Espancamento na UFRJ e eleições no Folha no Ar desta quarta

 

(Arte: Hevertton Luna)

 

Professor do IFF, Henrique da Hora é o convidado do Folha no Ar desta quarta (2), ao vivo, a partir das 7h25 da manhã, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o caso do espancamento de um aluno do curso de História da UFRJ por colegas de esquerda (confira aqui e aqui)  na última terça (25), por conta de uma alegada (confira aqui) apologia ao nazismo, e o clima de intolerância política entre os corpos discente e docente das instituições de ensino superior no Brasil, sobretudo as públicas.

Com base nas pesquisas mais recentes, Hamilton também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, o professor tentará projetar a eleição a presidente da República polarizada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas que nas últimas pesquisas (confira aqui e aqui) trouxe o 1º candidato da chamada 3ª via, o escritor, psiquiatra e professor Augusto Cury (Avante), a também pontuar acima dos dois dígitos de intenção de voto.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Cury cresce a 11% em outra pesquisa, com Lula 44% a 44% Flávio no 2º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

A 33 dias da urna de 4 de outubro, Augusto Cury (Avante) é a novidade da corrida presidencial liderada por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Após a Nexus de ontem (confira aqui), hoje a Real Time Big Data confirmou: Cury é o 1º candidato da chamada 3ª via a pontuar acima dos dois dígitos ao 1º turno, com os mesmos 11% de intenção de voto.

Cury cresce a 11% em duas pesquisas — Com periodicidade mais espaçada que a Nexus, que faz sondagens semanais desde agosto, a Big Data presidencial anterior é de 21 de julho. Quando, com alguns nomes diferentes na consulta estimulada ao 1º turno, Cury teve 1%. E cresceu 10 pontos de lá para cá. Na Nexus, em uma semana, ele cresceu 9 pontos: de 2% para os mesmos 11%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula lidera ao 1º turno — Na Big Data, Lula lidera a intenção de voto estimulada ao 1º turno neste início de setembro, com 38%. São 8 pontos a mais que Flávio, que tem 30%. Com 11%, Cury ainda está 19 pontos atrás do 2º colocado. E foi seguido por Renan Santos (Missão), com 7%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; e Romeu Zema (Novo), com 2%.

Hoje, o 2º turno seria certo — Com outros 2% aos demais candidatos que pontuaram na consulta estimulada ao 1º turno, são 56 pontos na soma de todos os nomes da oposição, ou 18 pontos acima dos 38% de Lula. O que garante, para muito além da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da nova Big Data, a realização do 2º turno marcado para 25 de outubro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula no 2º turno em empate exato com Flávio e atrás de Caiado — A Big Data revelou indefinição ao 2º turno. Nele, hoje, Lula ficaria no empate exato com Flávio (44% a 44%), atrás numericamente de Caiado (43% do petista a 45%) e no empate técnico com Zema (43% a 40%). Para além da margem de erro, Lula só bateria hoje no 2º turno a Renan, por 44% a 37%, 7 pontos de vantagem.

Vantagem de Lula sobre Flávio no 2º turno desaparece — A tendência da série Big Data também não foi positiva ao petista contra o seu ainda mais provável adversário no 2º turno. No qual Lula teve vantagem numérica, ainda que no empate técnico, contra Flávio na pesquisa de 21 de julho: 45% a 42%. Na de 1º de setembro, sumiram esses 3 pontos de diferença entre os dois candidatos no 2º turno.

Lula e Flávio têm 50% de rejeição cada — Índice fundamental à definição do 2º turno, a rejeição revela outro empate numérico exato entre Lula e Flávio: ambos têm 50% no índice negativo. Que, com escolha múltipla do eleitor, seguiu com Caiado e Renan (com 39% cada), e Zema (36%). Na 3º posição na intenção de voto e não testado ao 2º turno, Cury tem só 28% de rejeição.

Em duas pesquisas, 51% desaprovam o Lula 3 — Lula teve má notícia na avaliação popular do seu trabalho como presidente. Pela nova Big Data, ele é desaprovado por 51% dos brasileiros, 6 pontos a mais, diferença fora da margem de erro, do que os 45% que hoje aprovam. O resultado foi quase igual ao da Nexus de ontem: os mesmos 51% desaprovam e, 5 pontos abaixo, 46% aprovam.

