defesa de Moraes tem paralelo: 8 de janeiro de 2023

 

Do seu camarote, ministro do STF Alexandre de Moraes exibe o dedo do meio como resposta à arquibancada que o vaiava no jogo Conrinthias e Palmeiras, pelas oitavas de final da  Copa do Brasil, na noite de 30 de julho de 2025

 

 

Defesa de Moraes tem paralelo: 8 de janeiro de 2023

Por Aluysio Abreu Barbosa

 

“Inacreditável o que fez Alexandre de Moraes. Acho que nem mesmo a imaginação mais fértil e pessimista poderia antever esse tipo de atitude. O ministro tenta arrastar o STF (Supremo Tribunal Federal) para o subsolo da podridão.” Foi o que disse no início da manhã de ontem (4) o advogado criminalista Felipe Drumond.

Felipe foi o convidado do programa Folha no Ar na manhã de quinta-feira (3), quando analisou juridicamente o relatório da investigação da Polícia Federal sobre o caso Master. Que trouxe fortes suspeitas sobre o envolvimento no mínimo suspeito entre o ministro do STF Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, hoje preso.

No Brasil em que o STF virou protagonista político da República e defensor dos interesses pessoais de seus ministros, muito além (e muito aquém) do papel de defensor da Constituição, os fatos se sucedem “numa velocidade estonteante”, como cantou Caetano. A análise da crise no STF pelo criminalista seria aproveitada na edição da Folha deste sábado (5). Mas ficou velha com os novos fatos.

Ainda na noite de quinta, como relator do inquérito das fake news, Moraes pediu ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a investigação de Mendonça por improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na divulgação das mensagens do celular de Vorcaro. Que têm Moraes posto a nu como advogado do responsável pelo maior rombo do sistema financeiro na história do país.

“Primeiro, Moraes se coloca como vítima de atos que seriam nulos por violarem o sistema acusatório. Atos de Mendonça que foram muito menos contundentes que todas as providências investigatórias que Moraes vem tomando na presidência de inquéritos no STF. E que a Corte tem referendado como supostamente convergentes com a Constituição”, analisou o criminalista Felipe Drumond na manhã de sexta.

Ainda na noite de quinta, após Moraes dobrar a aposta, Mendonça a cobriu. O ministro do STF “terrivelmente evangélico” indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também pediu ao presidente Fachin que Xandão, “herói da democracia” indicado pelo ex-presidente “golpista” Michel Temer (MDB), fosse afastado cautelarmente do STF.

Em movimento de pinça com Moraes, na noite de quinta foi revelado que Gilmar Mendes, decano do STF, tinha se reunido com Lula (PT) na tarde de terça. Foi logo depois de o relatório da PF com base no celular de Vorcaro desnudar Moraes. Ao estilo Jair Bolsonaro e Renan Santos (Missão), Gilmar aconselhou o atual presidente da República a “reagir” a ordens de Mendonça à PF que considerasse “ilegais”.

“Como assim?!?! Um ministro do STF defendendo explicitamente que decisões de magistrados podem não ser cumpridas?! Sem contar que, mais uma vez, Gilmar extrapola como assessor especial do Poder Executivo! É inaceitável esse tipo comportamento de um ministro do STF”, delimitou ainda na noite de quinta o estrategista político carioca Orlando Thomé Cordeiro.

Quem reagiu foi Fachin. Primeiro, na manhã de ontem, tirou o pedido de Moraes para investigar Mendonça do inquérito das fake news. Pouco depois, em reunião com Lula mais republicana que a de Gilmar na terça, o presidente do STF anunciou urgência em acabar com o próprio inquérito das fake news e impor um código de ética à Corte.

Desde terça, quando Mendonça levantou o sigilo da investigação da PF, já cabia a Fachin decidir se e quando encaminhará ao plenário da Corte a decisão de investigar ou não Moraes pela promiscuidade da sua relação com Vorcaro, revelada no celular deste. Agora o presidente do STF vai conduzir pessoalmente os dois inquéritos com o chumbo trocado entre Moraes e Mendonça.

Alheio ao ordenamento jurídico brasileiro, o inquérito das fake news foi aberto de ofício em 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Que, sem o sorteio regimental, nomeou Moraes relator. O objetivo foi rasgar a Constituição para censurar matéria da revista Crusoé, em que o empresário Marcelo Odebrecht afirmava ser Toffoli “o amigo do amigo do meu pai”, destinatário de propina revelado na Lava Jato.

