Opiniões

CNT/MDA: Bolsonaro líder, mas com Haddad já descolado de Ciro

 

Também divulgada hoje, a pesquisa do instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), foi mais uma a confirmar a liderança isolada do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Mas com diferença menor do que a registrada mais cedo (aqui) pela BTG/FSB, para Fernando Haddad. O petista ficou com 17,6% e já apareceu descolado de Ciro Gomes (PDT), que teve 10,8%.

Distantes do pelotão da frente, vieram Geraldo Alckmin (PSDB), com 6,1%; Marina Silva (Rede), 4,1%; João Amoêdo (Novo), 2,8%; Álvaro Dias (Podemos), 1,9%; e Henrique Meirelles (MDB), 1,7%. Os quatro estão em empate técnico, na margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.

 

(Infográfico de Eliabe de Souza, o Cássio Jr.)

 

Assim como as últimas pesquisas Ibope, Datafolha e BTG/FSB, a CNT/MDA mostra que Bolsonaro se tornou um candidato competitivo no segundo turno, após o episódio da facada, no último dia 6. Ele perdeu a simulação de turno final para Ciro (36,1% a 37,8%) e ganhou de Haddad (39% a 35,7%), mas ambas no empate técnico. Fora dele, o ex-capitão do Exército ganhou de Alckmin (38,2% a 27,7%) e Marina (39,4% e 28,2%). Por sua vez, Haddad perdeu a simulação contra Ciro (26,1% a 38,1%), mas ganhou de Marina (35,7% a 23,3%).

Na rejeição, considerada fundamental para a definição do segundo turno, quem liderou foi Marina, com 57,5% dos eleitores dizendo que não votariam nela de jeito nenhum. Ela foi seguido no índice negativo por Alckmin, 53,4%; Bolsonaro, 51%; Meirelles, 49%; Haddad, 47,1%; Ciro, 38,1%; Amoêdo, 34,5%; e Álvaro Dias, 32,2%.

Na comparação entre as duas pesquisa presidenciais divulgadas hoje, a CNT/MDA é mais antiga do que a BTG/FSB. A primeira foi feita entre os dias 12 e 15, enquanto a segunda, do dia 15 ao 16.

 

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