Dados da pesquisa — A nova pesquisa presidencial Real Time Big Data entrevistou por telefone 2.000 eleitores de todo o Brasil, entre os dias 27 e 31 de agosto. Com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-03490/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Espancamento na UFRJ e eleições no Folha no Ar desta terça

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Cientista político e professor da Uenf, Hamilton Garcia é o convidado do Folha no Ar a partir das 7h25 da manhã desta terça (1º), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele analisará o caso do espancamento de um aluno do curso de História da UFRJ por colegas de esquerda (confira aqui e aqui)  na última terça (25), por conta de uma alegada (confira aqui) apologia ao nazismo, e o clima de intolerância política entre os corpos discente e docente das universidades brasileiras, sobretudo as públicas.

Com base nas pesquisas mais recentes, Hamilton também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, o cientista político tentará projetar a eleição a presidente da República polarizada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), mas que na última pesquisa (confira aqui) trouxe o 1º candidato da chamada 3ª via, o escritor, psiquiatra e professor Augusto Cury (Avante), a também pontuar acima dos dois dígitos de intenção de voto.

Quem quiser participar do Folha no Ar desta terça poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Cury cresce a 11% no 1º turno, com Lula 46% a 45% Flávio no 2º turno

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Com Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) repetindo o empate técnico e quase numérico (46% do petista a 45%) ao 2º turno, a nova pesquisa Nexus divulgada hoje (31) traz mudanças ao 1º turno. No qual, além da queda dos dois líderes na corrida, outro candidato teve pela 1ª vez dois dígitos de intenção: Augusto Cury (Avante), com 11%.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Após debate e sabatinas, Cury cresce 9 pontos — Desde o início de agosto, a Nexus realiza pesquisas semanais. E fecha o mês com o crescimento de 9 pontos de Cury em uma semana. Que teve o debate na Band no dia 23, só com a presença de Cury, Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), e as sabatinas dos principais candidatos a presidente, do dia 24 ao 29, no Jornal Nacional.

Cury tira votos de Flávio, Lula e Zema — Na consulta estimulada ao 1º turno na Nexus, no espaço de apenas uma semana, Cury parece não só ter tirado voto de Lula (perdeu 2 pontos, de 41% a 39%) de Flávio (caiu 4 pontos, de 37% a 33%); e Romeu Zema (Novo, que perdeu 2 pontos, de 3% a 1%). Os que diziam votar branco e nulo caíram 2 pontos no mesmo período: 5% aos atuais 3%.

Saída e entrada — Somadas as quedas de 4 pontos de Flávio, 2 de Lula, 2 de Zema e 2 dos que diziam votar branco e nulo, mesmo diante dos nomes dos candidatos na consulta estimulada da nova pesquisa Nexus, são 10 pontos. Dentro dos quais Cury ganhou 9 pontos: tinha 2% e passou a 11% em uma semana.

Quem foi ao debate não perdeu voto — Os outros dois candidatos que não caíram nas intenções de voto ao 1º turno foram os também presentes ao debate da Band. Caiado tinha e manteve 5%, Renan tinha e manteve 3%. Lula, Flávio e Zema não foram e sangraram. Após ir ao estúdio da Band em São Paulo e ameaçar não participar, Cury parece ter acertado ao integrar o debate.

Lula e Flávio mais de 20 pontos à frente de Cury — Apesar do rápido crescimento no curto espaço de tempo, Cury ainda não parece ameaçar, a 34 dias da urna do 1º turno de 4 de outubro, o provável 2º turno entre Lula e Flávio, marcado para 25 de outubro. O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 22 pontos ainda à frente de Cury, a quem o petista supera por 28 pontos.

Lula em empate técnico com Flávio e Caiado no 2º turno — Além da manutenção do 46% a 45% com Flávio no 2º turno da série Nexus, Lula também teve empate técnico por apenas 1 ponto de vantagem na simulação do turno extra com Caiado: 45% a 44%. Para além da margem de erro de 2 pontos para mais ou menos da pesquisa, o petista só superou Renan (47% a 38%) e Zema (46% a 41%).

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Cury não foi testado ao 2º turno — Embora confirme o rápido avanço que Cury passou a ter nas buscas na internet e redes sociais, desde a sua participação no debate da Band, seu crescimento na intenção de voto ao 1º turno foi tão surpreendente que ele nem chegou a ser testado nas simulações de 2º turno na nova pesquisa Nexus.