Procuradora-Geral da República (PGR) à época, Raquel Dodge classificou o STF como “tribunal de exceção” pela instalação do inquérito das fake news. Que, segundo seu parecer, servia para acumular em um mesmo órgão as funções de investigar, acusar e julgar. Ela tentou arquivar e declarar a nulidade do inquérito ainda em 2019. O ex-promotor de Justiça Moraes ignorou a manifestação da PGR.

Quem se deu ao trabalho, mais de sete anos depois, de ler na terça as 218 páginas do relatório da PF, sobre o que havia no celular de Vorcaro, tem perguntas óbvias.

Por que um ministro do STF redigiu um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia da sua esposa e um banco que dava um rombo estimado em mais de R$ 50 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC)?

Por que, depois disso, o dono do banco buscou nesse ministro do STF as orientações de um advogado criminal, dois dias antes de ser preso pela PF?

Por que, depois do contrato de R$ 129 milhões, outra empresa do dono do banco firmou outro contrato, de outros R$ 50 milhões, com o mesmo escritório da mesma esposa do mesmo ministro, tentando pagar com um jatinho e um helicóptero?

Por que o dono do banco mandou emitir cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para dois filhos dos três filhos do mesmo ministro do STF e da mesma advogada?

Por que o ministro do STF e um banqueiro já investigado pela PF, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), se encontraram pessoalmente, no mínimo, seis vezes? Por que interagiram 187 vezes por celular?

Por que, numa dessas quase duas centenas de interações, o banqueiro se declarou ao ministro do STF: “Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você. Toda minha família, funcionários, parceiros, amigos que dependem de nós têm uma dívida de vida contigo e com a sua família. Muito obrigado por tudo. Agora é continuar na pegada pra conseguir concluir, se Deus quiser”?

Quem ainda relativiza a necessidade dessas respostas ao Estado Democrático de Direito no Brasil tem seu paralelo. Com qualquer um que tenha participado ou apoiado a invasão à Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Flávio lidera no RJ em empate técnico com Lula e aquém de Jair

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Flávio Bolsonaro (PL) lidera numericamente a corrida presidencial no estado do Rio de Janeiro (RJ), mas em empate técnico com Lula (PT), nas consultas estimuladas (com a apresentação dos nomes dos candidatos) ao 1º e 2º turno. A pouco mais de 30 dias da urna de 4 de outubro, foi o que revelou a pesquisa Real Time Big Data de setembro.

RJ: Flávio 45% a 41% Lula no 2º turno — Na estimulada ao 1º turno, Flávio tem 36% de intenção de voto entre os eleitores fluminenses, 2 pontos acima dos 34% de Lula. A liderança numérica, em empate técnico na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da pesquisa, se repete no cenário de 2º turno: Flávio 45% a 41% Lula.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Peso nacional do RJ — Estado capital à definição nacional de uma eleição a presidente que todas as pesquisas recentes projetam apertada e em dois turnos, o RJ tem 12,857 milhões de eleitores aptos a votar. Atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, é o 3º maior colégio eleitoral do país, com 8,1% de todos os eleitores brasileiros.

Flávio 2026 aquém de Jair 2022 — A vantagem numérica de Flávio ao 1º e 2º turno no RJ é inferior ao desempenho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra Lula em 2022. Quando o capitão perdeu nacionalmente por 1,8 ponto, mas bateu o petista no RJ por 10,41 pontos no 1º turno (51,09% a 40,68% dos votos válidos) e por 13,06 pontos no 2º turno (56,53% a 43,47%).

Filho 01 mais de 11 pontos abaixo do pai — Pela pesquisa Big Data, Flávio teria hoje 15,09 pontos de intenção de voto a menos do que os votos que seu pai de fato teve no 1º turno presidencial de 2022 do RJ. O filho 01 também teria hoje 11,53 pontos de intenção de voto a menos do que os votos que Jair de fato teve no 2º turno presidencial de 2022 do RJ.

Cury chega a 13% no RJ a presidente — A Big Data captou no RJ o reflexo da principal mudança da semana (confira aqui e aqui) nas pesquisas presidenciais. Na consulta estimulada ao 1º turno, Augusto Cury (Podemos) teve 13% de intenção de voto entre os fluminenses. Junto com Flávio e Lula, mas abaixo destes, Cury é o único no estado e no país a pontuar em dois dígitos a presidente.