Refeição: Flávio 50% a 49% Lula — Fundamental à definição do 2º turno, a rejeição revela outro empate técnico e quase numérico entre Flávio, com 50% dos brasileiros que não votariam nele de jeito nenhum; e Lula, com 49%, só 1 ponto abaixo. Zema, com 41%; Renan, com 40%; e Caiado, com 37%, seguiram o índice negativo. Cury também não teve rejeição medida.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Cury cresce 8 pontos na espontânea — A pesquisa espontânea ao 1º turno, onde o eleitor responde da própria cabeça em quem vai votar e revela intenção de voto cristalizada, também registrou perda de 1 ponto de Lula (de 38% aos atuais 37%) e Flávio (de 31% a 30%). E o crescimento de 8 pontos de Cury, de 0% a 8% de intenção de voto com pouca chance de mudança.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula 3: 41% desaprovam, 46% aprovam — Apesar de ter perdido menos que Flávio para Cury na consulta estimulada, Lula tem outros motivos de preocupação na nova Nexus. A desaprovação ao seu trabalho como presidente subiu de 49% a 51%, enquanto a aprovação caiu os mesmos 2 pontos: de 48% a 46%. Os 5 pontos a mais de reprovação, hoje, superam a margem de erro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Nexus entrevistou por telefone 2.005 eleitores de todo o Brasil entre 28 e 30 de agosto. Com margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, teve o registro BR-08900/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Os fins e os meios — “Estão querendo empossar logo Paes?”

 

Estátua da Justiça, Rosinha Garotinho, Anthony Garotinho, Eduardo Paes, Douglas Ruas, Lula e Flávio Bolsonaro

 

Os fins e os meios — “Estão querendo empossar logo Paes?”

Por Aluysio Abreu Barbosa

 

“Acabei de saber que o TRE deixou o Garotinho ser candidato, mas tirou a oportunidade de ele participar dos debates e de programa eleitoral (…) atendendo a um pedido de Eduardo Paes, que é um frouxo, não quer enfrentar o Garotinho nos debates”, disse na quinta (27) a ex-governadora Rosinha, em vídeo (confira aqui) nas redes sociais.

O vídeo foi veiculado logo após, em decisão unânime, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do RJ impedir  (confira aqui) que Anthony Garotinho (REP), candidato a governador, também ex-governador e marido de Rosinha, use fundo partidário, propaganda eleitoral de rádio e TV ou participe de debates:

— O TRE está querendo o quê? Empossar logo (como governador) o Eduardo Paes? — questionou a ex-governadora e ex-prefeita de Campos.

Na verdade, não é que o TRE não deixou (ainda) Garotinho ser candidato, como alegou a esposa deste. O registro da candidatura do ex-governador para tentar voltar a ocupar o cargo tem previsão de ser julgado semana que vem no TRE. Até que isso aconteça, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu (confira aqui) na noite de sexta (28) as restrições do TRE ao político de Campos.

Líder isolado em todas as pesquisas, Paes não precisaria, em tese, de ajuda do TRE para se eleger governador. Ou do Tribunal de Justiça (TJ) do RJ, que no dia 11 determinou (confira aqui) o cumprimento da inelegibilidade de Garotinho, por 8 anos, pela Lei da Ficha Limpa, em decorrência de uma condenação por improbidade administrativa.

Pelo desvio de R$ 234 milhões da Saúde do RJ entre 2005 e 2006, quando era secretário de Governo da então governadora Rosinha, Garotinho foi condenado em decisão colegiada da 15ª Câmara Cível do TJ-RJ em julho de 2018. E teve seu último recurso no caso rejeitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em julho de 2025.

Toda a discussão jurídica sobre Garotinho é cronológica. Os 8 anos de inelegibilidade contam a partir da sua condenação colegiada, como exige a Lei da Ficha Limpa, em julho de 2018? Se for, ele está elegível desde julho deste ano. Ou contam a partir do transitado em julgado no STF em 2025? Se for, ele estará inelegível até julho de 2033.

Como na inelegibilidade do natimorto ex-candidato a presidente Pablo Marçal (PRTB), a questão revela a morosidade da Justiça Eleitoral e a desinteligência na condição de inércia do Judiciário. Extrapolada no STF por inquéritos intermináveis e abertos de ofício para caber tudo que neles convier como arma política aos seus ministros.

Não cabe aqui juízo de valor sobre a elegibilidade ou não de Garotinho. Mas lembrar que a questão poderia estar resolvida desde julho de 2025. E que, retomada 13 meses depois, em agosto de 2026, soa oportunista. Sobretudo quando a questão é aberta em uma decisão do TJ-RJ cujo presidente Ricardo Couto é o governador em exercício.

No último dia 19, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, retirou de pauta a definição do comando do governo do RJ, porque não havia consenso na Corte. Na prática, deixou Couto governador até as eleições de outubro. O que foi estranhamente antecipado (confira aqui) pelo presidente Lula (PT) em evento na Fiocruz em 23 de maio:

— A Justiça tomou uma decisão que hoje acho correta, de colocar você como governador interino até as eleições — disse Lula, ao lado de Couto, pouco mais de três meses atrás.

Após a renúncia de Cláudio Castro (PL) em 23 de março, na véspera de não ser cassado pelo TSE, a questão do novo Executivo do RJ corria bem até abril. Os ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia votaram para que a eleição do governador-tampão fosse indireta, pela Alerj, com voto secreto.

Por sua vez, para o ministro Cristiano Zanin, a escolha deveria ser por voto popular. Mas, em 9 de abril, o ministro Flávio Dino pediu vista no caso e adiou a conclusão do julgamento. Foi mais de um mês antes de Lula dizer, em evento público e diante de Couto, que este permaneceria governador até as eleições de outubro.

Antes de indicados por Lula a ministros do STF, Zanin era seu advogado pessoal e Dino seu ministro da Justiça. Para tentar vencer uma eleição que todas as pesquisas hoje projetam apertada, seria fundamental a Lula tentar diminuir no RJ, 3º colégio eleitoral do país, a vantagem que Jair Bolsonaro (PL) teve sobre ele no 2º turno de 2022.

Eleito presidente pela 3ª vez por apenas 1,8 ponto no 2º turno, Lula perdeu por 13,06 pontos no RJ: 43,47% a 56,53% de Jair nos votos válidos. Se, como queriam quatro ministros do STF, a definição do governador interino do RJ fosse pelo voto da Alerj, seu presidente eleito, Douglas Ruas (PL), concorreria a governador em outubro na cadeira.

Em 2º lugar na corrida a governador e crescendo, o bolsonarista Ruas foi apeado de concorrer no cargo pelo STF, como antecipado por Lula. Na 3ª colocação nas pesquisas, inclusive na Quaest de quinta, Garotinho passou a desidratar (confira aqui) nas intenções de voto sob o fantasma da inelegibilidade: de 10% de intenção em julho a 7% em agosto.

Se Paes liquidar a fatura a governador no 1º turno, que as pesquisas apontam como possível, ficaria muito mais à vontade (confira aqui, aqui e aqui) para dar palanque a Lula no provável 2º turno presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL). Na mesma pesquisa Quaest do dia 25, a vantagem no filho 01 de Jair sobre o petista no RJ, hoje, é só de 2 pontos: 31% a 29%.

Não há dúvida de que Paes é um gestor testado em quatro mandatos como prefeito da capital. Não há dúvida de que Garotinho e sua metralhadora-giratória colecionam polêmicas. Não há dúvida de que sobre o grupo político de Ruas, o mesmo de Castro e do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União), pairam no mínimo suspeitas.

Não há dúvida de que parte do Judiciário, não é de hoje, atropela politicamente os limites de independência e harmonia entre os Três Poderes no Brasil. Os fins não justificavam os meios quando Sergio Moro, hoje favorito nas pesquisas como candidato do PL a governador do Paraná, era juiz da Lava Jato. Não deveriam justificar agora.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Fantasma da inelegibilidade já assombra Garotinho nas pesquisas

 

 

TRE alveja Garotinho

Na noite de quinta (27), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do RJ impediu (confira aqui) o ex-governador e candidato a governador Anthony Garotinho (REP) de usar fundo partidário, propaganda eleitoral e participar de debates. Mesmo que o TRE vá analisar depois o registro de candidatura e que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha suspendido (confira aqui) até lá as restrições, o que já foi decidido tem o potencial de mudar o quadro eleitoral.

 

Por que Paes é favorecido?

Se Garotinho não puder concorrer, ou mais ainda se seu nome estiver na urna de 4 de outubro, mas seus votos não forem contabilizados como válidos, o favorecido será o ex-prefeito carioca Eduardo Paes (PSD), líder a governador em todas as pesquisas. Porque aumentaria matematicamente as suas chances de se eleger governador do RJ em turno único.

 

Após TJ, Garotinho caiu 3 pontos

Antes das restrições impostas pelo TRE na quinta, Garotinho já vinha desidratando após o Tribunal de Justiça (TJ) do RJ determinar sua inelegibilidade no último dia 11. No dia 25, duas semanas depois, a nova pesquisa Quaest registrou (confira aqui) a queda de 3 pontos de Garotinho na consulta estimulada a governador: tinha 10% de intenção em julho e teve 7% em agosto.

 

Entenda o caso

Garotinho foi condenado (confira aqui) por improbidade em 2018, por desvios na Saúde do RJ entre 2005 e 2006, quando era secretário da esposa e então governadora Rosinha. E condenado à inelegibilidade pela Lei da Ficha Limpa. O TJ determinou seu cumprimento, que transitou em julgado após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar o último recurso em 2025.