Rejeição no RJ: Lula 50% a 49% Flávio — Como ocorre nacionalmente, Lula e Flávio também lideram no RJ entre os candidatos a presidente na rejeição, índice negativo e fundamental à definição do 2º turno. Não votariam em Lula 50% dos fluminenses, em empate técnico e apenas 1 ponto a mais com os 49% que não votam em Flávio. Cury tem só 26% de rejeição no estado.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula 3 desaprovado por maioria de 55% do RJ — Um dos principais obstáculos à reeleição de Lula nas pesquisas nacionais, a desaprovação ao seu trabalho como presidente chega à maioria de 55% dos eleitores fluminenses. Os que aprovam, 13 pontos abaixo, são 42%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A pesquisa Real Time Big Data a presidente entrevistou 2.000 eleitores do RJ, entre 28 de agosto e 1º de setembro. Com margem de erros de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-02209/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Espancamento na UFRJ, eleições e Master no Folha no Ar desta 6ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Sociólogo e professor da Uenf, Roberto Dutra é o convidado para fechar a semana do Folha no Ar, a partir das 7h da manhã desta sexta (4), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o caso do espancamento de um aluno do curso de História da UFRJ por colegas de esquerda (confira aqui e aqui) na última terça (25), por conta de uma alegada (confira aqui) apologia ao nazismo, e o clima de intolerância política entre os corpos discente e docente das instituições de ensino superior no Brasil, sobretudo as públicas.

Com base nas pesquisas mais recentes, Roberto também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui, aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, o sociólogo analisará a investigação da Polícia Federal (PF) sobre o caso Master, que revelou suspeitas de envolvimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet (confira aqui e aqui). E que influência isso poderá ter na eleição a presidente da República que as pesquisas (confira aqui, aqui e aqui) projetam apertada.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta sexta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Benedita, Crivella, Pedro Paulo e Jordy lideram ao Senado

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Benedita da Silva (PT) e Marcelo Crivella (REP) lideram numericamente, com 14% de intenção de voto cada, a corrida pelas duas cadeiras que o RJ elegerá em 4 de outubro. Na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, eles ficaram em empate técnico com Pedro Paulo (PSD), que teve 13%; e Carlos Jordy (PL), com 11%.

Abaixo de Benedita, Crivella, Pedro Paulo e Jordy — Foi o que revelou o agregado entre 1º e 2º votos a senador da consulta estimulada (com a apresentação dos nomes dos candidatos) da pesquisa Real Time Big Data divulgada hoje (2). Dividem a 5ª colocação na corrida Carlos Portinho (PL), Monica Benicio (Psol), com 9% cada; ambos em empate técnico com Waguinho (REP), com 8%.

Benedita e Crivella lideram no 1º voto ao Senado — No 1º voto ao Senado pelo RJ, Benedita e Crivella lideraram a pesquisa Big Data em empate exato: 18% de intenção cada. Na 3ª colocação, vieram depois, em empate técnico, Pedro Paulo e Jordy, com 11% cada; Portinho e Monica, com 9% cada; e Waguinho, com 7%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Pedro Paulo, Jordy, Bené e Crivella lideram 2º voto — No 2º voto ao Senado pelo RJ, Pedro Paulo liderou numericamente a pesquisa Big Data, com 14% de intenção. Ele ficou em empate técnico, na margem de erro, com Jordy, que teve 11%; e com Benedita e Crivella, que tiveram 10% cada. Portinho, Monica e Waguinho empataram na 5ª colocação, com 9% cada.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data a governador do RJ ouviu 2.000 eleitores fluminenses entre 28 de agosto e 1º de setembro. E teve o registro RJ-08350/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “Na disputa ao Senado, a Real Time Big Data aferiu a intenção do 1º e do 2º voto dos fluminenses. Na síntese dos cenários, Benedita e Crivella empatam técnica e numericamente com 14%”, explicou William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“Benedita e Crivella vieram seguidos na pesquisa por Pedro Paulo, com 13%, Carlos Jordy, com 11%, Carlos Portinho e Monica Benicio, ambos com 9%; Waguinho, com 8%, Marcos Dias (Podemos), com 3%; e Comandante Ribeiro Afonso (DEM) e Ó Clemente (DEM), ambos com 1%”, completou o estatístico.

 

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Moraes e Gonet no Master e eleições no Folha no Ar desta 5ª

 

(Arte: Heverton Luna)

 

Advogado criminalista, Felipe Drumond é o convidado do Folha no Ar a partir das 7h25 da manhã desta quinta (3), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o teor das investigações do escândalo do liquidado Banco Master pela Polícia Federal (PF), cujo sigilo foi levantado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Mendonça, com suspeitas de envolvimento do também ministro do STF Alexandre de Moraes (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet (confira aqui e aqui).