 

Paes no 1º turno?

Com a decisão do TRE na quinta, será difícil Garotinho reverter a tendência de queda após a decisão do TJ. Também no cenário estimulado ao 1º turno, a Quaest de agosto deu a Paes 37% de intenção, 10 pontos a mais que os 27 da soma dos outros candidatos. Não há 2º turno quando um candidato tem, pelo menos, um voto a mais que a soma dos demais no 1º turno.

 

Paes oscila, Ruas cresce

Apesar da larga vantagem, Paes oscilou 1 ponto para baixo entre as pesquisas Quaest de julho e agosto: tinha 38% na consulta estimulada ao 1º turno e hoje tem 37%. Quem cresceu, além da margem de erro de 3 pontos da pesquisa, foi o presidente da Alerj Douglas Ruas (PL): tinha 10% de intenção e hoje tem 14% a governador.

 

Os demais

Os demais candidatos a governador também não decolaram até aqui, a 36 dias da urna. Na consulta estimulada ao 1º turno, abaixo de Paes (37%), Ruas (14%) e Garotinho (7%), empatado tecnicamente com este, veio o vereador carioca William Siri (Psol), com 3% de intenção. Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU) e Juliete (UP) tiveram 1% cada.

 

Paes bate Ruas e Garotinho no 2º turno

No caso de 2º turno, marcado para 25 de outubro, a vantagem de Paes hoje também seria grande contra seus principais adversários a governador. Ele bateria Ruas por 50% a 20% de intenção, 30 pontos de diferença, em um turno extra. No qual Paes também bateria Garotinho por 53% a 12%, vantagem ainda maior de 41 pontos.

 

Ruas cresce ao 2º turno contra Paes

Na comparação entre as pesquisas Quaest de julho e agosto, Ruas confirmou sua tendência de crescimento e tirou parte da grande vantagem de Paes em um eventual 2º turno. Ao qual, em julho, a vantagem do candidato do PSD era de 36 pontos: 52% a 16%. Caiu 6 pontos aos atuais Paes 50% a 20% Ruas (30 pontos) em agosto.

 

Garotinho cai ao 2º turno contra Paes

As projeções de 2º turno da Quaest confirmam a desidratação de Garotinho entre as decisões judiciais desfavoráveis do TJ no dia 11 e do TRE no dia 27. Em julho, o ex-prefeito carioca bateria o ex-governador em um eventual turno extra por 48% a 18%. Esta vantagem de 30 pontos cresceu mais 11 pontos em agosto: Paes 53% a 12% Garotinho ao 2º turno.

 

Garotinho lidera rejeição: 68%

Considerada fundamental à definição do 2º turno, a rejeição tem Garotinho como líder isolado: 68% dos fluminenses que o conhecem não votariam nele a governador. Paes veio em 2º lugar, 27 pontos abaixo do político de Campos, com 41% de rejeição. Ele foi seguido de perto no índice negativo por Cyro Garcia (40%) e de longe por Ruas (21%).

 

Eleição matematicamente aberta

Apesar da vantagem de Paes em todos os cenários, a consulta espontânea da Quaest de agosto mostra que a eleição de outubro está matematicamente aberta. Falando da própria cabeça em quem votarão a governador do RJ, a maioria relevante de 69% dos fluminenses se diz ainda indecisa.

 

Intenção de voto cristalizada

Entre os candidatos, no entanto, Paes também liderou a consulta espontânea, em que o eleitor fala da própria cabeça em quem vai votar, com 16% de intenção cristalizada. Ele foi seguido de Ruas, com 7% (9 pontos abaixo); de Garotinho e Siri, com 1% cada.

 

Cinco lideram ao Senado

Pela mesma pesquisa Quaest deste final de agosto, a corrida pelas duas cadeiras que o RJ elegerá ao Senado (confira aqui) está embolada no empate técnico entre 5 candidatos. Na consulta estimulada, Benedita da Silva (PT) liderou numericamente, mas em empate técnico com Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (REP), Monica Benicio (Psol) e Carlos Portinho (PL).

 

Os números

Na consulta com a apresentação dos nomes dos candidatos, Benedita teve 10% de intenção de voto. Na margem de erro de 3 pontos para mais ou menos da pesquisa, ela ficou tecnicamente empatada com Jordy, que teve 7%; Crivella, com 6%; e Monica e Portinho, com 5% cada. Pedro Paulo (PSD) teve 3% e Waguinho (REP), 2%.

 

Benedita e Crivella lideram rejeição

Bem colocados em todas as pesquisas ao Senado, Crivella e Benedita lideraram mais uma vez a rejeição. Pela Quaest, 65% dos eleitores fluminenses que conhecem Crivella não votariam nele a senador, com 50% de rejeição a Benedita.

 

Eleição ainda mais aberta

Ainda mais que na eleição a governador, a consulta espontânea ao Senado revelou uma disputa completamente aberta. A esmagadora maioria de 88% dos fluminenses ainda estão indecisos sobre quem votar às duas cadeiras na Câmara Alta da República.

 

Dados da pesquisa

A nova pesquisa Quaest a governador e senador do RJ entrevistou pessoalmente 1.302 eleitores, de 29 municípios fluminenses, entre 21 e 24 de agosto. Com margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, teve o registro RJ-08748/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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Bené, Jordy, Crivella, Monica e Portinho lideram ao Senado

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Uma corrida pelas duas cadeiras que o RJ elegerá ao Senado embolada no empate técnico entre 5 candidatos. Na consulta estimulada da pesquisa Quaest divulgada esta semana, Benedita da Silva (PT) liderou numericamente, mas em empate técnico com Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (REP), Monica Benicio (Psol) e Carlos Portinho (PL).

Juntos e misturados — Na consulta com a apresentação dos nomes dos candidatos, Benedita teve 10% de intenção de voto. Na margem de erro de 3 pontos para mais ou menos da pesquisa, ela ficou tecnicamente empatada com Jordy, que teve 7%; Crivella, com 6%; e Monica e Portinho, com 5% cada. Pedro Paulo (PSD) teve 3% e Waguinho (REP), 2%.

Crivella e Benedita lideram rejeição — Bem colocados em todas as pesquisas ao Senado, Crivella e Benedita lideraram mais uma vez (confira aqui) a rejeição. Pela Quaest, 65% dos eleitores fluminenses que conhecem Crivella não votariam nele a senador, com 50% de rejeição a Benedita.

Rejeição dos demais — O índice negativo ao Senado pelo RJ seguiu com Waguinho, com 43% de rejeição. Pedro Paulo teve 29%, enquanto Jordy, Portinho e André Monteiro (DEM) tiveram 13% cada. Estes três em empate técnico e quase numérico com Monica e Helio Secco (Missão), com 12% de rejeição cada.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Indecisão de 88% ao Senado — Ainda mais que na eleição a governador do RJ (confira aqui), a consulta espontânea (em que o eleitor fala da própria cabeça em quem votará) ao Senado revelou uma disputa completamente aberta. A esmagadora maioria de 88% dos fluminenses ainda estão indecisos sobre quem votar às duas cadeiras na Câmara Alta da República.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Candidatos com baixa intenção de voto cristalizada — Entre os candidatos, Benedita também liderou numericamente a consulta espontânea, mas com apenas 2% de intenção de voto cristalizada. Ela ficou em empate técnico com Jordy, Portinho, Crivella e Monica, que tiveram 1% cada.

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Quaest ao Senado pelo RJ entrevistou pessoalmente 1.302 eleitores, de 29 municípios fluminenses, entre 21 e 24 de agosto. Com margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, ela teve o registro RJ-08748/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “Na disputa ao Senado, o 1º e 2º voto foram combinados em consulta estimulada. Benedita da Silva teve 10%, seguida de Carlos Jordy com 7%, Marcelo Crivella com 6%, Monica Benicio e Carlos Portinho com 5%, Pedro Paulo com 3% e Waguinho com 2%”, explicou William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“Importante destacar que 65% rejeitam Crivella e 50% rejeitam Benedita ao Senado. Waguinho tem 43% de rejeição e Pedro Paulo 29%. Jordy, Portinho e André Monteiro aparecem com 13%, seguidos de Monica Benicio e Helio Secco com 12%”, destacou o estatístico.

 

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Esquerda, direita e eleições no Folha no Ar desta sexta

 

(Arte: Joseli Matias)

 

O odontólogo, ex-candidato a prefeito de Campos e membro do Novo Alexandre Buchaul e o sociólogo, professor e membro do PT José Luis Vianna da Cruz são os convidados para encerrar a semana do Folha no Ar, a partir das 7h da manhã desta sexta (28), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Com visões distintas, eles tentarão responder à pergunta: por que ser de esquerda ou direita, conservador ou progressista, na política brasileira?