Com base nas pesquisas mais recentes, Felipe também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui, aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, ele tentará projetar a eleição a presidente da República polarizada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas que teve nas últimas pesquisas (confira aqui e aqui) o 1º candidato da chamada 3ª via, o escritor, psiquiatra e professor Augusto Cury (Avante), a também pontuar acima dos dois dígitos de intenção de voto.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quinta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Paes lidera a governador e Ruas cresce com 2º turno à vista

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Eduardo Paes (PSD) continua liderando a corrida a governador do RJ, com 35% de intenção de voto ao 1º turno. Mas está em tendência de baixa: caiu 2 pontos dos 37% que tinha em julho. Douglas Ruas (PL) tem 14 pontos a menos, com 21% ao 1º turno. Mas está em tendência de alta: cresceu 5 pontos sobre os 16% que tinha em julho.

Garotinho desidrata — É o que revelou a consulta estimulada (com a apresentação dos nomes dos candidatos) do 1º turno da pesquisa Real Time Big Data a governador divulgada hoje (2). Na qual Anthony Garotinho (REP), sob ameaça de inelegibilidade (confira aqui, aqui e aqui) perdeu os 5 pontos que Ruas ganhou: o político de Campos tinha 12% de intenção em julho e hoje tem 7%.

Em empate técnico com Garotinho — Em empate técnico com Garotinho na 3º colocação a governador, na margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da nova Big Data, ficaram William Siri (Psol), com 5%; Coronel Busnello (Missão), com 4%; e André Marinho (Novo), com 3%.

Big Data aponta 2º turno a governador — A possibilidade de Paes definir a eleição no 1º turno não existe mais na Big Data de setembro. As intenções de voto de todos os demais candidatos somadas dão 42%. São 7 pontos a mais, fora da margem de erro, que os 35% de Paes. Na Big Data de julho, Paes tinha empate de intenção nos mesmos 37% da soma dos demais candidatos.

Ruas tira 5 pontos de diferença para Paes no 2º turno — Apesar do crescimento de Ruas ao 1º turno, enquanto oscilou para baixo na margem de erro, Paes bateria o adversário em um eventual 2º turno por 41% a 30%, 11 pontos de diferença. No entanto, na Big Data de julho, a simulação de 2º turno deu Paes 43% a 27% Ruas. Esta diferença de 16 pontos caiu 5 pontos no início de setembro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Paes e Garotinho no 2º turno — Hoje, Paes também bateria Garotinho no 2º turno por 45% a 25%, 20 pontos de diferença. Que só oscilou 1 ponto desde a Big Data de julho, quando Paes bateria Garotinho no 2º turno por 44% a 25%, 19 pontos de diferença.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Garotinho lidera rejeição, que Ruas tem menos que Paes — Considerada fundamental à definição do 2º turno, a rejeição segue liderada por Garotinho, com proibitivos 61% no índice negativo. No qual foi seguido, a 19 pontos de distância, por Paes, que teve 42% de rejeição. Com apenas 29%, 13 pontos a menos, Ruas pode ter nisso uma vantagem no 2º turno contra Paes.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Ainda desconhecido por 30%, Ruas tem espaço para crescer — Ruas tem outra vantagem a ser explorada nos 32 dias de campanha até a urna do 1º turno em 4 de outubro: 30% dos eleitores fluminenses dizem ainda não conhecê-lo o suficiente para opinar. Só 4% dizem o mesmo sobre Paes, com 26 pontos a menos de espaço para crescer. Sobre Garotinho, 8% ainda dizem não conhecer para opinar.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Real Time Big Data a governador do RJ ouviu 2.000 eleitores fluminenses entre 28 de agosto e 1º de setembro. E teve o registro RJ-08350/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “Paes lidera com diferença de 14 pontos sobre Ruas. Garotinho, William Siri, Coronel Busnello, André Marinho, Cyro Garcia e Juliete somam 21 pontos. Nos dois cenários de 2º turno, Paes perfaz 11 pontos de vantagem sobre Ruas e 19 pontos sobre Garotinho”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“A pesquisa Real Time Big Data mediu a rejeição múltipla dos candidatos a governador, quando os eleitores entrevistados podem informar mais de um nome. Garotinho, Paes e Ruas lideram com, respectivamente, 61%, 42% e 29% de rejeição”, completou o estatístico.

 

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