Com base nas pesquisas mais recentes, José Luis e Buchaul também tentarão projetar as eleições a governador (confira aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisarão os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, eles tentarão projetar a eleição a presidente da República, até aqui polarizada em todas as pesquisas (confira aqui, aqui e aqui) entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Quem quiser participar do Folha no Ar desta sexta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Paes venceria no 1º turno, Ruas cresce e Garotinho cai em eleição aberta

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Ex-prefeito carioca, Eduardo Paes (PSD) se elegeria governador do RJ já no 1º turno de 4 de outubro, se o pleito fosse hoje, não daqui a 38 dias. É o que revelou a nova pesquisa Quaest divulgada esta semana. No cenário estimulado ao 1º turno, Paes teve 37% de intenção, 10 pontos a mais que os 27 da soma dos demais candidatos.

Paes oscila e Ruas cresce 4 pontos ao 1º turno — Apesar da larga vantagem, Paes oscilou 1 ponto para baixo entre as pesquisas Quaest de julho e agosto: tinha 38% na consulta estimulada ao 1º turno e hoje tem 37%. Quem cresceu, além da margem de erro de 3 pontos da consulta, foi o presidente da Alerj Douglas Ruas (PL): tinha 10% de intenção e hoje tem 14% a governador.

Garotinho perde 3 pontos de julho a agosto — O favoritismo de Paes também se deve à aparente desidratação do ex-governador Anthony Garotinho (REP). No limite da margem de erro, ele perdeu 3 pontos na consulta estimulada ao 1º turno a governador do RJ: tinha 10% de intenção em julho e tem 7% em agosto.

Os demais — Os demais candidatos a governador também não decolaram até aqui. Na consulta estimulada ao 1º turno, abaixo de Paes (37%), Ruas (14%) e Garotinho (7%), empatado tecnicamente com este, veio o vereador carioca William Siri (Psol), com 3% de intenção. Coronel Busnello (Missão), Cyro Garcia (PSTU) e Juliete (UP) tiveram 1º cada.

Paes bateria Ruas e Garotinho no 2º turno — No caso de 2º turno, marcado para 25 de outubro, a vantagem de Paes hoje também seria grande contra seus principais adversários a governador. Ele bateria Ruas por 50% a 20% de intenção, 30 pontos de diferença, em um turno extra. No qual Paes também bateria Garotinho por 53% a 12%, vantagem ainda maior de 41 pontos.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Ruas cresce ao 2º turno contra Paes — Na comparação entre as pesquisas Quaest de julho e agosto, Ruas confirmou sua tendência de crescimento e tirou parte da grande vantagem de Paes em um eventual 2º turno. Ao qual, em julho, a vantagem do candidato do PSD era de 36 pontos: 52% a 16%. Caiu 6 pontos aos atuais Paes 50% a 20% Ruas (30 pontos) em agosto.

Garotinho cai ao 2º turno contra Paes — As projeções de 2º turno da Quaest, entre de julho e agosto, confirmam a desidratação de Garotinho, que passou a ser juridicamente ameaçado de inelegibilidade (confira aqui) no último dia 11. Antes, em julho, Paes o bateria em um turno extra por 48% a 18%. Esta vantagem de 30 pontos cresceu mais 11 em agosto: Paes 53% a 12% Garotinho.

Garotinho lidera rejeição: 68% — Considerada fundamental à definição do 2º turno, a rejeição tem Garotinho como líder isolado: 68% dos fluminenses que o conhecem não votariam nele a governador. Paes veio em 2º lugar, 27 pontos abaixo do ex-governador, com 41% de rejeição. Ele foi seguido de perto no índice negativo por Cyro Garcia (40%) e de longe por Ruas (21%).

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Eleição matematicamente aberta — Apesar da vantagem de Paes em todos os cenários, a consulta espontânea da Quaest de agosto mostra que a eleição de outubro está matematicamente aberta. Falando da própria cabeça em quem votarão a governador do RJ, a maioria relevante de 69% dos fluminenses se diz ainda indecisa.

Intenção de voto cristalizada — Entre os candidatos, no entanto, Paes também liderou a consulta espontânea, com 16% de intenção de voto cristalizada. Ele foi seguido de Ruas, com 7% (9 pontos abaixo); de Garotinho e Siri, com 1% cada.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Dados da pesquisa — A nova pesquisa Quaest a governador do RJ entrevistou pessoalmente 1.302 eleitores, de 29 municípios fluminenses, entre 21 e 24 de agosto. Com margem de erro de 3 pontos para mais ou menos, ela teve o registro RJ-08748/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE

Análise do especialista — “No 1º turno da Quaest de agosto, Eduardo Paes aparece com 23 pontos de vantagem sobre Douglas Ruas. Que, por sua vez, tem 7 pontos de vantagem sobre Garotinho. William Siri, Coronel Busnello, Cyro Garcia e Juliete somaram 6 pontos”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

“Ao 2º turno, a Quaest estimou cenários de Eduardo Paes com Douglas Ruas e Garotinho. Contra Ruas, a vantagem de Paes é de 30 pontos. Contra Garotinho é ainda maior: 41 pontos. Em outra métrica importante, a rejeição de Garotinho é de 68%, contra 41% de Paes e 21% de Ruas”, destacou o estatístico.

 

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Jovens de direita e esquerda no Folha no Ar desta quinta

 

(Arte: Josei Matias)

 

O cientista social, servidor público e empreendedor João Aguiar e o profissional de psicologia e militante do Psol Johnatan França de Assis são os convidados do Folha no Ar a partir das 7h da manhã desta quinta (27), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Com visões distintas, eles tentarão responder à pergunta: por que ser de esquerda ou direita, liberal ou socialista, na política brasileira?

Com base nas pesquisas mais recentes, Johnatan e João também tentarão projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisarão os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, eles tentarão projetar a eleição a presidente da República, até aqui polarizada em todas as pesquisas (confira aqui, aqui e aqui) entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quinta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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Benedita e Crivella lideram a corrida e a rejeição ao Senado

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Deputados federais, Benedita da Silva (PT) e Marcelo Crivella (REP) são hoje favoritos às duas novas cadeiras que o RJ elegerá ao Senado em outubro. No cenário estimulado (com a apresentação dos nomes dos candidatos) da pesquisa Paraná divulgada hoje (25), Bené liderou com 29,6% de intenção de voto. Em 2º lugar, 8,6 pontos atrás, Crivella teve 21,0%.

Empates técnicos na 2ª e 3ª colocação — Próximo ao limite da margem de erro, Crivella ficou em empate técnico na 2ª colocação ao Senado com o também deputado federal Pedro Paulo (PSD), 4,6 pontos atrás, com 16,4% na consulta estimulada. Ele, por sua vez, ficou em empate técnico na 3ª posição com outro deputado federal, Carlos Jordy (PL), que teve 11,9% a senador.

Crivella e Benedita também lideram rejeição — Na rejeição aos candidatos ao Senado, em que o eleitor pôde escolher mais de um nome, Crivella liderou com 25,6%. Ele ficou em empate técnico e quase numérico no índice negativo com Benedita, que teve 25,4%. Em outro empate técnico, ficaram na 3ª colocação o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho (REP, 14,4%) e Pedro Paulo (9,5% de rejeição).

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Eleição ao Senado aberta — A consulta espontânea, no entanto, revela uma disputa matematicamente ainda aberta. A 40 dias da urna, 81,4% dos fluminenses não sabem dizer da própria cabeça em quem votarão ao Senado. Entre os candidatos, Benedita lidera, com 5,2%. Ela ficou em empate técnico com Jordy (1,9%), o senador Carlos Portinho (PL, 1,4%) e Crivella (1,3%).

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

 

Análise do especialista — “Na disputa ao Senado, Benedita (29,6%) e Crivella (21,0%) lideram. Pedro Paulo (16,4%), Carlos Jordy (11,9%) e Carlos Portinho (10,6%) também ultrapassam dois dígitos de intenção. Crivella (25,6%) e Benedita (25,4%) também aparecem como os candidatos mais rejeitados”, resumiu William Passos, geógrafo com especialização doutoral em estatística no IBGE.

 

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Governos de Campos, transporte e eleições no Folha no Ar desta 4ª

 

(Arte: Joseli Matias)

 

Advogado, doutor em sociologia política e ex-secretário municipal do governo Rafael Diniz em Campos, Felipe Quintanilha é o convidado do Folha no Ar a partir das 7 da manhã desta quarta (26), ao vivo, na Folha FM 98,3.

Ele fará um balanço das gestões municipais Rafael, Wladimir Garotinho (hoje, PL) e Frederico Paes (MDB), do problema do transporte público do município (confira aqui) que os atravessa ainda sem solução, e avaliará as articulações (confira aqui) para a nova mesa diretora da Câmara de Campos.

Com base nas pesquisas mais recentes, Quintanilha também tentará projetar as eleições a governador (confira aqui, aqui e aqui) e senadores (confira aqui e aqui) do RJ. E analisará os candidatos de Campos e região a deputado federal e estadual.

Por fim, ele tentará projetar a eleição a presidente da República, até aqui polarizada em todas as pesquisas (confira aqui, aqui e aqui) entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Quem quiser participar do Folha no Ar desta quarta poderá fazê-lo com comentários em tempo real, no streaming do programa. Seu link será disponibilizado alguns minutos antes do início, nos domínios da Folha FM 98,3 no Facebook e no YouTube.

 

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